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A energia do Tarô da semana entre 02 e 08 de fevereiro. Desafios e fechamento de ciclo.

O Nove de Paus fala de uma semana que pede fôlego e vigilância. Pode bater a sensação de desgaste, como se você já tivesse ido longe demais, mas é justamente aí que surgem as últimas provas. Desafios importantes para fechamento de ciclos.

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O Nove de Paus surge como um lembrete poderoso: você vence o jogo da vida toda vez que escolhe a coragem e se posiciona por si. Não se trata de confronto pelo confronto, mas de aprender a sustentar seus limites diante de quem tenta controlar, diminuir ou invadir seu espaço.

Cada vez que você se levanta, reafirma sua dignidade, seu valor e o respeito por si mesmo. Essa carta fala de vitórias silenciosas — aquelas que ninguém aplaude, mas que mudam tudo por dentro.

A jornada do Nove de Paus é um verdadeiro testemunho de resiliência e tenacidade. Muitas vezes, não são as grandes batalhas que nos desgastam, mas as pequenas lutas diárias, os conflitos repetidos, as cobranças constantes.

Ainda assim, esta carta afirma: mesmo diante de inúmeros obstáculos, é a força interior e a determinação que nos permitem seguir em frente. Você chegou até aqui porque aguentou mais do que imaginava ser possível.

O Nove de Paus também faz perguntas diretas, quase desconfortáveis: você tem dificuldade de se posicionar por medo de gerar conflito? Sente dificuldade em reconhecer suas próprias forças e conquistas? Busca a validação dos outros para confirmar o seu valor? Ou será que o seu maior adversário é aquela voz interna que sabota, critica e diminui?

O Nove de Paus mostra alguém cansado, ferido, mas ainda de pé. A vitória não exige mais força do que você já tem — apenas constância. Segure mais um pouco. Falta pouco para você chegar lá.

O Nove de Paus fala também de orgulho, mas não daquele orgulho frágil que reage a partir do ego ferido. Trata-se de um orgulho mais profundo: a dignidade de quem construiu o próprio mundo com sangue, suor e lágrimas.

As cicatrizes do passado não são motivo de vergonha; são marcas de sobrevivência. Elas contam a história de quem caiu, levantou e seguiu adiante.

Esta carta também nos lembra da importância de proteger não apenas o nosso espaço físico, mas a nossa energia. Muitas vezes, negligenciamos a necessidade de estabelecer limites não só com os outros, mas conosco.

O bem-estar mental e emocional exige saber dizer “não”, reconhecer quando estamos indo longe demais e respeitar nossos próprios limites. Esses limites funcionam como muralhas sagradas ao redor do santuário da alma.

Mesmo que nada tenha sido fácil até aqui, a escola da vida dura o tornou mais forte do que imagina. E agora, talvez reste apenas um último adversário a enfrentar: a voz interna que insiste em dizer que você não é inteligente o bastante, talentoso o bastante, bom o bastante, bem-sucedido o bastante, forte o bastante. O Nove de Paus surge quando chega a hora de se posicionar diante dessa sombra.

É o momento de erguer limites claros para proteger tudo o que foi construído. Talvez seja hora de parar de dizer “sim” por medo, quando o coração grita “não”. Ser honesto pode contrariar expectativas — e tudo bem. Esta carta pede que você enfrente os agressores do mundo externo, mas, principalmente, aqueles que habitam a sua própria mente.

Defender seus limites não é fechar o coração — é preservar a própria essência. Ao proteger o que é seu, você não apenas afirma seus direitos, mas nutre o espírito e reafirma o seu valor. Seja claro consigo e com os outros. Sustente sua verdade.

O Nove de Paus é o farol que ilumina o caminho da força, do autorrespeito e da resiliência. E se você permanecer em pé, fiel a si mesmo, a vitória já está garantida.

