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A energia do Tarô da semana entre 23 de fevereiro e 01 de março. Humor e novos começos.

Regida pela carta do Louco, a semana vibra com energia de novos começos e espontaneidade. Pode ser um período propício para tomar riscos calculados e explorar novos caminhos.

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O Louco, arcano zero do potencial ilimitado, simboliza a liberdade, o humor e os novos começos: o jovem herói do Tarô que inicia sua jornada aberto às experiências, sem se prender a papéis ou certezas, guiado pela intuição para arriscar, viver o momento e simplesmente dar uma de louco.

Na numerologia, o número zero representa o vazio, o potencial, o estado antes do início e a energia da liberdade, da aventura e do inesperado. Simboliza o começo de um novo ciclo, onde é necessário ter coragem e confiança para seguir em frente.

Como lembra Sócrates: “O segredo da mudança é focar toda a sua energia não em lutar contra o velho, mas em construir o novo.”

Em geral, essa carta aponta para um novo começo e renovado entusiasmo pela vida. Ela expressa o impulso misterioso que nos move em direção ao desconhecido — o chamado para explorar, experimentar e confiar. Representa um espírito jovem e indomável, que se lança ao novo com entrega e naturalidade.

Ao integrar instinto, intuição e sensibilidade, o Louco inaugura mudanças, abre caminhos e amplia o olhar para horizontes ainda não imaginados.

A sabedoria do Louco nasce da ausência de orgulho e de ego: ele não teme parecer “incompetente” nem o riso alheio, porque sabe rir de si mesmo. Por isso, simboliza o momento em que você decide sair da zona de conforto e dar uma virada na vida, atendendo ao chamado do coração mesmo sem saber exatamente para onde vai — um verdadeiro salto de fé que pede confiança no caminho que o Universo revela, como lembra Santo Agostinho: “Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser”.

Sob a perspectiva do filósofo Søren Kierkegaard, esse salto de fé acontece quando a razão já não é suficiente — e, ainda assim, escolhemos seguir adiante. Não é agir sem pensar, mas reconhecer que a vida possui dimensões que não podem ser totalmente calculadas ou provadas.

Saltar, para ele, é um gesto profundamente pessoal: assumir a própria existência com coragem, acolher a incerteza como parte do caminho e confiar no sentido que se revela na experiência vivida.

Mudar de área, empreender, arriscar e seguir novos rumos — essa é a energia do Louco, que desperta o impulso de inovar, aprender e buscar realização pessoal com o frescor e a curiosidade de um espírito jovem.

Este arcano convida você a cultivar uma mente aberta, curiosa e cheia de entusiasmo. Deixe de lado o excesso de cautela e permita-se explorar, deixando para trás medos, preocupações e a ansiedade sobre o que pode ou não acontecer.

O Louco do Tarô é frequentemente comparado ao curinga do baralho, cujo valor e função se transformam conforme o contexto do jogo. Assim como chamamos de “curingas” aquelas pessoas versáteis que se adaptam a diferentes situações, a energia do Louco convida você a agir com mais flexibilidade, ousadia e espontaneidade.

Quando o Louco surge como carta regente, ele convida você para uma nova aventura. É tempo de sair das amarras da rotina e se permitir arriscar. Mesmo que pareça ousado ou improvável aos olhos dos outros, é o momento de se colocar em movimento pelo seu sonho. Dê o primeiro passo sem excesso de análise — comece, e o caminho se revelará.

Permita-se saltar para o território desconhecido das possibilidades. Nunca é possível saber com total certeza o que vai ou não dar certo — por isso, não tenha medo de arriscar. Com o Louco, o excesso de cálculo perde espaço para a coragem de agir. Em vez de focar no que pode perder, volte o olhar para tudo o que pode ganhar e adote uma perspectiva mais otimista. Afinal, muitas vezes é melhor se arrepender do que tentou do que carregar o peso de nunca ter feito.

O Louco é um convite para relaxar, brincar e se permitir sentir alegria. Viva com a leveza de quem redescobre o mundo — ria mais, dance e deixe o coração respirar. Sempre que o medo aparecer, lembre-se da essência do Louco: ele encoraja você a agir apesar das dúvidas, a dar uma chance ao novo e ver no que pode dar. Pode ser uma nova profissão, um novo caminho, uma nova casa, um novo amor, um novo hábito ou simplesmente uma nova forma de olhar a vida.

No fundo, o Louco é feliz porque se libertou das amarras das preocupações e dos receios que o prendiam. Liberte o seu “louco interior”: o desejo do seu coração está à sua espera. Deixe de lado a autocensura que apaga o entusiasmo e solte pensamentos como “o que vão pensar?”. Aprenda a rir de si mesmo, alivie o peso do ego e da necessidade de aprovação. Ao fazer isso, você reencontra a parte mais solar, leve e otimista de si — e a vida fica mais leve não só para você, mas para todos ao seu redor.

