Cidades

TRÂNSITO

Por dia, 231 motoristas são multados por infração de trânsito na Capital

Agetran aplicou mais de 23 mil multas e notificações no período de dez dias

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No período de dez dias, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) autuou e multou 23.119 motoristas por infrações de trânsito na área urbana de Campo Grande, o que dá uma média de 231 autuações por dia. Relação de multas e notificações foi publicada nesta quarta-feira (4), em suplemento do Diário Oficial do Município. 

Na lista, constam as placas dos veículos, data da infração, pontos perdidos na carteira nacional de habilitação (CNH) e o artigo do Código de Transito Brasileiro (CTB) que foi violado.

No caso das multas, consta também o valor, que varia de R$ 88,38, por parar o veículo na faixa de pedestre, a 1.760,82, pela não identificação do infrator em veículo de propriedade de pessoa jurídica. 

Todos os proprietários dos veículos que constam na lista de autuações têm o prazo de 15 dias, a contar de hoje, para apresentar defesa de autuação ou informar nome do condutor infrator, caso não seja o proprietário que estivesse conduzindo o automóvel na data da infração.

Os proprietários que constam na relação de multas cadastradas têm o prazo maior, de 30 dias, para oferecer defesa da penalidade.

Em ambos os casos, caso não seja o proprietário que estivesse dirigindo na data da infração, o condutor apontado pode ser responsabilizado pela multa, tanto na pontuação como no valor. 

As autuações foram aplicadas entre os dias 11 e 20 de fevereiro deste ano, no perímetro urbano da Capital.

Transitar em velocidade acima da permitida foi uma das infrações que mais geraram autuações. Também houve muitos flagrantes de motoristas ou passageiros sem cinto de segurança, avançar o sinal vermelho ou sinalização de parada obrigatória e estacionar o veículo em locais proibidos, entre outros. 

Para entrar com recurso ou alterar o condutor, é necessário que o proprietário faça requisição por meio do site da Agetran, apenas nos casos em que o motorista não tenha sido identificado no auto de infração. Caso não haja solicitação, passado o período cada motorista será penalizado de acordo com o previsto para a infração cometida. 

DE VOLTA

UFMS anuncia retorno do Autocine revitalizado em Campo Grande

Local deve ser aberto até o final do mês e se tornará um Centro de Convivência

15/03/2026 12h30

Autocine vai voltar no final do mês

Autocine vai voltar no final do mês Reprodução/Redes Sociais

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O espaço cultural Autocine da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está prestes a ser reaberto em Campo Grande. O espaço passou por reforma e revitalização e deve se tornar o novo "polo gastronômico e cultural" da Capital. 

Com uma estrutura de containers nova, a Universidade anunciou a volta do local como "um novo espaço de cultura, gasrtonomia e de ótimas conexões para a nossa cidade". 

A expectativa é que o local seja inaugurado durante a (15ª Conferência das Partes sobre Espécies Migratórias (COP15), que vai acontecer na Capital nos dias 23 a 28 de março. 

Durante o período, a Universidade irá voltar a programação para trilhas culturais, científicas, além de visitas externas, inclusive no Autocine. 

O local possui aproximadamente 2.130 metros quadrados e voltou a funcionar em 2020, na pandemia, após três décadas fechado. 

A obra para melhoria e revitalização do espaço começou em 2024, com o intuito de tornar o espaço um Centro de Convivência Social e Estudantil, com investimento de R$ 6,6 milhões da bancada federal. 

Dois editais foram abertos para a obra, em 2019 e 2020, mas não tiveram continuidade. Três anos depois, em 2023, a empresa Souza dos Santos Construtora Ltda firmou contrato com o Governo Federal, com orçamento de R$ 5.863.612,53. As obras iniciaram em outubro de 2024.

O espaço para carros permaneceu preservado e o local conta agora com cafeteria, livraria e deve ser voltado para shows. 

História

O Autocine foi criado em 1972 e funcionou por 17 anos, sendo desativado em 1989, ao lado do Estádio Morenão. 

Em 2020, ele foi reaberto e voltou a exibir filmes em formato "drive in", onde o filme era assistido de dentro do carro, durante a Pandemia da Covid-19. As sessões eram gratuitas e limitadas.

Em novembro de 2020, exibiu o último filme. Em 2021, as sessões aconteceram de forma esporádica, até ser fechado novamente. 

