Cidades

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Nosso amor é lindo...

Nosso amor é lindo...

Redação

19/02/2010 - 08h19
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“Nosso amor é lindo. Você finge que me ama, e eu finjo que acredito”! Pois é, caro Leitor, esse naco de samba nos acode à lembrança face às juras de amor, fidelidade e compromisso eleitoral entre PMDB e o PT, tendo em vista as próximas eleições presidenciais que aí já estão, cutucando apreensões burguesas e populares, fisiológicas e ideológicas. É só mesmo o tempo e os fatos, senhores absolutos da razão, que responderão às expectativas quanto ao desdobramento de empenhos e fidelidades eleitorais neste 2010. Não é preciso ser cientista político para saber que uma coisa são composições partidárias para viabilizar “governabilidade”, palavra higiênica para definir verbas, cabides de emprego, controle de sacolões e mensalões, pois a aridez da oposição nua e crua é coisa que currais eleitorais e clientelismo político, desde a Roma antiga, não aguentam. Outra coisa é, caro Leitor, pôr a mão na cumbuca ou voto na urna, comprometendo seu futuro, de filhos e netos, quando a posse ou continuidade do poder apontam desdobramentos ideológicos comprometedores para a vida das pessoas. Sim, pois afetam o direito à propriedade privada, fé, moral, liberdade de imprensa, opinião, ensino sem lavagem cerebral, em fim, tudo aquilo que soma para existência ou não de uma condição de vida livre e democrática. E é o que estará em jogo nas próximas eleições. O afunilamento ideológico expresso no decreto que Lula não leu, o PNDH3 , tira qualquer dúvida: o PT é um partido de ideologia totalitária e incompatível com o que o Mundo Ocidental entende como Estado Democrático e de Direito. Esta leitura se complementa com este direcionamento contido no Site do MST, o braço armado do PT: “Seguiremos nossa luta histórica de promover mobilização de massas e ocupações dos latifundios e caminhando rumo às cidades”. Então se entende, leitor, a diretriz do PNDH3 em paralizar o Judiciário diante da violação de direitos constitucionais, face às invasões e depredações de propriedades rurais e urbanas. A lavagem cerebral nas escolas e controle da imprensa estão claramente esboçados no tal Plano, tudo acobertado por lenga lenga politicamente correta sobre “direitos humanos”. Sem dúvida, é o “AI-5” do PT contra nossa frágil Constituição, mas é a que temos e que sustenta nossos direitos básicos. O PMDB não tem instintos suicidas, até pelo contrário, é cobra criada na luta pela sobrevivência partidária e no resguardo dos interesses próprios da iniciativa privada e, portanto, num linguajar petista, é um “Partido burguês”. O mais é conversa mole pra boi dormir e não seria este escriba que iria ensinar a Temer, Sarney, até Nelsinho Trad, etc., instinto de sobrevivência. Não é um Partido de ingênuos e tolos, que não sabem o projeto final e totalitário do PT. Fico imaginando na hora dos olhos nos olhos, nas juras entre as lideranças em leque, uns sabendo exatamente o que cada um pensa do outro, como ficam as máscaras faciais dos personagens... É coisa de teatro, resvalando para pornochanchada...De mais a mais, há essa mala sem alça, a candidata do Lula, que o PMDB teria que carregar. Só mesmo a letra do samba pra definir o momento eleitoral PT-PMDB: “Você finge que me ama, e eu finjo que acredito”!

Indenização

TJMS condena réu por injúria racial a pagar indenização por danos morais em MS

Por maioria de votos, a 1ª Câmara Criminal definiu a indenização em R$ 1,5 mil

08/06/2026 18h29

Foto: Divulgação / MPMS

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) reformou uma sentença de primeira instância e determinou o pagamento de indenização por danos morais a uma vítima de injúria racial em Ribas do Rio Pardo. A decisão foi proferida pela 1ª Câmara Criminal após recurso apresentado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que defendeu a necessidade de reparação civil pelos danos causados à ofendida. Por maioria de votos, a 1ª Câmara Criminal definiu a indenização em R$ 1,5 mil.

O réu já havia sido condenado pela 2ª Vara de Ribas do Rio Pardo pelo crime de injúria racial, previsto no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/89, com agravante de reincidência. No entanto, a sentença original não fixou valor mínimo para reparação dos danos sofridos pela vítima.