O Louco no amor

O Louco tende a criar vínculos a partir da amizade, valorizando a leveza antes de qualquer compromisso. Pode, sim, construir um relacionamento duradouro, desde que preserve sua sensação de liberdade — caso contrário, tende a se afastar. Há uma energia de “vamos ver no que dá”: permita-se sentir, viver o presente e abrir espaço para novas histórias sem a necessidade de controlar tudo.

O Louco no trabalho

No trabalho, ele indica novos caminhos e ousadia: é hora de experimentar, inovar e confiar no aprendizado que vem com cada passo.

O Louco no dinheiro

No campo financeiro, o Louco pede criatividade aliada à cautela consciente: explore oportunidades, mas mantenha o essencial sob controle para evitar excessos, já que sua energia leve pode levar a descuidos e a uma menor atenção aos planos de longo prazo.

Permita-se o Novo

A carta pede menos previsibilidade e mais vida pulsando no presente — mas com consciência: liberdade não é descuido, então evite agir sem considerar as consequências. O Louco sopra ventos de novidade, aventura e expansão, lembrando que, sempre que a rotina pesa, é possível renovar a energia.

Viaje, explore, conheça pessoas e lugares, experimente novos jeitos de existir. O Louco não envelhece porque preserva a curiosidade e o encanto — e o convite final é simples: viver com mais leveza, coragem e um espírito brincalhão.

Como disse Albert Einstein: "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." Então, mantenha o coração aberto e dê espaço para o inesperado.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação

O diretor nacional da Prepara IA, descomplica conceitos e reforça a importância de alinhar a escolha acadêmica ao projeto de vida

21/02/2026 15h00

Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação

Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação Foto: Divulgação

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Decidir qual graduação fazer ainda é um dos maiores dilemas para jovens que estão ingressando no ensino superior. Para apoiar estudantes nesse momento decisivo, Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, explica, de maneira objetiva e acessível, as diferenças entre bacharelado e licenciatura, formatos de cursos que geram dúvidas para aqueles que buscam uma graduação para começar 2026 com o pé direito.  

“Muitos jovens escolhem a graduação sem ter clareza sobre as diferenças entre os formatos. Por isso, é importante considerar fatores como estilo de vida desejado, rotina profissional e objetivos de longo prazo para que a escolha seja segura e coerente com os sonhos de cada um”, revela Leonardo.

Sobre a escolha: 

Segundo o especialista, o bacharelado proporciona uma formação mais ampla, voltada para o mercado de trabalho e para múltiplas áreas de atuação, incluindo empresas, consultorias, indústria e pesquisa.

Os cursos desta categoria têm foco na teoria e prática da profissão escolhida, como Direito, Fisioterapia, Administração e Marketing. Uma das vantagens para quem opta por este tipo de graduação é ter mais vagas para atuação no setor público e privado, proporcionando mais empregabilidade no ambiente corporativo.

Já a duração dos cursos, que costumar ser de quatro anos, pode ser um ponto negativo para quem busca uma especialização mais curta. Outra desvantagem que pode ser destacada é a exigência de estudos complementares, como estágios obrigatórios e cursos extras.

A licenciatura:

A licenciatura tem como objetivo aprender para ensinar seu ofício em sala de aula, com disciplinas pedagógicas e estágio supervisionado que fortalecem a prática docente. Os cursos para esta modalidade variam entre Matemática, Física, Educação Física e Ciências Biológicas, por exemplo.

Para estudantes que querem se especializar em alguma área para ministrar aulas, como Psicologia e Pedagogia, é recomendado concluir pós-graduação ou mestrado após a conclusão da licenciatura.

No mercado de trabalho, quem opta por licenciatura encontra alta demanda em diversas redes de ensino, especialmente em STEM, que são carreiras em Física, Química, Tecnologia, Engenharia e Ciência.

Porém, uma das desvantagens deste tipo de formação é a limitação de atuação, que é destinada para a educação. Além disso, a competitividade de salários pode ser um ponto a ser analisado neste tipo de carreira.

“É necessário apoiar os jovens e adultos na construção de carreiras sólidas e alinhadas às novas demandas do mundo do trabalho. Quando o aluno compreende o que cada opção oferece, ele ganha autonomia para construir a própria trajetória. É essa visão de futuro que queremos estimular. Dessa forma, a Prepara IA conta com um portfólio robusto de cursos com metodologia de inteligência artificial para que o aluno saia de dentro da sala de aula preparado para os desafios do ambiente corporativo”, finaliza.

