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A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem

Sombrio, brutal e deliberadamente lento, filme com Hugh Jackman revisita a morte de Robin Hood e chegou aos cinemas brasileiros

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Eu achava que conhecia Robin Hood. Na verdade, talvez conhecesse sobretudo a raposa da Disney.

Não estou sozinha. Depois de mais de um século de cinema, Robin Hood se consolidou como um daqueles personagens que parecem dispensar apresentação: o fora da lei atlético e simpático, exímio arqueiro, cercado pelos companheiros da floresta de Sherwood, apaixonado por Lady Marian e disposto a roubar dos ricos para dar aos pobres.

Douglas Fairbanks, Errol Flynn, Sean Connery, Kevin Costner, Russell Crowe e tantas outras versões ajudaram a construir esse imaginário. A animação da Disney, lançada há 53 anos, talvez tenha feito isso de maneira ainda mais eficiente para algumas gerações.

A Morte de Robin Hood, que chegou finalmente aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de agosto, começa justamente destruindo essa imagem.

Dirigido por Michael Sarnoski, o filme da A24 parte de uma premissa muito menos confortável: e se Robin Hood não tivesse sido o herói benevolente que aprendemos a amar?

E se tivesse sido, na verdade, um homem extremamente violento, responsável pela morte e pelo sofrimento de inúmeras pessoas, que chegou ao fim da vida tendo finalmente que responder pelo que fez?

Hugh Jackman sabe interpretar homens amargurados, tensos, feridos e cheios de arrependimento. É fácil lembrar de Logan, naturalmente, mas penso também em A Fonte da Vida, de Darren Aronofsky, com Rachel Weisz. Jackman funciona especialmente bem quando o corpo aparentemente forte esconde um personagem emocionalmente destruído.

Aqui ele leva essa característica ao extremo. Seu Robin está envelhecido, com cabelos e barba brancos, o rosto marcado por cicatrizes e um corpo que já não sustenta a imagem do herói invencível. O grande arqueiro agora sangra, sente dor, se arrasta e precisa ser cuidado por outras pessoas.

Mas a transformação mais importante não é física. Esse homem passou décadas justificando sua violência. Agora precisa olhar para as consequências dela.

Há alguma coisa de Logan no ponto de partida, mas A Morte de Robin Hood está menos interessado em recuperar o heroísmo perdido do que em perguntar se ainda existe alguma possibilidade de reparação para um homem que finalmente reconhece o sofrimento que causou.

É justamente aí que o filme se torna mais interessante. A versão medieval de Robin Hood é muito menos limpa moralmente do que a figura cristalizada pelo cinema. As primeiras baladas apresentam um fora da lei capaz de generosidade e lealdade, mas também de enorme violência.

Nos textos antigos, homens são mortos sem a coreografia elegante que posteriormente transformaria Robin em um herói de aventura.

Sarnoski, portanto, não está simplesmente inventando um “Robin Hood mau” em nome de uma releitura moderna. De certa maneira, percorre o caminho contrário ao que a cultura popular fez durante séculos.

Fomos tornando Robin mais nobre, mais romântico, mais engraçado, mais cavalheiresco e moralmente mais simples. A Morte de Robin Hood tenta arrancar essas camadas até reencontrar o homem violento que poderia existir por trás da lenda.

Talvez seja por isso que o filme cause tanto estranhamento. Mesmo as versões recentes que tentaram tornar Robin mais histórico ou realista ainda preservaram a necessidade de justificar o herói.

A atual série da MGM+ também procura desmontar algumas certezas do mito, mas continua muito mais próxima da construção heroica tradicional. Sarnoski vai além: pergunta se havia um herói para começar.

Visualmente, A Morte de Robin Hood leva essa proposta às últimas consequências. É um filme lindíssimo, filmado em película, mas também muito escuro. E quando digo escuro, quero dizer literalmente escuro. Em determinados momentos é difícil distinguir os rostos, reconhecer personagens ou perceber detalhes da cena.

Bill Skarsgård, como Little John, está quase irreconhecível. Murray Bartlett consegue ser ainda mais difícil de identificar. O ator australiano que conhecemos de Looking, The White Lotus, Physical e, mais recentemente, Maximum Pleasure Guaranteed aparece coberto por bandagens como um misterioso leproso que vive no priorado.

