Correio B

Diálogo

A segunda vaga para o Senado no time de Riedel e Azambuja está sendo dispu... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (19)

Continue lendo...

Winston ChurChill - estadista britânico

O vício inerente ao capitalismo é a distribuição  desigual de benesse; o do socialismo  é a distribuição por igual das misérias”.

Felpuda

A segunda vaga para o Senado no time de Riedel e Azambuja está sendo disputada a cotoveladas, como a população está vendo. “Dá de um tudo”: os que sonham com a reeleição;  os que desejam voltar ao Céu, como é chamada aquela Casa,  em razão das inúmeras mordomias, depois de anos “no sereno”;  os derrotados nas urnas após um período reinando; e os oportunistas, que fingem que disputarão, tumultuam  o meio de campo e depois comercializam o passe.  Como disse o filósofo Sêneca: “Na vida pública, ninguém olha  para os que estão pior, mas apenas para os que estão melhor”.

Novamente

À exceção dos partidos  de esquerda em MS e outros  de pouca ou nenhuma expressão no cenário político, os demais deverão estar no palanque  de reeleição do governador Eduardo Riedel.  Segundo alguns parlamentares,  a previsão é de que no time  poderão marcar presença  a federação PP-União Brasil, PL, Republicanos, MDB, PSB,  o que restar do PSDB e o Podemos (atualmente, um braço do PSDB). Hoje, esses partidos  fazem parte da base aliada  do gestor estadual. 

Interesse

Embora tenha o apoio do MDB nacional para ser candidata  ao Senado, a ministra Simone Tebet enfrenta resistência interna em nível estadual. Ela, que é convicta admiradora de Lula, está pisando em ovos diante do “paredão” do seu partido anti-PT, mas demonstra que vai tentar se cacifar mesmo assim. Quando disputou a Presidência da República, obteve total de 79.719 votos em MS e em Três Lagoas,  sua terra natal, teve 3.590 votos.

Base

De acordo com esses parlamentares, tais partidos  não teriam nome com potencial para disputar o governo do Estado.  Até mesmo a oposição vem batendo a cabeça para apresentar um nome que, ao menos, possibilite eleger deputados estaduais e federais, uma vez  que, até o momento, encarar  a briga na majoritária está difícil. Vale lembrar que integrar base aliada em uma administração representa participação em secretarias, cargos e indicações para fundações, entre outros.

Vou... Não vou

Por querer alçar voos mais altos e não encontrando respaldo  em suas pretensões, o deputado Marcos Pollon vinha conversando com o Partido Novo, que estaria interessado em seu nome para a disputa a um dos cargos majoritários, governo ou Senado. Nos meios políticos, porém, fala-se que o parlamentar estava querendo forçar a barra ao dizer que sairia do PL. Ele, que cumpre seu primeiro mandato, foi  o mais votado em Campo Grande  e em MS em 2022. Daí acredita  que reuniria potencial suficiente para a disputa. Dizem ainda  que, se encerrar a carreira política, deverá se mudar para os EUA.

Vânia Cardoso

 

Cléo Pires

Tabuleiro

Estão previstas para o fim  deste mês as últimas mexidas  no tabuleiro das eleições de 2026.  O ex-governador Reinaldo Azambuja deverá se filiar ao PL, até porque, pelas articulações, dificilmente voltará atrás, enquanto o governador Eduardo Riedel caminha em direção  ao PP, mas poderá mudar  de rumo. Com as definições  dessas duas lideranças,  os demais partidos,  sem exceção, vão começar  a buscar as devidas alianças.

Hipótese

Embora faça sinalização de estar indo em direção ao PP, mas sem nada a comentar a respeito,  o governador Riedel, segundo  os bastidores, poderá também fazer sua escolha pelo Republicanos. Esse partido  tem como principal nome  à Presidência da República, caso seja mantida a inelegibilidade  do ex-presidente Bolsonaro (PL),  o governador de São Paulo,  Tarcísio de Freitas.

