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Mulheres aderem ao corte joãozinho e homens dizem que adoram

Mulheres aderem ao corte joãozinho e homens dizem que adoram

Ana Carolina Pinto / Bolsa de Mulher

10/05/2011 - 00h00
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Ninguém tem mais dúvidas de que o cabelo curto, estilo “joãozinho”, está fazendo a cabeça das mulheres. Famosas como Halle Berry, Rihanna, Emma Watson e, mais recentemente, Ashlee Simpson aderiram ao corte, que também chegou com força aqui no Brasil.
As atrizes Bárbara Paz, Bruna Linzmeyer e Tainá Muller estão no ar, nas novelas “Morde e assopra” e “Insensato coração”, da TV Globo, arrasando com madeixas curtas, mas com estilos bem diferentes entre si. Enquanto Bárbara tem a frente mais alongada, com a nuca batida e Tainá deixou uma franja, Bruna radicalizou e cortou bem curtinho mesmo, para a nova fase da jovem Leila, sua personagem.
Se entre nós o estilo faz sucesso, entre os homens, divide opiniões. Mas ao contrário do senso comum, há sim aqueles que adoram uma nuca à mostra e não se rendem aos longos. Para provar que as madeixas até abaixo dos ombros não são absolutas, homens darão sua opinião afirmando que adoram mulheres de cabelo curto.
Tadeu Ribeiro é casado há três anos com Fabiana e comemorou quando a amada resolveu, finalmente, se render ao seu desejo e ir até o salão. “Ela cortou bem curtinho. Eu sempre disse que gostava, e ela dizia que não, mas foi amadurecendo a ideia e cortou”, comemora ele que é apaixonado pelo estilo ‘joãozinho’ desde garoto. “É uma paixão, fetiche mesmo. O corte da Betty Boop eu gosto muito! Com o passar dos anos, eu fui acompanhando a evolução do corte. Desde pequeno eu sempre gostei”, revelou Tadeu. Para ele, as mulheres que resolvem adotar o corte tem muita personalidade. “Por mais que esteja na moda, é preciso ser autêntica. Acho que traz um ar de independência para a mulher, mais atitude”, definiu ele.
Tadeu garante, porém, não ter nada contra um rabo de cavalo. “Bonito eu até acho, mas se tiverem dez mulheres de cabelos longos na rua e uma de cabelo bem curtinho, eu vou olhar para essa, com certeza. Ficou todo mundo igual, parece que veio um caminhão e despejou um monte de índias aqui: todas de cabelo comprido e alisado”, aponta ele, que adora a sensualidade trazida com o colo a mostra. “Uma mulher de cabelo curto com um tomara que caia fica linda! Valoriza o pescoço e a nuca, super feminino”.

Destaque
O estudante Paulo Mattos também adora o charme que os cabelos curtos emprestam às mulheres. “Acabam por deixar florescer outros atributos além das madeixas e cachos”, revela ele, que já conseguiu convencer duas ex-namoradas a cortarem as madeixas. “Acho as mulheres com cabelos curtos mais sexy, estilosas e sérias. Minha atual namorada tem cabelos curtos!”, lembra.
O sucesso na hora da conquista com certeza é um dos fatores que mais nos preocupam na hora de mudar o visual, não é? Mas quem quer apostar no estilo, às vezes, precisa estar munida de determinação e coragem. A estudante Carolina Siqueira, de 22 anos, foi na cara e na coragem ao salão, sem contar a ninguém. “Lembro que estava com um cabelão, marquei horário no salão e cortei no mesmo dia, de uma só vez. Meus amigos só viram depois! Não tive medo de não ficar legal, já estava com a idéia de cortar bem curto há um tempo”, conta a moça.
Carolina também não abre mão da praticidade do penteado. “Já experimentei vários cortes e salões, hoje é uma amiga que corta meu cabelo num salão em casa para amigos. Procuro usar produtos para cuidado diário, mas dou mais trabalho para ela, porque sempre que nos encontramos quero cortar um pouco mais”, brincou.
A liberdade e facilidade do corte curtinho em seus mais variados modelos também foram decisivos para Júlia Costa, de 23 anos. Com 18 anos, ela resolveu cortar os longos cabelos num estilo Channel, mas deixou crescer novamente. Com muita vontade de mudar, a jornalista apostou no joãozinho em 2009. E se apaixonou!
“Primeiro, cortei por estilo. Mas é tão prático que hoje a praticidade é um fator que pesa para eu não deixar crescer novamente. Trabalho meu cabelo nunca deu, porque ele é liso, normal e virgem. Não faço nenhum procedimento no salão e só penteio uma vez por dia, porque ele tá sempre arrumado. Mas a manutenção do corte é um problema. Tenho que cortar de dois em dois meses religiosamente, o que naturalmente pesa no bolso”, contou.

