Cidades

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Saiba o que fazer para comer os petiscos da praia sem riscos

Saiba o que fazer para comer os petiscos da praia sem riscos

terra

02/01/2014 - 03h00
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Presença garantida no cardápio de verão, os tradicionais petiscos encontrados na praia proporcionam um prazer gastronômico único para os amantes da estação. Apesar da boa fama, eles também podem se transformar em um verdadeiro transtorno para a saúde se não forem preparados e armazenados de forma correta.

Por isso, na hora de recorrer aos quiosques e ambulantes, é preciso prestar atenção na qualidade dos alimentos para afastar os riscos de náuseas, diarreia e dores abdominais causadas pela intoxicação, buscando identificar o odor e aparência do prato escolhido, assim como sua data de validade, caso seja possível.

A higiene de quem está vendendo a comida também é muito importante. “No momento da compra, vale a pena verificar se o comerciante usa uvas para manipular os ingredientes, se adota precauções para não manipular dinheiro e moedas ao mesmo tempo em que o faz com os gêneros alimentícios, se os seus cabelos estão protegidos e se suas unhas estão bem cortadas”, recomenda Eliane Grasso, nutricionista, pós-graduada em nutrição ortomolecular.

Devido às suas condições naturais, a combinação mar e areia exige ainda mais atenção do consumidor aos detalhes. Por isso, é preciso checar, também, se há produtos expostos por muito tempo ao ar livre, além de moscas e outros insetos que dão indícios da presença de lixo orgânico descoberto ou em decomposição por perto.

Os mais propensos a riscos
Campeões de pedidos na praia, o espetinho de camarão, os pasteis, o queijo coalho, o hot dog e as raspadinhas também são os que mais provocam intoxicação alimentar nos banhistas. “Isso acontece porque os microrganismos que causam o problema nem sempre são percebidos pela aparência do alimento e acabam aparecendo por meio da água não potável usada numa raspadinha ou da maionese passada usada no lanche, por exemplo”, explica.

Uma saída para não ficar longe das guloseimas prediletas e ainda evitar os riscos de intoxicação é fazer o cardápio em casa. Contudo, é fundamental garantir que os alimentos estejam frescos e bem higienizados. “A dica é transportá-los embalados em bolsas térmicas que ajudam a manter a temperatura mais baixa, protegendo-os do calor com ajuda do gelo, já que a temperatura elevada aumenta o índice de multiplicação dos micro-organismos, especialmente em alimentos mais úmidos e já cozidos”, ensina Eliane.

Além disso, vale dedicar uma atenção especial à hidratação, ingerindo bastante água, água de coco e frutas que ajudam a repor o líquido corporal. 

Transtorno

Suspeito de furtos foge da polícia, invade casas e mobiliza moradores em bairro de Campo Grande

Conhecido por crimes na região, suspeito fugiu de abordagem, invadiu casas e mobilizou moradores do Jochey Club

29/04/2026 17h42

Suspeito de furtos foge da polícia, invade casas e mobiliza moradores em bairro da Capital

Suspeito de furtos foge da polícia, invade casas e mobiliza moradores em bairro da Capital Gerson/Correio do estado

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Um homem suspeito de furtar baterias de veículos voltou a agir na região do Jochey Club e mobilizou moradores e equipes policiais nesta terça-feira (29). O caso ocorreu durante o período da manhã e se estendeu por horas, com buscas intensas na região.

De acordo com o advogado João Pedro de Souza, morador do bairro que acompanhou a ocorrência e relatou os fatos à reportagem, o suspeito já é conhecido entre os moradores por praticar diversos furtos semelhantes.

“Esse rapaz já é famoso por roubar baterias aqui na região. Hoje pela manhã ele furtou a bateria do carro de uma estagiária aqui perto. Ele arrancou a bateria com toda a fiação e saiu correndo”, afirmou.

Segundo João Pedro, a Polícia Militar foi acionada e chegou a localizar o suspeito, mas ele conseguiu escapar.

