Cidades

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Recém-nascido é encontrado dentro de uma caixa de papelão no Aero Rancho

Na caixa havia apenas parte de um cobertor e o bebê ainda sujo de sangue

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Nesta quarta-feira (1) um recém-nascido foi encontrado dentro de uma caixa de papelão, no Jardim Aero Rancho.

Ainda sujo de sangue, com parte do cordão umbilical, o bebê estava na calçada, na esquina das ruas Congonhas dos Campos com Areia Branca. Dentro da caixa, estavam apenas parte de um cobertor. 

A rua não tem muito movimento, é residencial, uma das esquinas possuí um terreno baldio e em outra há uma pequena plantação de cana-de-açúcar. 

Um dos vizinhos que encontrou o recém-nascido, relatou que tinha acabado de chegar em casa, por volta das 2 horas da tarde.

“Cheguei em casa e não tinha nada, aí o meu cachorro começou a latir e eu achei que era alguém jogando lixo no terreno do lado e saí pra ver, quando eu saí já tinha outro homem e me falou que achava que eram filhotes cachorros dentro da caixa na calçada. Ele estava passando e viu. Quando fomos ver era o bebê, já ligamos pra polícia e pro bombeiro”, disse.

Quando chegou próximo, o bebê estava chorando, como estava sem roupas, o morador buscou uma toalha e o cobriu por achar que estava com frio até a chegada do resgate. “Ele estava até um pouco roxo, aí cobri ele com a toalha e ele parou de chorar, logo os Bombeiros já chegaram”, relatou.

O Corpo de Bombeiros chegou no local e realizou os primeiros procedimentos. O recém-nascido foi para o hospital e passa bem. 

A delegada Anne Karine Sanches Trevizan Duarte, titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) explicou que o crime já está sob investigação e que após alta do hospital, o bebê será abrigado.

Imagens de câmeras de segurança de casas próximas já estão sendo solicitadas pela polícia. 

Outra vizinha, moradora de uma casa bem próxima, relatou que não viu nada, não ouviu choros e só soube quando viu a movimentação.

“Meu marido chegou do trabalho meio dia, e não tinha nada. Meus filhos até pediram pra sair pra brincar na rua, eu não deixei, se tivessem saído podiam até ter visto”. 

Justiça

AGU reitera ação para obrigar Discord a proteger usuários

Medidas propostas pela plataforma foram consideradas genéricas

21/09/2026 21h00

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira (21) novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

A plataforma foi consultada. O espaço está aberto para manifestação.

Tragédia no Trânsito

Ônibus atropela e mata criança de 11 anos em Campo Grande

Menino estava de bicicleta quando ocorreu o acidente no bairro Zé Pereira; vítima de 11 anos chegou a ser atendida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.

21/09/2026 19h29

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande.

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. Foto: Reprodução.

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Uma criança de 11 anos morreu após ser atropelada por um ônibus na tarde desta segunda-feira (21), no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. O acidente ocorreu na Rua Sagarana e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e forças de segurança.

A morte da criança foi confirmada pela mãe do menino à Polícia Militar. A equipe do Samu permaneceu no local durante o atendimento à vítima, que sofreu ferimentos graves após ser atingida pelo veículo.

Inicialmente, as informações apontavam que o menino havia sido socorrido em estado grave e inconsciente e seria encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande. No entanto, posteriormente, foi confirmada a morte da criança.

Como aconteceu

Conforme as informações preliminares, o menino estava de bicicleta e havia saído da escola quando ocorreu o acidente. Durante o trajeto pela Rua Sagarana, no bairro Zé Pereira, a criança teria se envolvido em uma colisão com o ônibus e acabou sendo atropelada.

Com o impacto, o veículo teria passado sobre uma das pernas do menino. Durante o atendimento, também foram constatados ferimentos graves, entre eles um corte profundo na perna esquerda e uma perfuração no pulmão.

A criança chegou a precisar de procedimentos de emergência realizados pela equipe médica.

O Samu permaneceu por cerca de 40 minutos no local durante as tentativas de atendimento. Apesar dos esforços das equipes de socorro, a criança não resistiu aos ferimentos.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e acompanharam a ocorrência. A perícia e a Polícia Civil também foram chamadas para os procedimentos necessários e para apurar as circunstâncias do atropelamento.

O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro. A dinâmica exata do acidente, incluindo como ocorreu o contato entre a bicicleta e o coletivo, deverá ser esclarecida pela investigação.

A ocorrência aconteceu na Rua Sagarana, região do bairro Zé Pereira. O local foi preservado para o trabalho das equipes responsáveis pela apuração do acidente.

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