Cotação

O nome do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, continua em alta cotação para  as futuras eleições. Embora seu cargo esteja sendo cobiçado por partidos em eventual aliança, o que se fala nos meios políticos é que compor chapa à reeleição de Riedel pode ser uma realidade. O fato é que sua fidelidade ao governador, sem tramoias políticas nos bastidores, vem sendo levada em grande conta. Como disse experiente homem público, dando um exemplo, politicamente falando: “Sabe aquele cara que todo pai quer para genro? Esse cara seria o Barbosinha”.

ANIVERSARIANTES

Niutom Ribeiro Chaves Junior  
Jéssica Alencar  
Eduardo Coletto Figueiredo  
Ana Luiza Leal  
Dr. Rudel Espíndola Trindade Júnior  
Airton Edison de Araujo Filho  
Emanuely Vilalba das Virgens  
Benedito Ramão Mansilha  
Honorio de Oliveira  
Reginaldo Silva Santos  
Zenilda da Costa Leite  
Ir. Sílvia Vecellio Pais  
Gislaine Aparecida Loubet Brum  
Marcia Gisele Silva Hisano  
Regina Célia Oshiro  
Nedy Gonçalves Mastrageli  
Ricardo Colombo Ferreira  
Flávia Anache Marsiglia Cavalcanti Garcia  
Silvia Garcia Arguello  
Ivan da Cruz Pereira  
Milton Fernandes Sena  
Letícia Alves  
Valéria Caldas Chedid  
Dra. Klissia Pires Souza  
Edson Paulino Dutra  
Kamary José Santos Silva  
Neuza Barrozo de Almeida  
Jeany Graciela Bichofe  
Marcos Roberto Lopes  
Takashiro Asato  
Bruna Medeiros Gonçales  
Manoel Martins Vieira  
Paulo Celso Pinheiro Saraiva  
Iza Leite Barbosa  
Anete Serra Reinbold  
Dra. Ângela Maria Dias Queiroz  
Cacilda Kimiko Nakashima  
Antonio Dias Pedroso  
Wellington Miyazato  
Licínio Lanteri de Almeida  
Zeni Fratine Campos  
Genise Molina Filartiga  
Claudio Cericatto  
Flauzino Gonçalves Costa  
Luiz Fernando Borges dos Santos  
Gilberto Kodjaoglanian di Giorgio  
Inah Maria Corrêa da Costa  
Neide Maria de Barros Chagas  
Elka Batista de Souza  
Clarice Gomes de Almeida  
Marco Aurelio Ronchetti de Oliveira  
Maria Helena Vieira Pinheiro  
José Carlos da Silva Corrêa  
Tereza Cristina Fonseca  
Carolina Débora da Silva  
Air da Silva Ramalho  
Abigail Marques Souza  
José Lima Martins  
Antônio Matias de Souza Neto  
Ana Luiza de Carvalho  
Michelle Barcelos Alves Silveira  
João Xisto Rivas Arguelho  
Emileide Lucineia da Costa  
Ailson Elias de Oliveira  
Carlos Flag Rocha  
Jeronimo Ricardo de Melo Falcão  
Luiz Marques da Silva  
Allyson Britto Motomiya  
Márcia Maria Orro Gonçalves  
Luiz Carlos Moraes Laburu  
Roberto Wachsmuth Rios  
Milena Aparecida de Oliveira Gatto  
Carlos Romanini Bernardo  
Sonia Maria Ferreira Barrueco  
Fernando Antônio de Oliveira Santos  
Antônia Rosa Holland  
Ulysses Pereira de Almeida Neto  
Adão Pereira dos Reis  
Vânia Leila Farias Parizze  
Marluci Dutra Ferreira  
Ariely Garcia Moreno Lima  
Daniel Radünz  
Gleydson Pinto Machado  
Dejacyr Cespedes de Souza  
Apolianário Portela Moreira  
Rosane Moreira Lopes  
Eraldo Olarte de Souza  
Gerson Luiz Martins  
Fausto Luiz Rezende de Aquino  
Cléa dos Santos Almeida  
Rodrigo Possari  
Renata Duarte Jacomo  
Fernando Antonio Alves da Rocha  
Flávio Cerzósimo Souza  
Neusa Jordão Costa  
Valéria Rodrigues de Lacerda  
Fernanda Suares Rocha Martins  
Nancy Raquel Orue Pinasso  
Larissa Lelaine Ferraz Gomes  
Gláucia Helena Santana  
André de Godoy Sant’Ana  
Roseli Romero  
Gilmar Monteiro Pereira  
Maria Aparecida Dias Pereira  
Ney Fuzeta Peres  
Glicio Mariano de Paula  
João Roberto Ambrosio  
Rodrigo Soto Tschinkel  
Soraya Danielli Hammoud Brandão  
Adriana Aparecida Foizer