 No trabalho: siga atento. Pequenos ajustes, revisões e constância fazem toda a diferença agora. Sua trajetória já construiu base suficiente — confie nela e não desista no final.

Nos relacionamentos: preservar seus limites será essencial. Diálogos francos ajudam a conter tensões e impedem que o cansaço vire afastamento.

Na energia pessoal: o corpo e a mente podem pedir pausa. Isso não é fraqueza, é consequência de empenho. Respeite seus ritmos, recarregue quando puder e continue.

A semana convida à coragem silenciosa: foco, firmeza e confiança em si. Você aguentou até aqui — e é essa persistência que abre o caminho para o desfecho.

O Nove de Paus traz um convite poderoso: reconhecer, sem dúvidas, a força que já existe dentro de você. Há um chamado para acessar reservas internas que talvez tenham sido esquecidas, mas que seguem intactas e prontas para sustentar qualquer travessia mais difícil.

Os próximos dias carregam uma energia de resistência, regeneração e superação. Existe um potencial claro de retomada — seja emocional, física ou simbólica — como se algo que vinha sendo testado finalmente encontrasse fôlego para seguir adiante.

O Nove de Paus não fala de força impulsiva, mas daquela que nasce da experiência, das batalhas enfrentadas e vencidas, mesmo quando pareciam longas demais. Essa maturidade interior tende a se destacar ao longo da semana: observe-a, confie nela, use-a como base.

Ainda assim, é importante atenção aos ruídos internos. Pensamentos de desistência, de imobilidade ou de descrença — aquelas frases silenciosas como “não adianta tentar” ou “isso nunca muda” — funcionam como sabotadores diretos dessa energia. Eles não descrevem a realidade, apenas limitam o alcance do que pode ser transformado. A semana pede o oposto: abertura, disposição e responsabilidade sobre o próprio poder de agir.

Uma das formas mais alinhadas de atravessar esse período é o exercício da honestidade consigo mesmo. Olhar para dentro, sem julgamento excessivo ou autocrítica destrutiva, mas com coragem e lucidez.

Há camadas profundas de força, talentos e recursos ainda pouco explorados, e este é um momento especialmente fértil para acessá-los. Tudo o que favorece o autoconhecimento — práticas terapêuticas, reflexões profundas, símbolos, o Tarô — ganha potência agora. As respostas que surgirem podem ser mais claras do que se imagina.

Evite se colocar em segundo plano ou se definir a partir da escassez. Aquilo que você busca já faz parte de quem você é; o que muda é o grau de consciência sobre isso.

Revisite mentalmente momentos difíceis que já atravessou e perceba: você chegou até aqui. Hoje, com mais vivência, talvez agisse de outra forma — e isso também é crescimento. Cada escolha consciente amplia seu repertório interno para o futuro.

Não tenha receio dos seus desejos, nem da sua própria verdade. Sustente a honestidade como guia. A sua vida segue um trajeto único, e você carrega todos os instrumentos necessários para conduzi-la. Assuma o comando, construa com presença e seja fiel a si mesmo, independentemente das circunstâncias. Afinal, ninguém mais pode viver a sua experiência — essa missão é exclusivamente sua.

Já atravessamos os confrontos do Cinco de Paus, conquistamos reconhecimento no Seis de Paus, sobrevivemos aos desafios do Sete de Paus e fomos levados por uma ventania de acontecimentos repentinos no Oito de Paus.

Agora, porém, o que se apresenta é o medo. Medo de recomeçar tudo outra vez. Medo de sofrer, de se dedicar, de se esforçar. Medo de seguir, mesmo sabendo que somos capazes. Porque, no fim, “coragem não é a ausência do medo, mas a decisão de que algo é mais importante do que ele”.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Cinema Correio B+

People We Meet on Vacation: uma comédia romântica correta demais para ser memorável

Entre a nostalgia do gênero e a ansiedade emocional da geração atual, o filme acerta no público, mas erra na ambição.

