Cidades

DANOS DA CHUVA

Equipes da Prefeitura realizam reparos em estragos causados pela chuva

Com temporal nas últimas horas na Capital, asfalto de avenida Interlagos cede e abre cratera

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Equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) trabalham desde o início da tarde deste sábado (5) para restaurar asfalto danificado pelas chuvas que caíram nas últimas horas em Campo Grande. 

Após temporal na Capital, o asfalto da Avenida Interlagos, próximo à rotatória da Coca-cola, cedeu e abriu-se uma cratera profunda e larga. 

De acordo com o secretário da Sisep, Rudi Fiorese, com a chuva intensa e sob o peso do tráfego de veículo, parte da enxurrada tenha vazado porque um dos tubos quebrou na junção de duas manilhas.

“Foi necessária uma intervenção imediata para que caso volte a chover forte, mais trechos da drenagem não sejam arrastados pela enxurrada”, explica Fiorese.

O serviço foi iniciado com a escavação de um trecho da pista para as equipes tivessem espaço para retirar a tubulação danificada, estancar o vazamento e recompactar o aterro. 

O trânsito no local foi interditado e a expectativa é de que até segunda o serviço de repara e recomposição do pavimento seja concluído.

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) informou que os motoristas devem utilizar rotas alternativas na região. “Quem vem pela Spipe Calarge segue pela rotatória com a Avenida Interlagos até a Rua Assunção, depois segue até Rua Dr.Werneck, por onde a alcançará a Avenida Interlagos no trecho após a interdição”. 

Outra opção para quem estiver na rua Spipe Calarge em direção ao bairro, é pegar a rua Vasco da Gama, Rua Emanuel e Rua Urtigão até o semáforo com a Interlagos. 

Outras ocorrências

Ainda no início da noite de sexta-feira (4), quando a chuva deu uma trégua, 50 trabalhadores, distribuídos em 6 equipes entenderam 55 ocorrências de queda de galhos e árvores provocada pelo temporal. 

A prioridade foi a desobstrução de ruas e calçadas. O trabalho prosseguiu na manhã deste sábado e será retomado na segunda-feira (7).

Reencontro após sequestro

Bebê Ayla volta para a família após polícia descartar envolvimento da mãe em sequestro

Recém-nascida foi entregue aos familiares na tarde desta quinta-feira (13), após autorização da Justiça

13/08/2026 18h46

Ayla Emanuelly voltou ao convívio da família nesta quinta-feira (13), após decisão judicial autorizar a entrega da bebê aos familiares.

Ayla Emanuelly voltou ao convívio da família nesta quinta-feira (13), após decisão judicial autorizar a entrega da bebê aos familiares. Foto: Reprodução.

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A bebê Ayla Emanuelly Pereira de Souza, de 29 dias, voltou para a família na tarde desta quinta-feira (13), em Campo Grande, após a investigação da Polícia Civil concluir que a mãe, uma adolescente de 17 anos, não teve participação no desaparecimento da própria filha. A criança havia sido encontrada no Paraguai depois de ter sido levada da Capital.

Conforme informações repassadas por um familiar de Ayla à equipe de reportagem do Correio do Estado, a bebê foi entregue à família por volta das 14h30 desta quinta-feira (13), após autorização da Justiça.

O familiar também informou que a mãe da criança não teve envolvimento no sequestro. Desde que foi localizada, a recém-nascida permanecia sob acolhimento e dependia de decisão judicial para retornar ao convívio familiar.

Com o avanço das investigações, foi afastada a suspeita de que a adolescente pudesse ter alguma ligação com o desaparecimento da própria filha. A possibilidade havia sido analisada pela polícia durante a apuração das circunstâncias em que a recém-nascida foi levada.

Com o avanço das diligências, porém, a Polícia Civil concluiu que a jovem não teve envolvimento no crime. A conclusão da investigação foi considerada pela Justiça para autorizar o retorno da recém-nascida ao convívio familiar.

Bebê estava acolhida

Ayla retornou a Campo Grande nesta terça-feira (12), depois de permanecer em uma unidade de acolhimento infantil de Ponta Porã. Na ocasião, conforme mostrou o Correio do Estado, a criança ainda não poderia ser entregue diretamente aos familiares, já que seria necessária autorização judicial.

Em nota divulgada enquanto a bebê permanecia acolhida, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) informou que Ayla estava em segurança e passava bem. O endereço da unidade não foi divulgado como medida de proteção e preservação da integridade da recém-nascida.

