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Situações em sala de aula levam alunos e professores ao sofrimento

Situações em sala de aula levam alunos e professores ao sofrimento

Uol

18/03/2011 - 19h20
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Uma pesquisa feita pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) mostra que, para 57,5% dos professores de São Paulo, casos de violência nas escolas causam “sofrimento”. A preocupação só fica atrás de jornada de trabalho excessiva, superlotação nas salas de aula e dificuldades de aprendizagem dos alunos.

Na terça-feira (15), uma professora da cidade de Guaimbê (SP), ficou ferida após um estudante atirar uma carteira escolar nela. A docente havia pedido que o aluno parasse de conversar durante a aula. Ele foi suspenso por seis dias.

O relatório, que foi concluído em dezembro de 2010, ouviu 615 docentes dos ensinos fundamental e médio da rede paulista. O objetivo era avaliar como estava a saúde do professor estadual.

Para a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, o aumento da violência contra o professor –especialmente no interior do Estado, onde o número de casos vêm crescendo desde 2007– mostra falta de valorização docente.

“Não é um problema só do professor. É também da família e da sociedade. Como resolver isso? O menino tem que ser punido. Não tem que passar em brancas nuvens. Mas a saída não pode ser só a punição. Tem que passar pelo processo: [reforço da] autoridade [do docente], reconhecimento profissional e respeito”, afirma.

Brasil


Os casos não são exclusividade dos professores paulistas. Em todo o país, são registrados casos de violência contra docentes.

Em Porto Alegre, no ano passado, uma professora foi assaltada por um ex-aluno dentro da sala de aula. O estudante teria roubado R$ 10 para comprar crack. Em Brasília, o governo local estudava colocar câmeras dentro das escolas para combater a violência.

7° MANDAMENTO

'Justiceiro' da fronteira mata ladrão e espalha alerta: "não roubar"

Corpo achado cerca de 200 metros da divisa com o Brasil foi deixado de bruços no local, apresentando um corte no pescoço e várias marcas de tiro

08/04/2026 11h16

Segundo autoridades paraguaias, bilhete que assume autoria trata-se de marca característica de suposto grupo de extermínio que age à margem da lei. 

Segundo autoridades paraguaias, bilhete que assume autoria trata-se de marca característica de suposto grupo de extermínio que age à margem da lei.  Reprodução/ABCColor

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Distante aproximadamente 350 quilômetros da Capital do Mato Grosso do Sul, um crime cometido em distrito de Pedro Juan Caballero (PJC), cidade paraguaia vizinha à Ponta Porã, chama atenção das autoridades e forças de de segurança pública, uma vez que a morte de um criminoso registrada na noite de ontem (07) foi reivindicada por "justiceiros" que ainda espalharam um alerta no local da execução: "não roubar".

Inicialmente o caso passou a ser investigado após um achado de corpo, ainda na noite de terça-feira (07), na região do distrito de Cerro Cora'i, próximo à Pedro Juan Caballero. Esse indivíduo, como aponta o portal da região de fronteira Ponta Porã News, foi deixado em meio à vegetação, às margens de um caminho de terra. 

Nas palavras do comissário Sérgio Sosa, as forças de segurança foram acionadas por volta de 22h, encontrando o corpo já sem vida, deixado de bruços no local e apresentando um corte no pescoço e várias marcas de tiro, o que levantou a suspeita de execução. 

Esse caso começou a ganhar contornos  mais claros, que iam para além de uma briga de facções, graças a um bilhete encontrado na cena do crime. 

Justiceiro da fronteira

Quase que como em menção ao sétimo mandamento bíblico, o bilhete deixado na cena do até então achado de corpo era breve e objetivo: "Justiciero esta de vuelta. No robar", que pode ser traduzido como "o justiceiro está de volta! Não roubar". 

Conforme apurado através do portal paraguaio ABC Color, o indivíduo executado encontrado a cerca de 200 metros da fronteira com o Brasil trata-se de um homem de 38 anos, que apresenta uma série de passagens criminais. 

Identificado como Marcelino Villalba Barreto, durante a vida o homem acumulou crimes que iam de furto e roubo agravado, além de mandados de prisão em aberto e recorrentes problemas devido ao uso abusivo de substâncias. 

Segundo as autoridades paraguaias, o bilhete que assume autoria e deixa o alerta de "não roube" trata-se de uma marca característica de um suposto grupo de extermínio que age à margem da lei. 

Com a "desculpa" de estarem combatendo a criminalidade local na região de fronteira, os alvos desse grupo seriam justamente indivíduos que já possuem antecedentes criminais, como agressores e ladrões. 

Como repassado através da Direção Departamental de Amambay da Polícia Nacional, as forças de segurança locais estão concentradas na tarefa de identificação dos responsáveis. 

 

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Cultura

Mato Grosso do Sul recebe R$ 9 milhões destinado pela Política de Arranjos Regionais do Audiovisual

O recurso visa ampliar o incentivo para projetos audiovisuais em determinadas regiões

08/04/2026 11h07

MS receberá R$ 9 milhões em investimentos para produções audivisuais

MS receberá R$ 9 milhões em investimentos para produções audivisuais Foto: Juliana Uepa/MinC

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O Governo do Brasil em colaboração com o Ministério da Cultura e a Agência Nacional do Cinema (Ancine), retomaram o projeto de Política de Arranjos Regionais do Audiovisual e destinará ao estado cerca de R$ 9 milhões para investir em produções audiovisuais. 

O projeto havia sido interrompido em 2018 e foi retomado agora em 2026 com o propósito de fomentar a cultura audiovisual fora dos grandes centros.  

Ao todo a ação vai movimentar cerca de R$ 630 milhões em investimentos para fortalecer o audiovisual regional e nacional. 

Parte dos recursos federais serão repassados através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e também contará com o apoio dos estados e municípios. Ao todo irão aplicar R$ 519,55 milhões via FSA. 

Em Mato Grosso do Sul, serão aplicados cerca de R$ 9 milhões, sendo que R$ 7,5 milhões virá da FSA e os outros R$ 1,5 milhão será aplicado pelo Governo do Estado, Campo Grande também contará com o apoio, recebendo R$ 3 milhões, sendo R$ 2,5 milhões vindos do Fundo Setorial do Audiovisual. 

No âmbito regional o MS irá receber R$ 9 milhões a menos que o vizinho Mato Grosso, que ganhará R$ 18 milhões, enquanto o estado de Goiás ficará com R$ 36 milhões. 

A retomada do projeto e o volume de investimentos, reforça o posicionamento do Governo com políticas públicas voltadas para o setor. 

O dinheiro investido será destinado para várias ações voltadas para o ramo audiovisual, como produção audiovisual, animação, curtas e média-metragem, conteúdo infantil, memória e preservação, jogos e pesquisas, cineclubes e difusão e formação e pesquisas. 
 

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