*Colaborou Tatyane Gameiro

CINE CAMPO GRANDE

Venda expõe impasse entre planejamento e preservação do patrimônio histórico

Venda do Cine Campo Grande expõe impasse entre planejamento institucional, entraves urbanos e mobilização pela preservação do patrimônio histórico

26/03/2026 09h00

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital Gerson Oliveira / Correio do Estado

Continue Lendo...

O leilão do Cine Campo Grande, último cinema de rua da capital sul-mato-grossense, foi finalizado na tarde de ontem e se transformou em um dos temas mais sensíveis do cenário cultural local.

O caso evidencia uma disputa que envolve memória coletiva, políticas públicas, planejamento institucional e o futuro do audiovisual em Mato Grosso do Sul. O espaço foi arrematado com um único lance de R$ 4.944.755,22, valor mínimo estipulado para o imóvel.

A decisão de levar o prédio a leilão ocorreu após a Prefeitura Municipal de Campo Grande não aprovar o projeto de reestruturação do espaço, apontando como um dos principais entraves a ausência de estacionamento subterrâneo.

O argumento, no entanto, tem sido questionado por artistas, cineastas e especialistas, que destacam que cinemas de rua, por sua própria natureza, historicamente funcionam em áreas centrais e não dependem desse tipo de estrutura.

Um exemplo disso é o Cinema São Luiz, que, com 74 anos de história, tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas de Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil mesmo sem estacionamento próprio.

Em 2008, o prédio foi revitalizado e tombado como monumento histórico pelo governo do estado de Pernambuco. Mais recentemente, foi cenário das gravações de “O Agente Secreto”, filme que concorreu ao Oscar em quatro categorias.

DE POINT A NADA

Inaugurado na década de 1980 e administrado pela Cinematográfica Araújo, o Cine Campo Grande foi, durante décadas, um dos principais pontos de encontro da cidade.

Localizado em uma área estratégica, na Rua 15 de Novembro, entre as Ruas Rui Barbosa e Pedro Celestino, o cinema oferecia fácil acesso à população e atraía públicos diversos, desde estudantes até trabalhadores do comércio.

Com ingressos acessíveis e programação popular, o espaço se consolidou como uma alternativa democrática de lazer. Para muitos campo-grandenses, foi ali o primeiro contato com o cinema.

O fechamento, em 2012, marcou o fim de uma era. Naquele momento, o filme que liderava as bilheterias nacionais era “Os Vingadores”, símbolo de uma indústria que migrava cada vez mais para os cinemas multiplex em shoppings.

Enquanto a franquia ganhava sequências, o Cine Campo Grande permanecia fechado, tornando-se um retrato do esvaziamento dos centros urbanos e da mudança nos hábitos de consumo cultural.

PROMESSA

Em 2013, o prédio foi adquirido pelo Sesc-MS, com a proposta de revitalizá-lo e transformá-lo em um centro cultural. O projeto previa um espaço multifuncional, com teatro, cinema, biblioteca, salas de música, oficinas e áreas de convivência.

A iniciativa gerou expectativa na comunidade, que via na proposta a possibilidade de reativar o centro da cidade e criar um polo de produção e difusão artística.

No entanto, o projeto nunca saiu do papel. Em 2015, o Sesc apontou a falta de área para estacionamento como um dos principais entraves para a aprovação da obra.

Ao longo dos anos seguintes, novos anúncios foram feitos, incluindo a afirmação, em 2022, de que o projeto estava pronto e seria executado, com prazo de conclusão até 2024.