A conselheira tutelar Loisa Higa, que atua na região do Anhanduizinho, já havia explicado ao Correio do Estado que, em situações como essa, o procedimento é realizar a transferência entre unidades de acolhimento até que exista determinação judicial autorizando a entrega à família.

“Quando acontecem casos como esse, a transferência é feita de acolhimento para acolhimento. Só podemos entregar para a família caso haja uma decisão judicial que determine isso”, explicou.

Com a autorização concedida nesta quinta-feira, Ayla pôde finalmente deixar o acolhimento e retornar à família.

Entenda o caso

O desaparecimento ocorreu na quinta-feira (6). À polícia, a mãe de Ayla relatou que havia sido atraída por uma mulher até uma residência sob a promessa de conseguir um emprego. No local, segundo a versão apresentada pela adolescente, ela e a irmã, de 13 anos, teriam sido ameaçadas e mantidas como reféns enquanto um casal levava a recém-nascida.

Ayla foi encontrada na madrugada de domingo (9), em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com Ponta Porã.

A localização ocorreu durante uma ação conjunta envolvendo policiais da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) e autoridades paraguaias.

A recém-nascida estava em uma residência no bairro Virgen de Caacupé com Suzilaine da Graça Costa e Alex Melo de Abreu. No momento da prisão, o homem teria apresentado uma identidade falsa em nome de Weliton Aparecido Lopes.

Alex possuía mandado de prisão e tinha uma pena de 19 anos a cumprir por homicídio cometido no Amazonas. Suzilaine, por sua vez, foi reconhecida por familiares da mãe de Ayla como a mulher que teria oferecido a suposta oportunidade de emprego à adolescente.

Após ser localizada, Ayla ficou sob responsabilidade do Conselho Tutelar de Ponta Porã e foi encaminhada a uma unidade de acolhimento infantil. Posteriormente, retornou a Campo Grande, onde continuou sob proteção até a definição da Justiça.

A investigação do caso é conduzida pela Depac de Campo Grande, sob responsabilidade da delegada Anne Karine Trevisan. A delegada esteve em Ponta Porã na segunda-feira (10) para ouvir o casal encontrado com a criança.

Agora, com a conclusão policial de que a adolescente não participou do desaparecimento e a autorização judicial para a reintegração, Ayla está novamente com a família, uma semana depois de ter sido levada.

Polícia é procurada pela reportagem

A reportagem do Correio do Estado procurou a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para obter mais detalhes sobre o andamento das investigações e os desdobramentos do caso. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

acidente de trabalho

Trabalhador morre ao cair em tanque de piche durante obras na BR-163

Acidente aconteceu em Jaraguari e vítima foi retirada de dentro do tanque já sem vida

13/08/2026 18h44

Trabalhador morreu após cair em tanque de piche

Trabalhador morreu após cair em tanque de piche Foto: Vinícius Santos / Nova Lima News

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, morreu durante acidente de trabalho na BR-163, na tarde desta quinta-feira (13), na altura do km 535, próximo a uma praça de pedágio em Jaraguari.

Em nota, a Motiva Pantanal, que administra a rodovia em Mato Grosso do Sul, informou que o trabalhador era de uma empresa prestadora de serviços e, por volta das 15h, caiu dentro de um caminhão carregado com emulsão asfáltica.

O tanque estava parado em uma área não pavimentada às margens da rodovia e, segundo informações apuradas pelo Correio do Estado, a queda ocorreu durante um processo de transferência da emulsão de um dos tanques para outro.

Não há informações sobre as circunstâncias que fizeram o trabalhador cair dentro do compartimento.

Equipes de resgate da concessionária iniciaram os atendimentos à vítima, mas devido à complexidade, solicitaram auxílio do Corpo de Bombeiros para o resgate.

O corpo do trabalhador foi retirado de dentro do tanque, mas ele já estava em óbito. Segundo informações, o produto, além de químico, chega a temperaturas acima de 100°C quando em uso.

Como ocorreu fora da pista de rolamento, a ocorrência não afetou o tráfego na rodovia, conforme informou a concessionária.

"A Motiva Pantanal lamenta profundamente o ocorrido e está prestando todo o apoio necessário junto à empresa prestadora de serviços", disse a concessionária na nota.

A Polícia Civil foi acionada e o caso será investigado como morte a esclarecer.

Trabalhador morreu após cair em tanque de piche Queda aconteceu durante transferência de emulsão asfáltica entre tanques (Foto: Vinícius Santos / Nova Lima News)

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