Cidades

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Municípios festejam novos prefeitos e reeleitos; Confira a lista

Municípios festejam novos prefeitos e reeleitos; Confira a lista

Redação

05/10/2008 - 23h37
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Os novos prefeitos e reeleitos já podem comemorar com a apuração de 100% das urnas em todo Mato Grosso do Sul. Confira os eleitos dos 78 municípios:

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Água Clara ? eleito Tupete (PDT), com 5.134 votos (66,39%); Alcinópolis ? eleito Mané Nunes (PR), com 1.749 votos ( 63,76); Amambai ? eleito Dirceu Lanzarini (PR), com 8.913 votos ( 52,05%); Anastácio ? eleito Claúdio Valério (PMDB), com 7.101 votos (55,87); Anaurilândia ? eleito Edinho PMDB, com 2.630 votos (51,17%); Angélica ? eleito Cassuci (PDT). Com 4.182 votos (100%); Antônio João ? eleito Junei (PSDB), com 2.823 votos ( 53,82%); Aparecida do Taboado ? eleito André (PMDB), com 6.378 votos ( 51,17%); Aquidauana ? eleito Fauzi (PMDB), com 15.316 ( 61,11%); Aral Moreira ? eleito Edson David (PTB), com 2.593 votos (52,64%); Bandeirantes ? eleito Flávio Gomes (PR), com 2.395 votos ( 55,11%); Bataguassu ? eleito João Carlos Lemes (PT), com 7;778 votos (67,82%); Batayporã - eleito Edson Ibrahim (PMDB), com 3.855 votos (55,27%); Bela Vista ? eleito Chico Maia (PT), com 5.497 votos (43,38%); Bodoquena ? eleito Dr Jun (PMDB), com 2.682 votos (51,59%); Bonito ? eleito Zé Arthur (PMDB), com 6.006 votos (51,33%); Brasilândia ? eleito Dr Antônio (PMDB), com 4.256 votos (62,84%); Caarapó -eleito Mateus Palma de Farias (PR), com 9.864 votos ( 77,12%); Camapuã ? eleito Marcelo Duailibi (DEM), com 6.148 votos (65,48%); Campo Grande ? eleito Nelsinho Trab (PMDB), com 288.821 votos (71,41%); Caaracol ? eleita Maria Odeth (PR), com 1.886 votos (49,76%); Cassilândia ? eleito Carlinhos do TRR (DEM), com 6.067 votos ( 48,73%); Chapadão do Sul ? eleito Jocelito Krug (PMDB), com 5.634 votos ( 60,41%); Corguinho ? eleito Ubaldo (PP), com 1.529 votos (56,34%); Coronel Sapucaia ? eleito Rudi Paetzold (PSDB), com 3.720 votos (50,39%); Corumbá ? eleito Ruiter (PT ), com 39.880 votos (81,31); Costa Rica ? eleito Jesus Baird (PMDB), com 6.388 votos (58,01%); Coxim ? eleita Dinalva (PMDB), com 11.520 votos (61,83%); Deodápolis ? eleito Manezinho (PSDB), com 3;573 (50,57%); Dois Irmãos do Buriti ? eleito Japão (PT), com 5.583 votos (100%); Douradina ? eleita Darcy (PDT), com 1.824 eleitos (57,50%); Dourados ? eleito Ary Artuzi, com 45.182 votos (42,83%); Eldorado ? eleita Marta (PDT), com 4.125 votos (55,73%); Fátima do Sul ? eleita Ilda (PR), com 7.481 votos (58,90%); Figueirão ? eleito