Cidades

INUSITADO

Receita apreende 150 fetos mumificados de lhama em MS

Animais estavam na bagagem de uma mulher que veio da Bolívia e seriam levados até São Paulo, onde seriam vendidos por R$ 250 cada

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A Receita Federal apreendeu 150 filhotes de lhama mumificados em um ônibus de viagem, durante fiscalização na BR-262, em Corumbá, nessa quinta-feira (31).

De acordo com informações da Receita, o ônibus foi parado para fiscalização no Posto Fiscal Lampião Aceso, sob suspeita de tráfico de drogas.

Durante revista nas bagagens, foram encontrados os filhotes de lhama em uma mala. A proprietária era uma mulher, que não teve a identidade divulgada.

Ela informou que fazia apenas o transporte dos animais e entregaria a carga em São Paulo. A mulher foi liberada.

As lhamas são peculiares da Bolívia, país que faz fronteira com o Brasil por Corumbá. 

Ainda segundo a Receita Federal, cada feto mumificado seria vendido por R$ 250 no Brasil. Desta forma, a apreensão está avaliada em R$ 37,5 mil.

Segundo o site Diário Corumbaense, há uma crença cultuada principalmente pelos povos indígenas bolivianos, onde as famílias devem fazer uma oferenda à deusa andina Pachamama, a mãe terra, enterrando um feto de lhama embaixo de suas novas casas como proteção, saúde e boa sorte.

Todas os filhotes de lhama apreendidos foram entregues ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para as providências cabíveis.

Lhamas

A lhama é um mamífero ruminante, originado do mesmo ancestral que deu procedência as alpacas.

Na América do Sul, estes animais podem ser encontrados no território andino, acima dos 3 mil pés de altitude, nas regiões da Bolívia, Peru, Argentina e Chile, sendo a maior concentração na Bolívia.

Lhamas são encontradas no território andino, nas regiões da Bolívia, Peru, Argentina e ChileLhamas são encontradas no território andino, nas regiões da Bolívia, Peru, Argentina e Chile (Foto: Blog Pegadas na Estrada)

Oportunidade

IFMS: alunos de dois cursos podem se inscrever no programa Pé-de-Meia

Iniciativa contempla acadêmicos de Computação (Jardim) e Química (Coxim) que ingressaram via Sisu

16/10/2026 14h00

Divulgação/IFMS

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Alunos matriculados nos cursos presenciais de Licenciatura em Computação, ofertado no Campus Jardim, e Licenciatura em Química, no Campus Coxim, podem se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas, ação do Ministério da Educação (MEC) que integra o programa Mais Professores. 

Para ingressantes de 2026, as inscrições ficam abertas até o dia 19 de dezembro, enquanto houver disponibilidade de vagas, e devem ser realizadas diretamente pela Plataforma Freire.

A análise e aprovação das pré-inscrições são conduzidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) até o dia 20 de cada mês.

Benefício financeiro - O programa concede apoio financeiro no valor total de R$ 1.050 mensais durante toda a graduação:

  • R$ 700 mensais: disponíveis para saque direto do estudante;
  • R$ 350 mensais: depositados em conta-poupança. O valor acumulado poderá ser resgatado se o formando ingressar como docente em rede pública de ensino em até cinco anos após a formatura.

O pagamento das bolsas é efetuado até o quinto dia útil do mês subsequente ao cadastramento do bolsista no sistema da Capes.

Quem pode participar - Podem solicitar o benefício os acadêmicos que atendam cumulativamente às seguintes condições:

Estar regularmente matriculado em curso presencial de licenciatura do IFMS (Computação em Jardim ou Química em Coxim);
Ter ingressado no curso em 2026 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu);
Ter alcançado nota igual ou superior a 650 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
Cumprir os critérios do Edital nº 2/2025 da Capes e as diretrizes do programa de ingresso.
O atendimento oficial do MEC e da Capes para esclarecimentos sobre o programa é feito pelo e-mail [email protected].

Com informações do Ministério da Educação 

Alerta para empresários

Golpistas usam nome de secretário para abordar empresas de Campo Grande

Mensagens falsas citam contratos públicos, CNPJs e matrículas funcionais para ganhar credibilidade e tentar obter contatos do setor financeiro

16/10/2026 13h31

Foto: Divulgação / Prefeitura de Campo Grande

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Empresas de Campo Grande estão sendo alvo de mensagens falsas pelo WhatsApp que usam o nome do secretário municipal de Fazenda, Isaac José de Araújo, para simular contatos oficiais sobre contratos administrativos e dados financeiros. O alerta foi divulgado nesta sexta-feira (16) pela Prefeitura, após a identificação de abordagens que utilizam informações de empresas e contratos públicos para transmitir credibilidade.

Segundo a Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), os golpistas citam nomes de construtoras, números de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e identificações de contratos administrativos. As mensagens também fazem referência a matrículas funcionais e solicitam os contatos dos responsáveis pelo setor financeiro das empresas.

A estratégia é usar dados que parecem oficiais para convencer os destinatários de que a conversa é legítima. A partir dessa abordagem, os criminosos tentam estabelecer contato com pessoas que podem ter acesso a informações financeiras ou administrativas.

A administração municipal afirma que o secretário e os órgãos públicos não utilizam o WhatsApp para solicitar transferências bancárias, pagamentos, senhas ou documentos. A orientação é não fornecer dados pessoais, bancários ou informações internas da empresa sem confirmar a legitimidade do pedido.

A Prefeitura recomenda que qualquer solicitação atribuída à Sefaz seja verificada diretamente pelos canais oficiais do município. Mensagens suspeitas devem ser desconsideradas, especialmente quando envolvem pedidos de informações financeiras ou contatos de funcionários responsáveis por pagamentos e contratos.

Empresários e prestadores de serviço que receberem abordagens desse tipo devem evitar responder ou fornecer dados até confirmar a identidade do solicitante com a administração municipal

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