Cidades

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Parlamentares especulam no twitter o destino de José Serra

Parlamentares especulam no twitter o destino de José Serra

Redação

02/03/2010 - 06h11
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A queda na distância que separa o governador José Serra (PSDB) da ministra Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de intenção de voto para a sucessão no Palácio do Planalto, como divulgada no sábado (27) pelo Datafolha, desencadeou na rede de microblogs Twitter uma série de especulações sobre o destino político do provável candidato tucano à Presidência da República. Parlamentares que integram a base de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva apostam na desistência do governador de São Paulo na corrida presidencial, enquanto integrantes de partidos da oposição dão como certa a continuidade de Serra na disputa. De acordo com o Datafolha mais recente, as intenções de voto em Serra recuaram de 37% para 32%. Já Dilma subiu de 23% para 28%. No front oposicionista, os tucanos, que integram a rede de microblogs, preferiram não comentar a pesquisa ou a possível desistência do governador de São Paulo. O próprio Serra, o ex-governador Geraldo Alckmin (SP) e os senadores Eduardo Azeredo (MG), Flexa Ribeiro (PA) e Marconi Perillo (GO) não citaram nem comentaram a pesquisa. O senador Álvaro Dias (PR) e o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, publicaram o resultado do Datafolha, mas não se alongaram sobre os resultados. A defesa da eventual candidatura do governador paulista ficou a cargo dos democratas. Tido por internautas como um dos polemistas do Twitter, o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO) insistiu em dois tweets que Serra não deixará a corrida presidencial. “Eu disse semana passada e repito: José Serra está na pista, em velocidade para decolar. Não tem como mais desistir. Se frear, é acidente”, comparou o parlamentar. O democrata atribuiu a escalada de Dilma dos 23% para os 28%, de acordo com o Datafolha, a uma “campanha antecipada” da petista. “Quando José Serra colocar o bloco na rua, o cenário se reverte”, acredita. Outro oposicionista que saiu em defesa de Serra foi o deputado federal Efraim Filho (DEM-PB). De acordo com ele, o cenário deve sofrer mudanças quando o candidato tucano assumir a candidatura à sucessão no Palácio do Planalto. “Está na hora do Serra tirar o paletó de presidente e calçar o tênis de candidato”, afirmou. Entre os governistas, o primeiro a levantar a bandeira da possível desistência de José Serra foi o deputado federal Rubens Otoni (PT-GO). Em quatro tweets, o parlamentar recordou das eleições de 2006, quando, de acordo com ele, Serra “empurrou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP)” para a disputa depois de perceber que sairia derrotado de um enfrentamento com o presidente Lula. “Serra fica no governo de São Paulo ou sai pra perder a eleição?”, questionou. “O problema do PSDB é que se o Serra não for candidato, quem vai ser?”, acrescentou. O deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT-MS) afirmou por meio de sua rede de microblogs que a queda do governador paulista, na última edição do Datafolha, “tem deixado os tucanos à beira de um ataque de nervos”. A opinião de Biffi foi endossada por outros governistas, segundo os quais a pesquisa faz crescer a possibilidade “de desistência de Serra”. “Bateu o pavor nos tucanos”, ironizou o deputado federal Pompeu de Mattos (PDT-RS). Há agora “um salve-se quem puder”, zombou o deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ). Os desejos petistas, no entanto, são amenizados pelo ex-presidente do PT Ricardo Berzoini (SP), para quem ainda falta chão para a consolidação da candidatura de Dilma Rousseff. “É uma boa pesquisa pra ver que estamos no caminho certo. Mas é bom ter pé no chão, treino é treino, jogo e jogo, dizia o velho treinador”, teorizou o deputado.

Eleições 2026

Segundo turno: saiba como consultar local de votação para domingo

Checagem pode ser feita no-Título, Autoatendimento Eleitoral e ChatVot

23/10/2026 19h00

Mulher votando nas Eleições 2026

Mulher votando nas Eleições 2026 Foto: Paulo Ribas

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Os 158 milhões de eleitores que vão às urnas neste domingo (25) para escolher o próximo presidente da República precisam checar o endereço da seção eleitoral antes de sair de casa. 

A orientação do Tribunal Superior Eleitoral é que os eleitores confiram, com antecedência, os locais de votação nos canais oficiais.

Aplicativo e-título

O aplicativo e-título pode ser baixado de forma gratuita em celulares Android e iOS nas lojas oficiais. Para consultar o local de votação é só abrir o aplicativo, digitar os dados solicitados e selecionar a opção “onde votar”. Vai aparecer a zona e a seção eleitoral com o endereço. É possível inclusive traçar a rota de como chegar ao local. 

Autoatendimento Eleitoral

O Autoatendimento Eleitoral está acessível nos postos do TSE e dos tribunais regionais eleitorais (TREs) de cada estado. Alí é possível consultar o local de votação em “onde votar”, além de outros serviços, como regularização de pendências, atualização de dados e emissão de documentos de forma remota, sem precisar comparecer a um cartório eleitoral.

