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Dourados

MPF quer fechar empresa envolvida em morte de índio

MPF quer fechar empresa envolvida em morte de índio

da redação

30/08/2013 - 00h00
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O Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso do Sul ajuizou ação para que uma empresa de segurança em Dourados seja dissolvida e tenha seu registro cancelado. A empresa é conhecida por sua atuação em propriedades com conflito fundiário e é acusada de executar ataques contra comunidades indígenas, que resultaram em dezenas de feridos e na morte de duas lideranças.

De acordo com depoimentos, a empresa chegava a receber R$ 30 mil para cada desocupação violenta e os seguranças da empresa eram contratados para intimidar e aterrorizar as comunidades - atuações que desviam a finalidade da empresa, constituída para “prestar segurança privada em imóveis urbanos, rurais e eventos”.

No entendimento do Ministério Público Federal, a empresa, além do desvio de finalidade, tem atividade “indiscutivelmente” ilícita. “Trata-se, em verdade, de um grupo organizado o qual dissemina violência contra os Guarani-Kaiowá do cone sul do Estado de Mato Grosso do Sul através de pessoas brutais nominadas 'vigilantes', na maioria das vezes sem qualificação para o exercício da atividade, portando armamento pesado e munições, a fim de praticarem atos contrários ao ordenamento jurídico e à segurança pública”.

Na ação, O MPF classifica a empresa como “milícia privada” e pede, liminarmente, a suspensão das atividades e o bloqueio de R$ 480 mil a título de dano moral coletivo.

Cidades

Homem é preso em SP 19 anos após crime ocorrido em MS

Suspeito foi encontrado a mais de 600 km do local do crime

27/01/2026 17h30

Divulgação/PCMS

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Um crime ocorrido em 8 de setembro de 2007, na cidade de Paranaíba, teve resolução na manhã desta terça-feira (27). Dezenove anos após um roubo à mão armada, o suspeito foi encontrado em Campinas (SP), a uma distância de 620 km do local do crime.

Com o mandado de prisão preventiva ainda vigente mesmo após todo esse tempo, o Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) reiniciou as investigações em busca do acusado.

A partir de levantamentos e trabalho de inteligência, o SIG identificou a presença do indivíduo no estado de São Paulo e articulou com a Polícia Civil paulista o cumprimento da ordem judicial em Campinas.

O crime

O crime ocorreu na noite de 8 de setembro de 2007, por volta das 21h, quando o acusado abordou uma vítima na Rua Dr. Rocha Dias, bairro Santo Antônio, e, armado com uma faca, desferiu diversos golpes para roubar uma bicicleta da marca Polimet Mountain Bike, aro 26, de cor verde.

A vítima tentou se defender utilizando a própria bicicleta, mas o autor conseguiu fugir com o objeto.

 

CIDADES

Ar de ônibus que saia de Corumbá quebra na estrada e passageiros sofrem com calor

O veículo da Expresso Mato Grosso do Sul seguia viagem para Campo Grande

27/01/2026 17h20

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem Reprodução

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Os passageiros de um ônibus da empresa Viação Expresso Mato Grosso, que partia de Corumbá com destino para Campo Grande, sofreram com o calor excessivo durante a tarde desta terça-feira (27). O ar condicionado do veículo quebrou e parou de funcionar, deixando os ocupantes em uma sauna com temperaturas superiores a 40°C.

Segundo um dos passageiros que entrou em contato com o Correio do Estado, a viagem, que começou ao meio-dia, foi marcada por reclamações e pessoas passando mal devido ao calor insuportável.

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem
Os passageiros puderam trocar de ônibus apenas quando chegaram em Miranda / Reprodução

Mesmo no início do trajeto, tendo percorrido cerca de 20 quilômetros, o passageiro diz que o motorista se recusou a retornar à Corumbá, alegando falta de ônibus reserva, e seguiu em frente, mesmo com as condições adversas.

Alguma pessoas pensaram em recusar a continuação da viagem. Porém, após 220 km, os passageiros tiveram um pouco de alívio quando chegaram a Miranda, e puderam trocar de ônibus. A situação foi descrita como um "descaso total" e um "sofrimento" pelos passageiros.

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