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3 pratos tipicamente brasileiros para você fazer em casa nas férias e finais de semana

O especialista gastronômico Helder Silveira pensou em três pratos incríveis que agregam sabor e identidade ao nosso país para compartilhar com o Correio B+ desta semana

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E para começar o novo ano no espírito do nosso país, com novas inspirações e objetivos, nada melhor que a nossa gastronomia para aproveitarmos as férias de janeiro e finais de semana com a familia e amigos não é mesmo? 

Fazendo parte do folclore e da cultura nacional, temos diversos pratos que conseguem representar muito bem o nosso povo, seja pela esperança ou aquela constate alegria que só o brasileiro tem e nos contagia.

E para tantas celebrações, quem entra em cena na gastronomia do B+ desta semana é o especialista gastronômico Helder Silveira diretamente de São Paulo. Ele compartilhou com a gente três pratos incríveis e bastante conhecidos que agregam sabor e identidade a nossa culutra e culinária que é referencia no mundo todo.

Confira!

*Churrasco
Com uma boa música e muita alegria, o churrasco é mais que um preparo, ele é uma celebração. 

Ingredientes:

  • Carne bovina, que pode ser costela, picanha, alcatra ou outra.
  • Linguiça para churrasco, coração de frango, asa de frango, pão de alho e outras carnes para assar.
  • Sal grosso e temperos


Modo de preparo:

Espetar de pedaço a pedaço no espeto, passar o sal ou tempero natural e colocar no fogo.
Não existe mistério, basta ficar passando a carne e vendo se está no ponto.
Algumas pessoas preferem mal passada, outras não.
Importante ir olhando e, conforme a carne for ficando bem corada, retire e sirva.

Observação:
O churrasco pode ser bem acompanhado de farofa, salada de maionese, vinagrete e mandioca cozida.
 

*Baião de Dois

Esse prato traduz um pouco da ousadia e da criatividade do brasileiro. Típico do Nordeste e da região Norte do país, a receita é uma explosão de sabores. 

Ingredientes:

  • 1/2 kg de feijão verde
  • 1 paio cortado em rodelas
  • 2 tabletes de caldo de carne
  • 1 cebola ralada
  • 1 dente de alho amassado
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • meia colher de sopa de coentro
  • 2 xícaras e uma e meia de chá de arroz
  • 200 g de queijo de coalho cortado em fatias finas


Modo de preparo:

Deixe o feijão de molho de véspera. No dia seguinte cozinhe-o juntamente com o caldo de carne e 2,5 litros de água fria. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 1 hora.
Em outra panela doure o paio, a cebola e o alho, no óleo. Junte o coentro e o arroz e refogue bem. Acrescente o feijão já cozido, juntamente com o caldo. Misture bem, tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Cubra o arroz com as fatias de queijo. Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo.
Sirva acompanhado de carne-de-sol frita ou assada.

                                        Baião de Dois - Divulgação


*Feijoada

Carregada de história, esse prato é tido como um dos mais populares do nosso país, sendo reconhecido até internacionalmente. 

Ingredientes:

  • 1 Kg de feijão preto
  • 100 g de carne seca
  • 70 g de orelha de porco
  • 70 g de rabo de porco
  • 70 g de pé de porco
  • 100 g de costelinha de porco
  • 50 g de lombo de porco
  • 100 g de paio
  • 150 g de lingüiça portuguesa
  • 2 cebolas grandes picadinhas
  • 1 maço de cebolinha verde
  • 3 folhas de louro para gosto
  • 5 a 6 dentes de alho
  • Pimenta do reino
  • 1 ou 2 laranjas caso queira


Modo de preparo:

Coloque as carnes de molho por 36 horas ou mais, vá trocando a água várias vezes, se for ambiente quente ou verão, coloque gelo por cima ou em camadas frias.
Coloque para cozinhar passo a passo: as carnes duras, em seguida as carnes moles.
Quando estiver mole coloque o feijão, e retire as carnes.
Quando tudo estiver pronto, tempere o feijão.

