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Foragido há 13 anos por latrocínio no Piauí é preso em MS

Em Teresina, no ano de 2012, matou um comerciante para roubar seus pertences, mas, a vítima reagiu e, então, disparou contra sua cabeça

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G.T.R.L., de 32 anos, foi preso por policiais civis do Setor de Investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) - Polícia Civil, nesta terça-feira (8), em uma propriedade localizada na área rural de Terenos, a 32 quilômetros de Campo Grande.

Foragido da Justiça há 13 anos, ele praticou o crime de latrocínio (roubo seguido de morte) em Teresina (Piauí), em agosto de 2012.

Na ocorrência, matou um comerciante para roubar seus pertences, mas, a vítima reagiu e, então, disparou contra sua cabeça. Ele morreu na hora.

Dias após o latrocínio, o bandido foi capturado e além de confessar o crime, indicou seu comparsa, que também foi reconhecido por câmeras de segurança da região.

Ele foi denunciado e posteriormente expedido mandado de prisão pela 4ª Vara Criminal de Teresina, sendo considerado foragido desde então.

Após a prisão nesta terça-feira (8), ele foi encaminhado a DERF, onde será reconduzido ao sistema prisional.

MAIS UM

G.R.C., de 25 anos, foi preso pela Polícia Civil, na manhã desta sexta-feira (4), em uma residência localizada no Jardim Noroeste, em Campo Grande.

Ele é um criminoso de alta periculosidade no Acre, líder da facção criminosa Bonde dos 13, fugitivo da justiça e condenado a mais de 120 anos de prisão.

Tem sete mandados de prisão por vários roubos e três homicídios executados mediante emprego de arma de fogo e com extrema violência.

Com receio de ser preso, se mudou para Campo Grande em 2023, ficando responsável pela conexão da facção criminosa do qual faz parte, com traficantes de drogas e armas de fogo baseados no Paraguai.

Conforme apurado pela reportagem, a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) cercou a residência do criminoso no Noroeste, nas primeiras horas do dia nesta sexta-feira (4), para capturá-lo.

De acordo com a Polícia Civil, ele subiu o telhado da casa e tentou fugir, mas, os policiais conseguiram prendê-lo.

Ele foi encaminhado para a unidade prisional de Campo Grande e posteriormente será transferido para o Acre.

Operação Dupla Face

PF prende PM aposentado envolvido no tráfico de armas

Sargento teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades

06/03/2026 08h08

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM

Operação Dupla Face foi desencadeada pela PF e PM DIVULGAÇÃO/PF

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Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, em combate ao tráfico internacional de armas de fogo, nesta sexta-feira (6), durante a Operação Dupla Face, em Ponta Porã, município localizado a 313 quilômetros de Campo Grande.

A ação mira um sargento da Polícia Militar aposentado, que possivelmente atuava como fornecedor de armamentos clandestinos, realizava viagens frequentes a fronteira e apresentava movimentação financeira incompatível com seus rendimentos declarados.

Ele teve o porte de arma suspenso e bens e valores sequestrados pelas autoridades. A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) apontam que 214 armas foram apreendidas, entre 1° de janeiro e 6 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Das 214 armas apreendidas,

  • 154 foram apreendidas em janeiro
  • 60 foram apreendidas em fevereiro
  • 51 são revólveres
  • 39 são pistola
  • 1 é rifle
  • 1 é arma de pressão
  • 2 são carabinas
  • 6 são espingardas
  • 3 são fuzis
  • 110 correspondem a "outras armas" - que estão adulteradas ou com a numeração raspada

A apreensão de armas pela polícia é fundamental para a segurança pública pelos seguintes motivos:

  • Interrupção do ciclo de violência
  • Preservação de Vidas e Redução da Violência
  • Redução da letalidade
  • Desarticulação do Crime Organizado
  • Fortalecimento da inteligência e investigação

Geralmente, o destino de armas apreendidas é depósito judicial (permanência sob custódia do Estado) e destruição (armas são destruídas pelo Exército Brasileiro). 

REGIME FECHADO

Homem é condenado a 32 anos de prisão por torturar esposa e filhos

Ele torturou, estuprou e praticou vários tipos de violência contra sua família ao longo de aproximadamente 20 anos

27/02/2026 11h35

Fachada do MPMS, em Campo Grande

Fachada do MPMS, em Campo Grande DIVULGAÇÃO

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Homem, que não teve a identidade divulgada, foi condenado a 32 anos, 10 meses e 23 dias de prisão em regime fechado, pelos crimes de tortura, estupro de vulnerável, violência psicológica e lesões corporais, praticados contra sua companheira e filhos ao longo de aproximadamente 20 anos.

A denúncia indica que as vítimas eram agredidas com martelo, mangueira ou raquete elétrica; sofriam violência física, psicológica e sexual; eram ameaçados de morte; vigiados por câmeras e expostos a castigos humilhantes, de 2005 a 2025, no Jardim Colibri, em Campo Grande.

O réu praticou estupro de vulnerável, em 2010, aproveitando-se de momentos em que a vítima dormia profundamente, além de estupro mediante violência, em 2021, quando a constrangeu a ato libidinoso sob acusação de traição.

Os depoimentos da vítima, das filhas, da mãe da vítima e demais testemunhas foram decisivos para confirmar o ciclo contínuo de violência e o controle absoluto exercido pelo autor em casa, tendo em vista a importância da palavra da vítima no contexto de violência doméstica.

A 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande ainda sustentou que os depoimentos foram firmes, detalhados e compatíveis com o histórico de violência familiar.

Os relatos das jovens revelam sequelas emocionais profundas, como crises de pânico, pesadelos recorrentes e medo constante.

A condenação se deu por intermédio do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 48ª Promotoria de Justiça de Campo Grande.

A sentença, proferida pela 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campo Grande e assinada pela Juíza Tatiana Dias de Oliveira Said.

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