MPF

Inquérito apura ausência de estágio obrigatório em universidade de Campo Grande

Acadêmico do curso de enfermagem apresentou denúncia no MPF, para reforçar a ausência de estágio obrigatório disponibilizado pela instituição de ensino

14/04/2026 10h35

Unicesumar polo de Campo Grande

Unicesumar polo de Campo Grande Reprodução

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O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para apurar suposta irregularidade no curso de enfermagem da Unicesumar, polo de Campo Grande. O procedimento ocorre após a constante ausência de disponibilização de estágio obrigatório aos estudantes matriculados e no não atendimento de pedido de documentação e esclarecimentos formulado pelo Conselho Regional de Enfermagem de Mato Grosso do Sul (COREN-MS).

Segundo a portaria divulgada no Diário Oficial do MPF de segunda-feira (13), um  acadêmico do curso de enfermagem apresentou uma denúncia no órgão ministerial, a qual reiterou a ausência de estágio obrigatório disponibilizado pela instituição de ensino.

A reitoria da Unicesumar protocolou manifestação, contendo justificativas e esclarecimentos sobre as inconformidades detectadas pelo COREN-MS.

O MPF considerou que a inércia da coordenação do curso em atender ao pedido do COREN/MS impediu a verificação da autarquia federal competente sobre a possível irregularidade na disponibilização de estágio obrigatório, assim como a análise do órgão ministerial sobre o comprometimento da reitoria da instituição de ensino em corrigir eventuais inconformidades no polo local.

O Ministério Público deu o prazo de 15 dias úteis para a coordenação do curso de enfermagem da Unicesumar de Campo Grande atender ao ofício expedido pelo COREN/MS e que não foi respondido no prazo assinalado.

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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Homem tenta incendiar esposa e filho e, após tentativa falha, se arma com foice

Caso aconteceu em Douradina, e homem foi contido por vizinhos até a Polícia chegar

14/04/2026 10h29

Osvaldo Duarte / Dourados News

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Um homem de 34 anos foi preso durante a tarde da última segunda-feira (13) por tentativa de feminicídio em área indígena de Douradina, a aproximadamente 280 quilômetros da capital sul-mato-grossense. Entre casos de feminicídio e tentativas contra a vida de mulheres, o Estado registrou ontem mais um caso em que mãe e filho sofreram violência dentro de casa.

Segundo informações de jornais locais, a mulher, de 33 anos, e o adolescente, de 15 anos, estavam de saída para o trabalho, quando o homem bêbado chegou em casa e começou a impedir e evitar que ela saísse da residência.

O agressor pegou um pedaço de madeira com um pano amarrado na ponta, que estava encharcado de diesel. Ele então teria acendido o fogo e usado como tocha para atingir a mulher e o próprio filho. O crime não se concretizou, pois vizinhos da comunidade indígena socorreram as vítimas e tomaram a arma improvisada do homem.

Ainda na tentativa de matar a mulher, ele pegou uma foice e voltou a ameaçar os familiares, e novamente foi contido por terceiros que estavam no local.

O homem permaneceu assim até a chegada de autoridades e foi encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) de Dourados. O caso foi autuado em flagrante como ameaça no âmbito de violência doméstica.

Tentativas de feminicídio

Na semana passada aconteceu um outro caso, também em reserva indígena, em que uma mulher quase foi morta pelo companheiro, após ser agredida com facadas no pescoço. O crime foi autuado como lesão corporal grave, e na ocasião, a vítima apenas sobreviveu devido a intervenção dos vizinhos.

O crime de feminicídio é tipificado no artigo 121-A do Código Penal, em que o crime acontece contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, e considera-se razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve:

  • violência doméstica e familiar;
  • menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

A tentativa é então a ameaça, mas sem a concretização do fato, por motivos alheios à vontade do agressor, como socorro médico ou terceiros.

Ambos os casos das reservas indígenas foram autuados dentro do âmbito de violência doméstica.

Ligue 180

A Central de Atendimento à Mulher Ligue 180 é um serviço de utilidade pública para o enfrentamento à violência contra as mulheres.

A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O Ligue 180 presta os seguintes atendimentos:

  • orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento (Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros.;
  • informações sobre a localidade dos serviços especializados da rede de atendimento;
  • registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes;
  • registro de reclamações e elogios sobre os atendimentos prestados pelos serviços da rede de atendimento.

É possível fazer a ligação de qualquer lugar do Brasil ou acionar o canal via chat no WhatsApp (61) 9610-0180. Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do 190.

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