Feijoada brasileira - Divulgção

SAÚDE

Entenda o que muda com o fim da patente do Ozempic

Especialistas explicam o impacto que a popularização da semaglutida deve causar no acesso, nos preços e na saúde pública, além dos desafios regulatórios, os riscos do uso indiscriminado e o longo caminho até a chegada dos biossimilares às farmácias

23/03/2026 08h00

Fim da exclusividade abre caminho para a produção de versões biossimilares, que prometem reduzir o preço e ampliar o acesso

Fim da exclusividade abre caminho para a produção de versões biossimilares, que prometem reduzir o preço e ampliar o acesso Reprodução

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Na sexta-feira, o cenário farmacêutico brasileiro e mundial marcou um ponto de inflexão com a expiração da patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, medicamentos que se tornaram fenômenos globais no tratamento do diabetes tipo 2 e, mais recentemente, da obesidade.

Detida pelo laboratório dinamarquês Novo Nordisk, a exclusividade sobre a molécula chegou ao fim, abrindo caminho para uma nova era de concorrência que promete alterar drasticamente o acesso, os preços e a dinâmica do mercado de saúde no País.

AUMENTO DA CONCORRÊNCIA

Do ponto de vista legal e comercial, a expiração da patente representa um marco significativo. De acordo com Denise Basílio, Doutora em Ciências Farmacêuticas e coordenadora do curso de Farmácia da Estácio, a mudança é estrutural.

“Quando a patente de um medicamento como a semaglutida expira, a empresa titular perde a exclusividade de comercialização, permitindo que outras indústrias produzam versões equivalentes. A partir desse ponto, ocorre o aumento da concorrência no mercado, levando à redução significativa dos preços e ampliando o acesso da população ao tratamento”, explica.

Patrícia Pacheco, Doutora em Saúde e Desenvolvimento e coordenadora do curso de Biomedicina da Estácio, complementa que a abertura do mercado é um direito adquirido por outras empresas, desde que cumpram rigorosamente as exigências regulatórias.

“Na prática, abre-se o mercado à concorrência, o que tende a ampliar o acesso e reduzir preços ao longo do tempo”, afirma.

No entanto, ambas as especialistas são enfáticas ao pontuar que o direito jurídico de produzir não se traduz em disponibilidade imediata nas prateleiras das farmácias. Isso porque, apesar de juridicamente as empresas já poderem iniciar seus processos, a prática exige tempo e investimento.

“Mesmo após a expiração da patente, outras empresas ainda precisam desenvolver o produto, comprovar sua segurança e eficácia e obter aprovação da Anvisa, além de lidar com possíveis patentes secundárias, o que pode atrasar a entrada no mercado”, detalha Denise Basílio.

O processo de aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é longo e rigoroso, especialmente para um biossimilar. Enquanto um genérico comum pode levar meses a alguns anos para ser aprovado, um biológico pode demandar vários anos.

“A Anvisa exige estudos de bioequivalência, controle de qualidade rigoroso, inspeções de boas práticas de fabricação e análise detalhada do dossiê técnico. Em média, leva de 1 a 3 anos, dependendo da complexidade do medicamento. Para moléculas complexas como a semaglutida, esse prazo tende a ser maior”, explica Patrícia.

CAPACIDADE PRODUTIVA

Além disso, a demanda global elevada e a capacidade produtiva limitada de poucos fabricantes podem gerar um descompasso.

“Pode haver demora devido à capacidade produtiva limitada, dificuldades técnicas e demanda global elevada, até porque os medicamentos dessa classe estão associados ao tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, atualmente com enorme procura”, acrescenta Denise.

O Brasil possui expertise em biotecnologia, mas a produção de um fármaco tão complexo esbarra em limitações de infraestrutura.

“O Brasil tem capacidade de produzir, mas, na prática, tende a depender parcialmente de importação, pelo menos no início. A produção de moléculas complexas como a semaglutida exige infraestrutura muito avançada, alto investimento e domínio tecnológico específico”, analisa Denise Basílio.

Patrícia Pacheco corrobora essa visão. “O Brasil possui alguma capacidade em biotecnologia, mas ainda é dependente de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) importados, principalmente da Ásia e Europa. É provável que, inicialmente, haja forte dependência externa, com produção local gradual,” acrescenta.

BIOSSIMILARES

Um dos pontos cruciais que diferenciam a semaglutida de outros medicamentos é a sua complexidade. Diferente de fármacos tradicionais, como um anti-inflamatório ou analgésico, a semaglutida é um peptídeo sintético produzido por biotecnologia, envolvendo sistemas celulares vivos e processos químicos altamente sofisticados.

Denise Basílio explica que, por isso, a tendência não é o surgimento imediato de genéricos clássicos, mas sim de biossimilares.

