Cidades

violência no trânsito

Vídeo flagra Frontier de universitário atingido carro de bacharel em Direito

Nas imagens é possível ver quando o carro de Carolina é atingido

MARIANE CHIANEZI e LUANA RODRIGUES

08/11/2017 - 17h11
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A Polícia Civil analisa vídeo registrado por câmera de segurança de estabelecimento comercial em que mostra o momento em que caminhonete de João Pedro da Silva Miranda Jorge, 23 anos, colide com o carro da bacharel em Direito, Carolina Albuquerque Machado, de 24 anos. No veículo também estava o filho dela, de 3 anos. Veja o vídeo a baixo.

No vídeo, na lateral direita, próximo a marcação do horário, é possível ver o carro de Caroline avançando o sinal vermelho ao cruzar o canteiro da Avenida Afonso Pena. Logo depois, a caminhonete de João Pedro, que vinha em alta velocidade, atinge o veículo. Após a batida, o carro da jovem é arrastado por vários metros. 

O delegado da 3ª Delegacia de Polícia, Geraldo Marin, disse que as imagens serão encaminhadas para perícia e a partir dos resultados ele irá identificar se o acidente foi doloso ou culposo.

Na investigação, quatro pessoas já foram ouvidas e são consideradas testemunhas do acidente. Marin ainda revelou que mais três pessoas participaram de oitivas, sendo uma pessoa que se apresentou espontaneamente na unidade, o pai de João Pedro e o próprio suspeito.

Depois dos depoimentos, o delegado encaminhará ofício ao Detran/MS para poder saber quantas e quais multas o veículo do suspeito possui, e esperar os laudos ficarem prontos.

O motorista da Nissan Frontier pode responder por homicídio doloso, omissão de socorro e conduzir veículo em alta velocidade.

VEJA VÍDEO

Pesquisa

Apostas de bets mais atraem homens, bolsonaristas e quem tem renda intermediária, diz pesquisa

Estudo investiga a prática de jogos online em diversas categorias, como região do País, gênero, religião, renda e posicionamento político

17/04/2026 14h15

Foto: Divulgação

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 17, revela que 29% dos brasileiros têm o hábito de fazer apostas esportivas pela internet, conhecidas como bets. Em contrapartida, a maioria (71%) afirma não ter o costume de apostar.

O estudo investiga a prática de jogos online em diversas categorias, como região do País, gênero, religião, renda e posicionamento político.

No recorte religioso, entre os católicos, 34% afirmam ter o hábito de apostar, enquanto, entre os evangélicos, o porcentual é de 23%.

Quanto às convicções políticas, os eleitores que se identificam como "bolsonaristas" são os que mais apostam (33%), seguidos pelos "independentes" (31%).

Entre os que se declaram de "esquerda não lulista" e "lulista", os porcentuais são de 27% e 26%, respectivamente. Já o grupo "direita não bolsonarista" apresenta o menor índice, com 25%.

No que diz respeito à renda familiar, a faixa de 2 a 5 salários mínimos apresenta a maior proporção de apostadores habituais (32%). Entre os que recebem até 2 salários mínimos, o porcentual é de 24%, e entre os com renda superior a 5 salários mínimos, 26%.

Por região, o Sul se destaca com o maior porcentual de apostadores habituais (37%), seguido pelo Sudeste (29%), Centro-Oeste/Norte (27%) e Nordeste (25%).

Na comparação entre homens e mulheres, o levantamento aponta diferença significativa: 33% dos homens têm o hábito de apostar, contra 21% das mulheres.

Em relação à faixa etária, os dados mostram distribuição relativamente equilibrada. Tanto no grupo de 35 a 59 anos quanto no de 60 anos ou mais, 30% dos entrevistados mantêm o hábito de apostar. Entre os jovens de 16 a 34 anos, o porcentual é de 27%

A pesquisa indica ainda que o nível de escolaridade influencia o comportamento dos apostadores. Pessoas com ensino médio são as mais assíduas, com 31% declarando apostar. Entre aqueles com ensino fundamental, o índice é de 24%, enquanto entre os que possuem ensino superior, é de 28%.

O estudo ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas presenciais em domicílios. 

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Saúde

Profissionais da saúde de 4 cidades recebem treinamento para frear chikungunya em MS

Capacitação será para profissionais de Fátima do Sul, Nioaque, Itaporã e Jardim

17/04/2026 13h45

Foto: Divulgação / SES

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Para ampliar a capacidade de atendimento à população frente à epidemia de chikungunya em Mato Grosso do Sul, profisionais da Saúde em Fátima do Sul, Nioaque, Itaporã e Jardim receberão capacitação com especialistas para atuar nas Unidades Básicas de Saúde dos respectivos municípios. 

Com foco na organização da assistência, apoio operacional e qualificação do monitoramento epidemiológico, o reforço foi definido em reunião junto à Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul no último dia (15), encontro que contou com representantes da Defesa Civil Estadual. 

Crhistinne Maymone, secretária de Estado de Saúde em exercício, destacou o alinhamento entre os entes envolvidos.

“Estamos conduzindo esse trabalho de forma integrada, com definição clara de responsabilidades e acompanhamento contínuo. Essa articulação é fundamental para garantir efetividade nas ações e resposta rápida à população”, afirmou. A Defesa Civil também contribuirá com o planejamento das ações e apoio logístico às equipes em campo.

Segundo o Coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, Hugo Djan Leite, a articulação entre as instituições fortalece a resposta no território.

“Estamos organizando as frentes de trabalho com definição de rotas, divisão de equipes e apoio direto aos municípios. Esse alinhamento garante mais agilidade e precisão na resposta às demandas”, destacou.

Cenário

Atualizado nesta quinta-feira (16) pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o boletim epidemiológico traz 12 mortes por chikungunya em todo o Estado, índice que representa 63% das mortes por essa arbovirose em todo o País.  

Chikungunya em MS

Distante aproximadamente 231 quilômetros da Capital, o município sul-mato-grossense de Dourados é o "epicentro" da chikungunya em MS. Por lá, foram confirmadas oito mortes por chikungunya neste ano, com os demais óbitos registrados em: 

  • Bonito (01 morte);
  • Fátima do Sul (01 morte);
  • Jardim (02 mortes).

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, dois óbitos seguem em investigação, em um universo de 5.352 casos prováveis e outros 2.639 confirmados. 

*Colaborou Leo Ribeiro 

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