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Pastor é preso suspeito de estuprar as filhas em Campo Grande

A mulher foi conversar com as filhas após passar por um divórcio turbulento, quando as menores relataram que eram abusadas pelo "pai"

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Um pastor de 41 anos, que não teve o nome divulgado, foi preso na manhã desta quinta-feira (22) suspeito de estuprar filhas, enteadas e a ex-esposa, em Campo Grande.

A prisão ocorreu após o pastor ser denunciado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), na terça-feira (20). A delegada de plantão que atendeu a ocorrência solicitou a prisão, que foi aceita pelo Poder Judiciário.

O caso veio à tona, quando a ex-companheira do pastor relatou que conversava com as filhas, duas enteadas e uma filha biológica do investigado, durante o processo de separação, quando surgiram relatos de abusos.

 As menores, que não tiveram as idades divulgadas, afirmaram que foram abusadas sexualmente pelo “pai” entre os anos de 2014 e 2024. 

A mulher também informou à polícia que sofria ameaças e violência psicológica por parte do ex-companheiro.

 O suspeito foi encaminhado à Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) para os procedimentos legais.

 O caso foi enquadrado como estupro de vulnerável, com aumento de pena por se tratar de crime cometido por alguém que exercia autoridade sobre as vítimas.

 Após os trâmites na delegacia, ele será levado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
 

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No mínimo, curioso

Dois anos depois, polícia começa a investigar denúncia contra "peladão" de bairro da Capital

Figurinha antiga, o "acumulador da Planalto" já foi preso por poluição por descarte de lixo como forma de protesto. A denúncia, agora, é por ato obsceno, registrado em 2023

22/01/2026 16h15

Casarão na rua Planalto está, atualmente, para venda

Casarão na rua Planalto está, atualmente, para venda Reprodução/Google Maps

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Figura conhecida no bairro Jardim TV Morena, José Fernandes da Silva, o “acumulador da Planalto”, deve enfrentar mais um processo, instaurado quase três anos após a denúncia. 

No dia 25 de março de 2023, equipes da Polícia Militar precisaram se dirigir até a rua Planalto nº 256, com a informação de que um homem estaria correndo nu atrás de crianças do sexo feminino em um quintal residencial. 

Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram a residência do suspeito em condições insalubres, parte da via obstruída com entulhos, galhos e vidros. 

À polícia, a esposa de José afirmou que não havia ocorrido agressão contra as crianças. Posteriormente, as próprias crianças afirmaram que o pai estava nu na varanda da residência, local visível da rua, como uma forma de protesto contra a prefeitura devido à desapropriação de um terreno. 

Testemunhas contaram que o homem vinha apresentando comportamentos estranhos nos últimos dias e que, na mesma semana, teria chegado a interditar a rua com objetos diversos. No entanto, nenhuma delas afirmou ter presenciado qualquer tentativa de perseguição às crianças. 

Assim, o caso foi registrado como ato obsceno, crime previsto no artigo 233 do Código Penal, que tem como vítima a coletividade por configurar um ato contra a sociedade. A denúncia mais grave, de agressão às menores, não foi confirmado por falta de provas.

Com base nessas narrativas, foi encaminhado ao Fórum de Campo Grande o pedido de investigação sobre antecedentes criminais de José, assim como possíveis históricos de violência doméstica e familiar para uma análise do histórico de agressividade. 

Essa instauração do inquérito policial só aconteceu em maio de 2025, dois anos após o registro do boletim de ocorrência. 

Apenas na última terça-feira (20), o inquérito foi recebido pela Polícia Judiciária, que manteve a tipificação inicial de ato obsceno, crime de menor potencial, onde a pena máxima não ultrapassa um ano de detenção. 

O caso chegou a transitar na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), mas não foram encontrados elementos para enquadrar o caso na Lei Maria da Penha. 

Agora, o caso deve tramitar no Juizado Especial Criminal, juntamente a processos da mesma natureza, com critérios simples e com possibilidade de acordos. Cabe ao Ministério Público decidir os próximos passos: oferecer denúncia, propor acordo ou solicitar o arquivamento do caso. 

