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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 05 e 11 de janeiro. Momento de cautela e atenção.

O Cinco de Ouros é um Arcano associado a dificuldades, perdas e sensação de desvalorização. Sob sua regência, o momento pede atenção redobrada, pois nossas ações podem encontrar limites, atrasos ou até prejuízos.

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Os arcanos de número 5 no Tarô estão associados a perdas, dificuldades, conflitos e fracassos — cartas que, à primeira vista, podem parecer pouco agradáveis. O Cinco de Ouros, em especial, simboliza adversidade, escassez e provação.

Embora muitas vezes seja visto como um mau presságio, esse arcano propõe uma reflexão mais profunda: em quais áreas da sua vida você tem agido a partir de uma consciência de falta, e não do campo das possibilidades?

A pobreza não é apenas uma condição financeira; ela é, sobretudo, um estado mental profundo e persistente. Pensamentos como:

“Como vou pagar isso?”
“Se eu não der mais dinheiro para ele pela centésima vez, a culpa será minha se algo ruim acontecer?”
“Quem dera eu tivesse sorte e ganhasse na loteria.”
“Eu simplesmente não sei lidar com dinheiro.”
“Quando vou sair dessas dívidas?”
“Por que eu sou tão inútil?”
“Por que não me valorizam?”

Todos esses são exemplos de consciência de pobreza. Até mesmo pessoas ricas podem ficar presas nesse padrão mental, porque a pobreza, na verdade, não tem a ver com dinheiro, mas com autoestima.

É fundamental reconhecer que a consciência de escassez funciona como uma profecia autorrealizável. Quando você se concentra na falta, acaba atraindo ainda mais carência para a sua vida. Quanto mais você se preocupa com dinheiro e recursos, menos sente que tem. Isso cria um ciclo vicioso difícil de romper.

Você se sente confiante o suficiente para estabelecer limites com os outros? Você já teve a sensação de que o sucesso é concedido a todos, menos a você? Você é devidamente recompensado pelo trabalho que realiza? Você valoriza a si mesmo e os serviços que oferece?

Na Grécia Antiga, a deusa da pobreza chamava-se Pênia. Como os andarilhos do Cinco de Ouros, ela vagava de casa em casa até encontrar quem não tivesse limites claros. Uma vez acolhida, era difícil fazê-la partir, pois despertava culpa, obrigação e desvalor. Ela só ia embora quando o morador retomava o controle.

.O Cinco de Ouros alerta para qualquer pessoa ou situação que tente fazer você se sentir menor do que realmente é.

Ajudar os outros e estar a serviço precisa acontecer com limites. O antigo provérbio atribuído a Lao-Tsé — “Dê um peixe a um homem e você o alimenta por um dia; ensine-o a pescar e você o alimenta por toda a vida” — traduz com clareza essa sabedoria.

Existe uma força capaz de dissolver a consciência de pobreza: a autoestima. Quando você se percebe inteligente, capaz, competente e confiante, passa a reconhecer o próprio valor. Quem sabe o quanto vale não abre espaço para a escassez mental.

Pessoas com autoestima sólida não se tornam alvo de indivíduos inescrupulosos — afinal, manipuladores agem como predadores, sempre em busca do elo mais frágil. Por isso, este é um momento de estabelecer limites claros e firmes.

Reconheça o seu valor e pare de se doar quando já estiver esgotado. Estabeleça limites com pessoas excessivamente dependentes, aprenda a se defender e direcione sua ajuda apenas a quem também está disposto a se ajudar. Ao mesmo tempo, busque as melhores oportunidades para você, lembrando que cuidar de si é essencial para seguir adiante com equilíbrio.

Passadas as festas, somos chamados a encarar a realidade: o calendário muda, mas os desafios permanecem. Quando o Cinco de Ouros aparece como carta regente, ele indica um período de instabilidade, insegurança e, muitas vezes, sensação de exclusão, tornando sua presença particularmente desconfortável — ainda mais na segunda semana do ano, quando a esperança costuma falar mais alto.

