Cidades

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Sucuri-verde invade casa e tenta pegar animais domésticos em MS

A Polícia Militar Ambiental conseguiu conter o animal silvestre que tentava entrar no local onde estavam os animais de estimação; veja o vídeo

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A Polícia Militar Ambiental (PMA) atendeu a um chamado em que uma serpente da espécie sucuri-verde (Eunectes murinus) entrou em uma propriedade privada, em São Gabriel do Oeste.

Os policiais se deslocaram até o local e, segundo informado, a serpente tentou invadir o recinto onde estavam os animais, representando risco tanto para eles quanto para os moradores.

Com o uso de técnicas especializadas de manejo de fauna silvestre, a equipe realizou a contenção e a captura segura da sucuri, que passou por uma avaliação detalhada.

O animal não apresentava lesões e estava em boas condições de saúde. Os policiais seguiram o protocolo que prevê a reintrodução da sucuri na natureza.

A soltura ocorreu às margens do rio Coxim, em um local compatível com as necessidades da espécie, o que garante o bem-estar do animal silvestre, a tranquilidade dos moradores da região e a preservação da vida dos animais domésticos.

Orientações

A PMA ressalta que, diante da presença de animais silvestres, a população deve evitar a aproximação e o manejo por conta própria, especialmente em casos de répteis de grande porte.

Em situações de encontro com fauna silvestre em áreas urbanas ou residenciais, a recomendação é:

  • Manter distância e isolar a área;
  • Evitar movimentos bruscos que possam estressar o animal;
  • Acionar imediatamente as autoridades competentes.
     

 

 

 

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Investigação

Criador do E.T Bilu diz que não é alvo da Gaeco

Em nota, o Grupo Dakila afirmou não fazer parte da investigação do MPMS, tampouco seu fundador, Urandir Fernandes. O imóvel do Jornal Impacto, alvo da operação, estava em reforma com uma placa que dizia ser futuro lar da empresa "Dákila Comunicação". 

21/01/2026 14h15

Duas operações foram deflagradas nesta quarta-feira (21)

Duas operações foram deflagradas nesta quarta-feira (21) FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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O Grupo Dakila, grupo voltado à pesquisa e inovação nas áreas de arqueologia, ciência e tecnologia, afirmou que não está envolvido nas operações de investigações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), deflagradas na manhã desta quarta-feira (21)

O Grupo, criado pelo cientista Urandir Fernandes de Oliveira, reiterou que não possui vínculo ou relação com os fatos investigados pelo Gaeco, que envolvem fraudes em licitações  no município de Terenos em 2021. 

Em nota, a diretoria afirmou que as diligências não foram realizadas nos imóveis pertencentes ao grupo ou ao proprietário, mas em um imóvel vizinho, “sem qualquer vínculo jurídico, patrimonial ou operacional com o grupo ou com seu fundador”. 

A primeira suspeita do envolvimento de Urandir se deu pelo envolvimento do cientista com Francisco Elivaldo "Eli" de Sousa, proprietário do Grupo Impacto Mais de Comunicação. Urandir e Eli são tidos como amigos e "parceiros", em uma espécie de relação societária. No entanto, o advogado do Jornal Impacto já havia adiantado que nem o Grupo Dakila nem Urandir fariam parte desta investigação em específico. 

Pai do E.T Bilu

Em 2021, Urandir aparece como o responsável por criar o Ecossistema Dákila, que engloba a Cidade Zigurats; Faculdade e Instituto Dákila Pesquisas; BDM Digital e Bank, além de outros empreendimentos como loja de materiais de construção, comercialização de vinhos, cosméticos e até empresa de viagens.

Nascido em Marabá Paulista mas eleito "cidadão ilustre" de Rochedo, é mestre em histórias que brincam com o imaginário popular, sendo diretor do longa-metragem "Terra Convexa" e responsável por propagar o ET Bilu, de Corguinho para o mundo.