Bartlett é especialmente interessante justamente pela versatilidade com que transita entre personagens charmosos, desagradáveis, frágeis ou moralmente complicados. Aqui, escondido durante boa parte do tempo, constrói um dos personagens mais importantes para compreender o que Sarnoski quer dizer sobre culpa.

A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem - Divulgação

Porque aquele homem é Guy of Gisborne.

Guy é tradicionalmente um dos grandes antagonistas de Robin Hood. Na antiga balada que leva o nome dos dois, Robin o mata. O filme muda radicalmente esse destino e coloca vítima e algoz diante um do outro décadas depois.

É uma liberdade enorme, mas funciona porque Guy se transforma numa espécie de espelho de Robin, um homem cujo próprio corpo carrega as consequências de uma vida anterior.

Jodie Comer também surge muito diferente do que estamos acostumados a vê-la. Com o cabelo curto, quase austero, interpreta Brigid sem procurar grandes demonstrações.

Boa parte de sua atuação está nos olhos, nas pausas e na maneira como observa Robin. É um trabalho surpreendentemente contido para uma atriz que frequentemente recebe personagens muito mais explosivos.

Na tradição da morte de Robin Hood, ele procura um priorado para ser tratado através de uma sangria e acaba morrendo depois de ser traído pela prioresa.

A história permaneceu ligada durante séculos a Kirklees e até à suposta sepultura de Robin, embora não exista evidência histórica de que aquele seja realmente seu túmulo.

No filme, Brigid deixa de ser simplesmente a mulher cruel que mata o herói. Ela também foi vítima dele, e a morte passa a significar outra coisa.

Não se trata exatamente de assassinato ou traição, mas de um acordo entre duas pessoas que finalmente reconhecem quem são uma para a outra.

Há algo próximo de uma eutanásia naquele gesto final, mas sobretudo existe a decisão de Robin de entregar o controle do próprio fim a uma mulher que teria todos os motivos para odiá-lo.

A redenção não vem porque ela decide que ele sempre foi bom. Vem porque ele finalmente admite que não foi.

É Margaret, porém, que torna esse arco realmente emocional. A filha de Little John fica órfã e poderia facilmente se transformar em outra vítima indireta da vida que Robin e seu companheiro escolheram.

Robin se apega à menina e começa a perceber nela aquilo que nunca enxergou enquanto estava ocupado construindo sua própria história: os sobreviventes.

É também através dela que Noah Jupe entra em cena como Arthur, um jovem cuja vida foi marcada pela violência de Robin e Little John e que chega carregando uma obrigação muito antiga: vingança. Jupe compreende perfeitamente a dor daquele rapaz.

Não é simplesmente um antagonista que precisa ser derrotado. É alguém que herdou uma violência que não começou com ele.

E é justamente aí que Robin consegue fazer algo diferente. Ele poderia matar outra vez e proteger Margaret repetindo exatamente aquilo que sempre fez. Em vez disso, tenta interromper o ciclo.

Talvez seja esse o verdadeiro gesto heroico do filme: não uma flecha impossível, uma vitória numa batalha ou uma demonstração final de força, mas a decisão de não transmitir a violência para a próxima geração.

É uma ideia bonita. O problema é que o filme demora bastante para chegar até ela.

Sua contemplação combina com a proposta, mas nem sempre a narrativa sustenta o ritmo que escolheu. Há silêncios que funcionam e outros que apenas alongam aquilo que já entendemos.

Existe uma diferença entre pedir que o espectador tenha paciência para entrar naquele universo e obrigá-lo repetidamente a esperar que o filme volte a andar.

A escuridão visual também passa do ponto em alguns momentos. Entendo completamente a escolha. É um mundo de lama, doença, violência e homens vivendo nas margens.

Não faria sentido transformar a Inglaterra do século XIII numa floresta ensolarada de aventura, mas quando a fotografia começa a impedir que reconheçamos quem está em cena, a coerência estética começa a cobrar seu preço. Sei que não é uma opinião popular, desculpem.

