Cidades

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Refugiados palestinos morrem por falta de alimentos e remédios na Síria

Refugiados palestinos morrem por falta de alimentos e remédios na Síria

Agência Brasil

11/01/2014 - 20h00
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Um idoso e três crianças morreram nesta sexta-feira (10) por falta de alimentos e medicamentos no acampamento de refugiados palestinos de Al Yarmuk, no sul de Damasco, e na localidade de Duma, no nordeste da capital, de acordo com as informações divulgadas hoje (11) pela organização não governamental (ONG) Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Segundo a ONG, o homem e as duas das crianças morreram em Al Yarmuk, onde as condições humanitárias e sanitárias são precárias devido ao cerco das forças do regime do presidente Bashar Al Assad.

Cerca de 500 mil refugiados palestinos viviam na Síria, dos quais mais de 150 mil em Al Yarmuk, antes do início do conflito, em março de 2011, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Muitos dos moradores do acampamento abandonaram suas casas devido aos confrontos e bombardeios.

Ontem o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Peter Maurer, iniciou visita de três dias à Síria para avaliar a situação e negociar um acesso mais amplo para a organização, que tem no país a sua maior operação de assistência humanitária.

De acordo com a ONU, mais de 100 mil pessoas morreram desde o início do conflito. A organização informou, nesta semana, que deixou de contar as vítimas em agosto do ano passado por causa da impossibilidade de checar os dados.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, sediado em Londres, que usa fontes no território sírio para contar as vítimas do conflito, elevou recentemente para mais de 130 mil o número de mortos na guerra.

A paz na Síria será o tema da Conferência Genebra 2, que começa dia 21, em Montreux, na Suíça, sob a presidência do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e contará com a participação de representantes de mais de 20 países.

SEGURANÇA PÚBLICA

'Justiceiros da Fronteira' voltam a atacar e deixam corpo com mãos e pés amarrados

Indivíduo possuía passagens por furto e outros crimes, deixado em matagal em Pedro Juan Caballero, cidade gêmea de Ponta Porã, ao lado de mais um bilhete de "não roubar"

20/04/2026 12h45

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado "Justiceiros da Fronteira", que já deixaram seu "rastro" por cidades como: Pedro Juan Caballero; Ponta Porã e Zanja Pytã Reprodução/ABC Color

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Menos de duas semanas após um primeiro registro e o alerta deixado na ocasião, mais um corpo foi encontrado na manhã de hoje (20) ao lado de outro bilhete de "não roubar", o que levanta suspeita de ter sido vítima dos chamados "Justiceiros da Fronteira" que voltaram a agir na linha entre Pedro Juan Caballero (PJC) e Ponta Porã. 

Conforme o portal paraguaio ABC Color, o caso foi registrado na 6ª Delegacia de Polícia de Pedro Juan Caballero, cidade gêmea ao município sul-mato-grossense de Ponta Porã, que fica localizado na região sudoeste do Estado. 

Em uma área de matagal do bairro chamado General Genes, em PJC, o corpo foi encontrado com uma série de ferimentos, além de estar com os pés e mãos amarrados, segundo a delegacia paraguaia. 

Esse corpo foi identificado através do Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais (Afis), como Christian Rodrigo Toledo, indivíduo de 35 anos com antecedentes criminais que passam entre outros delitos por furto qualificado. 

Ao lado do corpo, os agentes localizaram um cartaz escrito em um pedaço de papelão com a frase "No robar, JDF, vamos por más" (do original em espanhol que pode ser traduzido como "Não roubar, Justiceiros da Fronteira, vamos por mais"). 

Justiceiro da Fronteira

Com sinais de violência, o crime é atribuído ao grupo autodenominado "Justiceiros da Fronteira", que já deixaram seu "rastro" por cidades como: 

  • Pedro Juan Caballero 
  • Ponta Porã
  • Zanja Pytã

No achado de corpo desta segunda-feira (20), foram detectados sinais de violência que incluíam lesões no crânio e lesões compatíveis com agressões anteriores na região do abdômen e tórax, segundo o Ponta Porã News. 

Além disso, a causa da morte foi inicialmente apontada como asfixia provocada por lesão grave na via aérea principal, ou seja, causada por um corte profundo na região do pescoço e um ferida de aproximadamente 15 centímetros na parte anterior e lateral do pescoço. 

Cabe lembrar que há cerca de duas semanas, como bem acompanha o Correio do Estado, outra morte foi reivindicada pelo grupo de "justiceiros", no distrito de Cerro Cora'i, próximo à Pedro Juan Caballero.

Nas palavras do comissário Sérgio Sosa, as forças de segurança foram acionadas e encontraram o corpo já sem vida, deixado de bruços no local e apresentando um corte no pescoço e várias marcas de tiro, o que levantou a suspeita de execução. 

Quase que como em menção ao sétimo mandamento bíblico, o bilhete deixado na cena do até então achado de corpo era breve e objetivo: "Justiciero esta de vuelta. No robar", que pode ser traduzido como "o justiceiro está de volta! Não roubar". 

Identificado como Marcelino Villalba Barreto, morto aos 38 anos, durante a vida o homem acumulou crimes que iam de furto e roubo agravado, além de mandados de prisão em aberto e recorrentes problemas devido ao uso abusivo de substâncias. 

Com a "desculpa" de estarem combatendo a criminalidade local na região de fronteira, os alvos desse grupo seriam justamente indivíduos que já possuem antecedentes criminais, como agressores e ladrões. 

 

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Trânsito

Idoso morre após capotamento de carro na MS-276

Vítima de 69 anos foi arremessada para fora do veículo; causas do acidente são apuradas

20/04/2026 12h16

Veículo conduzido pela vítima capotou às margens da MS-276; causas do acidente são investigadas

Veículo conduzido pela vítima capotou às margens da MS-276; causas do acidente são investigadas Osvaldo Duarte/ Dourados News

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Um homem de 69 anos morreu na tarde do último domingo (19) após um acidente de trânsito no km 43 da rodovia MS-276, nas proximidades da ponte sobre o Rio Dourados, trecho que liga o distrito de Lagoa Bonita, em Deodápolis, a Indápolis, em Dourados.

A vítima, identificada como Wilson Maciel de Oliveira, seguia de volta para casa, em Deodápolis, depois de passar o dia com familiares em Dourados.

De acordo com o portal Dourados News, o idoso conduzia um Ford Fiesta Sedan, de cor prata, quando teria perdido o controle da direção. O veículo saiu da pista e capotou às margens da rodovia.

Com o impacto, o motorista foi lançado para fora do carro e morreu ainda no local. A suspeita é de que ele não utilizava cinto de segurança no momento do acidente.

Equipes da Polícia Militar Rodoviária e da Polícia Civil, além da perícia técnica, estiveram na área para realizar os levantamentos iniciais. As circunstâncias do acidente seguem em investigação.

Não houve envolvimento de outros veículos na ocorrência.

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