Cidades

PUNIÇÃO

Procon-RJ autua Grupo Galileo por dificultar entrega de documentos de transferência

Procon-RJ autua Grupo Galileo por dificultar entrega de documentos de transferência

AGÊNCIA BRASIL

16/01/2014 - 18h45
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O Procon-RJ, órgão da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro (Seprocon), autuou o Grupo Galileo por dificultar a entrega de documentos para a transferência de alunos da Universidade Gama Filho e do Centro Universitário da Cidade (UniverCidade), dos quais é a atual mantenedora. As duas instituições foram descredenciadas pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia 13.

O diretor jurídico do Procon-RJ, Carlos Eduardo Amorim, disse que a notificação foi encaminhada ontem (15) ao grupo. Ele informou à à Agência Brasil que a notificação determina, por ato sancionatório, que a empresa viabilize em dez dias a entrega dos documentos necessários para a transferência dos estudantes da Gama Filho e da UniverCidade para outras universidades. “E notificamos o grupo para que demonstre que estão sendo tomadas medidas neste sentido em 48 horas.”

De acordo com Amorim, o documento foi enviado pelos Correios porque o Procon-RJ não conseguiu notificar pessoalmente os dirigentes do Galileo, porque não encontrou nenhum funcionário no edifício-sede do grupo, no centro do Rio. Amorim alertou que, se o aviso de recebimento dos Correios voltar negativo, a notificação será publicada no Diário Oficial do estado, “e eles vão ser citados”.

Segundo o diretor do Procon-RJ, mesmo que não tenha recebido a notificação, o Grupo Galileo não pode alegar desconhecimento do documento, pois a divulgação para a mídia já foi feita. “Ciência eles já têm. Não vamos permitir que se escusem de receber isso, não.”

Conforme a Lei Estadual 6.007/11, o grupo tem prazo de 15 dias para apresentar defesa em relação às dificuldades que estaria impondo à transferência dos alunos. Amorim informou que o objetivo desse procedimento é verificar se a Galileo está cometendo algum ato ilícito. “É outro caminho, para verificação da conduta deles perante o consumidor.”

Ele disse que, se a defesa não conseguir comprovar a inexistência de infrações, a Galileo será multada. A multa mínima é de R$ 509,46 e a máxima, de R$ 7 milhões. Para ele, o valor máximo, que é vinculado ao poder econômico da empresa, não deverá ser imposto no caso da Galileo. 

ELE NÃO VEM

Show do Thiaguinho é cancelado após estragos causados pelo temporal em Campo Grande

Este é o segundo show cancelado em 24 horas devido os estragos do temporal de ontem. Veja como pedir o reembolso.

20/04/2026 13h30

Show do cantor foi cancelado pela Duts por causa do temporal do último domingo

Show do cantor foi cancelado pela Duts por causa do temporal do último domingo Divulgação

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O show do cantor Thiaguinho, última atração da 86ª Expogrande, foi cancelado devido os estragos causados pelo temporal que atingiu a cidade de Campo Grande na tarde do último domingo (19). 

O show estava marcado para finalizar a edição da exposição de 2026 na noite desta segunda-feira (20) no Parque Laucídio Coelho. 

No entanto, a Dut's Entretenimento, organizadora oficial do show, confirmou o cancelamento pois os fortes ventos comprometeram a estrutura de som, luz e camarotes na área de shows do Parque. 

Em nota, a empresa lamentou a decisão, mas afirmou que a medida foi tomada priorizando a seguranda do público e do artista. Leia a nota na íntegra:

Após uma avaliação técnica realizada por profissionais da área, a pedido da Dut's Entretenimento, foi constatado, nesta manhã, que as fortes chuvas ocorridas em nossa capital e no estado de Mato Grosso do Sul comprometeram significativamente a estrutura de som, luz e camarotes na área de show do Parque Laucídio Coelho. 

Em razão dessas condições e visando a segurança de todos, informamos que o show do cantor Thiaguinho, que seria realizado nesta segunda-feira (20), está cancelado. 

Os clientes que adquiriram ingressos podem solicitar o reembolso imediato através do seu canal de compra, seja de forma online (e-mail: [email protected]) ou na compra física. 

A Dut's Entretenimento lamenta profundamente essa decisão, mas reafirma que a segurança e o conforto de nossos clientes são sempre nossa prioridade.

Como pedir o reembolso

Os ingressos para o show do Thiaguinho foram vendidos no valor a partir de R$ 100 reais no primeiro lote na arena. Para os camarotes, o valor começava em R$ 140. Para a Experience, era possível encontrar ingressos até R$ 399. Nas suítes, cada mesa custava R$ 500. 

Para solicitar o reembolso do ingresso, é necessário entrar em contato com a BlackTag pelo site, pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp 11 5127-0203.

A Dut's não informou se o cantor voltará à Campo Grande com o show remarcado. 