Mesmo assim, as obras não começaram.

Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) chegou a classificar o imóvel como ocioso, recomendando medidas para dar uma destinação ao espaço. Paralelamente, o prédio sofreu com abandono, invasões e incêndios, incluindo um caso em 2023 que atingiu a sala de projeção.

O LEILÃO

Diante desse cenário, o Sesc-MS decidiu levar o imóvel a leilão. Em posicionamento oficial, a instituição afirma que a decisão foi motivada pelas condições estruturais do prédio, que inviabilizaram a continuidade do projeto.

A entidade reforça ainda que continuará investindo em cultura por meio de outras iniciativas, como o Cine Sesc, a Mostra Sesc de Cinema e o Sesc Lab Mais, além de estudar novos projetos para criação de um espaço mais amplo e moderno que possa integrar diferentes linguagens artísticas.

No entanto, ao vender o imóvel, o destino do prédio deixa de estar sob controle da instituição, podendo resultar em usos completamente distintos de sua vocação cultural.

MUITAS PERDAS

O caso do Cine Campo Grande ganha ainda mais peso quando se observa o histórico da cidade. Campo Grande já chegou a ter mais de 20 cinemas de rua ao longo de sua trajetória. Espaços como Alhambra, Santa Helena, Acapulco, Center e Plaza desapareceram gradualmente, acompanhando transformações urbanas e econômicas.

Hoje, restaram apenas a memória desses locais e o prédio do Cine Campo Grande, o último vestígio físico dessa história.

Para a cineasta Marinete Pinheiro, essa perda é também simbólica. “Antes da popularidade da televisão, os cinemas eram os principais espaços de convivência social. E todos os anteriores já foram apagados da cidade”, afirma.

Ela ressalta que o valor do espaço vai além da arquitetura ou da função comercial. “Existe uma dimensão afetiva, de relações humanas, que foi construída ali ao longo de décadas”, completa.

MOBILIZAÇÃO

A decisão de leiloar o Cine Campo Grande provocou uma mobilização no meio audiovisual do Estado. No domingo, artistas, estudantes e profissionais do audiovisual realizaram uma manifestação em frente ao prédio.

O ato teve forte carga simbólica: um documentário sobre a história dos cinemas da cidade foi exibido nos tapumes do local, transformando o espaço abandonado em uma tela de resistência.

A mobilização levou à formação de uma comissão representativa, que se reuniu com o Sesc-MS nesta segunda-feira, com apoio da vereadora Luiza Ribeiro (PT), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal.

Para a parlamentar, a venda representa um prejuízo irreparável. “O valor financeiro não compensa o dano permanente que a cidade terá ao perder o último cinema de rua”, afirmou.

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da CapitalMobilização resultou na reunião entre o Sesc-MS, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) e facilitadores do audiovisual em MS, mas já não havia como voltar atrás na venda do imóvel - Foto: Divulgação

DEMANDA CRESCENTE

O debate ocorre em um momento de expansão do audiovisual no Estado. Mato Grosso do Sul recebeu cerca de R$ 9 milhões apenas neste ano por meio de programas como os Arranjos Regionais.

Somados aos recursos da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc, os investimentos chegam a quase R$ 20 milhões.

A produtora cultural e coordenadora do Ministério da Cultura no Estado, Caroline Garcia, destacou que o governo federal tem ampliado significativamente o apoio ao setor. “Temos recursos, políticas públicas e produção crescente. O desafio agora é garantir espaços de difusão”, afirma.

Ela também ressaltou que o Ministério não foi previamente informado sobre a decisão de leiloar o imóvel, apesar de manter diálogo com o Sesc-MS.

PATRIMÔNIO SIMBÓLICO

Para o cineasta Joel Pizzini, o Cine Campo Grande representa um capital simbólico da cidade. “O movimento é espontâneo e reflete uma tomada de consciência da classe audiovisual, que quer devolver seus filmes ao público”, declara.

Ele destaca que o momento atual é diferente de décadas anteriores, com maior produção regional e políticas de incentivo mais robustas. “O cinema de rua tem função formativa e reflexiva. É um espaço de construção de pensamento”, defende.

