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OBRIGATORIEDADE

Placa Mercosul baixa até 11% na Capital e Procon ainda quer mais desconto

Serviço chegou a ser um dos mais caros do País no começo de fevereiro
05/03/2020 12:54 - Ricardo Campos Jr


 

A obrigatoriedade das placas Mercosul completou um mês nesta semana e o Procon continua lutando para equiparar os preços de Mato Grosso do Sul aos praticados em estados vizinhos. Nesse intervalo de tempo, o serviço já apresentou redução de até 9,33% para motos e 11% para veículos que usam duas identificações visuais.

No dia 3 de fevereiro, o valor do serviço era um dos mais caros do país e chegava a R$ 300. Levantamento feito pelo Correio do Estado nessa quinta-feira (5) mostra que o valor máximo cobrado atualmente é de R$ 272 pela GR Placas.

Essa empresa reduziu o preço do par de placas em 9,33% desde o início de fevereiro. Para motos, o produto despencou de R$ 150 para R$ 136, o que representa decréscimo de 9,33%.

Para os automóveis, o serviço mais barato está na Íons Placas. O local cobra R$ 258 pelas duas chapas. Em comparação com os preços iniciais, houve queda de R$ 32. A credenciada cobra R$ 140 pela unidade, desconto de 6,67% em relação à tabela inicial.

Contudo, é na Placar que os donos de motos encontram hoje o serviço mais em conta. A unidade da placa custa R$ 133 e o par sai por R$ 266, ambos valores tiveram recuo de 6,99%.

Já a MS Placas trabalha atualmente com preços de R$ 135 pela unidade e R$ 265 pelo par, reduções de 3,57% e 5,36% respectivamente.

A novata Embrasplak entrou no mercado há alguns dias cobrando R$ 260 pelo par e R$ 140 pela unidade.

DEFESA DO CONSUMIDOR

O superintendente do Procon, Marcelo Salomão, disse ao Correio do Estado que continua trabalhando para baixar os valores e tem reunião marcada com a Embrasplak para tentar um bom desconto.

Ele disse ao Correio do Estado que o departamento jurídico da Procuradoria já está com todas as informações prestadas pelas credenciadas e em breve deverá emitir um parecer na investigação que apura exagero na margem de lucro, o que levou aos altos preços.


 

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!