A trilha sonora é muito bonita e ajuda enormemente a construir esse ambiente sombrio. Já as canções folk, ainda que façam sentido dentro da procura por autenticidade cultural, criam uma distância curiosa para um público internacional. Funcionam mais como textura do lugar do que como elemento emocional imediatamente acessível.

A Morte de Robin Hood destrói a lenda para encontrar o homem - Divulgação

Nada disso destrói o filme, mas impede que uma ideia muito boa se transforme o tempo inteiro em um grande filme.

E então Sarnoski volta à lenda.

Depois de tantas liberdades, A Morte de Robin Hood termina resgatando uma das imagens mais bonitas associadas ao personagem: Robin pede seu arco, dispara uma última flecha e determina que será enterrado onde ela cair.

Tradicionalmente, Little John participa desse momento. O filme transfere a função para Margaret, o que faz perfeito sentido dentro da história que acabou de contar.

Porque já não interessa apenas onde Robin será enterrado. Interessa quem ficará para contar a história. Por mais de um século de cinema, vimos repetidamente o começo ou o auge da lenda. Vimos Robin pegar o arco, reunir seus homens, desafiar o xerife, apaixonar-se e tornar-se herói.

Quase nunca perguntamos como aquilo terminava. E muito menos o que aquele homem teria de enfrentar caso sobrevivesse tempo suficiente para compreender o preço de tudo que fez.

A Morte de Robin Hood é brutal, escuro, violento e mais lento do que precisava ser. Exige também que o espectador esteja disposto a abandonar uma imagem muito querida do personagem. Talvez por isso não funcione para todos.

Mas é justamente esse desconforto que o torna relevante. Sarnoski não quer nos devolver o Robin Hood que amávamos. Quer saber se existe alguma coisa de valor quando a lenda termina, o corpo envelhece, os inimigos ganham rostos e as vítimas finalmente passam a ter histórias.

A resposta que encontra é surpreendentemente terna. Robin não pode mudar o que fez, mas pode reconhecer e responder por isso. Pode tentar impedir que outra pessoa repita seus erros. E então pode finalmente morrer. Não necessariamente como o herói que conhecíamos, mas talvez, pela primeira vez, como um homem que conseguiu fazer alguma coisa boa.

Diálogo

Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (16)

16/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Euclides da Cunha - Escritor brasileiro

"Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos".

FELPUDA

Tem promessa de candidato que já deveria estar tombada pelo patrimônio histórico. De tanto passar eleição, eleição e mais eleição, algumas ganharam poeira, teias de aranha e até aquele cheirinho de coisa guardada no fundo do armário. São os mesmos problemas, as mesmas soluções milagrosas e, depois da posse, o mesmo velho esquecimento. E há ainda alguns candidatos, que disputam vagas nos Legislativos, prometendo que "vão executar" obras e até fazer chover. No fim, a única obra que muitos realmente executam é a promessa. E essa, infelizmente, nunca sai do papel.

Diálogo

Com bolsa

Nesta quinta-feira (17), serão encerradas as inscrições do curso de formação e atualização para Cuidadores de Pessoas Idosas, do Programa UFMS 60+, que oferece vagas tanto para a comunidade universitária como para os demais interessados. 

Mais

A formação será realizada na UFMS de Campo Grande, Aquidauana, Coxim, Chapadão do Sul, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Três Lagoas e do Pantanal. Os participantes devidamente matriculados e regulares no curso receberão bolsa de até R$ 300.

DiálogoRoberto Cunha e Lorena - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Zulma Marques Alvares e Algemiro Claro Alvares,  comemorando hoje 66 anos de casamento Bodas de Ébano - Foto: Arquivo Pessoal

Espaço 

A corrida pelo Governo também revela procura por espaço político fora dos grupos tradicionais. Alguns candidatos chegam à disputa depois de passagens pelo Legislativo; outros, vindos da iniciativa privada, educação ou administração municipal. A maioria já experimentou outras eleições e conhece, portanto, o peso de uma campanha majoritária. Mas disputar a eleição é uma coisa; administrar a máquina pública é outra.