Para muitos, isso se manifesta de forma concreta: as contas do fim de ano chegam, trazendo o peso de presentes, celebrações e viagens que precisam ser equilibrados. Nem sempre, porém, essa perda é material; ainda assim, por se tratar do naipe de Ouros, questões financeiras costumam ocupar o centro da experiência, mesmo quando outros desafios também surgem.

Lembre-se: você não é a única pessoa enfrentando dificuldades, e isso não define quem você é. Se você tem recusado ajuda de amigos ou familiares, o surgimento dessa carta indica que chegou a hora de permitir que outros se aproximem. Eles querem o seu bem e sabem que você faria o mesmo por eles se os papéis estivessem invertidos.

É para isso que servem os laços verdadeiros: apoiar nos bons e maus momentos. Essa interpretação também funciona ao contrário — se você conhece alguém passando por dificuldades, talvez esteja em posição de ajudar. A pessoa pode estar orgulhosa demais para pedir, então cabe a você fazer um gesto, sem parecer caridade.

O Cinco de Ouros pode indicar os desafios de assumir responsabilidades parentais sozinho, especialmente no campo financeiro e emocional. Em casos que envolvem cuidados especiais, a carta aponta para o desgaste e as preocupações constantes, mas também convida à busca de apoio, acolhimento e soluções possíveis.

Embora não existam dados oficiais que indiquem um aumento de separações especificamente no período de festas, observam-se picos em dezembro. Não é à toa que janeiro é conhecido como o “mês do divórcio”. E, sem dúvida, isso pode acarretar um impacto financeiro significativo.

A adaptação a um novo padrão de vida pode ser desafiadora, exigindo mais planejamento, organização e escolhas conscientes. Esse período pede ajuste de expectativas, redefinição de hábitos e fortalecimento emocional, especialmente diante das transformações nas rotinas e nas relações.

Cada pessoa tem sua própria percepção do que significa pobreza ou escassez. Por isso, a cena da carta pode representar tanto uma privação severa quanto apenas a necessidade de apertar o cinto. Se você estava acostumado a sempre “ter e obter”, qualquer restrição parecerá extrema.

Reduzir viagens, abrir mão de luxos, mudar para um apartamento menor, vender um carro ou fazer o próprio trabalho doméstico pode ser a sua definição de tempos difíceis. Sem os bens aos quais estava habituado, você pode se sentir empobrecido e sem brilho.

Se você sente que está ‘na pior’, talvez esteja associando a própria felicidade apenas ao dinheiro e às posses. O Cinco de Ouros indica que uma transformação espiritual profunda pode ser necessária, assim como a compreensão de que dinheiro não é tudo — e definitivamente não garante felicidade.

É preciso avaliar de onde vem a verdadeira sensação de carência. Olhar além da própria realidade imediata pode ajudar a entender o que é, de fato, pobreza. Muitas pessoas considerariam uma grande sorte ter sequer uma parte do que você possui.

Essa carta também funciona como um alerta para a saúde. Pode indicar negligência com o próprio corpo, cansaço extremo, alimentação inadequada ou falta de descanso. Algumas condições tendem a se prolongar, ou você pode estar dedicando muita energia ao cuidado de alguém.

O conselho é claro: desacelere, respeite seus limites e priorize o autocuidado. Pequenas mudanças na rotina — como repouso, atenção aos sinais do corpo e busca por apoio — podem fazer uma grande diferença. Afinal, a saúde é a verdadeira riqueza; sem ela, nada mais se sustenta.

O Cinco de Ouros pode refletir um estado mental — e não necessariamente a realidade objetiva — no qual a pessoa passa a se colocar no papel de vítima das circunstâncias. Nos tempos atuais, o discurso coletivo frequentemente alimenta o medo e a sensação de escassez, e é importante cuidar para que essa narrativa não se instale e domine o nosso psicológico.