“Eu e meu colega de trabalho, fomos até o local para verificar se encontraríamos esse ‘paulista’. Em contato com a polícia, fomos até outros barracos, inclusive debaixo do pontilhão, aqui na região do Salgado Filho. Nesse momento, ele conseguiu despistar a polícia e correu de volta para a Rua Japão. Ele se escondeu debaixo de um carro, e a polícia acabou indo embora”, relatou.

Ainda conforme o advogado, o suspeito continuou tentando fugir e contou com diferentes esconderijos ao longo do trajeto.

“Depois, quando os motoboys, que ficam ali no ponto, o encontraram, ele invadiu a casa de uma senhora e se escondeu dentro do imóvel. Ficamos aguardando a chegada da polícia, mas eles não retornaram. Permanecemos ali por cerca de uma hora e meia, procurando por ele nas casas ao redor das ruas Japão e Cubatão, mas não o encontramos”, disse.

Moradores passaram a acompanhar a movimentação e auxiliar nas buscas. Em determinado momento, o suspeito foi novamente localizado.

“A gente conseguiu encontrar ele de novo. Os vizinhos ajudaram a procurar, mas ele acabou pulando para dentro da casa de uma senhora”, acrescentou.

Segundo relatos de moradores ouvidos pela reportagem, o suspeito utilizou residências como esconderijo para despistar a polícia. A movimentação chamou a atenção da vizinhança e mobilizou várias equipes policiais, que realizaram buscas intensas nas redondezas, incluindo ruas próximas e imóveis da região.

De acordo com moradores, houve grande movimentação de viaturas no bairro, no entanto, o suspeito não foi localizado.

Um morador, que preferiu não se identificar, afirmou que o homem teria ficado escondido durante parte da tarde no forro da casa de um policial aposentado. Imagens de câmeras de segurança teriam registrado a fuga do suspeito.

Ainda segundo esse morador, a polícia foi acionada novamente e a última informação era de que o suspeito, conhecido como “Paulista”, estaria escondido em um cemitério da região.

Apesar do cerco montado pelas forças de segurança e do apoio dos moradores, o suspeito conseguiu fugir novamente e não foi localizado até o momento. Ninguém ficou ferido durante a ocorrência.

 



 

Investigação

MP apura recusa de matrícula a autistas em escolas privadas de Dourados

Procedimento foi aberto a partir de denúncia anônima e envolve cinco instituições de ensino da rede privada do município

29/04/2026 16h00

MP apura recusa de matrícula a autistas em escolas privadas de Dourados

MP apura recusa de matrícula a autistas em escolas privadas de Dourados Divulgação

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou um procedimento administrativo para investigar denúncias de recusa de matrícula e cobrança de valores considerados excessivos por escolas particulares de Dourados no atendimento a crianças com deficiência e transtorno do espectro autista (TEA). A informação foi publicada na edição desta quarta-feira (29) do Diário Oficial. 

A apuração é conduzida pela 17ª Promotoria de Justiça da Comarca de Dourados e trata de possíveis violações de direitos individuais indisponíveis às crianças. O procedimento foi aberto a partir de denúncia anônima e envolve cinco instituições de ensino da rede privada do município. São alvos da investigação as escolas Franciscana Imaculada Conceição, Escola Adventista, Sagrado Coração, Lumiere e Wings.

O MP busca esclarecer se houve negativa de vagas a estudantes com deficiência, além da eventual prática de cobrança diferenciada ou abusiva nas mensalidades e taxas escolares.

Em entrevista ao Correio do Estado, a assessoria de imprensa estadual da rede adventista alegou ter ciência da investigação e disse colaborar com o MP. "Sim, o Ministério Público entrou em contato conosco, estamos colaborando, a rede adventista não registra nenhum tipo de reclamação, temos alunos com essas condições, e estamos colaborando com as investigações".  

Cabe destacar que a legislação brasileira garante o direito à educação inclusiva, proibindo a recusa de matrícula e a cobrança adicional de valores em razão da condição do aluno. Caso sejam confirmadas irregularidades, as instituições podem ser responsabilizadas nas esferas civil e administrativa.

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