Cinema Correio B+

Explorando Mel Brooks: A Memória de um Gênio da Comédia

Um documentário sobre humor, amizade, perdas e o peso de sobreviver ao próprio legado

21/02/2026 13h00

Explorando Mel Brooks: A Memória de um Gênio da Comédia

Explorando Mel Brooks: A Memória de um Gênio da Comédia Foto: Divulgação

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O documentário Mel Brooks: The 99 Years Old Man! nasce menos como uma homenagem clássica e mais como um gesto de urgência. Não a urgência do mercado, mas a do tempo. Mel Brooks completa cem anos em 28 de junho de 2026, e sua trajetória atravessa praticamente toda a história do entretenimento moderno.

Do rádio à televisão, do cinema de estúdio à Broadway, da sátira política ao besteirol absoluto, Brooks não apenas acompanhou transformações culturais profundas como ajudou a provocá-las.

A decisão de registrar essa memória em vida parte de Judd Apatow, um dos nomes centrais da comédia norte-americana contemporânea. Apatow não se aproxima de Brooks como um biógrafo distante nem como um crítico do presente julgando o passado.

Ele se coloca como fã. Seu cinema e sua televisão foram moldados por uma ideia de liberdade criativa que Brooks ajudou a instaurar: a de que o humor pode ser grosseiro, político, autorreferente e profundamente humano ao mesmo tempo.

Mel Brooks costuma ser definido como o inventor do besteirol, mas essa etiqueta nunca deu conta de sua complexidade. Seu humor nasce do vaudeville, do humor judaico, da paródia consciente de gêneros clássicos e da sátira como ferramenta de enfrentamento.

Quando Brooks desmonta o faroeste, o terror ou o musical, ele não está apenas rindo do cinema, mas expondo as estruturas de poder, moral e exclusão que esses gêneros carregam. O riso, para ele, sempre foi uma forma de sobrevivência.

A série se divide em três episódios que não seguem uma cronologia rígida, mas um percurso emocional. O primeiro revisita sua formação, a experiência como soldado na Segunda Guerra Mundial e a entrada no humor televisivo.

O segundo mergulha no auge criativo, quando Brooks redefine a paródia no cinema e se consolida como uma figura incontornável de Hollywood. O terceiro é o mais delicado e, talvez, o mais poderoso. Ele fala de envelhecer, de perder amigos, de vaidade, arrependimentos e da estranheza de se tornar um monumento ainda em vida.

A recepção crítica foi majoritariamente entusiasmada justamente por essa recusa em suavizar o passado. O documentário não tenta “atualizar” Mel Brooks nem pedir desculpas por ele. Há piadas que não entram. Há contextos explicados. Mas nunca existe a sensação de censura retrospectiva.

Explorando Mel Brooks: A Memória de um Gênio da ComédiaExplorando Mel Brooks: A Memória de um Gênio da Comédia - Divulgação

O próprio Brooks comenta, com lucidez e ironia, o que hoje não faria mais e aquilo que jamais abriria mão. O filme confia na inteligência do espectador para lidar com o desconforto.

Um dos núcleos emocionais mais fortes da série está na relação entre Brooks e Carl Reiner. Os dois foram melhores amigos, parceiros criativos e quase uma entidade única por décadas.

A presença de Rob Reiner, filho de Carl, adiciona uma camada inesperada de emoção. Seus depoimentos foram exibidos poucas semanas após o assassinato de seu filho, uma dor que não é verbalizada diretamente, mas atravessa cada gesto, cada silêncio.

A decisão de Apatow de não editar essas falas para “contextualizar” o luto é essencial. Qualquer tentativa de ajuste quebraria a integridade do registro. O que se vê é um documentário que aceita a dor como parte da vida, sem moldura explicativa.

Isso dialoga profundamente com a própria condição de Mel Brooks, um homem que sobreviveu à maioria de seus contemporâneos e precisa conviver com essa solidão tardia.

Outro aspecto raro é a franqueza com que Brooks fala de sua vida pessoal. Ele se reconhece como um pai ausente, absorvido pelo trabalho e pelo ego criativo. Fala de seu casamento com Anne Bancroft com uma mistura de devoção e insegurança.

Ele a amava intensamente, mas admite o ciúme do talento e do reconhecimento dela. Essa honestidade desmonta a imagem do gênio confortável e revela um homem cheio de contradições, afetos desorganizados e vaidades nunca completamente resolvidas.

Mesmo com piadas datadas e referências que hoje soam politicamente incorretas, o documentário se impõe como um registro essencial. Não porque tenta absolver Mel Brooks, mas porque entende sua importância estrutural. Ele não apenas fez rir. Ele ensinou que o riso pode ser uma forma de enfrentamento do trauma, da opressão e do absurdo do poder.

No fim, Mel Brooks: The 99 Years Old Man! não é apenas o retrato de um comediante lendário, mas de um homem que se recusa a agir de acordo com a sua idade. Não por negação do tempo, mas por fidelidade a si mesmo. Rir, para Mel Brooks, nunca foi um gesto juvenil. Sempre foi um gesto de sobrevivência.

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