Diante da omissão, o promotor de Justiça George Zarour Cezar recorreu ao TJMS, sob argumento de que a conduta criminosa ocorreu no ambiente de trabalho da vítima e representou uma grave violação à sua dignidade, justificando a aplicação da indenização prevista no artigo 387, inciso IV, do Código de Processo Penal.

Ao analisar o caso, o relator do recurso, desembargador Lúcio R. da Silveira, acolheu os argumentos do Ministério Público e aplicou o entendimento consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema Repetitivo 983.

Segundo o acórdão, o dano moral em casos de injúria racial decorre automaticamente da própria prática do crime, dispensando a apresentação de provas específicas sobre o sofrimento ou abalo psicológico da vítima.

A decisão também afastou a necessidade de que o Ministério Público apresente previamente um valor exato para a indenização na denúncia. Conforme o entendimento adotado, basta que exista pedido expresso de reparação para que o juiz possa fixar o montante na sentença, garantindo o direito de defesa do acusado.

Para os desembargadores, o valor atende aos critérios de proporcionalidade e razoabilidade, cumprindo tanto a função de compensar a vítima quanto o caráter pedagógico da condenação.

PEDÁGIO

Subprefeito de Anhanduí critica "tarifaço" de R$ 14 na BR-163

Em vídeo postado na rede social, Elenilton afirmou que o novo valor do pedágio pode dificultar o deslocamento de trabalhadores e prejudicar o desenvolvimento econômico do distrito

08/06/2026 18h15

Novo valor do pedágio pode dificultar o deslocamento de trabalhadores e prejudicar o desenvolvimento econômico do distrito

Novo valor do pedágio pode dificultar o deslocamento de trabalhadores e prejudicar o desenvolvimento econômico do distrito Gerson Oliveira

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O subprefeito de Anhanduí, Elenilton Dutra, utilizou as redes sociais para criticar o reajuste das tarifas de pedágio da BR-163/MS, previsto para entrar em vigor em agosto. Em vídeo publicado nesta segunda-feira (8), ele classificou o aumento como um “absurdo” e pediu apoio da população para pressionar autoridades federais em busca de alternativas que minimizem os impactos para os moradores do distrito.

A manifestação ocorre após a divulgação de que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recomendou reajuste médio de 41,63% nas tarifas cobradas pela concessionária Motiva Pantanal, responsável pela administração da rodovia. Em algumas praças, como a de Campo Grande, a tarifa para veículos de passeio poderá se aproximar dos R$ 15.

No vídeo, Elenilton destacou a situação dos trabalhadores que precisam se deslocar diariamente entre Anhanduí e Campo Grande.

“Como que um trabalhador que reside no Anhanduí consegue pagar um valor desse para ir e vir de Campo Grande, mais o combustível do seu carro ou da sua moto? Isso é piada. Nós não podemos nos calar”, afirmou.

Segundo ele, o aumento pode provocar impactos econômicos e sociais para o distrito, que fica localizado a cerca de 60 quilômetros da Capital.

“Estão isolando o Anhanduí de Campo Grande. Como vamos trazer empresas ou qualquer outra coisa para o distrito com um pedágio caríssimo desse jeito?”, questionou.

Durante a gravação, Elenilton também defendeu a criação de mecanismos que reduzam o custo para os moradores da região, como descontos ou benefícios específicos para usuários frequentes.

“Não importa se vocês gostam do Elenilton ou não. Vocês têm que gostar do Anhanduí. É pelo Anhanduí que estou lutando. Quero contar com o apoio de cada um para procurarmos nossa bancada federal e não deixar esse absurdo acontecer”, declarou.

Veja o vídeo completo: 

 

 

Reajuste supera pedido da concessionária

Conforme nota técnica da ANTT, a primeira revisão ordinária do contrato da BR-163 prevê reajustes que variam entre 40,54% e 44% nas nove praças de pedágio existentes ao longo dos 845 quilômetros da rodovia em Mato Grosso do Sul.

O percentual é superior ao solicitado pela própria Motiva Pantanal, que havia pedido aumento médio de 39,3%. Segundo a agência, o cálculo considera a recomposição monetária da tarifa pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a aplicação do chamado degrau tarifário previsto no contrato de concessão.

Entre os maiores reajustes previstos está o da praça localizada em Campo Grande, onde a alta deverá chegar a 43%. Em São Gabriel do Oeste, o aumento poderá alcançar 44%.

A previsão é de que os novos valores passem a ser cobrados a partir de 5 de agosto, após a conclusão dos procedimentos regulatórios da ANTT

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