Cidades

MOSTRA COSEMS

Prefeitura de Jardim apresenta em Campo Grande experiência de sucesso na área de saúde

A secretária-adjunta de Saúde, Lívia Maria Silva Oliveira, vai explicar como o município melhorou o índice vacinal

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Durante a 8ª Mostra de Experiências Municipais em Saúde, organizada pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul (COSEMS/MS) nesta sexta-feira (5) em Campo Grande (MS), a Prefeitura Municipal de Jardim, por meio de equipe da Secretaria Municipal de Saúde, apresenta uma experiência exitosa ocorrida no município referente à Atenção Básica em Saúde.
 
Jardim concorre na categoria ImunizaSUS junto a outros dez municípios de Mato Grosso do Sul, sendo que apenas quatro serão selecionados para a Oficina Nacional, sendo um por cada macrorregião. 
 
Os ganhadores terão passagem, hospedagem e a inscrição custeada pelo CONASEMS para concorrer na etapa nacional, que será realizada durante o 37º Congresso do CONASEMS, entre os dias 16 e 19 de julho, em Goiânia (GO).
 
Trata-se do projeto Vacinação e Sistema Único de Saúde, projeto iniciado em 2021 e que melhorou o índice vacinal do município em meio à pandemia de Covid-19. 
 
A apresentação será feita pela secretária-adjunta de Saúde, Lívia Maria Silva Oliveira, e pela auxiliar de enfermagem Rosana Aparecida de Oliveira.
 
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Ivanildo Ribeiro, havia baixo índice vacinal no município e foi preciso planejar uma estratégia conjunta para solucionar o problema.
 
A metodologia foi aplicada inicialmente no ESF I “Dr. Reinaldo de Arruda” para implantação do projeto piloto, sendo posteriormente estendida aos outros seis ESFs.

Conhecimento técnico e união de esforços 

“Contratamos um curso técnico que foi ministrado a todos os enfermeiros e técnicos de enfermagem em sala de vacina e BCG; implantamos o Planificasus, uma metodologia que integra todo o sistema da rede SUS, com regulamentação do plano operacional padrão em todas as salas de vacina, e isso se estendeu a toda a Atenção Primária do município”, explicou o secretário de Saúde.
 
Ele recordou que foi iniciada a busca ativa com um empenho maior junto aos agentes comunitários de saúde e com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Habitação de forma que chegasse aos beneficiários de programas sociais.
 
“Observamos quem era parte de grupos prioritários, como recém-nascidos, diabéticos, idosos, entre outros, e reforçamos ações com esses grupos. Pactuamos junto à Secretaria Municipal de Educação a exigência da caderneta de vacinação atualizada das crianças da rede pública de ensino. E com empresas privadas conseguimos prêmios para sortear entre os vacinados, todo esse conjunto de ações estratégicas resultaram no aumento da cobertura vacinal”, explicou o secretário.
 
Outro ponto importante foi o envolvimento da prefeita de Jardim, Clediane Matzenbacher, que entendeu o desafio e se dedicou à causa, participando ativamente dos processos. 
 
“Em toda campanha de vacinação, ela faz questão de estar junto, chamar as pessoas, explicar a importância da imunização, participar das reuniões conosco, fazer o registro fotográfico com o nosso Zé Gotinha, incentivando a imunização. Ela é um exemplo para nós e nos ajuda muito com a imagem dela em nossas campanhas de vacinação”, pontuou.

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BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

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Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Dourados tem mais de 5 mil casos confirmados de chikungunya em 2026

Mato Grosso do Sul já registrou 30 mortes causadas pelo vírus da picada dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus

15/08/2026 14h15

A prefeitura do município está realizando mutirões para erradicar focos do mosquito causador da coença

A prefeitura do município está realizando mutirões para erradicar focos do mosquito causador da coença Divulgação/Prefeitura de Dourados

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O último boletim epidemiológico, publicado pela Secretaria de Estado de Saúde, revelou que Mato Grosso do Sul chegou a 30 óbitos por chikungunya em 2026. Este já é o ano com mais mortes causadas pelo vírus e é quase o dobro de 2025, quando teve 17 vítimas. Dourados é disparado o município com maior número de casos da doença, com 5.146 registros. Este numeral é 8 vezes maior que os registros em Fátima do Sul, o qual ocupa a segunda posição no ranking com 639 confirmados.

Em Mato Grosso do Sul são 12.520 casos prováveis, sendo que 9.961 foram confirmados. O levantamento é referente à 31ª semana epidemiológica.

Os municípios que tiveram mortes causadas pelo vírus da arbovirose são: Dourados (18), Bonito (2), Jardim (2), Fátima do Sul (1), Douradina (1), Guia Lopes da Laguna (1), Itaporã (1), Ponta Porã (2), Nioaque (1) e Corumbá (1). Um óbito permanece em investigação. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.

Em Corumbá, uma mulher de 62 anos morreu no dia 28 de julho. Este foi o último registro de morte pela arbovirose em MS. No boletim epidemiológico consta que a vítima tinha hipertensão arterial sistêmica (HAS). Apesar do município fronteiriço estar em terceiro no ranking de cidades com mais casos confirmados (542), este foi o único óbito, asssim como Fátima do Sul, que também teve apenas um e está na segunda posição. 

O Estado bateu o recorde de mortes em 2026. Na série histórica, com os casos contabilizados desde 2015, o segundo período que mais teve óbitos por chikungunya foi em 2025, quando 17 pessoas morreram devido à doença.

A SES orienta que, em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A população também deve eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.

Dengue

Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.551 casos prováveis, sendo 1.933 confirmados. Em 2026, foi confirmado um óbito pela doença, de um morador de Bonito, e um está em investigação.

Nos últimos 14 dias, Inocência, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia, Amambai, Jardim, Itaporã, Paranhos, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Bataguassu registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e registra 223.322 doses aplicadas. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

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