Correio B

CULINÁRIA

Variedade de sorvetes para dietas mais restritivas aumenta; confira duas receitas

Com variedade cada vez maior de sabores e formatos, atenção à lista de ingredientes e aos complementos pode ajudar a fazer escolhas mais equilibradas sem abrir mão da sobremesa

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Na casquinha, no copo, no palito ou servido em uma taça, o sorvete ocupa um espaço especial na alimentação dos brasileiros. Em meio à variedade disponível no mercado, no entanto, surge uma dúvida comum para quem busca manter uma alimentação equilibrada: é possível aproveitar a sobremesa sem comprometer a dieta?

A resposta é sim, mas a escolha faz diferença. Pistache, frutas vermelhas, chocolate, caramelo salgado, pudim, açaí e uma série de combinações que viralizam nas redes sociais disputam espaço nas vitrines e nos freezers. Ao mesmo tempo, o consumidor encontra versões diet, light, zero açúcar, zero lactose, veganas, artesanais e os chamados gelatos.

O mercado também acompanha esse crescimento. Segundo relatório do IMARC Group publicado este ano, o mercado brasileiro de sorvetes movimentou US$ 1,467 bilhão em 2025 e deve alcançar US$ 2,156 bilhões até 2034, um avanço de aproximadamente 47%. O cenário mostra que, além de fazer parte dos hábitos de consumo, o sorvete se tornou um segmento cada vez mais diversificado.

Diante de tantas possibilidades, saber interpretar o produto é mais útil do que simplesmente escolher aquele que traz uma palavra considerada “saudável” estampada na embalagem.

Para o médico Edson Ramuth, o primeiro passo é abandonar a ideia de que um único alimento é capaz de definir a qualidade de toda a alimentação. 

“Tomar sorvete não compromete, por si só, uma alimentação equilibrada, assim como excluí-lo não garante o emagrecimento. O que realmente importa é a relação da pessoa com a comida e o conjunto de escolhas feitas no dia a dia, quando há equilíbrio, a sobremesa pode fazer parte do cardápio sem culpa”, explica.

Além da embalagem

Fotos de frutas, castanhas e outros ingredientes podem ser bastante atrativas. Um pote com a imagem de morangos, por exemplo, pode transmitir a ideia de que a fruta é um dos principais componentes do produto.

Entretanto, a aparência da embalagem não informa necessariamente quanto daquele ingrediente está presente na receita.

Por isso, uma das principais recomendações é observar a lista de ingredientes. No Brasil, eles aparecem em ordem decrescente de quantidade. Isso significa que os componentes que aparecem primeiro estão presentes em maior proporção na formulação.

“Se a fruta aparece apenas no final ou depois de açúcar, xarope de glicose e aromatizantes, provavelmente representa uma pequena parcela do conteúdo”, orienta Ramuth.

Gelato, artesanal e versões veganas

Uma alternativa para quem deseja variar a sobremesa é apostar em gelatos e preparações artesanais. O gelato tradicional costuma ter características diferentes das encontradas em muitos sorvetes convencionais.

De acordo com o Ramuth, o gelato costuma levar mais leite, menos creme e incorporar menos ar durante a produção. 

“Isso proporciona uma textura mais densa e deixa o sabor dos ingredientes mais evidente, nas produções artesanais, também pode haver maior uso de frutas, polpas e matérias-primas frescas. Já as alternativas veganas atendem quem deseja evitar derivados de origem animal”, explica.

Diet, light e zero

As palavras estampadas em letras grandes nas embalagens podem facilitar a escolha, mas também podem levar a interpretações equivocadas. Diet, light e zero têm significados diferentes e não devem ser tratados como sinônimos de “mais saudável”.

Segundo o médico, diet indica a retirada de determinado nutriente; light representa uma redução mínima de 25% de algum componente, como gordura; enquanto zero costuma indicar a ausência do componente informado, frequentemente o açúcar.