“A semaglutida é conhecida por ser um medicamento biológico complexo e não uma molécula química simples. É praticamente impossível fazer uma cópia idêntica em todos os detalhes estruturais e funcionais. Em vez de genéricos clássicos, surgem os biossimilares, que são versões altamente semelhantes, mas não idênticas, e precisam passar por estudos rigorosos para comprovar que têm a mesma eficácia, segurança e qualidade clínica”, pontua.

Esse controle de qualidade é, segundo Denise Basílio, assegurado pela Anvisa. “A Anvisa garante que medicamentos tenham a mesma eficácia e segurança por meio de um processo rigoroso de avaliação. Para biossimilares, são exigidos estudos rigorosos para demonstrar que o desempenho clínico é equivalente ao original”, explica.

Sobre a experiência dos pacientes, a médica Mariana Vilela explica que em alguns casos pode haver diferença nos sintomas entre o medicamento original e o biossimilar.

“O que muda de um medicamento original para um genérico é apenas o laboratório. O princípio ativo é o mesmo. A eficácia é muito parecida, mas sem sombra de dúvidas, quando falamos de medicação, o padrão ouro é o original, porque ali todos os veículos foram testados e o melhor está sendo utilizado. O paciente pode sentir, em sua individualidade biológica, que o genérico não funciona tão bem quanto o original. Isso não é uma regra, mas uma particularidade de cada organismo”, afirma.

BARATEAMENTO

A principal promessa da quebra de patente é a redução de preços. Atualmente, o Ozempic custa em média entre R$ 1.000 e R$ 1.200, um valor proibitivo para grande parte da população. Com a entrada de concorrentes, a expectativa é de uma queda significativa.

De acordo com Denise Basílio, a redução segue um padrão legal e mercadológico. “No Brasil, os medicamentos genéricos costumam ser significativamente mais baratos que os de referência, com redução mínima legal de cerca de 35% e, na prática, valores frequentemente entre 50% e 60% menores, podendo ser ainda mais baixos conforme a concorrência no mercado”, destaca.

No entanto, Patrícia Pacheco adverte que essa queda não será imediata. “Geralmente leva tempo. No início, poucos fabricantes entram no mercado, mantendo preços relativamente altos. À medida que mais empresas passam a produzir, a competição se intensifica e os preços caem progressivamente”, pontua.

Com o barateamento e a popularização, o aumento do uso indiscriminado e da circulação de produtos irregulares se torna um risco latente. A médica Mariana Vilela alerta para a possibilidade de um aumento no uso sem prescrição.

“O risco do aumento do uso indiscriminado com o barateamento existe, mas mesmo com valor alto a gente já sofria esse risco devido aos contrabandos e ao uso de medicamentos de procedência duvidosa. O que a gente tem que investir é em educação em saúde para a população, para que entendam que emagrecer por conta própria não é sinônimo de saúde”, adverte.

Denise Basílio complementa sobre o perigo do aumento da circulação das versões irregulares. “A queda da patente pode aumentar o risco de circulação de versões irregulares ou manipuladas, especialmente em medicamentos de alta demanda. Isso ocorre porque o interesse comercial cresce rapidamente, e antes que versões aprovadas estejam disponíveis, podem surgir produtos sem registro, importações irregulares ou formulações manipuladas sem comprovação adequada de eficácia e segurança”, explica.

Para se proteger, o consumidor deve estar atento. “Para garantir que um medicamento seja seguro, o consumidor deve verificar se ele possui registro na Anvisa, adquirir apenas em farmácias confiáveis, observar se a embalagem contém informações completas [como lote, validade e fabricante] e evitar produtos com preços muito abaixo do mercado”, orienta Denise.

DISPONIBILIZAÇÃO NO SUS

A queda de preço abre uma janela de oportunidade para a incorporação da semaglutida no Sistema Único de Saúde (SUS), atualmente restrita a casos muito específicos de diabetes tipo 2 em última linha de tratamento.

Mariana Vilela acredita que a redução de custos facilita a negociação, mas destaca a necessidade de vontade política.

“A queda do preço pode facilitar a incorporação, mas a questão é ter iniciativa governamental para isso. Precisamos de um acordo comercial bem feito, como foi feito nos Estados Unidos, um incentivo fiscal federal para que haja esse tipo de parceria”, afirma a médica.

O impacto de um acesso ampliado à população teria impactos profundos na saúde pública.

