Cidades

Comportamento

Música alta irrita idoso e provoca confronto com jovem em transporte coletivo

A discussão entre o idoso e o jovem aconteceu na linha 115, que faz o itinerário entre os terminais Guaicurus e Aero Rancho, em Campo Grande. A revisão do idoso foi gravada e repercutiu nas redes sociais.

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Quem nunca se irritou com outro passageiro por causa de som alto dentro do transporte público? Foi exatamente isso que aconteceu na linha 115, que faz o itinerário entre os terminais Guaicurus e Aero Rancho, em Campo Grande. Um idoso demonstrado após um passageiro ouvir música alta em seu celular.

Conforme imagens publicadas nesta semana no perfil do Instagram 'Campo Grande Mil Fita', o vídeo mostra a imagem borrada para não expor os passageiros dentro do coletivo, mas é possível ouvir o idoso reclamando com os outros por causa do som alto vindo de um aparelho celular.

“Se ninguém falar nada, vai continuar fazendo. O cara vai ligar o celular em som alto e vocês vão aceitar e continuar ouvindo?”

Neste momento, o idoso se aproxima do rapaz e inicia um bate-boca, com ameaças de agressão. 

Na continuação do vídeo, é possível ver o idoso conversando com outros passageiros e pedindo desculpas pelo comportamento agressivo.

“Gente, me perdoa por isso. O cara liga o celular em som alto e sou obrigado a ouvir isso. É você que é o responsável por isso”, explanou. 

Apesar do bate-boca, os demais passageiros não demonstraram nenhum descontentamento com o jovem. 


Tem regras? 

Sim, temos regras, e elas estão disponíveis no site do Consórcio Guaicurus, onde são descritas como boas maneiras para se comportar no transporte público de Campo Grande.

Elas são: 

  • Ceda seu lugar para gestantes, idosos e pessoas portadoras de deficiência;
  • Não distraia o motorista com conversas, assim sua viagem ficará mais segura;
  • Use o seu cartão Cidadão, assim você agiliza a sua viagem;
  • Não pixe e nem deprede ônibus, terminais e Peg Fácil. Assim eles ficam mais bonitos e confortáveis para você e sua família;
  • Respeite as filas e faixas de segurança no embarque e desembarque dos ônibus;
  • Dê espaço a quem vai descer ou subir. Torne a viagem de seu próximo mais ágil e confortável;
  • Passageiro, use sua bolsa ou mochila sempre a sua frente. Evite esbarrar em outros passageiros;
  • Jovens, para sua segurança, evitem brincadeiras dentro dos ônibus;
  • É uma terrível falta de educação fumar dentro dos ônibus. E também é proibido conforme Lei 9.294/96.

 

 

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Criminosos usam drone para entregar objetos à presidiários em Campo Grande

Pelos serviços prestados, um deles receberia a quantia de R$ 150 e o outro R$ 100

02/04/2026 18h00

Os dois criminosos disseram que receberiam R$ 150 e R$ 100 para realizarem a entrega por meio de drones no Complexo Penitenciário

Os dois criminosos disseram que receberiam R$ 150 e R$ 100 para realizarem a entrega por meio de drones no Complexo Penitenciário Foto: Álvaro Rezende / Arquivo / Correio do Estado

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A equipe da Força Tática do 9º Batalhão da Polícia Militar prendeu na madrugada desta quinta-feira (2), dois indivíduos que utilizavam drone para arremessar objetos ilícitos para o interior do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, localizado no Jardim Noroeste.

Os policiais realizaram rondas nas imediações do presídio e, por volta das 00h15min, os indivíduos foram capturados no interior de uma mata. Um deles, identificado como Gregory, portava um controle de drone, enquanto o outro, chamado Pedro, carregava uma mochila nas costas e segurava o equipamento.

Segundo o registro da polícia, foi dada ordem de parada aos homens, a qual não foi obedecida, tendo ambos tentado fugir pela mata, porém, foram alcançados pelas autoridades.