“Um sorvete zero lactose ainda pode conter açúcar e calorias, assim como uma opção diet não é obrigatoriamente menos calórica. Por isso, não se deixe levar apenas pelas palavras em destaque na embalagem”, esclarece.

Cuidado com os complementos

Em uma sorveteria ou restaurante, muitas vezes o sorvete é apenas o começo. Caldas, chocolates, biscoitos, cremes, confeitos, chantilly, leite condensado e outros complementos podem transformar uma porção simples em uma sobremesa muito mais elaborada.

O problema não está necessariamente em acrescentar um ingrediente, mas na soma de vários deles.

“A base utilizada no preparo pode conter açúcar e gordura, enquanto caldas, cremes, biscoitos, chocolates e confeitos acrescentam novas camadas desses componentes”, explica o médico.

A mesma atenção deve ser dada aos milk-shakes. Dependendo da preparação, a bebida pode reunir leite, xaropes, chantilly, coberturas e uma quantidade maior de sorvete. Assim, uma opção que parece apenas uma bebida refrescante pode concentrar diversos ingredientes em uma única porção.

“Quando vários itens são combinados, o teor calórico aumenta rapidamente. Casquinhas recheadas, copos grandes e milk-shakes podem concentrar mais açúcar e gordura do que uma versão simples. Por isso, prefira tamanhos menores e limite os complementos”, recomenda.

Fazer em casa

Para quem quer ter maior controle sobre os ingredientes, preparar o próprio sorvete em casa pode ser uma opção. Além de permitir adaptar a receita ao gosto da família, o preparo possibilita escolher frutas, leite ou bebidas vegetais e outros ingredientes que façam sentido para cada pessoa.

O processo também pode se transformar em uma atividade para fazer com crianças, amigos ou familiares. Separar os ingredientes, preparar a mistura e acompanhar o congelamento torna a sobremesa parte de uma experiência, e não apenas de um momento de consumo.

“Participar de todo o processo ajuda a conhecer melhor o que será consumido e torna a relação com a alimentação mais leve”, conclui o médico.

Sorvete cremoso debanana e cacau

Foto: Pexels

Ingredientes

  •  3 bananas maduras;
  •  2 colheres (sopa) de cacau em pó;
  •  2 colheres (sopa) de leite ou bebida vegetal;
  •  1 colher (chá) de canela;
  •  1 colher (sopa) de pasta de amendoim (opcional).

Modo de Preparo

Corte as bananas em rodelas e leve ao congelador até ficarem completamente firmes. Depois, coloque as bananas congeladas no processador ou em um liquidificador potente. Acrescente o cacau, o leite e a canela.

Bata até obter uma mistura cremosa e homogênea. Se necessário, acrescente o leite aos poucos para facilitar o processamento. Para uma versão com sabor mais intenso, adicione a pasta de amendoim.

A preparação pode ser consumida imediatamente, com textura semelhante à de um sorvete cremoso, ou levada ao congelador por aproximadamente uma hora para ficar mais firme.

Picolé de manga com coco

Foto: Pexels

Ingredientes

  •  2 mangas maduras;
  •  200 ml de leite de coco;
  •  Suco de meio limão;
  •  Folhas de hortelã (opcional).

Modo de Preparo

Descasque as mangas e corte a polpa em pedaços. Bata no liquidificador com o leite de coco e o suco de limão até formar um creme uniforme.

Se desejar, acrescente algumas folhas de hortelã. Distribua a mistura em forminhas próprias para picolé e leve ao congelador por pelo menos quatro horas.

Para retirar os picolés com facilidade, passe rapidamente a parte externa da forma por água morna.

Artes Cênicas

"A menina e o Fim" traz três sessões gratuitas e terá bonecos gigantes em cena

Espetáculo apresentado hoje, amanhã e na sexta-feira, sempre às 20h, aborda perdas vividas na infância e o poder que há na arte como "possibilidade de existência"

14/10/2026 09h00

Segundo a criadora,

Segundo a criadora, "A Menina e o Fim" exige dela enquanto diretora uma suavidade e escuta ampla, para que as dores da protagonista existam no palco livre de julgamentos Foto: Marcelo Henrique

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Durante três dias de apresentação, o campo-grandense poderá acompanhar, entre hoje e sexta-feira, sempre às 20h, na sede do Grupo Casa, que fica no Bairro Amambaí, um espetáculo que traz mensagens profundas que passam por cenários de fugas, perseguições e perdas, em um verdadeiro grito de resgate à infância que envolve até mesmo bonecos gigantes em cena.