“Com acesso maior, eu tendo a controlar melhor doenças como diabetes e obesidade, que são a porta de entrada para todas as outras: hipertensão, dislipidemia, câncer, doenças autoimunes. Quando eu controlo diabetes e obesidade, eu controlo tudo”, afirma Mariana Vilela.

“Isso pode gerar um custo maior em medicamentos na atenção primária, mas reduz custo em UTI, em hospitais, em procedimentos como cateterismos. É focar na prevenção e não só na remediação”, pontua.

ESTÍMULO

A expiração da patente não significa o fim da inovação. Pelo contrário, pode estimulá-la. “Com o fim da exclusividade, outras empresas passam a competir com versões mais baratas, enquanto a empresa original tende a investir em melhorias para se manter competitiva, como novas formulações, combinações terapêuticas ou novas indicações clínicas”, explica Denise Basílio.

O caso da semaglutida, segundo as especialistas, serve de modelo para o futuro de outras drogas. “Sem dúvida, o caso da semaglutida pode se repetir com outros medicamentos ‘da moda’, especialmente aqueles com alta demanda clínica ou estética”, conclui Patrícia Pacheco.

“Sempre que um medicamento de alto impacto perde patente, vemos o mesmo ciclo: expansão de acesso, queda de preços e aumento da concorrência”, pontua.

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DIÁLOGO

As sérias pesquisas eleitorais estão servindo como "cadeado" na boca... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (23)

23/03/2026 00h02

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Mario Sergio Cortella - escritor brasileiro

"Um poder que se serve,
em vez de servir,
é um poder que não serve"

Felpuda

As sérias pesquisas eleitorais estão servindo como "cadeado" na boca de esquerdistas, principalmente parlamentares cá dessas bandas. O silêncio chega a ser quase sepulcral diante dos escândalos que estão "saindo pelo ladrão" (ops!) e deixando certas figurinhas carimbadas quietinhas que só.

Por enquanto, a galerinha anda coçando a cabeça para achar narrativa que possa desviar a atenção, colocando o abacaxi para outros descascarem. O problema de quem tem mandato é que não dá mais para jogar no "colo" de Bolsonaro tanta sujeira político-administrativa espalhada. Ui!

Projeto

Ampliação à cobertura do salário-maternidade para garantir o pagamento do benefício a avós, bisavós ou irmãos maiores de idade que assumam a responsabilidade pela criança em caso de falecimento da mãe é o que estabelece projeto de lei na Câmara dos Deputados

Mais

A legislação prevê a transferência do benefício prioritariamente ao cônjuge ou companheiro sobrevivente. O novo texto estende esse direito a outros familiares próximos, desde que detenham a guarda, tutela ou curatela reconhecida judicialmente.

Heitor Miranda Guimarães, comemorando 50 anos hoje
Andresa Rech

Bamburrou

O PL passa a ter a maior bancada no Legislativo estadual, conforme havia sido publicado pelo Diálogo há dias. Do ninho tucano estão chegando Mara Caseiro e José Teixeira. Além deles, Márcio Fernandes deverá deixar o MDB e ingressar nas hostes liberais, e Lucas de Lima que estava sem partido depois do imbróglio vivido com sua antiga sigla, o PDT. Há ainda a possibilidade da filiação do também tucano Paulo Corrêa. Esse time se juntará aos deputados Coronel David, que é líder do G12, e Neno Razuk.

Maioria

O governador Eduardo Riedel chegará ao fim do seu mandato, em 31 de dezembro, com praticamente uma base de apoio formada pela maioria dos 24 deputados estaduais. Oposição à sua administração, apenas os três parlamentares do PT, e João Henrique Catan, do Novo. Como se vê, o cenário na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, portanto, é de céu de brigadeiro para Riedel, que terá todo esse time também atuando para a sua reeleição.

Alegria, alegria!

Para agradar Lula, os vereadores Jean Ferreira e Landmark Rios conseguiram que seus colegas da Câmara Municipal aprovassem projeto de decreto legislativo concedendo o título de visitante ilustre a ele. Sua vinda à Capital está prevista para a COP15, que acontecerá a partir de hoje até o dia 29. E como ninguém é de ferro, também fizeram o mesmo para homenagear a ministra Marina Silva.