Pizzini também aponta que a ausência de estacionamento pode ser reinterpretada à luz das novas políticas de mobilidade urbana, que incentivam deslocamentos a pé e o uso de transporte coletivo.

O caso do Cine Campo Grande sintetiza um dilema recorrente nas cidades brasileiras: como conciliar preservação da memória com demandas contemporâneas de planejamento urbano e viabilidade econômica.
Para muitos, a perda do cinema representaria mais um capítulo de apagamento cultural.

“Será um novo trauma para a cidade”, afirma Pizzini, ao lembrar o desaparecimento de outros espaços históricos.

Assine o Correio do Estado

Felpuda

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (26)

26/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Bertolt Brecht - escritor alemão

"Perante um obstáculo, a linha mais curta entre dois pontos pode ser a curva”.

 

FELPUDA

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da moral e dos bons costumes, já começam a se apresentar, denunciado isso e aquilo, como se tivessem, tal qual mágico de circo mambembe, tirado um coelho da cartola para causar “surpresa”. O denuncismo, que é usado como peça de campanha eleitoral, tem prazo de validade, esvaindo-se tal qual fumaça no final das eleições. Nesses tempos de redes sociais, resta saber onde estava esse pessoal nos últimos três anos e que somente aparece nos “45 minutos do segundo tempo” de um ano eleitoral?

Malfeitos

Mesmo contando com orientações constantes do Tribunal de Contas de MS, ainda há gestores públicos que se acham mais espertos do que Assim, gastam indevidamente os recursos públicos. Por conta disso, muitas das “excelências” de várias cidades estão sendo investigadas por malfeitos nessa área. “Quem nunca comeu mel, quando come se lambuza”, né?

DiálogoA quadrinista Júlia Bruno Mello acaba de conquistar um marco super especial: o lançamento do seu primeiro livro de quadrinhos, “PomPomtiras”, em um evento oficial em São Paulo. Nascida na capital paulista, mas criada em solo sul-mato-grossense, a artista – conhecida no meio como Sailorjubs – já mostrava talento desde cedo. Aos 10 anos, começou a dar seus primeiros passos na profissão, ao publicar o quadrinho “melan Cólica” no Correio infantil, suplemento do Correio do Estado. Hoje, Júlia expandiu sua arte para cidades como São Paulo e Curitiba, atuando como ilustradora, quadrinista e diretora de arte. E ela não para. Vem com novas aventuras dos PomPons, que estão sendo preparadas. Para quem quiser conhecer mais do trabalho da artista é só acessar o site paperjubs.lojavirtualnuvem.com.br.

 

DiálogoRenato Hotta Perez, que a partir de hoje estará na presidência do Sindicato da Habitação – MS (Secovi), onde permanecerá até 2030

 

DiálogoDra. Laura Vilela Pazzini

Agitando

A dupla Eduardo Riedel (PP) e Reinaldo Azambuja (PL) está a todo vapor, nessa reta final de arranjos partidários para a disputa eleitoral, a fim de não encontrar grandes embaraços à frente. Daí suas articulações para fortalecer siglas, não deixar companheiros mais chegados de fora das chapas e, ainda, caminhar com o arco de aliança forte. É claro que essas “mexidas no tabuleiro político” têm também como finalidade tentar obter sucesso no embate. O governador Riedel busca a reeleição e Azambuja está de olho em uma das cadeiras ao Senado.

Com pressa

Em regime de urgência, e ainda podendo ser votado hoje, tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul o projeto do Executivo que reajusta em 3,81% os salários dos servidores estaduais. De acordo com a proposta, o índice corresponde à variação do IPCA nos últimos 12 meses, calculado pelo IBGE, estabelecendo o mês de maio como data-base e determinando que o aumento também seja aplicado a aposentados e pensionistas.

Mais

O reajuste terá impacto financeiro para o Executivo de R$ 353,5 milhões neste ano, R$ 473,5 milhões em 2027 e R$ 490,1 milhões em 2028. Atualmente,MS conta com cerca de 86 mil servidores, incluindo ativos e inativos. O índice também será aplicado a servidores do Legislativo, do MPMS e da Defensoria Pública. Já o Poder Judiciário ajustou neste ano sua data-base para acompanhar os demais poderes.