 

Previsão

Chuva retorna a MS nesta segunda-feira, mas temperaturas continuam altas

A irregularidade das chuvas acompanhada por altas temperaturas geram preocupação no setor agrícola do Estado

15/03/2026 10h15

Fim do verão deve ter chuva e temperaturas altas

Fim do verão deve ter chuva e temperaturas altas FOTO: Paulo Ribas/Correio do Estado

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A última semana de verão em Mato Grosso do Sul será marcada por temperaturas altas, mesmo com o retorno das chuvas e possibilidade de tempestades.

Após um final de semana marcado por máximas elevadas e índices de umidade relativa do ar próximos a 30%, as chuvas devem voltar em grande parte do Estado a partir desta segunda-feira (16), segundo a previsão do tempo divulgada pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS (Cemtec).

"Essas instabilidades ocorrem devido à combinação de condições típicas de verão, com transporte de calor e umidade, aliado ao aquecimento diurno e à passagem de cavados em médios níveis da atmosfera, que favorecem a formação de áreas de instabilidade", disse em nota.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pelo menos 60 municípios sul-mato-grossenses estão em alerta para chuvas intensas a partir de amanhã (16), com risco de até 60 milímetros de chuva em 24 horas e ventos intensos (até 60 km/h). 

As precipitações devem se concentrar nas regiões Leste, Centro-Norte, Sudoeste e Pantanais. 

Mesmo com as chuvas, as temperaturas máximas variam entre 30ºC e 32ºC em todas as regiões. Em Campo Grande, a mínima esperada para a próxima semana inteira é de 22ºC e as máximas variam entre 28ºC e 32ºC. 

Fim do verão deve ter chuva e temperaturas altasPrevisão para esta segunda-feira (16) / Fonte: Cemtec

Chuvas irregulares preocupam o agro

A irregularidade das chuvas, marcada por períodos de estiagem seguidos por grandes acúmulos, tem provocado impactos em áreas agrícolas no Estado, especialmente nas lavouras de soja. Isso pode desencadear problemas como o déficit de água no solo, dificuldade no desenvolvimento das plantas e redução da produção agrícola.  

De acordo com um levantamento divulgado pelo Inmet, a distribuição desigual das precipitações tem interferido no desenvolvimento das lavouras, principalmente na fase final da soja plantada mais tardiamente, um período considerado decisivo para a formação dos grãos. 

Nesse estágio de cultura, são definidos fatores importantes para a produtividade, como o número de grãos por vagem e o peso dos grãos, prejudicado pelas redução de chuvas combinadas com as altas temperaturas. 

Nas regiões Sul e Sudoeste, onde o déficit tem sido mais frequente, há uma estimativa de perda de produtividade de até 35% até o fim do mês, segundo projeções do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). 

As condições climáticas também afetam o início da segunda safra de grãos, principalmente o milho e o sorgo. No sul do Estado, o plantio do milho safrinha já está mais avançado, mas o desenvolvimento inicial das plantas depende da ocorrência de novas chuvas para garantir a boa germinação. 

Já nas áreas do Centro-Norte e do Pantanal, a previsão aponta volumes de chuvas maiores nos próximos dias, o que pode favorecer a manutenção da umidade do solo e o avanço das lavouras. 

Outono

O outono começa oficialmente às 10h45 (de MS) do dia 20 de março e segue até o dia 21 de junho. O prognóstico para a estação deste ano ainda não foi divulgado, mas o período costuma ser marcado pela estiagem em Mato Grosso do Sul.

O outono é um período de transição entre o verão, que tem os meses mais quentes e úmidos na maior parte do país, e o inverno, que tem predomínio de tempo seco e passagens de grandes massas polares que podem causar queda acentuada da temperatura.

Neste período, ocorrem as primeiras incursões de massas de ar frio, vindas do sul do continente e que provocam uma queda gradativa das temperaturas ao longo da estação.

Além disso, os dias ficam mais curtos, as chuvas são menos frequentes e a umidade relativa do ar diminui gradativamente.

A média histórica de chuvas para a estação é de 150 a 300 mm na região centro-oeste do Estado, entre 300 a 500 mm nas regiões sul e sudeste e entre 100 a 150 mm nas regiões noroeste e nordeste do Estado. 

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