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Saúde

PPP do Hospital Regional faz MS vincular 20% do FPE a parceiros privados

No ano passado, repasse da arrecadação federal a Mato Grosso do Sul foi de R$ 1,93 bilhão

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O governo de Mato Grosso do Sul vai aumentar a garantia financeira que oferece aos parceiros público-privados. Projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de MS (Alems) agora estabelece que até 20% do repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) seja vinculado às garantias oferecidas aos parceiros.

A legislação vigente prevê que 10% do repasse constitucional que o Estado tem sobre a arrecadação federal sejam usados como garantia.

Neste ano de 2025, a União já enviou R$ 989 milhões em transferências constitucionais do FPE. Ao longo de todo o ano passado, foram R$ 1,93 bilhão. Conforme a lei vigente, pelo menos R$ 98 milhões são destinados atualmente para o Fundo Estadual Garantidor de Parcerias (Fegap).

Se o projeto de lei que o governador Eduardo Riedel (PSDB) enviou à Assembleia Legislativa na semana passada for aprovado, esse valor dobrará.

O projeto enviado na semana passada também libera a transferência de parte das garantias para o Fundo Estadual de Saúde de MS (Fesa-MS).

As mudanças são para tornar possível a parceria público-privada no setor de saúde, que prevê a terceirização das atividades-meio do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), conhecida como “bata cinza”.

A atividade-fim, que são os serviços médicos, de enfermagem e de técnicos de enfermagem, conhecida como “bata branca”, continuará sendo operada pelo governo do Estado.

O parceiro privado deverá investir, ao longo de uma concessão de 30 anos, R$ 5,6 bilhões em ampliação do hospital e manutenção dos serviços de bata cinza.

O investimento está dividido em um aporte inicial de R$ 951 milhões pelo parceiro privado no início da concessão, para a ampliação física e reforma do hospital, e depois em pagamentos de R$ 158 milhões anuais ao longo dos próximos 30 anos. É para garantir esse valor que o governo “bloqueou” um naco maior de sua receita do Fundo de Participação dos Estados.

O projeto de terceirização do Hospital Regional por meio de parceria público-privada (PPP) prevê que a área do hospital atinja 71 mil m², tornando possível a ampliação dos leitos dos atuais 362 para 577, ampliação do estacionamento e uma reforma na estrutura interna.

Todo o custo da mão de obra das atividades-meio será absorvido pela parceira.

O leilão da PPP deve ocorrer ainda neste ano na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), que antigamente era chamada de Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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