Além disso, ele chegou até mesmo a convencer o ex-secretário Especial da Cultura, Mario Frias - como bem acompanha o Correio do Estado -, sobre a existência de Ratanabá, a cidade perdida no meio da Amazônia.

Collusion e Simulatum

No raiar do dia desta quarta-feira (21), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul confirmou que o Gaeco deflagrou duas operações simultâneas para desarticular suposto esquema de fraude em licitações, mirando a prisão de pelo menos seis envolvidos. 

Conforme o MPMS em nota, as operações em questão foram batizadas de "Collusion" e "Simulatum", remetendo os supostos acordos que seriam firmados de forma ilícita para fraudar contratos entre os investigados, bem como fazendo referência às competições simuladas para dar credibilidade aos processos licitatórios. 

Em Campo Grande - como bem acompanha o Correio do Estado pelas ruas da Capital -, o Gaeco amanheceu na porta do Jornal Impacto, uma empresa de comunicação da Capital que pertence a Francisco Elivaldo "Eli" de Sousa.

Segundo o texto divulgado pelo Ministério Público, as operações, através do Grupo de Atuação Especial e da 1ª Promotoria de Justiça de Terenos, miram o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e pelo menos 30 de busca e apreensão. 

Em Campo Grande, os agentes do Gaeco e Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul estiveram em dois endereços que ficam basicamente um de frente para o outro: o Jornal e a casa que seria residência de Francisco Elivaldo, conhecido como Eli Sousa, o proprietário do Grupo Impacto Mais de Comunicação. 

A princípio, a empresa de comunicação Jornal Impacto seria o alvo em questão, já que o proprietário teria saído de sua residência e atravessado a rua para adentrar o outro estabelecimento que fica logo em frente acompanhado do Gaeco.

Francisco Elivaldo "Eli" de Sousa, aparece como proprietário do Grupo Impacto Mais de Comunicação, que possui em seu "guarda-chuva" empresas de rádio, revista e portal de notícias online, passando de radialista e jornalista para empreendedor com o passar do tempo. 

Conforme Renan Augusto Vieira, advogado do Jornal Impacto, o grupo ficou ciente da operação agora pela manhã, permanecendo à disposição das autoridades. "Até que tenhamos, no caso, conhecimento dos fatos para serem apurados, aí nós nos manifestaremos", disse. 

 

*Colaborou Leo Ribeiro

Cidades

Casal é preso por crime ambiental com caixas de amianto

Juntos, dupla foi condenada a pagar fiança de R$ 14,5 mil

21/01/2026 14h00

Divulgação/PCMS

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Um homem de 57 anos e uma mulher 60 anos foram presos em flagrante pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turismo (DECAT) ao descartarem irregularmente caixa d’ água antigas de amianto na Rua Lido, Bairro Vila Eliane, esquina com a Avenida Duque de Caxias.

Na sexta feira (16), a Guarda Municipal flagrou três homens efetuando descarte em um terreno público na Vila Eliane e os conduziu à DECAT onde foram autuados em flagrante.

Em depoimento, os homens afirmaram que só efetuaram o descarte porque um homem havia autorizado, se apresentando como proprietário do terreno e cobrando pelo serviço a quantia de R$ 150,00.

Os policiais da DECAT retornaram ao local para confirmar a denúncia de que o homem autorizava o descarte no local como se  fosse dono e, por volta das 15h40m surpreenderam um veículo Fiat Uno encostar e um casal descartar restos de caixas de água de amianto. A polícia prendeu a dulpa em flagrante, recolheu o amianto e o recolocou no veículo para o descarte correto.

Na DECAT a mulher pagou fiança de R$ 4.863,00 e foi solta. Por ser reincidente e por explorar o terreno, para o homem foi arbitrado fiança no valor de R$ 9.726,00, porém ele alegou falta de recursos e será apresentado ao Juiz de Custódia. Ele ainda está proibido de entrar ao terreno.

Eles responderão pelo crime de causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortalidade de animais ou a destruição significativa da flora. Art. 54, da Lei 9.605/98.

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