História antiga 

José Fernandes da Silva já é figurinha conhecida no bairro e na cidade. Desde março de 2023, o homem tenta chamar a atenção da mídia de várias formas, como meio de conseguir a atenção da Prefeitura de Campo Grande para restituição de aproximadamente R$ 1,3 milhão por desapropriação de terrenos em 2008. 

José chegou a ser preso entre agosto e dezembro de 2024 por crime ambiental após jogar grande quantidade de lixo e carcaças de animais na calçada em frente à sua casa na rua Planalto, no bairro Jardim TV Morena. 

Além disso, ele também instalou um barraco improvisado em frente à sua residência que, segundo ele, seria para abrigar moradores de rua e usuários de entorpecentes. O local começou a acumular lixo e fezes. 

A defesa do homem teria alegado insanidade mental, mas foi desmentido pelo próprio cliente. Após os quatro meses de detenção, José seguiu em regime semi-aberto, com uso de tornozeleira, sem poder voltar para casa. 

Após mobilização, o homem decidiu colocar o casarão à venda pela bagatela de R$1,5 milhão. O imóvel, com 685 m² de construção conta com 10 banheiros, uma suíte master e outras três tradicionais. Além de sala de TV e jantar com dois ambientes, escritório, cozinha planejada, dois lavabos, dois quartos, lavanderia, churrasqueira e piscina.

Ainda tem a garagem, onde cabem seis carros, um mezanino, salão de festas para 140 pessoas, varandão no piso superior, dois jardins de inverno e saída para sacada em duas suítes.

Em 2025, o Ministério Público pediu uma nova prisão de José por descumprimento das medidas cautelares impostas na decisão de liberdade provisória. 

Isso porque, quando chegaram na casa do homem para entregar a intimação para constituir novo advogado, foi informado que ele não morava mais no endereço devido a uma medida protetiva que o impedia de se aproximar de uma vizinha. 

Foi feita uma nova tentativa de contato com o suspeito em outro endereço registrado, porém o imóvel encontrava-se “desocupado”, como informado por vizinhos. 

Assim, foi feito um pedido de revogação da liberdade provisória por descumprimento das medidas cautelares, uma vez que o réu se encontrava em lugar “incerto e não sabido”. 


 

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Telha desprende de caminhão e mata motociclista na BR-262

Segundo informações de testemunhas, o caminhão estava carregado quando uma telha se desprendeu e atingiu o idoso, de 69 anos

22/01/2026 14h55

Crédito: Liga da Justiça TV / Reprodução Redes Sociais

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Um idoso, de 69 anos, que não teve o nome divulgado, morreu na manhã desta quinta-feira (22), após uma telha se soltar da carga de um caminhão na BR-262, em Terenos.

A vítima, seguia em uma moto Honda Bros quando, na curva do Jaraguá, a telha se desprendeu e o atingiu, conforme apurou o portal Liga da Justiça TV.

O motorista do caminhão não parou para socorrer a vítima, que chegou a receber os primeiros socorros de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu e morreu no local.

A Polícia Civil esteve no local e realizou diligências para localizar o caminhão.

 

Reprodução Redes Sociais

Outro caso

Em julho de 2025, o jovem Hemerçon Bruno Pazini de Oliveira, de 26 anos, morreu ao ser atingido por uma peça que se desprendeu de um caminhão, atravessou o para-brisa e o acertou, no dia 31, na BR-262, em Três Lagoas.

O jovem, natural do município de Água Clara, conduzia um VW Gol preto e estava acompanhado da esposa e da mãe, quando a campana do freio se soltou da carreta e o atingiu na cabeça.

No momento do acidente, o veículo estava na altura do km 23 da rodovia, a cerca de 10 quilômetros da base da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas os socorristas constataram que Hemerçon não resistiu e morreu no local.

Já a esposa e a mãe foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros. Apesar de não apresentarem lesões aparentes, foram levadas ao hospital devido ao estado de choque.

O motorista que conduzia a carreta seguiu viagem sem perceber o ocorrido e, até o momento, não havia sido identificado.

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