Aniversariantes

Santina Cavaglieri Faccin,
Miriam Miranda,
Dr. Antonio Farias de Souza,
Caroline Zaionc Almeida,
Francieli Calgaro de Oliveira Quintanilha Nogueira,
Dirceu Domingues Vieira,
Mauro Renosto,
Antonio José Grande,
Oscar Arakaki,
Washington José Kleves Oliveira,
Fábio Itsuo Hashimoto,
Aparecida Rosângela Gimenez Sona Fernandes,
Maria Odete de Sousa,
Silvino Cesaretto,
Ramão Job Cabral,
Onildes Aquino Saldanha,
Dr. Donevir José Cividini,
Evaldir Marino Ferreira,
Lara Freitas Assumpção Oliveira,
Maria José da Silva,
Eduardo André Miranda,
Bernadete Gomes Lewandowski,
Vera Lúcia Duailibi Amizo,
Dra. Ana Maria Junqueira de Barros Piedade,
Jeanette Elias Zahran,
João Donizete Cassuci,
Teresa Noda Aoki,
Ricardo Hissamitsu Arakaki,
Maria Valéria da Costa,
Zilda Maria Martins,
Valdeci Batista dos Santos,
Odilson Alves Nogueira,
Marcos Antonio Paco,
Elizeth de Araújo,
Máximo Carlos Guimarães Jeleznhak,
Dora Teixeira,
Francisco Severino da Silva Júnior,
Carlos Adão Nogueira Lopes,
Wilson Cavalcanti de Moraes,
Reinaldo Gomes Yamaciro,
Jussara Mendes da Silva,
Pedro Carretoni Sobrinho,
Martha Martins Albuquerque,
Braulia Montania,
Sandra Aparecida Montania,
Braulino Lima,
Alda Bruno de Almeida,
Evandro Nogueira Barbosa,
Plinio Lima de Almeida,
Bianca Bertoni,
Jussara Ferzeli Neta,
Dr. Eduardo de Lacerda Ferreira,
Everaldo Alves da Rocha,
Maria de Lourdes Ávila Braga,
Fernando Peralta Filho,
Djalma Bittencurt Gautério,
Braulio Ramon Alvarenga,
Maria Odete Soares,
João Antônio Alvim,
Meire Vilma da Silva,
João Aparecido Spontoni,
Deise Maia da Silva,
Benigna da Silva,
Carlos Henrique Fontes,
Adelina Chaves,
Dr. José Roberto Spengler,
Berenice Santos,
Irany Franco de Almeida,
Maria Célia Oliveira,
Humberto Moreira,
Cândida Vieira,
Iber da Silva Xavier,
Laerson Pereira de Oliveira,
Aurodir Machado Vidal,
Halley Chrystian Salgado,
Domingos Rodrigues Veiga,
Joelma Thomaz,
Wilmar Lambert,
Raquel Aparecida Rezende Machado,
Helaine Dias Esbizaro Basen,
Vera Maria de Oliveira Silva,
Maria Franca Paiva,
Letícia Vilhalba Pedraza,
Natália Vilhalba Pedraza,
Ivanete Rodrigues Mota,
Maria Matheus de Andrade,
Vanderlei Ramos Duarte,
Dr. Carlos Nakao,
Sandra Maria Palhano Costa,
Eliege Fatima de Barros Peixoto,
Maria Dolores Franco,
Carla Londero Rupp Rodrigues de Almeida,
Claudineia Narvaiz Tuneca,
Dulcimar Marinho de Azevedo Ramires,
Jaqueline Santos Almeida Hlawensky,
Jeana Maria de Araújo Silva,
Leonardo Correa Ribeiro,
Maria Angélica Pereira Carreira,
Cristiane de Souza Ribeiro,
Daniella Leal Borges Teixeira,
Dorila Espindola de Santa Cruz,
Paulo Roberto Jabrayan,
Tatiana dos Reis Balaniuc Moreira,
Thiane Tonon

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).