A escolher

Dos oito nomes colocados na disputa pelo Governo de MS, Eduardo Riedel (PP) é o único com experiência no Executivo.  Delcídio do Amaral (PRD) foi senador; Fábio Trad (PT), deputado federal; e João Henrique Catan (PL) exerce  mandato na Assembleia. Renato Gomes (DC) tem formação em Economia e Finanças  pela FGV. Daniel Lemes (PCO) é professor e candidato indígena. Lucien Rezende (PSOL) já ocupou  secretaria municipal em Ribas do Rio Pardo. Jefferson Bezerra (Agir) é jornalista. 

Mudança

Depois de seis mandatos como deputado federal, o petista Vander Loubet decidiu disputar uma vaga no Senado. Sua trajetória política está diretamente ligada à história do seu partido em MS. Durante governos petistas, manteve forte presença nas articulações políticas do Estado. Também participou da administração Eduardo Riedel. Naquela fase, nomes ligados a Vander chegaram a ocupar secretarias e outros cargos. O relacionamento político, porém, terminou em rompimento. 

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Viviane Almeida Nogueira Orro,
  • Edil Afonso Albuquerque, 
  • Livia Vollkopf,
  • Johnny Guerra Gai, 
  • Regina Helena de Souza Campos Martins, 
  • Humberto Rezende Pereira Filho,
  • Dr. Amantino Soares Rocha,
  • Marcus Vinicius Romero Nobre Leal,
  • Eliza Maria Albuquerque Palhares,
  • Maria de Fátima Targino Viegas,
  • Vera Lucia de Brito Martins,
  • Edy Assis de Barros Amaral,
  • Jamilson Name,
  • Safira Ribeiro da Rocha,
  • Afif Queder,
  • Reinaldo da Rosa Silveira,
  • Mabel Regina Menezes Kaczan,
  • Maria Aparecida Ortiz,
  • Nivia de Paula Moraes Oliveira,
  • Jaime Batalha Filho,
  • Alessandra Fortes Rodigheri, 
  • Eduardo Alcântara, 
  • Moema Borges de Oliveira Lima, 
  • Tânia Maria Nóbrega, 
  • Maria Aparecida Gil Alvarenga Flor, 
  • Wilson Cabral Tavares,
  • Gabriela Dória,
  • Juber Nantes Coelho Junior,
  • Pedro Alves de Oliveira, 
  • Pe. Wilson Gualberto dos Santos, 
  • Tereza Nunes da Silva, 
  • Cândida Maria Corrêa Pereira Prates,
  • Fabrina Antônia Almeida 
  • de Macedo Coelho,
  • Rhaiza Rejane Neme de Matos,
  • Elisabete Aparecida Nogueira Queiroz Campos,
  • Nilton Luciano dos Santos Junior,
  • Robson Borges Batalha,
  • Maria Tamae Yamakawa Takamura,
  • Daniela Domingos Alves,
  • Marco Antonio Guimarães Falcão, 
  • Baltazar Soares da Silva,
  • Adélia Garcia Rocha,
  • Dra. Georgiana Silva Nascimento Zahran, 
  • Maria Aparecida Martins de Souza,
  • Dr. Paulo Roberto Santos Azambuja Gomes Rea Junior,
  • Dr. João Siqueira,
  • Maria Gichek Salimon,
  • Antônio de Castro,
  • Adalberto Silva de Oliveira,
  • Carlos Augusto Georges,
  • Edison Lorenzetti,
  • Aida Fonseca Vieira,
  • Aparecida Marcílio Gamba, 
  • Cristiane Soares,
  • Maria de Fátima Costa Torres,
  • Clarindo Santos de Rezende,
  • Francisco Assis Borges,
  • Elias Londres,
  • Maria Salete Nascimento,
  • Dr. Clébio Pereira Vasconcellos, 
  • Kelly Cristina Silva Nakasone,
  • Meire Carolina Santos,
  • Janice Nascimento,
  • Dr. Roosevelt Louback de Carvalho,
  • Dr. Renate Vogl Hargesheimer, 
  • Ivo Meireles Bueno,
  • Dr. Carlos Roberto Moreira, 
  • Jaime dos Santos,
  • Antônio Sérgio Ribeiro Arruda,
  • Rosemeire Aparecida Dolce,
  • Silmo César Paulon,
  • Luiza Vieira Conde,
  • Maria Lúcia Ferreira,
  • Valtedon Martins de Novaes,
  • Márcia Brandão de Lima,
  • Maria Aparecida Bica,
  • Luciene Margot de Araújo Silva Teles,
  • Pedro de Souza Pinto Neto,
  • Walquiria Carvalho Capusso,
  • Luiz Hidenoi Moroto,
  • Cristina Barbosa dos Santos,
  • Elza Coelho da Silva,
  • Ana Rosa Pedrosa Vera Martins,
  • Davi da Silva Cavalcanti,
  • Caio Vinicius Trindade,
  • Dr. Miguel Duailibi Neto, 
  • Edson Luiz Coelho das Neves,
  • Marcos Luiz de Oliveira João,
  • Luiz Roberto Silveira Maia,
  • Horácia Doxinha Rafael Tamasato, 
  • Paola Gianotto Braga,
  • Josilene Paulon Tosta Canteiro,
  • Kátia Katsumi Arakaki,
  • Keila de Lima Arar,
  • Juliana Maria Bruno,
  • Guilherme Rohwedder Neto,
  • Leila Abrão,
  • Ronaldo Silveira Cobianchi, 
  • Paulo Pereira de Alcântara,
  • Maria Regina de Castello Branco,
  • Guilherme Jiro Tsuge,
  • Michel Cordeiro Yamada,
  • Rafael Kenny Kiatake,
  • Lúcia Taniguchi Takeuti,
  • Vantuir Antonio Grasseli.

