Cidades

CONEXÃO CORUMBÁ

Operação contra evasão de divisas em Corumbá encontra mais de R$ 260 mil em dinheiro

Polícia Federal e Receita atuam contra grupo criminoso com atuação em três estados

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O cumprimento de mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal e a Receita Federal nesta sexta-feira (14) resultou na localização de mais de R$ 263 mil em notas, distribuídas em diferentes moedas.

Essa ação faz parte da operação Conexão Corumbá e está atuando contra grupo criminoso que estava praticando evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Investigação aponta que a organização criminosa chegou a movimentar em torno de R$ 150 milhões entre 2017 e este ano.

As duas forças de segurança atuaram em conjunto na manhã desta sexta-feira (14) para dar cumprimento a quatro mandados, sendo um em Corumbá, dois em Palmas (TO) e um em Goiânia (GO).

A apuração com relação a esses crimes começou em 2017 e, desde então, a Polícia Federal vinha fazendo monitoramento para conseguir reunir elementos e provas.

“A suposta organização inclui membros de diferentes estados do país e utiliza-se do modus operandi baseado em sucessivos saques em espécie em agências bancárias de Corumbá com posterior envio à Bolívia, o que explica o nome da operação. As investigações iniciaram-se em 2017 com a apreensão de R$ 60 mil em espécie, não declarados, em posse de um casal que atravessava a Bolívia a bordo de um táxi”, detalhou a Polícia Federal, em nota.

Vários itens foram apreendidos durante operaçãoRelógios estão entre itens apreendidos (Foto: Divulgação)

 

Todos os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta sexta-feira e em balanço as autoridades apontaram que os criminosos estavam com fósseis escondidos em uma casa localizada em Corumbá.

Durante as buscas, sete fósseis foram encontrados na residência, além de cinco pedras de mineração.

Nesse mesmo local, que fica na parte alta de Corumbá, os policiais federais e servidores da Receita Federal encontraram 10 munições.

O morador não tinha autorização para portar esse tipo de armamento e acabou preso em flagrante. O nome da pessoa presa não foi divulgado.

Foi também na região de fronteira que as autoridades encontraram 21.720 bolivianos, US$ 39.412, além de R$ 38 mil.

No total, em moeda nacional, essa quantia ultrapassa dos R$ 263 mil. Esse dinheiro foi apreendido.

No mesmo local, que é uma casa de porte simples, também estavam 80 moedas de R$ 1 colecionáveis. O valor desse material não foi estimado.

Em Palmas, as autoridades ainda apreenderam 2 caminhonetes e um veículo SUV. Eles são avaliados em mais de R$ 200 mil.

Material apreendido: 

Grande quantidade de documentos, mídias, notebooks e celulares 

Em corumbá: 

  • 21.720,00 bolivianos, 
  • 39.412,00 dólares, 
  • 38.000,00 reais, 
  • 80 moedas de 1 real colecionáveis;

Em Palmas: 

  • 2 caminhonetas Mitsubishi Triton e uma Toyota SW4.

Cidades

Suspeito de tráfico é preso ao fazer "delivery" de cocaína perto de escola em Dourados

Entorpecente seria entregue diretamente ao usuário, como em um serviço de entrega

08/02/2026 07h45

Foto: Reprodução / Dourados News

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Um homem de 28 anos suspeito de tráfico de drogas, foi preso após ser flagrado com porções de cocaína nas proximidades de uma escola municipal, na Vila Industrial, em Dourados. A ação aconteceu no fim da íltima sexta-feira (6), e a suspeita da polícia é de que ele realizava o chamado “disk-drogas”, modalidade em que o entorpecente é entregue diretamente ao usuário, como em um serviço de delivery.

De acordo com a Polícia Militar, equipes do Grupo Especializado Tático em Motocicletas (Getam), do 3º Batalhão, realizavam rondas por volta das 17h quando avistaram uma motocicleta Yamaha XT 660 estacionada na Rua Cabral, ao lado da Praça do Cinquentenário. O suspeito estava próximo ao veículo e foi abordado.

Durante a revista, conforme o portal Dourados News, os policiais encontraram, dentro de uma pochete, 32 porções de cocaína, além de R$ 200 em dinheiro. A quantia e a forma como a droga estava fracionada levantaram a suspeita de comercialização.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde permanece detido. Conforme a legislação, o caso pode ter agravante, já que o crime de tráfico teria sido cometido nas proximidades de uma unidade de ensino.

A abordagem ocorreu perto da Escola Municipal Maria da Rosa Antunes da Silveira Câmara, localizada em frente à Praça do Cinquentenário.

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CIDADES

Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha

A meta é impedir que o acusado saia do país

07/02/2026 22h00

Cão Orelha

Cão Orelha Reprodução

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A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país.Cão OrelhaCão Orelha

Em nota, a Polícia Civil disse que o Ministério Público (MP) do estado se manifestou favorável ao pedido.

“A instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”, diz a nota.

Divergências

A investigação em torno do caso enfrenta divergências entre a Polícia Civil e o MP. Ainda na sexta-feira (6), o MP informou que requisitará à Polícia Civil, nos próximos dias, diligências complementares nas investigações realizadas a partir da morte do cão Orelha.

Segundo o MP, tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos.  

O Ministério Público disse que identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração “da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”.  

Para a Polícia Civil há base legal para o pedido de internação do adolescente investigado pela morte do cão comunitário.

Possível coação

O órgão disse ainda que segue apurando a possível prática de coação no curso do processo e ameaça envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. O MP disse que concluiu pela necessidade de ampliar e detalhar a apuração dos fatos e “irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil, inclusive para confirmar a inexistência de relação dos supostos crimes com a agressão aos animais”.  

Na terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. 

Para conseguir provar a participação do autor - que não teve o nome revelado por ser menor de idade - as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança.

Filmagens

Segundo informações da polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.

As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz acusado no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.

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