Cidades

PÓS GRADUAÇÃO

UFMS anuncia cinco novas pós-graduações; confira

Novos programas de residência uni e multiprofissional serão ofertados em Campo Grande, Paranaíba, Corumbá e Três Lagoas

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Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aprovou a criação de cinco novas pós-graduações nos câmpus de Campo Grande, Paranaíba, Corumbá e Três Lagoas.

Os novos cursos são programas de residência uni e multiprofissional na área da saúde. Confira:

  • Programa de Residência Multiprofissional em Atenção à Saúde da Criança – Câmpus Cidade Universitária (Campo Grande)
  • Programa de Residência Uniprofissional em Odontologia Hospitalar – Câmpus Cidade Universitária (Campo Grande)
  • Programa de Residência Uniprofissional em Psicologia Clínica – Câmpus Paranaíba
  • Programa de Residência Uniprofissional em Psicologia Clínica – Câmpus Pantanal (Corumbá)
  • Programa de Residência Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica – Câmpus Três Lagoas

“Em 2026, a Universidade celebra a aprovação de novos programas de residência uni e multiprofissional em diversas áreas de concentração e em quatro câmpus da UFMS. Só a maior e melhor Instituição de ensino pública de MS poderia trazer uma notícia como essa já no início do ano!”, informou a instituição, por meio de nota publicada nas redes sociais.

Além das novas pós-graduações anunciadas, a UFMS ainda oferta 36 mestrados acadêmicos, 11 mestrados profissionais, 21 doutorados acadêmicos, 28 especializações, 3 residências multiprofissionais e 3 residências uniprofissionais.

UFMS

A UFMS tem:

  • 32.162 acadêmicos (graduação), sendo 55,58% mulheres e 44,42% homens
  • 146 cursos (graduação), sendo 68,97% presenciais e 31,03% EaD
  • 10 bibliotecas
  • 2 bases de pesquisa (Bonito e Pantanal)
  • 1 fazenda escola (localizada em Terenos)

 

 

Além disso, possui 63 anos de história e 46 de federalização (após divisão do Estado). A universidade tem 10 polos de Educação à Distância (EaD) e 10 campus localizados em Campo Grande, Aquidauana, Corumbá, Chapadão do Sul, Três Lagoas, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba e Ponta Porã.

As formas de ingressar na UFMS são por meio de vestibular, PASSE e Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

PREVISÃO

MS continua em alerta para tempestade e semana deve ser chuvosa

As condições chuvosas são influência do ciclone extratropical que se formou no Uruguai e atingiu estados do Sul do Brasil

11/01/2026 15h45

Domingo foi chuvoso na Capital

Domingo foi chuvoso na Capital FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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Mato Grosso do Sul continua em alerta de perigo potencial para tempestades durante este domingo (11) até, pelo menos, o final da tarde de segunda-feira (12). 

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), todo o Estado está sujeito a volumes de chuvas de até 50 milímetros no dia, acompanhadas de ventos intensos até 60 km/h. 

As condições estão associadas à passagem de um ciclone extratropical, o primeiro de 2026, que se formou na madrugada de sábado (10) entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul. 

O sistema de baixa pressão associado a uma frente fria impulsiona as chances de chuvas sobre Mato Grosso do Sul e o estado de São Paulo. 

Durante a semana, as chances de chuva continuam em grande parte do Estado. Na Capital, é esperado temporal na noite de segunda-feira (12) e temperatura máxima de 28°C. Até quinta-feira, as condições esperadas são de sol durante o dia e pancadas de chuva à noite. 

Em Dourados e região, a máxima não passa dos 31°C nesta semana. São esperadas chuvas fortes durante a noite de hoje (11) e pancadas até quinta-feira (15). Há aumento da nebulosidade no decorrer dos dias e temperatura mínima de 20°C na terça-feira (13). 

Já em Corumbá, chove rápido a partir de quarta-feira (14), mas o tempo fica nublado durante toda a semana. As máximas variam entre 28°C e 32°C e as mínimas ficam entre 23°C e 24°C.

Na região Cone-Sul do Estado, especialmente em Ponta Porã, chove rápido na terça-feira (13) depois de uma segunda-feira de Sol. As mínimas esperadas são de 18°C a 22°C e as máximas chegam a 32°C. 

