Cidades

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Saúde alerta para surto da gripe suína

Saúde alerta para surto da gripe suína

Redação

05/04/2010 - 22h15
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Anahi Zurutuza

Autoridades em Saúde de Campo Grande e Mato Grosso do Sul já se preparam para enfrentar novo surto da gripe suína – doença causada pelo vírus Influenza A (H1N1) – a partir da segunda quinzena de maio. De acordo com a chefe do serviço de imunização da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), Erci Hirota, embora a Capital e o Estado não tenham registrado casos da doença este ano, as secretarias municipal e estadual de Saúde já estão em alertas para o aparecimento de pacientes com a doença a partir do próximo mês.

Em Mato Grosso do Sul, de janeiro a março deste ano, quatro pessoas apresentaram os sintomas da gripe suína, mas nenhum dos casos foi confirmado por exame laboratorial. Já no Brasil, até o dia 20 de março, o Ministério da Saúde já recebeu notificação de 255 casos graves da gripe e 36 mortes causadas pela doença em todo o território nacional.  “O vírus ainda não está circulando no Estado, mas só de saber que voltou a aparecer no restante do País é preocupante. De qualquer forma, para MS a previsão é que, em meados de maio, comecem a aparecer casos”, afirma Erci.

No ano passado, conforme boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de dezembro de 2009, Mato Grosso do Sul teve 353 notificações de casos de gripe suína. Destes, 74 foram confirmados. No Estado, 17 pessoas morreram por conta da doença. “Não tivemos quadro tão grave como outros estados. Este ano, como estamos vacinando a  população, acredito que a doença não tome grande proporção. Mas já é preciso, com certeza, redobrar a atenção”.

Prevenção
Segundo Erci, a vacina é a principal “arma” para se prevenir da gripe suína. “Por isso, queremos participação da população, a gente apela para as pessoas procurarem as unidades de saúde e tomar a dose, não deixar isso para a última hora”.

A chefe da imunização lembra, ainda, que os hábitos adquiridos durante a epidemia da doença no ano passado “não devem ser deixados de lado”. “Lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e lugares fechados, manter a casa e local de trabalho limpos são medidas que têm de ser reforçadas. Para os que não estão inclusos nos grupos que receberão a vacina a gente pede que não se preocupem, mas que também não descuidem das outras maneiras de se prevenir”.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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