Aniversariantes

  • Heitor Miranda Guimarães,
  • Miguel Kabad Filho,
  • Dra. Ísis Maria Morais Santos Goya,
  • Luiz Antônio Saad,
  • Adriana Gomes,
  • Liberato Rodrigues,
  • Grace Georges Bichar,
  • Wilson Mutatsu Taira,
  • Cesar Sanches,
  • Devanir Rodrigues Pereira,
  • Tereza de Mattos Guedes,
  • Zeni Tomigawa,
  • Elza de Almeida,
  • José Silvino,
  • José Cândido de Moura,
  • Olavo Antonio de Oliveira,
  • Lorildes Maria Baseggio,
  • Laerte Perdomo Dias,
  • Marcelo Loureiro,
  • Patricia Balbuena de Oliveira Bello,
  • Edimilson José Santos,
  • Ana Paula Zanquetta,
  • Enilze Carpes Ramos Proença,
  • Dr. José Roberto Jorge Karmouche,
  • Daniela Teixeira Nahas,
  • Dr. Sebastião Paulo da Silva Filho,
  • Dr. Antônio de Souza Ramos Filho,
  • Neilton Silva Santos,
  • José Ireno Ayala,
  • Taciana Machado Simões,
  • Alessandra Proença Leite,
  • Kátia Meudau Lemos,
  • Jorge Ribeiro Brandão,
  • Vitor Moreno de Alcântara Moura,
  • Lêda Ribeiro,
  • Laís Saad Arakaki,
  • José Guilherme Ribas,
  • Aikel Wilson Gazal,
  • Maria Regina Golegã,
  • Alceu Leite de Mello,
  • Lamartine Fernandes,
  • Ariany Arima de Almeida,
  • Cássia Rita Ricci,
  • Oneme de Souza,
  • Robson Kalil Pinheiro,
  • Ezoir Aquino Braga,
  • Nivaldo Gerotti,
  • Ynara Barcelos Arruda,
  • Nelson Cabreira Lopes,
  • Christiane Cardoso da Silva,
  • Manoelina Neves Serafin,
  • Paulo Henrique Miyahira,
  • Sonia Pereira dos Santos,
  • Ana Luzia de Jesus Souza,
  • Edivaldo Luis Silva Ferreira,
  • Edson José Borges,
  • Valter Ribeiro de Araújo,
  • Forentina Delong Favaro,
  • Marilza Helena Diniz Cabreira,
  • Milton Medeiros Saratt,
  • Paulo Yamashita,
  • Rosilene Francisca da Silva,
  • Ivone Fernandes de Barros Araújo,
  • Aguinaldo Cardoso,
  • Marilene dos Passos Nantes,
  • Ademar Mariano Ribas,
  • Maria Neusa de Souza,
  • Sidney Miranda da Silva,
  • Paulo Hissao Shiota,
  • Adriana Bertoni,
  • Jorge Higa,
  • Osmar Papalia,
  • João Aparecido Bezerra de Paula,
  • Kely Cristina da Silva,
  • Liamar Magda Soler,
  • Vitalino Franco,
  • Luis Roberto Martins de Araújo,
  • Jorge Luis Watthier,
  • Mauricio Fernandes Bueno Filho,
  • Yeda Mara Garcia Ferreira,
  • Alice Conceição Silva Barreto,
  • Nalzira Carmelita de Alencar Menezes,
  • Gilberto Biagi de Lima,
  • Nei Rodrigues Ferreira,
  • Priscila Ziada Camargo Fernandes,
  • Ademar Quadros Mariani,
  • Marcelo Rodrigues Silva,
  • Manoel Lacerda Lima,
  • Janaina Artigas Figueiredo,
  • Marla Diniz Brandão Dias,
  • Maria Gisele Scavone de Mello,
  • Antonio Wanderley Albieri,
  • Izabel Cristina Pereira,
  • Luiz Henrique Ramalho,
  • Tania Alves da Silva,
  • Lenira de Melo,
  • Helena Garcia Lopes,
  • Mário Henrique de Abreu,
  • Maria Elisa Dutra Oliveira,
  • Luiza Barbosa Ribeiro,
  • Ronaldo Silva Brito,
  • Mário Márcio Braga Ferreira,
  • Vânia Francisca de Araújo,
  • Luiz Claudio de Arruda,
  • Rodrigo Tolentino,
  • Tânia Maria de Barros Cardoso,
  • Eduardo Alencar Lima,
  • Carmem Laura Mello,
  • Laura Helena Nunes,
  • Luiz Henrique dos Santos,
  • Carolina Pereira Fernandes.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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