Cuidados

Com os alertas e a previsão de ciclone, a Energisa MS enfatizou cuidados necessários a serem tomados durante as tempestades, especialmente com relação à eletricidade. 

Para o coordenador operacional da empresa, Marcelo Santana, as fortes rajadas de vento podem provocar queda de árvores, de cabos de energia e outros objetos podem ser arremessados com o vento contra a rede elétrica. 

“Um dos cuidados necessários é nunca se aproximar ou tocar em cabos elétricos caídos no chão, nem em objetos lançados na rede. Acione a Energisa imediatamente”, alertou. 

Outros cuidados reforçados pela Energisa são: 

  • Mantenha distância de janelas, portas metálicas e estruturas que possam conduzir energia;
  • Evite o uso de aparelhos eletrônicos ligados à rede elétrica; 
  • Se houver sinais de curto-circuito, faísca ou alagamento próximo à tomada, desligue o disjuntor geral da casa e aguarde em um lugar seguro.

A empresa ainda reforça que, caso seja preciso, os clientes podem entrar em contato por meio dos canais de atendimento, seja para registrar queda de energia, como alertar sobre fios soltos e galhos caídos sobre a rede elétrica. 

Os canais para atendimento são: 

  • Aplicativo Energisa On (Android e iOS) 
  • Site: energisa.com.br 
  • WhatsApp (Gisa): www.gisa.energisa.com.br / (67) 99980-0698
  • Call Center: 0800 722 7272

INVESTIGAÇÃO

Após sair do trabalho, campo-grandense desaparece no Japão

Trabalhador que vive há 20 anos no país asiático não faz contato desde o dia 22 de dezembro e família pede apoio das autoridades brasileiras

11/01/2026 15h30

Kennedy teria deixado a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade

Kennedy teria deixado a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade Reprodução

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Um campo-grandense de 38 anos, morador da cidade de Oizumi, na província de Gunma, Japão, está desaparecido desde o dia 22 de dezembro e a família vive dias de angústia sem qualquer informação sobre seu paradeiro. Kennedy Kashiwabara, que vive há cerca de 20 anos no país asiático, foi visto pela última vez após sair do trabalho e, desde então, não fez mais contato com parentes, amigos ou colegas de serviço. 

De acordo com o portal RPJ News, Kennedy deixou a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade. Amigos relatam que ele teria comentado que voltaria a pé para casa, mas não chegou ao destino e não retornou mais ao serviço, o que chamou atenção de pessoas próximas, já que o comportamento é considerado totalmente fora do padrão. 

O pai do rapaz, Cassemiro Kashiwabara, contou que, no mesmo dia, o filho havia se envolvido em uma discussão no ambiente de trabalho. Kennedy teria suspeitado que um colega brasileiro teria adulterado a máquina que ele operava, o que gerou um desentendimento. Para tentar acalmar a situação, os supostos colegas o convidaram para ir ao bilhar após o expediente, última vez que ele foi visto.

Desde então a família não teve mais nenhum tipo de contato com Kennedy. O desaparecimento foi oficialmente registrado junto à polícia japonesa, que já iniciou os procedimentos de apuração, mas até o momento não apresentou novidades sobre o caso.

Ainda segundo informações repassadas à família, a polícia japonesa entrou em contato com o chefe de Kennedy, que estaria fora do Japão, em viagem às Filipinas. Paralelamente, familiares também tentaram buscar apoio da Embaixada do Brasil e de consulados brasileiros, mas relatam que, até o momento, não obtiveram retorno. 

No Brasil, um dos irmãos de Kennedy também tem tentado levantar informações, mas enfrenta dificuldades até mesmo para conseguir fotos recentes do rapaz, o que tem limitado a divulgação do caso e a mobilização de redes de apoio.

Kennedy é divorciado e pai de dois adolescentes, de 14 e 15 anos, que moram na mesma cidade japonesa onde ele vivia. Segundo o pai, os filhos ainda não foram informados sobre o desaparecimento.

“A intenção é poupá-los, assim como a ex-esposa, que está grávida, desse sofrimento até termos alguma informação concreta", disse.

Especialistas apontam que, após 15 dias sem notícias, o desaparecimento de um adulto passa a ser classificado como de longa duração, o que aumenta a necessidade de investigações mais aprofundadas e ações coordenadas entre autoridades locais e representações diplomáticas.

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