É uma carta que coloca a vida sob exame e aponta para lições difíceis, porém necessárias. Não se deixe abater pelas circunstâncias; busque caminhos para se reerguer. As dificuldades são passageiras e, com esforço, trabalho consistente e uma mudança de atitude, é possível atravessar o momento desafiador e reencontrar o chão. “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”!

Amor

Em relacionamentos, o Cinco de Ouros indica uma fase de insegurança ou distanciamento emocional. Em alguns casos, um dos parceiros se afasta, levando o outro a sentimentos de rejeição ou abandono — muitas vezes por meio do ghosting, quando a comunicação é cortada de forma abrupta e sem explicações.

Em vínculos sólidos, esse momento atua como um teste decisivo. Torna-se necessário avaliar e decidir o que precisa ser transformado ou deixado para trás para que o relacionamento não se fragilize. O diálogo, nesse processo, é fundamental.

Para quem está só, a carta fala de cansaço emocional e necessidade de recolhimento, preparando o terreno para conexões mais autênticas.

Trabalho

No campo profissional, o Cinco de Ouros sugere um período de instabilidade e ajustes, que pode envolver desafios financeiros ou mudanças no status profissional. A carta aponta para a necessidade de adaptação diante de alterações em benefícios, segurança ou reconhecimento no ambiente de trabalho.

Esse cenário pode afetar o bem-estar emocional, mas a carta também convida à revisão de prioridades e à abertura para novos caminhos. Em muitos casos, esse momento funciona como o impulso necessário para deixar um espaço que já não reconhece seu valor e buscar outro que ofereça mais crescimento e satisfação.

Finanças

O Cinco de Ouros aponta para um período de maior atenção às finanças, em que o dinheiro pode ficar mais curto e o orçamento pede cuidado, pois você pode ter algum tipo de prejuízo. Mais do que falar de perdas, essa carta destaca a importância da contenção, do planejamento e, sobretudo, da humildade para pedir ajuda quando necessário. Buscar apoio em pessoas de confiança ou recursos disponíveis não é fraqueza — é parte do processo.

Encontrando força na dificuldade

Nesta semana, esteja atento às situações que surgirem e, principalmente, à forma como você reage a elas. Embora não possamos controlar os acontecimentos externos, a maneira como os processamos e lidamos com eles está, sim, ao nosso alcance — mesmo quando não parece.

Há momentos em que a vida nos confronta com situações que despertam a pergunta: “por quê?” O sentido por trás do desafio nem sempre se revela de imediato, e podemos sentir que estamos lutando constantemente contra forças fora do nosso controle.

O Cinco de Ouros traz instabilidade — e isso é sempre desconfortável. Mas é justamente nos períodos de dificuldade que ocorre grande parte do nosso crescimento. Sem luta, não há evolução. Mesmo que não compreendamos agora por que certas coisas acontecem, é nos momentos mais desconfortáveis que nascem a resiliência e a perseverança.

Lembre-se, ao longo desta semana, de buscar apoio quando estiver difícil e de confiar que essa fase também vai passar. Qualquer desconforto atual é temporário, e a sabedoria adquirida nesse processo está preparando você para o próximo capítulo — um capítulo em que você será mais forte do que antes.

Não seja duro consigo nem se diminua. Se houve rejeição ou se você errou a ponto de cair numa armadilha, perdoe-se com rapidez e extraia o aprendizado da experiência. E, se for preciso se afastar e passar um tempo só, lembre-se: isso não precisa ser o fim do mundo — pode ser apenas um recomeço.

