Cidades

GURY MARQUES

Palco de diversos shows e eventos, Âncora Hotel fechas as portas em Campo Grande

Hotel funcionou por seis anos na Capital; Setor hoteleiro é um dos mais afetados pela pandemia

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Após seis anos de funcionamento, o Hotel Âncora fechou as portas, encerrando as atividades em Campo Grande.

Localizado na Avenida Gury Marques, na saída para São Paulo, o hotel era palco de diversos shows e eventos na Capital.

Em nota publicada nas redes sociais, a direção não cita o motivo do fechamento.

O setor hoteleiro é um dos que mais tem sofrido com a crise causada pela pandemia do coronavírus.

Perspectiva, conforme apontam estudos realizados, é que o setor levará aproximadamente três anos para restabelecer as médias de ocupação que tinha antes da pandemia.

"A perspectiva da hotelaria de uma maneira geral, assim como de Campo Grande e do Estado, é que essa retomada será muito lenta, com dificuldade em retomar o fluxo de hóspedes e o caixa positivo”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em MS (ABIH-MS), Marcelo Mesquita, em entrevista ao Correio do Estado no mês passado. 

Confira a nota do Âncora na íntegra:

"Foram praticamente 06 anos recebendo diariamente pessoas de todos os cantos desse nosso pais, vivenciando e participando de inúmeras festas, dividindo emoções e alegrias com muitos clientes que passaram por aqui que durante todo esse tempo puderam desfrutar de um espaço que zelasse pela segurança, conforto e bem-estar, propiciando, paz, diversão e alegria para todos que reservaram um pouco do seu precioso tempo para conhecer o ANCORA HOTEL.

Durante todos esses anos, realizamos vários eventos, como: aniversários, casamentos, corporativos, culturais, reuniões, seminários, esportivos, dentre outros, que foram acompanhados com todo o cuidado possível pela nossa equipe.

O ANCORA HOTEL foi literalmente palco de várias emoções para todos nós,

Encerramos nossas atividades agradecendo a recepção e o crédito que o povo Campo Grandensse deu a empresa.

Sendo assim, reiteramos nossos mais sinceros e profundos agradecimentos a todos que nos ajudaram neste grande projeto de lazer e entretenimento que foi a empresa Ancora Hotel.

Obrigado!!!

Direção Ancora Hotéis. 

megafábrica

Arauco investirá R$ 2 bilhões no porto que vai escoar a celulose de MS

Terminal será construído em Santos e a previsão é de que a estrutura esteja concluída antes do final do próximo ano

01/04/2026 11h05

Próximo ao pico das obras, cerca de 11 mil pessoas estão trabalhando atualmente no canteiro de obras da Arauco em Inocência

Próximo ao pico das obras, cerca de 11 mil pessoas estão trabalhando atualmente no canteiro de obras da Arauco em Inocência

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Para despachar as 3,5 milhões de toneladas de celulose que promete produzir por ano na fábrica em Inocência, na região leste de Mato Grosso do Sul, a chilena Arauco vai investir R$ 2 bilhões na construção  de um terminal portuário em Santos, no litoral paulista.

Na última quinta-feira, (26) a diretoria da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) autorizou a empresa chilena a adquirir o controle acionário da sociedade Alempor, após a Companhia assumir a titularidade do Terminal de Uso Privado (TUP) em Alemoa.

“Isso representa um avanço muito importante para consolidar o plano logístico estruturado para dar suporte às futuras operações industriais da empresa em Inocência”, afirmou Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil.

Além do investimento neste porto, o grupo chileno está investindo outros R$ 2,4 bilhões na construção de 50 quilômetros de ferrovia e na aquisição de 26 locomotivas e cerca de 720 vagões para fazer o transporte da celulose até o porto, numa distância de 1.050 quilômetros. Na fábrica estão sendo investidos em torno de R$ 24 bilhões. 

A fábrica, que neste momento emprega 11 mil trabalhadores — devendo chegar a 14 mil no pico da obra por volta de julho a agosto — tem previsão de iniciar produção antes do final do próximo ano. Por isso, toda a infraestrutura logística terá de estar pronta ao mesmo tempo.

O terminal em Santos é o último pilar desse tripé. É fruto da aquisição da concessão do TUP Alemoa S/A, que pertencia à empresa Terminal Marítimo Alemoa S.A. (Alempor). Depois do aval da Antaq, em até 90 dias está previsto o aval final do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para dar início às obras de construção deste terminal.

"Como Santos tem atualmente limitações de infraestrutura, avaliamos alternativas brownfield (expansão de estruturas já existentes) e greenfield (construção do zero). A opção da empresa foi por um TUP (Terminal de Uso Privativo)", disse ao Estadão Alberto Pagano, diretor de Logística da divisão de celulose da Arauco no Brasil.

Com o aval da Antaq, a empresa já pode adiantar algumas ações, como licenciamento ambiental, informa o executivo. A construção do terminal, numa área de 200 mil metros quadrados, envolve dragagem, berços de atracação de navios, piers, defensas, obras marítimas e onshore (armazenagem da celulose) e vias de acesso rodoviário e ferroviário. Dos três berços, dois serão construídos agora e um no futuro.

A definição do terminal "representa um avanço muito importante para consolidar o plano logístico estruturado para dar suporte às futuras operações industriais da empresa em Inocência", disse, em nota, Carlos Altimiras, presidente da Arauco Brasil.

NAVIOS

O calado do terminal para atracação dos navios será de 14,5 metros. A empresa vai despachar a celulose em embarcações com capacidade de transportar 50 mil a 80 mil toneladas. Pagano informa que foram feitos contratos com armadores internacionais, que já encomendaram navios em estaleiros da China, país de destino da maior parte da celulose.