Getúlio (PMDB), com 882 votos (50,54%); Glória de Dourados ? eleito Arceno (PSB), com 3.120 (52,39%); Guia Lopes da Laguna ? eleito Jácomo Dagostin (PMDB), com 3.293 (55,37%); Iguatemi ? Eleito Zé Roberto (PSDB), com 4.641 votos (55,01%); Inocência ? Eleito Toninho da Cofapi, com 2.883 votos (59,26%); Itaporã ? Eleito Marcos Pacco (PMDB), com 5.865 votos (56,79%); Itaquiraí, eleita Sandra Cassone (PT), com 5.088 votos (52,02%); Ivinhema ? eleito Renato Câmara (PMDB), com 9.176 (100%); Japorã ? eleito Rubão (PT), com 1.9137 votos (52,45%), Jaraguari ? eleito Japino (PDT), com 1.932 (45,84%); Jardim ? eleito Evandro Bazzo (PSDB), com 7.492 (55,97%); Jateí ? eleito Dr. Arilson (PSDB), com 1.546 (50,92%); Juti ? eleito Grilo (Ricardo Justino) (PSDB), com 2.291 (63,36%); Ladário ? eleito José Antônio (PT), com 5.098 (57,40%); Laguna Carapã, eleito Luiz Brandão (DEM), com 2.034 votos (55,14%); Maracaju ? eleito Celso Vargas, com 9.975 votos (52,99%); Miranda, eleito Neder (PSB), com 8.389 votos (59,14%); Mundo Novo ? eleito Toninho da Importadora (PMDB), com 4.523 (46,68%); Naviraí ? eleito Zelmo de Brida (PMDB), com 14.188 votos (56,25%); Nioaque ? eleita Ilca (PMDB), com 3.985 votos (85,38%); Nova Alvorada do Sul ? eleito Arlei (PT), com 5.000 votos (60,01%); Nova Andradina ? eleito Gilberto Garcia (PMDB), com 12.259 (51,75%); Novo Horizonte do Sul, eleito Marcílio (PMDB), com 1.625 (54,51%); Paranaíba ? eleito Zé Braquiara (PDT), com 12.968 votos (55,69%); Paranhos ? eleito Dirceu Bettoni (PSDB), com 3.126 votos (61,74%); Pedro Gomes ? eleito Dra. Maura (PMDB); 2.686 votos (51,72%); Ponta Porã ? eleito Flávio Kayatt (PSDB), com 29.960 (76,38%); Porto Murtinho ? eleito Nelson Cintra (PSDB), com 3.511 (50,09%); Ribas do Rio Pardo ? eleito Roberson (PPS), com 5.061 votos (52,23%); Rio Brilhante ? eleito Renato (PSDB), com 11.007 votos (71,71%); Rio Negro ? eleito Joaci (PT), com 1.910 votos (55,60%); Rio Verde de Mato Grosso ? eleito Dr. William (PPS), com 5.720 (52,56%); Rochedo ? eleito Adão Arantes (PDT), com 994 votos (33,36%); São Gabriel do Oeste ? eleito Sérgio Marcon (PSDB), com 4.827 (39,63%); Selvíria ? eleito Dodo (PTB), com 2.349 (57,21%); Sete Quedas ? eleito Sérgio Mendes (PDT), com 3.489 votos (100%); Sidrolândia ? eleito Daltro Fiuza (PMDB), com 10.141 votos (50,39%); Sonora ? eleito Mano (PMDB), com 5.529 (92,55%); Tacurú ? eleito Dr. Cláudio (PR), com 3.358 (65,97%); Taquarussú ? eleita Dona Vera (PR), com 1.318 votos (54,80%); Terenos ? eleito Beto Pereira (PMDB), com 6.633 votos (77,41%); Três Lagoas ? eleita Simone Tebet (PMDB), com 36.228 votos (76,81%); Vicentina ? eleito Marquinhos do Dedé (PMDB), com 2.873 (76,23%).