O ChatVote é o assistente virtual da Justiça Eleitoral. Ele usa inteligência artificial para responder dúvidas e orientar sobre os serviços disponíveis. Também pode ser acessado na página do TSE. O ChatVote fica no lado esquerdo da página, na parte inferior. É um desenho de uma urna com olhinhos. É só clicar nela e fazer a pergunta. 

A votação do segundo turno ocorre no próximo dia 25 de outubro. As seções ficam abertas de 8h às 17h. O eleitor vai votar desta vez apenas para presidente da República e, em alguns estados, para governador. A disputa local ocorre no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.

Fontes oficiais

Mesmo que o eleitor tenha consultado o local de votação com antecedência, ele deve verificar novamente a informação no dia da eleição.

Outra dica é votar pela manhã, para ter mais tempo de se deslocar caso a seção eleitoral tenha mudado de lugar.

Além disso, é importante ficar atento. Nos últimos dias, têm circulado diversas mensagens em grupos de WhatsApp ou nas redes sociais com links não oficiais sobre locais de votação.

Educação

IFMS destina R$ 22 mil para criar e fortalecer empresas juniores nos dez campi

Recursos serão distribuídos em duas linhas de fomento, com auxílios de até R$ 2,5 mil por projeto; inscrições ficam abertas até agosto de 2027

23/10/2026 18h15

Divulgação/IFMS

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) vai destinar R$ 22 mil para incentivar a criação e o fortalecimento de Empresas Juniores ligadas aos cursos de graduação da instituição.

O recurso será distribuído entre os dez campi por meio de um processo seletivo aberto para estudantes e professores orientadores.

Do total, R$ 12 mil serão destinados ao fortalecimento de Empresas Juniores já reconhecidas pelo IFMS. Nessa modalidade, poderão ser selecionadas até seis propostas, com auxílio de até R$ 2 mil para cada projeto.

Os outros R$ 10 mil serão destinados à criação de novas Empresas Juniores. Poderão ser aprovadas até quatro propostas, com repasse de até R$ 2,5 mil por projeto.

Os recursos poderão ser usados na compra de materiais de consumo, pagamento de taxas e contratação de serviços de terceiros. No caso das empresas já existentes, também será permitida a aplicação do dinheiro na regularização de pendências fiscais.

As Empresas Juniores são associações civis administradas por estudantes de graduação, voltadas ao desenvolvimento de projetos e serviços que contribuam para a formação acadêmica e profissional. A iniciativa também busca estimular o empreendedorismo e aproximar as atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação do setor produtivo.

Inscrições

As propostas devem ser cadastradas exclusivamente pelo Sistema Unificado de Administração Pública (Suap) até 31 de agosto de 2027.

O cadastro deverá ser realizado pelo professor orientador, responsável por apresentar informações sobre o projeto, integrantes da equipe, planos de aplicação e desembolso, além da documentação exigida pelo edital.

Para o fortalecimento de Empresas Juniores já reconhecidas, será necessário apresentar o Termo de Reconhecimento emitido pelo IFMS e o comprovante de inscrição e situação cadastral no CNPJ.

No caso de criação de novas empresas, entre os documentos exigidos estão o termo de compromisso dos estudantes, parecer da coordenação do curso autorizando a abertura e autorização para utilização de espaço físico e infraestrutura do campus.

Regras

O coordenador da proposta deve ser servidor docente do IFMS e dedicar entre cinco e oito horas semanais ao projeto. Também é necessário manter o currículo atualizado na Plataforma Lattes nos seis meses anteriores à inscrição e não ter pendências junto às áreas de ensino, pesquisa e extensão da instituição. Cada professor poderá apresentar apenas uma proposta.

A seleção será dividida em duas etapas. A primeira será eliminatória, com análise da documentação apresentada. Na segunda, as propostas serão classificadas de acordo com o mérito do projeto e o perfil do coordenador.

Entre os critérios de avaliação estão a organização da equipe, estratégias para garantir a sustentabilidade da Empresa Júnior, atendimento às demandas locais e regionais, formação empreendedora e utilização da infraestrutura tecnológica do campus. A nota final terá peso de 60% para o projeto e 40% para o currículo do coordenador.

O resultado provisório das inscrições deferidas será divulgado 10 dias após a submissão de cada proposta. Recursos poderão ser apresentados em até dois dias úteis. O resultado final será publicado quatro dias úteis depois.

Após a divulgação do resultado final, o Termo de Outorga deverá ser assinado em até 30 dias. O recurso será pago em parcela única na conta bancária cadastrada nos assentamentos funcionais do professor orientador.

Para os projetos de criação de novas Empresas Juniores, os estudantes deverão ainda providenciar documentos como estatuto social, atas de eleição e posse, CNPJ, cadastro tributário municipal e abertura de conta bancária.

Os projetos terão duração de 365 dias a partir da publicação do resultado final. O relatório parcial deverá ser apresentado após 180 dias de execução, enquanto o relatório final deverá ser enviado em até 60 dias após o encerramento do projeto.

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