Cidades

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Náutico bate o Santo André e deixa zona de perigo

Náutico bate o Santo André e deixa zona de perigo

Redação

08/08/2009 - 20h00
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        Da redação

        Sem poder jogar em casa por ter perdido o mando de campo, o Náutico recebeu o Santo André no Lacerdão, em Caruaru, pela 18º rodada do Campeonato Brasileiro. O fator "casa" não foi determinante e o Náutico não sofreu para vencer por 2 a 1.

        A partida já começou movimentada. Com um minuto de jogo, Nunes foi derrubado na área por Asprilla e o árbitro marcou pênalti a favor do santo André. Marcelinho Carioca bateu e desperdiçou, com um chute no meio do gol, defendido facilmente por Gledson.

        Depois do susto inicial, o Náutico, pressionado por estar na zina de rebaixamento na tabela, passou a agredir o adversário buscando o resultado positivo. Carlinhos Bala era o principal articulador, levando perigo com jogadas individuais, de velocidade e arrancadas vindo de trás.

        O Santo André apenas se defendia e procurava explorar as bolas paradas com Marcelinho Carioca, que levava perigo á meta do Náutico principalmente nos escanteios. Aos 10min, bateu um escanteio fechado na trave. Foi o mais operto do gol que a equipe paulista chegou na primaira etapa.

        O intervalo não mudou os ânimos de nenhuma das equipes. Portanto, o náutico voltou pressionando e não demorou para abrir o marcador. Logo aos 2min do segundo tempo, Anderson Santana chutou cruzado para dentro da pequena área e Carlinhos Bala completou para o gol. Depois, correu para as câmeras e cantou "parabéns a você" para seu pai.

        Com desvantagem no marcador, o Santo André procurou mudar a postura e partir para cima. Aumentou a posse de bola e tentou envolver o adversário, mas continuou parando na falta de criatividade e nas faltas do Náutico.

        Com o jogo mais aberto, o Náutico passou a esperar e jogar no contra-ataque. A estratégia deu resultado aos 26min, mais uma vez com Carlinhos Bala, que recebeu lançamento em velocidade e fuzilou o goleiro Neneca.

        Quando tudo já parecia acabado, o Santo André ainda teve forças para diminuir. Gustavo Nery acertou um chute forte de fora da área aos 46min, dando números finais à partida.

        O resultado deixa o Santo André em uma posição incômoda na tabela: 15º, com 18 pontos, bem perto da zona de rebaixamento. O Náutico, com essa vitória, consegue respirar e fica momentâneamente fora da zona de descenso (o time pode ser superado neste domingo pelo Cruzeiro, que tem jogos a menos). Com os mesmos 18 pontos do Santo André, o Náutico ocupa a 16º posição na classificação geral. (informações do Terra)

Literatura

Escritora de MS participa da Bienal do Livro de São Paulo

Jucelia Silva apresenta o romance "Antes de Nós" no estande da Editora Flyve durante o evento, que começou nesta sexta-feira

04/09/2026 17h30

Foto: Arquivo pessoal

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A escritora campo-grandense Jucelia Silva participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começou nesta sexta-feira (4), na capital paulista. Autora do romance Antes de Nós, ela representa Mato Grosso do Sul entre os escritores que integram a programação do evento.

Jucelia está no estande da Editora Flyve, onde o livro será apresentado ao público. O romance aborda temas como memória, família, ancestralidade e pertencimento, a partir da relação entre diferentes gerações.

A participação ocorre após a escritora integrar eventos literários em Mato Grosso do Sul. Nos últimos meses, ela participou da Feira Literária de Bonito (FLIB), do projeto Leituras e Conversas, da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, e do Sarau do Recanto, em Campo Grande.

Romance

Em Antes de Nós, a autora parte de uma pergunta sobre a vida dos pais e antepassados antes de eles ocuparem esses papéis dentro da família. A história transita entre campo e cidade e aborda relações familiares, diferenças sociais e raciais e as marcas deixadas pelas escolhas de gerações anteriores.

“Antes de Nós nasceu do desejo de olhar para aqueles que vieram antes e imaginar quem eram nossos pais antes de ocuparem esse lugar em nossas vidas. Estar na Bienal de São Paulo com esse romance é muito significativo para mim”, afirma Jucelia.

Além de escritora, Jucelia é professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), doutora em Letras e mestre em Estudos de Linguagens. Ela também integra a União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul (UBE-MS).

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo segue até o dia 13 de setembro, reunindo editoras, autores e leitores no Distrito Anhembi. Antes de Nós também pode ser encontrado no site da Editora Flyve, na Amazon, com a autora e na Hámor Livraria, em Campo Grande.

Fronteira com MS

Cidade do Paraguai decreta folga em 7 de setembro e gera revolta

Prefeitura de Capitán Bado decretou ponto facultativo para liberar servidores e escolas para desfile da Independência do Brasil em Coronel Sapucaia, mas decisão provocou críticas até em Assunção

04/09/2026 17h29

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS)

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS) Arquivo

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Um decreto do município de Capitán Bado, cidade paraguaia distante 400 quilômetros de Campo Grande, está causando polêmica no país vizinho. É que a prefeitura do município, localizado no Departamento de Amambay, decretou ponto facultativo na próxima segunda-feira (7), feriado de Independência do Brasil.

Capitán Bado é separada do Brasil apenas por uma rua. Região de fronteira seca, o município paraguaio é vizinho de Coronel Sapucaia (MS).

O jornal paraguaio El Nacional tratou a decisão da prefeitura paraguaia como “Vergonha Inexplicável”. A explicação do prefeito de Capitán Bado, feita por meio de nota, é que a decisão se justifica pela necessidade de liberar funcionários públicos e escolas para participar do desfile de 7 de setembro em Coronel Sapucaia.

A notícia chegou à capital paraguaia, Assunção. Algumas autoridades do país vizinho já pediram explicações.

Nas redes sociais, cidadãos paraguaios mais nacionalistas condenaram a atitude do prefeito, chamado de “intendente” no país vizinho. Outros não viram nada demais em decretar o ponto facultativo em consideração a uma cidade-irmã.

Outro questionou a soberania paraguaia: “Seria uma colônia do Brasil?”, disse.

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