Escrito e dirigido por Ligia Tristão Prieto, sobre o texto, que tem uma década de existência, ela diz que sabia desde 2017 que “A Menina e o Fim” não sairia do papel à época.

“Tenho alguns textos que, quando eu escrevi de forma individual, no meu computador, sozinha, escrevendo esse texto, eu sabia que, ao escrevê-lo, eu não ia conseguir executar ele naquele momento, porque eu, enquanto diretora cênica, ainda precisava percorrer um caminho”, afirma Ligia. 

“A Menina e o Fim” nasce inspirado em relatos documentados sobre a fuga das irmãs Lispector da Ucrânia para o Brasil, ainda em 1922, por causa da Guerra Civil Russa, tentando escapar dos ataques violentos, batizados com o termo russo pogrom, que visavam massacrar, subjugar e expulsar a população judia do território. Entre as inspirações para o espetáculo estão textos como “No Exílio”, de Elisa Lispector, bem como a poesia sul-mato-grossense de Emmanuel Marinho, autor de “Margem de Papel”.

Ao Correio do Estado, Ligia destacou os pilares fundamentais que tornaram a execução deste espetáculo não somente possível atualmente, como também urgente para os dias contemporâneos. 

Segundo a criadora, “A Menina e o Fim” exige dela enquanto diretora uma suavidade e escuta ampla, para que as dores da protagonista existam no palco livre de julgamentos, o que, ela afirma, precisa ser feito de forma muito delicada. 

BONECOS GIGANTES

Segundo a criadora, "A Menina e o Fim" exige dela enquanto diretora uma suavidade e escuta ampla, para que as dores da protagonista existam no palco livre de julgamentosFoto: Marcelo Henrique

Nessa montagem, o público acompanha a jornada de fuga de Maria, que é interpretada por Kiohara, após a personagem perder seu lar e até mesmo seus familiares. Os bonecos gigantes surgem justamente para dar vida ao universo fantasioso e imaginário que servirá também de sustentação para a menina.

“A Maria vem e prova que é possível, sim, esses dois mundos coexistirem, que podemos ver o mundo com cor sem perder a noção da realidade”, cita Kiohara.

Ligia Prieto lembra que à época que o texto nasceu não havia, de fato, parceiros e pessoas profissionais suficientes para enfrentar a batalha de trazer o espetáculo à vida.

“Eu precisava lidar com a criação de bonecos gigantes, com uma trilha autoral muito específica, com uma iluminação autoral muito delicada. Essa estrutura toda... Olhava ao meu redor e pensava quem eram os profissionais que poderiam alcançar esse lugar também de criação. Precisava de artistas resistentes, inspirados, que pudessem se entregar de fato à criação do projeto”, diz.

Ela faz questão de frisar a criatividade de todas as partes, o que exigiu da mente por trás da obra toda uma trajetória a ser percorrida tanto como pessoa quanto como artista.

Ligia ressalta que as políticas públicas de incentivo à arte e à cultura que existiram nos últimos quatro anos foram o fator predominante para que essa e outros de seus textos para teatro e cinema pudessem ser colocados em cena, já que a execução de “A Menina e o Fim” foi viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) do Ministério da Cultura (Minc).

“Acho muito importante dizer que consigo também executar esse projeto hoje, e não há quase 10 anos, porque nos últimos quatro anos eu tive políticas públicas para a cultura e para a arte. Porque quando eu chego na montagem, na criação coletiva, aí eu estou falando de um grupo de pessoas. Esse projeto tem 26 artistas envolvidos, que precisam ser pagos, dedicar o trabalho deles a um projeto específico e mergulhar fundo na criação, na delicadeza desse espetáculo”.