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão

COMPORTAMENTO E SAÚDE

Entenda o perigo da frase "depois das festas eu começo" e saiba como evitar o ciclo do fracasso

o primeiro problema dessa ideia aparentemente simples é criar uma falsa linha de largada, porque o corpo não entende calendário, mas responde aos estímulos

06/01/2026 10h30

Primeiro passo:

Primeiro passo: "saúde não começa em janeiro, começa quando a decisão deixa de ser adiada" Pixabay

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“Depois das festas eu começo!” Essa frase parece inofensiva, quase lógica. Afinal, dezembro é um mês atípico: confraternizações, viagens, rotina desorganizada, alimentação fora do padrão e familiares em casa. Adiar o início do cuidado com a saúde para janeiro soa como uma decisão racional.

“Mas, na prática, essa é uma das frases que mais alimentam o ciclo do fracasso quando o assunto é saúde, exercício físico e mudança de hábitos, especialmente depois dos 40 anos”.

Quem faz o alerta é o professor de educação física Igor Conterato, que é doutor em saúde pública pela Universidade de São Paulo (USP).

O primeiro problema dessa ideia é bem simples de se entender: criar uma falsa linha de largada, como se o corpo funcionasse por datas comemorativas, como se janeiro tivesse algum poder especial que dezembro não tem.

O corpo não entende calendário, porém entende estímulos e sempre responde melhor quando estes começam agora, mesmo que pequenos.

PROMESSA E DESISTÊNCIA

“O segundo problema é psicológico. Quando a pessoa diz que vai começar ‘depois’, ela se autoriza a exagerar ‘antes’. Come mais do que o habitual, se movimenta menos e ignora qualquer sinal de cuidado com o corpo. Porque existe a promessa de que tudo começará no próximo mês, e esse ‘eu’ de agora nunca mais será o mesmo”, observa Conterato.

Primeiro passo: "saúde não começa em janeiro, começa quando a decisão deixa de ser adiada"Regular os horários de descanso também ajuda o corpo a entrar na linha - Foto: Pixabay

O problema é que janeiro chega e o corpo já está cansado, mais pesado, menos disposto, com mais dores e menos energia. A expectativa é alta, porém a condição física não acompanha essa empolgação. O resultado é previsível: tentativas intensas nas primeiras semanas, seguidas de frustração e abandono.

Esse ciclo se repete ano após ano: promessa em dezembro, esforço exagerado em janeiro, desistência em fevereiro – ou em janeiro mesmo – e culpa até o próximo fim de ano. Depois dos 40 anos de idade, esse padrão cobra um preço maior.

O corpo precisa de mais tempo para se adaptar, recuperar e responder aos estímulos. Por isso, exigir mudanças bruscas, treinos longos ou rotinas rígidas logo no início do ano só aumenta o risco de dores, lesões e desmotivação. E o caminho acaba então na desistência.

A HORA É AGORA

Existe uma alternativa muito mais eficiente – e muito menos glamourosa: não esperar o momento perfeito. Evitar o fracasso de janeiro não significa ignorar as festas ou viver em restrição. Significa manter o mínimo de constância.

Primeiro passo: "saúde não começa em janeiro, começa quando a decisão deixa de ser adiada"Foto: Pixbay

Realizar treinos simples e curtos durante a semana, fazer movimentos básicos com regularidade e não agir como se fosse o último fim de ano da vida quando o assunto é alimentação e consumo de álcool. Comece com o mínimo possível e estabeleça, com seu professor ou personal, a progressão do treino.

Quando janeiro chega e o corpo já está em movimento, tudo muda. A disposição é maior, a adaptação é melhor e a chance de manter o hábito aumenta consideravelmente. A mudança deixa de ser um choque e passa a ser uma continuidade. Mas nem tudo está perdido para quem virou o ano na base da procrastinação.

“Saúde não começa em janeiro. Começa quando a decisão deixa de ser adiada”, pontua Conterato.

“Talvez o maior erro não seja exagerar nas festas, mas sim acreditar que existe um mês mágico que conserta tudo depois. O que constrói resultados reais não é a data no calendário, mas o que se faz de forma consistente, mesmo quando a rotina não é perfeita. E, muitas vezes, o melhor jeito de quebrar o ciclo do fracasso de janeiro é simples: não esperar janeiro para começar”, provoca o profissional.