A empresa prevê 18 meses de obras para o terminal — conclusão em torno de setembro de 2027. Ao mesmo tempo em que as obras da unidade industrial e do ramal ferroviário entre Inocência e a fábrica, de 50 km, também sejam concluídas. "Tudo planejado para acontecer simultaneamente. Não pode ocorrer nada que atrase os embarques de celulose", comenta Pagano.

Para o pacote de investimento em logística e infraestrutura, de R$ 4,4 bilhões, o diretor de logística informa que a Arauco está avaliando todas as opções de financiamento disponíveis. Por exemplo, linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo da Marinha Mercante (FMM).

Pagano destaca que a operação por via ferroviária vai tirar das estradas até 200 caminhões por dia. Além de segurança, um benefício apontado é a redução de emissões de dióxido de carbono (CO2) a partir do consumo de combustíveis fósseis.

LONGA VIAGEM

A viagem da celulose até o terminal em Santos será feita em trens de 100 vagões, cada um com 96 toneladas, sob operação da Rumo Logística, empresa ferroviária do grupo Cosan. O contrato da Arauco com a Rumo é de 10 anos, dividido em dois acordos: um de transporte na própria ferrovia, que passa ao lado de Inocência; e outro, de operação específica (COE), no ramal da Arauco.

A companhia chilena adquiriu para a operação logística 26 locomotivas, fabricadas em Contagem (MG) pela Wabtech, e 721 vagões do grupo gaúcho Randon, montados em Araraquara (SP). Incluindo a construção do ramal ferroviário, o desembolso da empresa nesse pacote é de R$ 2,4 bilhões.

Na construção do terminal portuário em Santos, estão previstos 1.850 funcionários. Para a operação, entre 350 e 400 pessoas. Para o ramal ferroviário, em Inocência, cujas obras foram iniciadas em dezembro do ano passado, a contratação é de mil pessoas.

(Com informações do Estadão)

9 de abril

Show do Guns N' Roses restringe tráfego na BR-262 entre Ribas e Campo Grande

Carretas bitrem estarão proibidas de circular para evitar acidentes e engarrafamentos no entorno do autódromo

01/04/2026 11h00

BR-262, KM 316, próximo a Campo Grande

BR-262, KM 316, próximo a Campo Grande Gerson Oliveira

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Show do Guns N’ Roses promete agitar a noite de 9 de abril de 2026, no Autódromo Internacional Orlando Moura, em Campo Grande.

A atração é considera inédita na capital-sul-mato-grossense: 30 mil ingressos foram vendidos. Pessoas de várias cidades do interior, estados e até mesmo países vizinhos organizam excursões para assistir o show.

Para evitar acidentes e engarrafamentos no entorno do autódromo ou até mesmo na rodovia próxima, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) restringiu o tráfico de carretas bitrem, no dia 9 de abril, quinta-feira, das 12h às 22h, na BR-262, do KM-233 ao KM-328, entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande.

“Reforçamos que no Mato Grosso do Sul só haverá restrição de trânsito no período de Fim de Ano e exclusivamente no dia 09 de abril de 2026, no trecho da BR-262 do km 233 ao 328, das 12h às 22h, devido ao evento que deve ocorrer no Autódromo de Campo Grande”, informou a PRF por meio de nota enviada à imprensa.

Carreta bitrem é um veículo de transporte pesado composto por um cavalo mecânico e dois semirreboques acoplados em série, onde o segundo semirreboque se conecta ao primeiro por meio de uma quinta-roda na traseira.

Geralmente, o comprimento do bitrem padrão (7 eixos) é de 19,80 metros e peso de 57 toneladas. Já o bitrenzão (9 eixos) tem comprimento de 30 metros e peso de 74 toneladas.

Caminhoneiros que forem pegos transitando em local e horários proibidos terão de pagar multa de R$ 130,16 e levarão quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o que equivale a infração média. Além disso, o veículo será retido (parado) pela fiscalização até o término do horário de restrição.

O SHOW

Show do Guns N’ Roses ocorrerá na noite de 9 de abril de 2026, no Autódromo Internacional Orlando Moura, em Campo Grande.

A atração é considera inédita na capital-sul-mato-grossense: 30 mil ingressos foram vendidos, se aproximando da capacidade máxima do espaço, estimada em cerca de 40 mil pessoas.

Estima-se que 70% do público vem de fora de Campo Grande: fãs de várias cidades do interior, estados e até mesmo países vizinhos organizam excursões para assistir o show.

A atração promete lotar a cidade de turistas, movimentar bares e restaurantes, aquecer o comércio e gerar empregos temporários.

Setores como hotelaria, gastronomia, transporte e entretenimento devem sentir os efeitos positivos da movimentação turística impulsionada pelo evento.

O espetáculo em Campo Grande faz parte da nova turnê mundial da banda, intitulada Because “What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things". Liderado por Axl Rose, Slash e Duff McKagan, o grupo promete trazer um repertório que atravessa décadas e reúne alguns dos maiores clássicos da história do rock.

Entre as músicas que costumam integrar as apresentações da banda estão sucessos como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain – canções que marcaram gerações e ajudaram a consolidar o grupo como um dos maiores nomes do rock mundial.

Fundada em Los Angeles no final da década de 1980, a banda conquistou fama internacional com uma sonoridade que mistura hard rock, blues e influências do punk, além de performances conhecidas pela energia e intensidade.

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