Nesse quesito, as cabeças de papietagem dos personagens do primeiro ato são trabalhos de Sarah Caires e Said Danilo, enquanto Rafael Mareco assina a execução das cabeças gigantes que aparecem no segundo ato.

“O maior desafio aqui é construir grandes bonecos que sejam leves, expressivos e componham a cena de forma conjunta”, avalia Mareco, sobre a criação dos elementos cênicos.

Como comentou Ligia, a trilha sonora de “A Menina e o Fim” tem direção musical assinada por Sofia Maciel, que a executará ao vivo durante os três dias de apresentação, ao lado do maestro Eduardo Martinelli.
Renomado maestro, Martinelli lembra que tem certo costume de fazer trilhas sonoras, com trabalhos em documentários, curta-metragens e demais produções, mas afirmou ao Correio B que a execução ao vivo é muito diferente. 

“Porque a gente tem uma sensação de, além de criar a música, estar atuando. E sempre existem as nuances do fazer ao vivo, isso é uma coisa que diferencia muito de quando fazemos uma criação musical, gravamos e encaixamos em uma cena de filme ou o que quer que seja”, diz.

Martinelli também rememora a experiência que teve em um monólogo como ator, em São Paulo, há cerca de duas décadas, reforçando que a experiência com Sofia está lhe trazendo muitas sensações boas. Algo distinto do que está acostumado a viver, o maestro classifica a atual vivência como muito rica. 

“É uma sensação diferente a cada ensaio, a cada preparação. Já havia feito uma vez um monólogo do [Franz] Kafka [‘A Metamorfose’], mas faz muito tempo, já deve ter uns 20 anos ou mais, então, reviver essa experiência é muito interessante. E o mais rico e desafiador é tudo sendo executado ao vivo. Era sozinho, agora em dupla também torna a coisa diferente, a comunhão de fazer e executar. Para mim, por mais que tenha muita experiência com a música, porque só faço isso na vida [brinca], não deixa de ser uma sensação e uma situação nova”, complementa.

Como bem completa Sofia a respeito da trilha sonora, “A Menina e o Fim” emprega uma série de diversos instrumentos e sonoridades, que acompanham principalmente as mudanças vividas por Maria e ajudam a caracterizar propriamente cada personagem.

“Estamos usando instrumentos acústicos, percussões, sons produzidos pelo próprio corpo e pequenos motivos musicais que reaparecem em diferentes momentos. Na canção de Maria, por exemplo, temos um arranjo mais melancólico e introspectivo, que vai crescendo aos poucos. Já no encontro com o Rato, a proposta foi criar outra atmosfera, com uma sonoridade mais próxima do blues, trazendo humor, movimento e uma mudança na energia do espetáculo”, adianta. 

“A MENINA E O FIM”

Segundo a criadora, "A Menina e o Fim" exige dela enquanto diretora uma suavidade e escuta ampla, para que as dores da protagonista existam no palco livre de julgamentosFoto: Marcelo Henrique

Sobre o espetáculo e sua mensagem, Ligia destaca que há uma necessidade urgente de se falar sobre infância, reforçando que esta etapa da vida é fortemente atravessada pelas escolhas tomadas na fase adulta. 

“Infelizmente ainda, no Brasil, a gente tem uma média de 64 crianças sendo abusadas por dia. Tivemos mais de um milhão de crianças ficando órfãs, perdendo parentes na pandemia. A gente ainda tem muitas sendo mortas na guerra. E como que a gente sustenta a imaginação de uma criança, a alegria e a construção sensível e poética da infância num país sem arte?”, questiona a diretora. 

Lançando luz sobre a importância da arte na infância, o espetáculo busca mostrar esse potencial da expressão artística como ferramenta para melhor elaborar as feridas, ressignificar situações e imaginar saídas para o que, muitas vezes, nas palavras da diretora, a gente entende ser o fim. 
“Enquanto escritora, poeta, era um texto que me atravessava, me atravessou muito”.