Queda de preços

Após restrição da Anvisa, supermercados liquidam produtos Ypê na Capital

Itens não afetados por restrições sanitária sofreram queda de preço em alguns mercados

12/05/2026 18h15

Supermercado da rede Pires, no bairro Piratininga

Supermercado da rede Pires, no bairro Piratininga Foto: Alison Silva / Correio do Estado

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Após a determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para recolhimento de produtos da marca Ypê com lotes terminados em "1", supermercados de Campo Grande adotaram medidas diferentes diante da restrição. Enquanto alguns estabelecimentos simplesmente "evaporaram" com os itens da marca das prateleiras, outros aproveitaram para liquidar produtos não afetados pela decisão, reduzindo preços para atrair consumidores.

Na bairro Piratininga, um mercado da Rede Pires liquidar produtos da marca que não foram atingidos pela determinação sanitária. O sabão em pó Tixan Ypê de 2,2 kg passou de R$ 18,55 para R$ 16,95, desconto de aproximadamente 10%. Na mesma unidade, a água sanitária caiu de R$ 9,99 para R$ 7,98. Ambos os produtos seguem liberados para comercialização.

A movimentação chamou atenção dos consumidores. A dona de casa Marta Jesus Saldanha, 43 anos, procurava pelo desinfetante Ipê, mas não encontrou o produto desejado.

"Queria o desinfetante Ypê, aqui é barato, em outros locais custa cerca de R$ 8, e aqui cerca de R$ 3". Sem encontrar o produto na prateleira , pegou de outra marca, e saiu rreclamando. 'Essa Anvisa é sem vergonha, nada disso aí é verdade", declarou.

Por sua vez, a feirante Arlidia Lemes, 56 anos, contou que decidiu descartar um dos produtos após acompanhar as notícias sobre o recolhimento.

"Sendo muito sincera, eu acompanhei as notícias e estava utilizando um produto do lote contaminado, joguei fora, e continuei usando outros produtos, como a água sanitária", declarou.

Questionada, disse que pessoas da família "deram ombros" para a determinação sanitária. "Minha filha disse que vai continuar usando, mesmo os do lote estragado, está utilizando normalmente na casa dela. Eu sou medrosa, tive pneumonia recentemente e joguei o detergente fora, sabão em pó meu marido já comprou de outra marca", destacou.

Supermercado da rede Pires, no bairro PiratiningaDe modo geral, detergentes Ypê "evaporaram" ou seguem lacrados ainda nas prateleiras - Gerson Oliveira / CE
De modo geral, detergentes Ypê "evaporaram" das prateleiras / Gerson Oliveira - CE

Histórico

A determinação da Anvisa foi publicada na última quinta-feira (7). Segundo o órgão, durante inspeção foram constatados descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.

De acordo com a agência, os problemas comprometem os requisitos essenciais de Boas Práticas de Fabricação (BPF) de saneantes e indicam risco à segurança sanitária dos produtos, com possibilidade de contaminação microbiológica, ou seja, presença indesejada de microrganismos patogênicos.

A proibição vale apenas para produtos fabricados em Amparo (SP) cujo número do lote termina com o algarismo "1", como no exemplo L20341.

Confira os produtos proibidos:

Lava-louças (Detergentes Líquidos)

  • Ypê Clear Care
  • Ypê com Enzimas Ativas (todas as versões)
  • Ypê Toque Suave (todas as versões)
  • Ypê Green
  • Ypê Clear

Lava-roupas Líquidos (Tixan e Ypê)

  • Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Tixan Ypê Antibac
  • Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Tixan Ypê Green
  • Tixan Ypê Express
  • Tixan Ypê Power Act
  • Tixan Ypê Premium
  • Tixan Ypê Maciez
  • Lava-roupas Líquido Ypê (versões tradicionais)

Desinfetantes

  • Ypê Bak (todas as fragrâncias)
  • Atol (Uso Geral e Perfumado)
  • Pinho Ypê

O que não está proibido:

  • Sabão em pó (Tixan ou Ypê)
  • Água Sanitária
  • Amaciantes tradicionais e concentrados
  • Sabão em barra
  • Qualquer produto cujo lote não termine em "1"

Serviço*  

A recomendação da Anvisa é para que consumidores não utilizem produtos da lista cujos lotes terminem em "1". Nestes casos, a orientação é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa pelo telefone 0800 1300 544 para solicitar substituição gratuita.

Em outros pontos da Capital, supermercados optaram apenas pela retirada dos produtos das prateleiras até esclarecimentos sobre a situação.