No interior da mochila foram localizados: um rolo de fita adesiva amarela, uma garrafa PET de 500 ml com whisky, maconha, cinco baterias de drone, um carregador de baterias de drone, um rolo de linha de pesca e um aparelho celular.

Ambos relataram que estavam no local há aproximadamente duas horas e realizavam o arremesso de objetos para o interior do presídio. Pelos serviços prestados, Gregory receberia a quantia de R$ 150, enquanto Pedro declarou que sua parte seria de R$ 100 pela participação na prática delituosa.

O interno do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande responsável pela contratação dos serviços foi identificado apenas como "Henrique".

Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão aos autores e posteriormente foram encaminhados Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol (DEPAC-CEPOL).

Operação Pombo Sem Asas

Em março, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, a operação Pombos Sem Asas, que cumpriu 35 mandados de prisão e cinco mandados de busca e apreensão contra ação do PCC em presídios em Campo Grande e nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Norte.

O esquema envolveu a corrupção de um servidor público que recebia propina para facilitar a entrada de drogas em presídios de Campo Grande.

“Pombo Sem Asas” faz alusão ao termo utilizado pelos próprios criminosos para nomear os pacotes contendo drogas e celulares lançados para o interior do presídio (“pombos”), seja por arremessos manuais, seja com o uso de drones, e à ação do Estado em interromper esse fluxo, neutralizando a logística de comunicação e o abastecimento de materiais ilícitos para a organização criminosa.

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Saúde

Casos de gripe crescem e MS entra em alerta de risco

No cenário nacional, o Estado está em situação de risco com o crescimento da SRAG a curto e longo prazo

02/04/2026 17h30

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MS

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MS FOTO: Valdenir Rezende/Arquivo Correio do Estado

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Em meio ao surto de Chikungunya em Mato Grosso do Sul, outra doença vem crescendo de forma silenciosa e colocando o Estado em níveis de risco perigosos: a síndrome respiratória aguda grave (SRAG). 

De acordo com a Fiocruz, em todo o País, os casos da doença apresentam sinal de aumento nas tendências a longo prazo, mesmo com índices de estabilidade em períodos de tempo menores.

Pelo menos 18 estados brasileiros estão em níveis de alerta, risco ou alto risco para a SRAG, com sinal de crescimento nas últimas seis semanas, especialmente nos casos relacionados à Influenza A, o vírus da gripe.

Entre elas, Mato Grosso do Sul continua com níveis de crescimento, colocando a capital Campo Grande entre as 14 capitais que apresentam sinais de crescimento e nível de atividade da Síndrome em alerta, risco ou alto risco. 

No caso de MS, o avanço da SRAG nas últimas duas semanas deixa o Estado em risco, com probabilidade de crescimento de mais de 95%, com base nas atividades das últimas seis semanas. 

Em Campo Grande, o avanço da doença deixa a capital em alerta, mesmo com a probabilidade máxima de crescimento a longo prazo. 

De acordo com o Boletim, a influenza A tem sido o principal fator causador do aumento de casos graves entre jovens, adultos e idosos, perfis que demandam atenção por concentrarem o maior número de óbitos registrados pela doença. 

Nas últimas quatro semanas, o vírus foi responsável por 27,4% dos casos positivos da Síndrome no Brasil e 36,9% dos óbitos. 

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MSFonte: Boletim InfoGripe Fiocruz

Monitoramento

Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul, o Estado acumulava 885 casos de SRAG, sendo 340 com agente etiológico identificado, 408 não especificados e 137 aguardando a classificação final. 

O maior índice de casos foi registrado em crianças de 0 a 9 anos, com 412 registros. 

Além disso, também foram contabilizados 87 óbitos pela doença, com maior incidência na população de idade mais avançada, com 25 mortes no público de 80 anos ou mais. 

O causador mais comum da Síndrome é o Rinovírus, identificado em 186 casos no Estado.  O vírus é a causa mais comum do resfriado comum e responsável por grande parte das infecções respiratórias superiores. 

Além do resfriado, o rinovírus é a segunda causa mais comum de bronquiolite em crianças, atrás apenas do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por 20 casos de SRAG em Mato Grosso do Sul. 


 

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