Cidades

Natal Solidário

Papai Noel dos Correios prorroga prazo para adoção de cartinhas

Interessados tem até o dia 16 de dezembro para adotar uma carta; veja como participar

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Anualmente, o Correios realiza a campanha “Papai Noel dos Correios”, que recebe cartinhas enviadas por crianças em situação de vulnerabilidade social, para que seus pedidos sejam atendidos e o Natal se torne uma data mais especial.

Em Mato Grosso do Sul, a campanha teve início no dia 9 de novembro, e o prazo para adoção de cartas foi prorrogado até o dia 16 de dezembro.

Quase 103 mil cartas já foram adotadas em todo o Brasil na edição deste ano da campanha. Mas, cerca de 99 mil cartinhas ainda esperam adoção. Em Mato Grosso do Sul 5500 cartas já foram adotadas, mas 3500 ainda aguardam por madrinhas e padrinhos. 

Os pedidos variam entre bolas, bonecas, calçados e materiais escolares. Neste ano, são mais de 1.740 agências participantes em todo país. No estado, são 16 agências no interior e em Campo Grande, a agência Central e a agência do shopping Campo Grande. Nesses locais, as pessoas interessadas em participar da ação podem tanto adotar cartinhas como também entregar os presentes. 

As emocionantes cartinhas manuscritas ou desenhadas disponibilizadas pela ação contemplam os pedidos de crianças matriculadas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, independentemente da idade, de escolas públicas, creches, abrigos, orfanatos e núcleos socioeducativos, assim como cartas enviadas por crianças da sociedade, com até 10 anos de idade.   

Como adotar?

Gerson Oliveira/Correio do Estado.

Os interessados em adotar uma carta podem se dirigir a uma unidade participante da ação ou acessar o blog da campanha. Na página, é preciso clicar em “Adoção On-line” e seguir os passos. Será necessário escolher a localidade para visualizar as cartinhas disponíveis em cada município.

Em Mato Grosso do Sul, os padrinhos podem adotar presencialmente em quatro pontos: Agência Central (Av. Calógeras, 2309), Agência Estação Rodoviária (Av. Vasconcelos Fernandes, 226), e em dois pontos no shopping Campo Grande: a agência dos Correios e um stand no segundo piso do centro comercial.

No interior do estado, 14 municípios possuem agências com cartas para adoção, são eles: Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Cassilândia, Nova Alvorada do Sul, Chapadão do Sul, Paranaíba, Bela Vista, Inocência, Ribas do Rio Pardo, Anastácio e Taquarussu.

 
Entrega 

A entrega de presentes deverá ser feita presencialmente, no ponto de entrega mais próximo da localidade indicada no blog, até o dia 16 de dezembro. Os presentes precisam estar identificados com as informações da cartinha. Em Campo Grande, todos os presentes podem ser entregues nas agências próprias dos Correios.  


Papai Noel dos Correios
 

A ação promovida pelos Correios existe há 33 anos. No início, ela era feita apenas por funcionários da empresa, que recebiam as cartas que eram destinadas ao Papai Noel. 

“Um grupo se reuniu e falou ‘ah, vamos comprar’, e com o passar do tempo o Correios comprou a ideia e ofereceu toda a estrutura para termos esse projeto hoje”, explicou Lucia Mendes.

O “Papai Noel dos Correios” é realizado em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal. Em 2021, mais de 150 mil cartas foram adotadas. 
 

REFEIÇÕES

Operação da PF mira fraudes em licitações e apropriação indevida em contratos da UFMS

Os contratos que estão sob investigação têm como objeto o fornecimento de refeições subsidiadas pelo Governo Federal aos alunos

09/04/2026 08h00

Cerca de R$ 6 milhões em bens móveis e imóveis dos indiciados e suas empresas foram bloqueados

Cerca de R$ 6 milhões em bens móveis e imóveis dos indiciados e suas empresas foram bloqueados Divulgação: Polícia Federal

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Na manhã desta quinta-feira (9), a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Lucro Espúrio, que combate crimes de fraude em licitações e apropriação indevida de recursos públicos em contratos administrativos da Universidade Federal do Estado do Mato Grosso do Sul (UFMS). A ação foi realizada no campus do município de Três Lagoas.

Os contratos que estão sob investigação têm como objeto o fornecimento de refeições subsidiadas pelo Governo Federal aos alunos que demonstram necessidade, como forma de estimular o estudo universitário.

Nesta operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, além do sequestro, arresto e bloqueio de cerca de R$ 6 milhões em bens móveis e imóveis dos indiciados e suas empresas.

Também foram aplicadas medidas cautelares pessoais alternativas à prisão, deferidas pelo Juízo Federal da 3ª Vara de Campo Grande.

Além destas medidas, também foi imposta aos indiciados a proibição de contratar com o Poder Público e a suspensão dos contratos administrativos vigentes. 

Nos materiais apreendidos na primeira fase, encontrou-se arquivos de carteirinhas de cerca de 150 alunos, que eram utilizadas diariamente para simular uma falsa aquisição de refeição subsidiada pelo governo.

Primeira fase

A primeira etapa da Operação Lucro Espúrio foi deflagrada em fevereiro de 2025, a qual investigava os crimes de peculato e fraude em contratos administrativos da UFMS em Três Lagoas.

Na ocasião, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, um no campus da universidade e outro na residência de um investigado.

A investigação começou após a UFMS comunicar indícios de fraude e desvio de recursos em contrato para fornecimento de refeições subsidiadas a estudantes em vulnerabilidade social.

Imagens do inquérito mostram que, mesmo após o fechamento do restaurante universitário, refeições eram registradas como entregues, indicando superfaturamento. Além disso, havia também indícios de simulação diária da compra de mais de 100 refeições com carteirinhas estudantis.

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Cidades

MP junto ao TCU pede apuração sobre atos do BC e INSS no mercado de crédito consignado

Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, solicitou nesta quarta-feira, 8, a apuração dos atos do Banco Central do Brasil

08/04/2026 23h00

Crédito: Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

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O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) solicitou nesta quarta-feira, 8, a apuração dos atos do Banco Central do Brasil (BC) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na regulação e fiscalização do crédito consignado, com atenção à proteção de consumidores classificados como hipervulneráveis.

A representação pede ainda a realização de auditoria sobre o funcionamento do mercado de consignado no sistema bancário, com foco na estrutura dos produtos ofertados, na transparência das informações fornecidas aos consumidores, nos mecanismos de supervisão e sancionamento e nos impactos sobre aposentados, pensionistas e idosos de baixa renda.

O pedido formal relata o contexto de endividamento no País via cartão de crédito consignado. Segundo os argumentos apresentados, há ausência de "faturas claras", complexidade dos mecanismos de amortização e "falta de transparência" sobre o custo total do crédito.

"Na origem do impasse, emerge uma frágil supervisão regulatória sobre o sistema financeiro responsável pela controversa oferta híbrida, como se indistinta fosse, de crédito consignado e de crédito rotativo vinculado a cartão de crédito consignado, cujos riscos, limites mensais de desconto do valor da margem consignável do benefício e limites máximos de taxas de juros são estruturalmente díspares", diz a representação.

Se o TCU acatar o pedido, após o fim da auditoria, poderão ser emitidas determinações e/ou recomendações ao INSS e ao BC para, por exemplo, revisão de normas, aperfeiçoamento de mecanismos de supervisão e prevenção de práticas eventualmente abusivas no crédito consignado.

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