Cidades

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Novo abalo de magnitude 5,1 afeta cidade na Nova Zelândia

Novo abalo de magnitude 5,1 afeta cidade na Nova Zelândia

Redação

07/09/2010 - 19h30
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     A cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, amanheceu sob forte abalo sísmico secundário, de magnitude 5,1, às 7h49 desta quarta-feira (8) no país. É o pior acontecimento desde o forte abalo de 7,2 graus que atingiu a região no final da sexta-feira, pelo horário de Brasília.

        Desde o final de semana, já foram 100 fenômenos semelhantes na região de Canterbury. As autoridades locais relatam quedas de energia, com alarmes disparando após o conserto do problema.

        A cidade de Christchurch está em estado de emergência, condição que será mantida pelo governo local até que os abalos terminem.

        Pessoas tiveram de deixar estabelecimentos como casas, hotéis e prédios comerciais. Há registro de rachaduras em túneis e é possível que rotas de acesso à cidade estejam comprometidas.

        Estado de emergência
        Nesta terça-feira, o governo local já havia anunciado a manutenção do estado de emergência, após duas pessoas ficarem feridas na segunda maior cidade da Nova Zelândia.

        O terremoto com magnitude 7,2 deixou 100 mil casas afetadas. Com 340 mil habitantes, Christchurch terá de arcar com o conserto da infraestrutura, cifra que pode chegar a US$ 1,44 bilhão.

        O prefeito da cidade, Bob Parker, pediu calma à população após mais uma série de abalos (confira no mapa ao lado a localização do epicentro do tremor).

        A população local foi orientada a escutar programas de rádio para receber as últimas informações sobre a situação da cidade.

        A Defesa Civil alertou para a possibilidade de novos abalos secundários nos próximos dias.

Literatura

Escritora de MS participa da Bienal do Livro de São Paulo

Jucelia Silva apresenta o romance "Antes de Nós" no estande da Editora Flyve durante o evento, que começou nesta sexta-feira

04/09/2026 17h30

Foto: Arquivo pessoal

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A escritora campo-grandense Jucelia Silva participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começou nesta sexta-feira (4), na capital paulista. Autora do romance Antes de Nós, ela representa Mato Grosso do Sul entre os escritores que integram a programação do evento.

Jucelia está no estande da Editora Flyve, onde o livro será apresentado ao público. O romance aborda temas como memória, família, ancestralidade e pertencimento, a partir da relação entre diferentes gerações.

A participação ocorre após a escritora integrar eventos literários em Mato Grosso do Sul. Nos últimos meses, ela participou da Feira Literária de Bonito (FLIB), do projeto Leituras e Conversas, da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, e do Sarau do Recanto, em Campo Grande.

Romance

Em Antes de Nós, a autora parte de uma pergunta sobre a vida dos pais e antepassados antes de eles ocuparem esses papéis dentro da família. A história transita entre campo e cidade e aborda relações familiares, diferenças sociais e raciais e as marcas deixadas pelas escolhas de gerações anteriores.

“Antes de Nós nasceu do desejo de olhar para aqueles que vieram antes e imaginar quem eram nossos pais antes de ocuparem esse lugar em nossas vidas. Estar na Bienal de São Paulo com esse romance é muito significativo para mim”, afirma Jucelia.

Além de escritora, Jucelia é professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), doutora em Letras e mestre em Estudos de Linguagens. Ela também integra a União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul (UBE-MS).

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo segue até o dia 13 de setembro, reunindo editoras, autores e leitores no Distrito Anhembi. Antes de Nós também pode ser encontrado no site da Editora Flyve, na Amazon, com a autora e na Hámor Livraria, em Campo Grande.

Fronteira com MS

Cidade do Paraguai decreta folga em 7 de setembro e gera revolta

Prefeitura de Capitán Bado decretou ponto facultativo para liberar servidores e escolas para desfile da Independência do Brasil em Coronel Sapucaia, mas decisão provocou críticas até em Assunção

04/09/2026 17h29

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS)

Capitán Bado, separada por uma rua de Coronel Sapucaia (MS) Arquivo

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Um decreto do município de Capitán Bado, cidade paraguaia distante 400 quilômetros de Campo Grande, está causando polêmica no país vizinho. É que a prefeitura do município, localizado no Departamento de Amambay, decretou ponto facultativo na próxima segunda-feira (7), feriado de Independência do Brasil.

Capitán Bado é separada do Brasil apenas por uma rua. Região de fronteira seca, o município paraguaio é vizinho de Coronel Sapucaia (MS).

O jornal paraguaio El Nacional tratou a decisão da prefeitura paraguaia como “Vergonha Inexplicável”. A explicação do prefeito de Capitán Bado, feita por meio de nota, é que a decisão se justifica pela necessidade de liberar funcionários públicos e escolas para participar do desfile de 7 de setembro em Coronel Sapucaia.

A notícia chegou à capital paraguaia, Assunção. Algumas autoridades do país vizinho já pediram explicações.

Nas redes sociais, cidadãos paraguaios mais nacionalistas condenaram a atitude do prefeito, chamado de “intendente” no país vizinho. Outros não viram nada demais em decretar o ponto facultativo em consideração a uma cidade-irmã.

Outro questionou a soberania paraguaia: “Seria uma colônia do Brasil?”, disse.

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