Cidades

POLÍCIA

Roubo a rede de supermercados foi comandado de dentro do presídio

Roubo a rede de supermercados foi comandado de dentro do presídio

EVELIN ARAUJO

30/03/2011 - 10h07
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O roubo que aconteceu no último dia 17 em uma rede de supermercados na Rua Joaquim Murtinho, em Campo Grande, foi comandado de dentro do presídio. 

Eduardo Henrique Costa, de 29 anos, teria sido contratado pelo primo preso do açougueiro Wellverson dos Santos Rolão, de 21 anos, que facilitou a entrada de um terceiro no supermercado. Eduardo não pode executar o assalto "por questões de lojística", segundo informou o delegado responsável pelas investigações André Luiz Novelli Lopes, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

"Não tinha veículo para Eduardo ir realizar o roubo", disse o delegado. Ele então teria ligado 15 minutos antes do crime para um outro assaltante, ainda não identificado pela polícia. Foi ele quem executou o assalto e disparou dois tiros em um dos funcionários. "Ele deu duas coronhadas na funcionária, após ela já ter entregue o malote com R$ 4.592, e a arma disparou acidentalmente, conforme pudemos observar nas imagens", esclareceu André Novelli. 

A movimentação registrada pelo circuito interno do supermercado não foi divulgada para a imprensa para não atrapalhar a procura do suspeito pela polícia. 

Wesley Henrique dos Santos, de 23 anos, foi quem piotou a moto Titan azul que foi usada para o roubo. Ele, Wellverson e Eduardo se reuníram em um restaurante próximo ao local do assalto na tarde do crime para combinar como seria a movimentação. Do total roubado, R$ 1,5 mil foi usado para pagar o assaltante encomendado por Eduado e o restante foi dividido. A polícia recuperou R$ 200 com Wesley. 

HOMICÍDIO

Homem é encontrado morto perto de tabacaria em Campo Grande

Crime ocorreu na madrugada deste domingo e, até o momento, ninguém foi preso

13/09/2026 08h30

O caso foi registrado na Depac-Cepol

O caso foi registrado na Depac-Cepol Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Um homem, de 55 anos, foi morto a tiros próximo a uma tabacaria, no Jardim Leblon, em Campo Grande, na madrugada deste domingo (13). Os policiais foram até o local da ocorrência e encontraram a vítima caída no chão, com ferimentos de arma de fogo nas regiões do abdômen e tórax.

Uma testemunha relatou aos policiais que ouviu os disparos e, na sequência, saiu para verificar o que havia acontecido. De acordo com seu relato, ela viu um carro do modelo Chevrolet Onix, na cor branca, nas proximidades do local. Com medo, a mulher retornou ao estabelecimento comercial onde estava e não conseguiu obter mais informações sobre o fato.

O crime ocorreu por volta das 2h30min, na Rua Clineu da Costa Moraes, no bairro Jardim Leblon. Durante a inspeção preliminar da cena, os militares encontraram um projétil. A vítima estava com uma lata de cerveja em uma das mãos, o que levanta a suspeita das autoridades de que ele estava em algum bar nas imediações.

Apesar da testemunha ter relatado que viu um Chevrolet Onix de cor branca, outra pessoa contou às autoridades que se tratava de uma caminhonete, mas não especificou o modelo. Até o momento, ninguém foi preso.

O caso foi registrado como homicídio simples, na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

JUSTIÇA

Presidente do STF assume relatoria de processo sobre Moraes e Vorcaro

Fachin também remeteu à presidência processos do Master e INSS

13/09/2026 08h10

Presidente do STF, Edson Fachin

Presidente do STF, Edson Fachin Foto: Paulo Ribas

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, é agora o relator do caso sobre a suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. No mesmo despacho deste sábado (12), Fachin remeteu à Presidência da Corte processos relacionados ao Banco Master e a fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Presidente do STF, Edson FachinPresidente do STF, Edson Fachin

Na decisão, Fachin faz referência a despacho do ministro André Mendonça, também deste sábado, que remeteu a investigação contra Alexandre de Moraes (Petição 16.662) ao presidente do STF, com base no regimento interno do Supremo, que atribui ao plenário da Corte a responsabilidade por processar e julgar crimes cometidos pelos ministros da casa.

O presidente do Supremo também já havia suspendido qualquer procedimento sobre investigação de integrantes da Corte em decisão do dia 9 de setembro, e ordenado que qualquer caso fosse remetido a ele. Mendonça, então, cumpre essa determinação.

Na próxima terça-feira (15), uma sessão plenária extraordinária analisa a Pet 16.662 e decide sobre possível investigação a respeito de supostas relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

Master e INSS

No documento, Fachin envia à Presidência as Pets 15.041 e 15.556 e “todos os processos a elas relacionados”. A primeira trata dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões concedidas pelo INSS. A outra é uma das investigações relacionadas ao Master.

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