O espetáculo conta com produção de Zuri Oliveira e produção-executiva assinada por Jessica Santos, com Leonardo de Medeiros como assistente. A direção de arte e cenografia é feita por Rafael Mareco e assistência é de Fannyah, Kyane Bravo e Lethícia Rodrigues. 

Maria encontra em sua jornada alguns personagens icônicos, como a boneca Buzuza, interpretada por Lethícia Rodrigues, o Rato, vivido por Tero Queiroz, a Borboleta, interpretada por Sofepoar Minott, e a avó em tamanho gigante, vivida por Zyan Nalrad (Anna Burton).

Os figurinos de “A Menina e o Fim” são assinados por Zyan Nalrad. No processo de montagem, o espetáculo contou com preparação de elenco de Lívia Lopes e preparação de equilíbrio de Bibi Gonçalves. A iluminação é de Anderson Lima.

O elenco é composto por: Kiohara, Leonardo de Medeiros, Lethícia Rodrigues, Lívia Lopes, Sofepoar Minott, Tero Queiroz e Zyan Nalrad (Anna Burton). Alex Cavalheri assina a sonoplastia e a direção de som, enquanto Douglas Luiz aparece como diretor de palco. 

Por fim, Ligia revela ao Correio B um lado que há nas mensagens que tenta transmitir ao público, já que o cenário de fugas, perdas e perseguições se liga às realidades externas e internas do ser humano. Segundo Ligia, esse grupo de adultos, ao desenhar a trajetória dessa menina, foi percebendo as solidões que existem dentro de cada um. 

“Ao ver a história dessa menina que vai ficando sozinha, percebe a solidão que já causou em uma criança, a solidão dentro de si durante a infância, que nunca morre, essa perda constante que a gente sente, essa saudade que não sabe dar nome, que a gente sente dentro do peito. As perdas e o desejo de casa, de conforto, do amor, de amar e ser amado são sensações que atravessam toda a humanidade. Então, ali a gente torna esse espetáculo universal. É muito difícil fazer arte no País, ainda mais aqui em Mato Grosso do Sul. Então, quando a gente tem essa chance, parece que estamos vivendo um sonho”, conclui.

Com classificação livre, esse espetáculo, realizado na sede do Grupo Casa, terá interpretação em Língua brasileira de Sinais (Libras) feita pela Comunique Acessibilidade. A entrada é gratuita, mas é necessário reservar os ingressos na plataforma Sympla, em razão da capacidade do espaço.

Serviço: 

Espetáculo: “A Menina e o Fim”
Data: de hoje até sexta-feira.
Horário: às 20h. 
Local: Grupo Casa – Rua Visconde de Taunay, nº 306, Bairro Amambaí, Campo Grande.
Entrada: gratuita.

Ficha técnica

  • Direção e Dramaturgia – Ligia Tristão Prieto
  • Produção Executiva – Jessica Santos
  • Produção Geral – Grupo Casa Produções
  • Produção – Zuri Oliveira
  • Assistente de Produção – Leonardo de Medeiros
  • Direção de Arte e Cenografia – Rafael Mareco
  • Assistência de Arte – Fannyah, Kyane Bravo e Lethícia Rodrigues
  • Cabeças de Papietagem Personagens Ato I – Sarah Caires e Said Danilo
  • Cabeças Gigantes Personagens Ato II – Rafael Mareco
  • Figurino e Beleza – Zyan Nalrad
  • Direção Musical – Sofia Maciel
  • Composição Musical Autoral – Ligia Tristão Prieto, Sofia Maciel, José Maciel e Eduardo Martinelli
  • Trilha Sonora – Eduardo Martinelli e Sofia Maciel
  • Elenco – Kiohara, Leonardo de Medeiros, Lethícia Rodrigues, Lívia Lopes, Sofepoar Minott, Tero Queiroz e Zyan Nalrad (Anna Burton)
  • Preparação de Elenco – Lívia Lopes
  • Preparação de Equilíbrio – Bibi Gonçalves
  • Contrarregragem – Jessica Santos e Rafael Mareco
  • Sonoplastia e Direção de Som – Alex Cavalheri
  • Iluminação – Anderson Lima
  • Direção de Palco – Douglas Luiz
  • Interpretação em Libras – Comunique Acessibilidade
  • Assessoria de Imprensa – Mariana Castelar e Tero Queiroz
  • Assessoria de Comunicação – Hevo Mídia – Mario Oshiro e Paula Chermont
  • Social Media – Marcelo Henrique
  • Design Gráfico e Animação – Sudório