31/01/2026 13h00

People We Meet on Vacation: uma comédia romântica correta demais para ser memorável

People We Meet on Vacation: uma comédia romântica correta demais para ser memorável Foto: Divulgação

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Há algo de paradoxal em People We Meet on Vacation. O filme é frágil como obra cinematográfica, previsível como narrativa e pouco ousado como comédia romântica. Ainda assim, funcionou. Não apenas funcionou, como se transformou em um dos títulos mais assistidos da Netflix, figurando no Top 10 mundial e consolidando-se como fenômeno entre o público jovem.

A explicação não está na qualidade do filme, mas na inteligência de sua fórmula. People We Meet on Vacation é, em essência, uma releitura contemporânea de When Harry Met Sally, com papéis invertidos e sensibilidade adaptada ao espírito do tempo.

Aqui, Alex ocupa o lugar do neurótico, do analítico, do homem que racionaliza sentimentos. Poppy assume a energia expansiva, impulsiva e afetiva que, no clássico de 1989, pertencia a Harry. A dinâmica é familiar, quase confortável, mas raramente surpreendente.

A história acompanha Poppy e Alex, amigos de longa data que transformaram viagens anuais em ritual de intimidade. Durante anos, eles percorrem cidades, compartilham confidências e constroem uma relação que nunca chega a se definir como romance.

Até que algo se rompe. O filme retorna a esse passado por meio de memórias fragmentadas, reconstruindo os momentos que levaram ao afastamento e à inevitável revelação do amor. A estrutura alterna presente e passado, mas sem grandes riscos narrativos. Tudo é calculado para conduzir o espectador ao desfecho esperado.

O filme nasce do romance homônimo de Emily Henry, publicado em 2021 e rapidamente transformado em best-seller. Henry construiu sua reputação explorando relações afetivas marcadas por ironia, melancolia e medo de intimidade, e seu livro traduz com precisão o imaginário sentimental de uma geração que ama com cautela e hesita em nomear sentimentos.

A adaptação preserva essa atmosfera, mas dilui a complexidade emocional do texto em favor de uma narrativa mais palatável e visualmente sedutora.

Tom Blyth e Emily Bader lideram o elenco com performances competentes, mas raramente memoráveis. Blyth constrói Alex como um personagem contido, introspectivo, quase excessivamente racional. Bader dá a Poppy uma energia inquieta, expansiva, mas limitada por um roteiro que prefere a simpatia ao conflito real.

People We Meet on Vacation: uma comédia romântica correta demais para ser memorávelPeople We Meet on Vacation: uma comédia romântica correta demais para ser memorável - Divulgação

A química entre os dois existe, mas não chega a produzir o tipo de tensão emocional que define as grandes comédias românticas. O elenco de apoio funciona como cenário humano, reforçando a sensação de deslocamento e nostalgia que o filme tenta construir, mas sem grandes destaques.

O maior mérito de People We Meet on Vacation não é artístico, mas cultural. O filme entende o público para o qual foi feito. Ele fala a língua de uma geração que prefere o reconhecimento à surpresa, a identificação à complexidade, o conforto à ruptura.

Não há diálogos memoráveis, nem cenas destinadas a atravessar décadas, como em When Harry Met Sally. O que há é uma sucessão de momentos reconhecíveis, calibrados para viralizar nas redes sociais e gerar engajamento emocional.

Por isso, seu sucesso na Netflix é menos um mistério do que um sintoma. People We Meet on Vacation é fraco como reinvenção do gênero, mas eficiente como produto do seu tempo. Ele não reinventa a comédia romântica, apenas a traduz para um público que já não espera que o amor seja grandioso.

E talvez seja justamente por isso que tenha conquistado o Top 10 mundial: porque oferece exatamente o que sua audiência deseja ver.