Temporal causou estragos

Esse foi o segundo show cancelado por causa das chuvas rápidas e fortes de ontem. O show dos cantores Jads e Jadson, Victor Gregório e Marco Aurélio, que aconteceriam de forma gratuita na noite de hoje também foram cancelados na noite de domingo, devido as "condições climáticas adversas". 

A organização da Expogrande também evacuou o local e suspendeu a entrada de visitantes. Além das tendas, a estrutura do camarote foi danificada pelo vendaval e banheiros químicos tombaram, além de diversos outros estandes montados no parque, que também foram levados. Galhos de árvore também caíram, durante a tempestade.

A chuva, acompanhada de ventos fortes, derrubou árvores na avenida Ernesto Geisel, no bairro Nhanhá, no Horto Florestal, na região do Shopping Norte Sul, além de deixar semáforos desligados e regiões sem luz. 

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na região central de Campo Grande, choveu um acumulado de 43,6 milímetros entre as 16h e as 17h. 

Já na região sul da cidade, o acumulado no período foi de 13,2 milímetros. Na região dos bairros Universitário e Alves Pereira, na parte sudeste, choveu aproximadamente 10,8 milímetros nesta tarde. 

Enquanto isso, em bairro da região norte da Capital, não foram registradas chuvas. 

SEGURANÇA PÚBLICA

'Justiceiros da Fronteira' voltam a atacar e deixam corpo com mãos e pés amarrados

Indivíduo possuía passagens por furto e outros crimes, deixado em matagal em Pedro Juan Caballero, cidade gêmea de Ponta Porã, ao lado de mais um bilhete de "não roubar"

20/04/2026 12h45

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado "Justiceiros da Fronteira", que já deixaram seu "rastro" por cidades como: Pedro Juan Caballero; Ponta Porã e Zanja Pytã Reprodução/ABC Color

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Menos de duas semanas após um primeiro registro e o alerta deixado na ocasião, mais um corpo foi encontrado na manhã de hoje (20) ao lado de outro bilhete de "não roubar", o que levanta suspeita de ter sido vítima dos chamados "Justiceiros da Fronteira" que voltaram a agir na linha entre Pedro Juan Caballero (PJC) e Ponta Porã. 

Conforme o portal paraguaio ABC Color, o caso foi registrado na 6ª Delegacia de Polícia de Pedro Juan Caballero, cidade gêmea ao município sul-mato-grossense de Ponta Porã, que fica localizado na região sudoeste do Estado. 

Em uma área de matagal do bairro chamado General Genes, em PJC, o corpo foi encontrado com uma série de ferimentos, além de estar com os pés e mãos amarrados, segundo a delegacia paraguaia. 

Esse corpo foi identificado através do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (Afis), como Christian Rodrigo Toledo, indivíduo de 35 anos com antecedentes criminais que passam entre outros delitos por furto qualificado. 

Ao lado do corpo, os agentes localizaram um cartaz escrito em um pedaço de papelão com a frase "No robar, JDF, vamos por más" (do original em espanhol que pode ser traduzido como "Não roubar, Justiceiros da Fronteira, vamos por mais"). 

Justiceiro da Fronteira

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado "Justiceiros da Fronteira", que já deixaram seu "rastro" por cidades como: 

  • Pedro Juan Caballero 
  • Ponta Porã
  • Zanja Pytã

No achado de corpo desta segunda-feira (20), foram detectados sinais de violência que incluíam lesões no crânio e lesões compatíveis com agressões anteriores na região do abdômen e tórax, segundo o Ponta Porã News. 

Além disso, a causa da morte foi inicialmente apontada como asfixia provocada por lesão grave na via aérea principal, ou seja, causada por um corte profundo na região do pescoço e um ferida de aproximadamente 15 centímetros na parte anterior e lateral do pescoço. 

Cabe lembrar que há cerca de duas semanas, como bem acompanha o Correio do Estado, outra morte foi reivindicada pelo grupo de "justiceiros", no distrito de Cerro Cora'i, próximo à Pedro Juan Caballero.

Nas palavras do comissário Sérgio Sosa, as forças de segurança foram acionadas e encontraram o corpo já sem vida, deixado de bruços no local e apresentando um corte no pescoço e várias marcas de tiro, o que levantou a suspeita de execução. 

Quase que como em menção ao sétimo mandamento bíblico, o bilhete deixado na cena do até então achado de corpo era breve e objetivo: "Justiciero esta de vuelta. No robar", que pode ser traduzido como "o justiceiro está de volta! Não roubar". 

Identificado como Marcelino Villalba Barreto, morto aos 38 anos, durante a vida o homem acumulou crimes que iam de furto e roubo agravado, além de mandados de prisão em aberto e recorrentes problemas devido ao uso abusivo de substâncias. 

Com a "desculpa" de estarem combatendo a criminalidade local na região de fronteira, os alvos desse grupo seriam justamente indivíduos que já possuem antecedentes criminais, como agressores e ladrões. 

 

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