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Diálogo

O senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) recebeu 903.554 votos, a maior... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (14)

14/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Paulo Coelho - Escritor brasileiro

"Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia”.

FELPUDA 

O senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) recebeu 903.554 votos, a maior votação para o Senado na história de Mato Grosso do Sul. O resultado consolida o ex-governador como presidente estadual do PL e principal liderança do partido no Estado. A legenda elegeu os dois senadores, três dos oito deputados federais, nove dos 24 deputados estaduais, e passa a ter a maior bancada sul-mato-grossense tanto na Câmara quanto na Assembleia. Na política, quem é bem votado não só se torna o “cacique da aldeia”, como também passa a dar as cartas. 

Diálogo

Especial

Entre os dias 26 e 30 deste mês, acontecerá a Mega Semana da Mega Sena. Serão cinco sorteios consecutivos correspondentes aos concursos 3076, 3077, 3078, 3079 e 3080.  A modalidade, em caráter especial, terá sorteios de segunda a sexta-feira, substituindo o calendário regular de concursos.

Mais

Após o encerramento dos concursos especiais, a Mega-Sena retomará seu calendário regular de sorteios e fará a abertura das vendas paralelas da Mega da Virada 2026, prevista para novembro. O limite de horário permanece o mesmo adotado nos concursos regulares.

DiálogoDra. Luciana Darrot - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoValentina Herszage - Foto: Lu Prezia

Bênção!

Nos bastidores, já ferve a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de MS. Duas correntes disputam o segundo posto político mais cobiçado do Estado, e não é à toa: a Casa administra mais de meio bilhão de reais, quantia que boa parte dos 79 municípios de MS nem sonha em ter no caixa. Só que ninguém se elege presidente da Assembleia sem a bênção do governo. E é quando a queda de braço costuma terminar sempre do mesmo jeito: chapa de consenso.

Vilã

A inflação ganhou força após a deflação registrada em agosto, subindo para 0,82% em setembro, apontam dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Estimulada pela disparada dos preços das contas de luz, a variação é a maior para o mês desde 2021. Em 12 meses ela atingiu 4,58%, estourando novamente o teto da meta de 4,5% do Conselho Monetário Nacional.

Encolheu

Nem mesmo com votação recorde de Camila Jara, o PT conseguiu eleger dois deputados federais. Os seus companheiros não contribuíram para alcançar o quociente eleitoral. A diferença da votação de Camila de quase 155 mil votos para o segundo mais votado do PT é bem grande. Esse companheiro na disputa para Câmara Federal é Elias Ishy. Ele obteve apenas 18.045 votos. Não conseguiu conquistar a cadeira de Vander Loubet, que desistiu da reeleição para concorrer ao Senado. Como se vê...