No fim, o filme se comporta como uma versão domesticada de When Harry Met Sally. Troca a inteligência afiada pelo conforto emocional, o conflito verbal pelo silêncio sentimental e a ambição estética pela eficiência algorítmica. Não é um grande filme, nem pretende ser. É apenas um retrato fiel de uma época em que o amor deixou de ser épico para se tornar administrável.

OPORTUNIDADE

UFMS lança especialização inédita em Dança de Salão em MS

Com 44 vagas, curso de especialização terá início em março e inscrições abertas até 23 de fevereiro

31/01/2026 09h32

Especialização em Dança de Salão da UFMS é a primeira do tipo ofertada em Mato Grosso do Sul

Especialização em Dança de Salão da UFMS é a primeira do tipo ofertada em Mato Grosso do Sul Divulgação

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Pela primeira vez em Mato Grosso do Sul, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) passa a ofertar uma especialização em Dança de Salão. O curso será oferecido pela Faculdade de Educação (Faed) e tem como proposta aprofundar conhecimentos teóricos e práticos de profissionais e interessados na área.

As inscrições seguem abertas até 23 de fevereiro, por meio de edital disponível no site da UFMS. Ao todo, são ofertadas 44 vagas para ingresso em 2026, distribuídas entre ampla concorrência, ações afirmativas e candidatos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Coordenador da especialização, o professor da Faed Marcelo Rosa destaca o fato inédito da iniciativa no Estado. Segundo ele, cursos de pós-graduação voltados à dança ainda são raros no país, especialmente fora dos grandes centros.

“É a primeira vez que essa especialização é realizada em Mato Grosso do Sul. Especializações em dança não são tão comuns, tivemos poucas experiências nesse formato. A ideia é oferecer um espaço para quem gosta, estuda ou trabalha com dança de salão ampliar seus conhecimentos e vivências”, explica.

Além do aprimoramento técnico, o curso propõe uma formação ampla, que envolve questões pedagógicas, artísticas e sociais da dança. A grade curricular inclui disciplinas sobre elementos cênicos, coreográficos e metodológicos, com foco em como ensinar a dança de salão em diferentes contextos.

Entre os conteúdos, também está a dança de salão queer, que aborda discussões sobre gênero e sexualidade.

“Nós temos disciplinas ligadas aos elementos cênicos, coreográficos e metodológicos da abordagem pedagógica, de como se ensina a dança de salão. Na dança de salão queer, por exemplo, temos uma discussão de gênero muito forte e da sexualidade, buscando desconstruir os papéis rígidos de dama e cavalheiro e proporcionar novos horizontes”, ressalta o coordenador.

No eixo prático, os alunos terão contato com diferentes estilos, como tango, forró, samba, lindy hop, west coast swing e forró roots. O curso ainda prevê um aprofundamento nas relações entre psicologia e dança, com ênfase nos impactos positivos da prática para a saúde mental.

“Vivemos em um contexto marcado por ansiedade e depressão. A dança de salão é uma ferramenta importante para trabalhar afetividade, vínculo e bem-estar emocional”, pontua Rosa.

Podem participar do processo seletivo candidatos com diploma de graduação ou curso sequencial de formação, em qualquer área, reconhecido no Brasil ou revalidado quando obtido no exterior. Também serão aceitos diplomas estrangeiros em processo de revalidação, sendo essa etapa obrigatória para a emissão do certificado de especialista.

A taxa de inscrição é de R$ 60. O curso terá 18 mensalidades de R$ 255. Candidatos com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio, comprovada pelo Cadastro Único do Governo Federal, podem solicitar isenção da taxa de matrícula e gratuidade das mensalidades.

As aulas começam no dia 13 de março e serão realizadas de forma presencial, no Laboratório de Dança do curso de Educação Física, no bloco 8 da UFMS, em frente ao portão 20 do Estádio Morenão, em Campo Grande.

Mais informações sobre critérios, cronograma e documentação exigida estão disponíveis no edital da especialização.

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