Colaborou com Tatyane Gameiro

COMIDA

Famosa avenida de Campo Grande recebe 1º Festival Gastronômico

Evento reúne mais de 50 restaurantes Bom Pastor e conta com descontos exclusivos

15/09/2026 09h30

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande Gerson Oliveira

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Na noite desta segunda-feira (14), Campo Grande deu início ao 1º Festival Gastronômico da Avenida Bom Pastor, famosa rua gastronômica da Capital sul-mato-grossense. O evento segue até o domingo (20) e conta com a participação de mais de 50 restaurantes. A realização é da União dos Empreendedores e Comércio de Mato Grosso do Sul (UNECOM-MS). 

Avenida Bom Pastor, em Campo Grande


A avenida gastronômica tem uma grande variedade de comida, para todos os tipos, entre elas estão: hambúrguer, pizza, sushi, espetinho, açaí, sorvete e muito mais.

A proposta é transformar a avenida em um grande ponto de encontro para famílias, amigos e amantes da boa gastronomia, com incentivo ao público para conhecer novos sabores e prestigiar os restaurantes e empreendedores que movimentam a região.

Além da experiência, o festival também busca fortalecer o comércio local e destacar a importância da Avenida Bom Pastor para a economia e para a cultura gastronômica de Campo Grande.

Entre os restaurantes que se destacam na Avenida Bom Pastor estão: Pedaço da Pizza, Bom Parmê, Vila Gastronômica Pira, Mínimo's, Oshent Sushi, Vera's Bar, Poiá e a gelateria Sésamo.

Confira algumas promoções do festival:

  • Bom Parmê - 10% de desconto no parmê de filé mignon
  • Oshent Sushi - rodízio completo para casal no valor de R$ 249,90
  • Sésamo Gelato e Café - na compra de um copinho com dois ou três sabores ou de um cascão com dois sabores e mais R$ 1, o cliente ganha um mini cone recheado, nas opções de ninho trufado e chocolate belga
  • Burger Oceanic - combo de hambúrguer de siri, batata frita e refrigerante no valor de R$ 39,90
  • Traíra's Bar e Restaurante - a primeira opção contém seis long necks (das marcas participantes) e mais uma porção de mandioca spice no valor de R$ 65; na segunda alternativa, o cliente compra uma porção de peixe frito e ganha três long necks.
  • Vera's Bar - chopp por R$ 7,99

O corredor gastronômico, cultural e turístico da Avenida Bom Pastor é um dos locais mais tradicionais em Campo Grande, onde são encontrados sabores regionais e de várias partes do mundo.

A rua conta com uma variedade de bares, restaurantes, conveniências e food trucks ideais para quem quer curtir a noite com os amigos, família ou mesmo sozinho.

 

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