ANIVERSARIANTES 

  • Renata Paula Possari Mendonça, 
  • Marçal Gonçalves Leite Filho, 
  • Silmara Silva Guimarães,
  • José Octaviano de Andrade,
  • Lilian Ajul Miyasato de Arruda, 
  • Ney Correa Dias,
  • Elaine Soares de Moraes,
  • Ernestina Braz Dias,
  • Deonisio Guedin Neto Deotti,
  • Manoel Macena de Souza,
  • Dr. Eduardo Ferreira da Motta,
  • Fernanda Barros Piovano,
  • Kátia Moreira Carneiro,
  • Leda Santiago Ramos,
  • Regiane Aparecida  Ferreira,
  • Iria Pedrassa Ortiz,
  • João Carlos Correa Fernandes,
  • Ivone Paetzold Soares, 
  • Tereza da Silva,
  • Marcio de Almeida,
  • Luely Sperandio da Costa,
  • Cid Ramos de Oliveira,
  • Paulo Cesar Zeni,
  • Dra. Fátima Aparecida Antônio Margarido, 
  • Geovana Souza,
  • Vera Denise Diogo Chama,
  • Elisabete Lescano Ferraz, 
  • Ronald Calixto Nunes,
  • Wlademir de Souza Volk,
  • Noilza Rodrigues Noronha,
  • Cecília do Carmo Raslan Silva, 
  • Vanessa Silva, 
  • Ricardo Kubitz Junior,
  • Edson Vieira,
  • Geraldo Teixeira de Almeida, 
  • Vera Odete Pires Caminha,
  • Antônio Carlos Castelo Branco,
  • Jairo Alves Fontoura,
  • Ivaldo Gonçalves Medeiros,
  • Nely Nakazato,
  • Sérgio Pereira de Assis, 
  • José Alves de Rezende,
  • Luiz Calixto de Bastos,
  • Calisto Peralta Alvarez,
  • José Henrique Cavalcante,
  • José Antônio Rabello de Moura Brasil, 
  • Luciana Angelita Ferreira Menezes,
  • Frederico Soares Júnior,
  • José Ricardo Corrêa Nasser,
  • Sandra Maria Espíndola,
  • Flaviano Januario da Silva,
  • Nelson Sabino de Oliveira,
  • Emmanuel Leander de Souza,
  • Antônio Marques,
  • Argentino José Nepomuceno,
  • Fortunato Silva Sanches,
  • Nancy Girão Arruda,
  • Wanderlei Luiz de Oliveira,
  • Vanilda Queiroz Yared,
  • Oscar Peixoto Ennes,
  • Bianca Soares de Brittes,
  • Carlos Antônio Campos,
  • Jefferson Greco Justino,
  • Maria Inês Milanezi,
  • João Seiko Shirado,
  • Isidoro Ribeiro,
  • André Bassil Fioravanti,  
  • Karla Regina Borges Bittelbrunn,
  • João Vieira Neto,
  • Márcia Casamassa Tiago Quinteiro,
  • Bianca Freitas Jorge Vieira,
  • Paulo Henrique Soares,  
  • Cineio Heleno Moreno,
  • Fernando Guimarães de Souza,
  • Luís Antonio Marchiori Perícolo,
  • Júlio César da Silva,
  • Aguinaldo Araújo de Sousa Júnior,
  • Jeanny Santa Rosa Monteiro de Oliveira,
  • Francisco Grisai Leite da Rosa,
  • Edimar Tania Bertolucci de Araújo Martins,
  • Gustavo Ferreira Santos,
  • Irineu Pimentel Pinto,
  • Jordelino Garcia de Oliveira,
  • Roberto Prado do Nascimento,
  • Mohamad Hassam Hommaid,
  • Oswaldo Vieira Andrade,
  • Maria Tereza de Moraes,
  • Wagner Roberto Pereira de Lima,
  • Aline Yonamine Miyahira, 
  • Thaís Teixeira Lopes,
  • Oséias Vitorino do Nascimento,
  • Raquel Canton,
  • João Alves Mendes,
  • Marcos Ivan Silva,
  • Silvio Pereira Filho,
  • Wanderley José de Freitas,
  • Valdete Souza Yarzon,
  • Luiz Alberto Menezes,
  • Valdenir Correa Mendes,
  • Maria Sílvia Barbosa Lemos,
  • Tyanna Flôres de Assis,
  • Telma Nantes Arruda,
  • Ana Maria Pimenta Garcia,
  • Fátima Luzia de Souza Vieira,
  • Vivianne Soares Silva,
  • Suzana Carolina Franco,
  • Mário Henrique Lima,
  • Gilberto de Oliveira Cardoso.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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