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Móveis bem posicionados ampliam ambientes; aprenda a fazer

Móveis bem posicionados ampliam ambientes; aprenda a fazer

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26/05/2014 - 00h00
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Mobiliar a casa ou o apartamento exige dinheiro, mas também muito cálculo. Mais que tornar o ambiente bonito com um mobiliário ao gosto do morador, convém aproveitar bem o espaço e garantir a funcionalidade dos cômodos.

O primeiro passo é avaliar a dimensão do ambiente, antes mesmo de colocar os móveis dentro de casa, sugere o arquiteto Bruno GAP, de São Paulo. “É preciso ver onde estão as portas, porque são elas que determinam o fluxo.” Ele sugere reservar ao menos 80 cm para a passagem. Ao subtrair essa medida, o restante do cômodo pode ser usado para distribuir os móveis.

Sala de jantar
O limite de 80 cm não leva em conta as cadeiras da sala de jantar, porque elas ficam afastadas da mesa apenas uma parcela do dia. “Se com a cadeira puxada sobra um espaço de 50 cm para a passagem, já é o suficiente”, pontua GAP.

Se não há esse mínimo, o melhor é encostar uma das extremidades da mesa na parede. Sim, você perde a possibilidade de colocar mais uma cadeira, mas ganha um espaço mais confortável para as outras. O arquiteto Cioli Stancioli, de Belo Horizonte, sugere o uso de um espelho na mesma parede. “Ele reflete o cômodo e dá uma sensação de amplitude.”

A designer de interiores Patrícia Pasquini, de São Paulo, aconselha que o tamanho e o formato da mesa de jantar sigam o formato e tamanho da sala. “Recomendo mesas retangulares e quadradas para ambientes amplos. Se não há muito espaço, uma boa solução é utilizar mesa redonda, de aproximadamente 140 cm de diâmetro. Ela deixa o ambiente leve por não ter quinas.”

Sala de estar
Este cômodo tem layout mais flexível. É possível variar o tamanho dos sofás, usar uma mesa de centro ou substituí-la por mesas laterais. “O estilo varia de acordo com a quantidade de pessoas que você costuma receber”, diz GAP. Para Patrícia, na dúvida, o melhor é investir em uma decoração minimalista. “Em vez de colorar vários sofás em um ambiente, opte pela combinação de sofá, banco e poltronas.”

GAP destaca que a distância entre os móveis faz muita diferença. O sofá, por exemplo, deve ficar entre 45 cm e 55 cm da mesa de centro. Menos que isso, a ponta da mesa vira uma ameaça a canelas e coxas. Mais que isso, a visita terá de se levantar para servir-se de bebida ou aperitivo.

Para não prejudicar a circulação, a mesa de centro deve ficar, no mínimo, a 60 cm de um eventual aparador.

Quarto de casal
No quarto de casal, não é uma boa encostar um dos lados da cama na parede, mas pode-se determinar uma passagem primária e outra secundária. A primeira, mais larga (o ideal são 90 cm ou 1 metro), é a que dá acesso ao banheiro ou à porta de entrada. A outra – entre a cama e a parede – pode ser menor (50 cm a 60 cm).

“Se for preciso, o casal pode abrir mão de um dos criados-mudos, ou fazer uma versão mais estreita que a média, de 80 cm. Se o estilo do quarto for mais jovem e despojado, dá para substituir o criado-mudo por uma banqueta, que funciona bem para sustentar livros ou um abajur”, afirma GAP.

Corredor
Aqui, a largura mínima é de 80 cm. Até esse limite, resista à tentação de colocar itens como aparador ou vaso. Quadro, tudo bem, de preferência com moldura clean – e não daquelas que se projetam para frente e podem tirar de 5 cm a 10 cm do espaço do corredor. Outras alternativas são adesivo de parede ou espelho (os mais fininhos ocupam apenas 6 mm). 

CLIMA

MS terá onda de calor no próximo trimestre causada pelo El Niño

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas

23/10/2026 11h30

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde Gerson Oliveira

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O El Niño tem previsão de causar uma onda de calor e mudar os padrões de chuva em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), há tendência de precipitação com acumulados acima da média histórica no Estado, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor.

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas, vendavais, raios e queda de granizo.

Valesca Fernandes, meteorologista e coordenadora do Cemtec, explica que apesar da tendência de precipitações acima da média, é importante destacar que essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

“Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas, principalmente de precipitação. O trimestre, entre novembro e janeiro, tem tendência de chuvas acima da média, mas podem ocorrer períodos de estiagem, distribuição irregular, diferenças significativas entre regiões e municípios”.

O próximo trimestre também tem previsão de ser mais quente do que o normal, com temperaturas acima da média histórica, com permanência do El Niño e deve atingir uma categoria muito forte.

Episódios de calor intenso, associado a tendência geral de precipitações acima da média histórica em MS, além da variação típica do Estado, indicam que os períodos chuvosos podem ocorrer de maneira irregular.

“Embora o Estado já tenha registrado algumas ondas de calor e episódios de temperaturas acima da média histórica, o cenário atual difere de 2023 e 2024, quando sob o domínio de El Niño forte, ocorreu um intenso aquecimento acompanhado por expressivo déficit pluviométrico, criando um ambiente extremamente propício à propagação de grandes queimadas”, disse Valesca Fernandes.

 

Financiamento

UCDB receberá R$ 13,5 milhões para pesquisar cicatrizante

Pesquisa financiada pela FINEP e pela FUNDECT vai estudar peptídeos capazes de auxiliar na formação de novos tecidos e na cicatrização

23/10/2026 10h15

Universidade Católica Dom Bosco

Universidade Católica Dom Bosco Foto: Reprodução

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O Governo do Estado por meio do Diário Oficial, publicado na manhã desta sexta-feira (23), um Extrato de Convênio onde a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), irá receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).  Os recursos serão destinados para o projeto “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”

O convênio foi assinado em 24 de março de 2026 e terá prazo de até 36 meses para execução física e financeira. Além do valor previsto pela FINEP, o projeto contará com R$ 3,38 milhões da FUNDECT, totalizando até aproximadamente R$ 13,54 milhões em recursos.

O projeto foi intitulado “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”. A proposta é desenvolver uma tecnologia capaz de auxiliar na recuperação de tecidos lesionados, especialmente em situações nas quais a cicatrização ocorre de forma lenta ou inadequada.

Feridas crônicas podem estar relacionadas a doenças como diabetes, problemas de circulação, infecções, queimaduras, traumas e lesões provocadas por pressão. Nesses casos, o processo de recuperação pode se prolongar e aumentar o risco de complicações.

A tecnologia poderá reunir a seleção dos peptídeos, a formulação do material utilizado na ferida e um sistema capaz de liberar as substâncias de maneira controlada.

Peptídeos são pequenas sequências formadas por aminoácidos, componentes básicos das proteínas. Algumas dessas moléculas podem desempenhar funções importantes no organismo e, por isso, são estudadas para aplicações médicas e biotecnológicas.

Esses peptídeos são importantes para o tratamento de feridas, pois possuem uma capacidade de estimular a manipulação e a migração de células, favorece a produção de colágeno, controla inflamações e auxilia na defesa contra microrganismos.

A pesquisa deverá investigar quais peptídeos apresentam potencial terapêutico, como eles podem ser aplicados na região lesionada e de que maneira podem contribuir para a formação de novos tecidos.

O financiamento dá início a uma etapa de pesquisa que pode incluir testes laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, avaliação de segurança e estudos sobre a eficácia da tecnologia.

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