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SES

MS não tem casos confirmados de hantavírus há 7 anos

Última confirmação foi no ano de 2019. Em 2026, a SES investiga um caso suspeito na Capital

12/05/2026 17h45

Doença é transmitida pela inalação de partículas presentes em roedores infectados

Doença é transmitida pela inalação de partículas presentes em roedores infectados Divulgação

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Mato Grosso do Sul não tem casos de hantavirose confirmados desde o ano de 2019.  A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em uma nota informativa sobre as medidas de vigilância e prevenção relacionadas à doença. 

Neste momento, a Secretaria investiga um caso suspeito de hantavirose em Campo Grande. O paciente deu entrada como caso suspeito de leptospirose, mas o protocolo determina que sejam feitos exames relacionados a outras doenças com sintomas parecidos. O resultado definitivo deve sair em até 60 dias. 

A hantavirose é uma zoonose viral aguda, transmitida pela inalação de partículas presentes na urina, fezes e salivas de roedores silvestres infectados. 

Na série histórica de casos, de 2015 a 2026 foram notificados 107 casos suspeitos da doença no Estado, sendo somente 7 confirmados (7%). Os casos se concentraram principalmente em Campo Grande e em Corumbá. 

2015
Campo Grande - 1

2016
Campo Grande - 1

2017
Corumbá - 4

2019
Campo Grande - 1

Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Larissa Domingues Castilho de Arruda, Mato Grosso do Sul possui uma estrutura permanente para preparação e resposta em casos de doenças de potencial impacto à saúde pública. 

“Mato Grosso do Sul possui protocolos alinhados às diretrizes do Ministério da Saúde, com ações integradas de vigilância epidemiológica, monitoramento laboratorial, capacitação das equipes de saúde e educação em saúde”, afirmou. 

Além disso, a Secretaria ressalta que o plano estadual de contingência para desastres provocados por chuvas intensas inclui a hantavirose entre as condições graves prioritárias monitoradas pela vigilância estadual. 

De acordo com o Ministério da Saúde, as principais áreas de concentração da doença estão nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do País, principalmente em áreas rurais de atividades voltadas à agricultura. 

Com isso, os trabalhadores rurais e profissionais de limpeza de silos e galpões fechados estão entre os grupos mais expostos. 

Em todo o Brasil, até maio de 2026, foram registrados 7 casos confirmados de hantavírus e um óbito nas áreas rurais do Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. 

Entre 1993 e 2025, foram 2.412 casos confirmados no País e 926 óbitos. 

Sintomas

No período inicial da doença, os sintomas costumam vir de várias formas, incluindo febre, dores musculares, dor na região lombar, dor abdominal, cansaço intenso, forte dor de cabeça e sintomas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia. 

Esses sintomas costumam durar até seis dias, chegando a duas semanas em casos isolados, antes de apresentar uma melhora temporária. 

O aparecimento de tosse seca é sinal de alerta, pois indica que a doença começou a evoluir para um comprometimento pulmonar e cardiovascular, levando ao aumento da frequência cardíaca, dificuldade para respirar e redução da oxigenação no sangue. 

Além disso, alguns pacientes podem ter as funções renais comprometidas. A rápida evolução do quadro e agravamento das complicações nessa fase faz com que seja a com maior risco de óbito. 

Não há medicamento específico para o tratamento das infecções por hantavírus. O tratamento é feito através de suporte clínico para controlar os sintomas e complicações da doença, podendo incluir hemodiálise, suporte respiratório com oxigenação e medidas para prevenir ou tratar quadros de choque. 

Entre as maneiras de prevenção e controle da doença, se destacam:

  • evitar o acúmulo de lixo, entulhos e restos de alimentos ou materiais que possam servir de abrigo e alimento para roedores;
  • manter alimentos, rações e grãos armazenados em recipientes fechados;
  • vedar frestas e aberturas em residências, depósitos e galpões;
  • realizar a limpeza de ambientes fehcados e possivelmente contaminados após ventilação mínima de 30 minutos;
  • não varrer locais com sinais de roedores secos, evitando a propagação de partículas;
  • utilizar pano úmido com detergente ou solução desinfetante durante a limpeza;
  • utilizar equipamentos de proteção individual como luvas, máscaras e óculos de proteção em situações de risco ou investigações ambientais.

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