Lembre-se, porém, que nada impede que o primeiro passo em prol de restabelecer o organismo e de hábitos mais saudáveis seja dado hoje.

Diálogo

Parlamentar que seria o "prefeito" de município do interior de MS poderá s... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (6)

06/01/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Mário Henrique Simonsen - economista brasileiro

"Os pobres ficam ainda mais pobres quando têm de sustentar os burocratas nomeados supostamente para enriquecê-los”

Felpuda

Parlamentar que seria o “prefeito” de município do interior de MS poderá ser alvo principal de ataques dos adversários, que começaram a fazer denúncias de que o gestor eleito em 2024 continuaria sendo “fantoche” e cumprindo ordens do dito-cujo. As críticas, cada vez mais contundentes, deverão se transformar em “dardos inflamados” contra o deputado, acusando-o de ter realizado determinadas ações que não foram ao encontro dos interesses da população. O objetivo seria desgastá-lo no ano eleitoral. E sai de baixo!

Aquecido

Em 2025, o Brasil recebeu mais de 9 milhões de turistas internacionais. O levantamento foi feito baseado na venda de bilhetes aéreos internacionais com destino ao País.

Mais

A pesquisa revela também o aumento de 23,2% na venda de passagens aéreas para o período de Carnaval, na comparação entre 2025 e este ano. O levantamento é da Embratur.

Diálogo

Está previsto para o dia 13 o início das obras de restauração da igreja de São Benedito e requalificação do entorno da Comunidade Quilombola Tia Eva. O trabalho está estimado em R$ 2,231 milhões e é uma parceria entre prefeitura e governo do estado. O prazo de execução é de 540 dias, a partir da ordem de início dos serviços. O foco principal é o restauro da igreja. De acordo com as informações, será feito o restauro de portas, janelas, estruturas de madeira, que ainda são originais, um reforço do telhado, porque está cedendo, o reforço estrutural de toda a fachada, que apresenta uma fissura centralizada, e ainda o reparo, a pintura e a requalificação de todo o ambiente, pisos e pinturas.

DiálogoAdriana Dupas

 

DiálogoAntenor 

Haja!

Os números são da própria Prefeitura de Campo Grande. Balanço mostra que a situação realmente está “periclitante”, pois a administração municipal fechou 2025 com mais de 173 mil buracos tapados nas vias pavimentadas nas sete regiões urbanas. Foram 34.964 na Bandeira e 33.991 na Anhanduizinho. Na sequência aparecem a região urbana Lagoa (29.103 pontos que receberam nova capa asfáltica), Prosa (24.251), Centro (21.012), Imbirussu (15.833) e Segredo (14.453). E há ainda muitos por aí, segundo queixas de motoristas e pedestres.

Difícil

A rejeição demonstrada a determinados pré-candidatos que têm planos de voltar ao cenário político neste ano, tentando conquistar mandato, tem sido alta e preocupa partidos que estariam apostando nesses nomes. Mudar essa situação é quase impossível, tendo em vista que esta parcela de eleitores não mudará de opinião. Com as redes sociais, fica ainda mais complicado conseguir mudar esse quadro. Mas, mesmo assim, tem gente que não pretende recuar.

Cadeira

Vereadora mais votada em Dourados, Isa Jane Marcondes se prepara para disputar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa de MS. Ela baterá de frente com duas adversárias: as deputadas Lia Nogueira e Gleice Jane, que também são de Dourados. Isa está exercendo o seu primeiro mandato e ficou conhecida nacionalmente por utilizar como slogan de campanha “de zona eu entendo” e ter se autointitulado “dona de bordel”.

ANIVERSARIANTES

  • Dr. Albino Coimbra Neto,
  • Eliza Emília Cesco,
  • Afonso Junior Ribeiro,
  • Lúcia Olímpia Palhano de Figueiredo,
  • João David Charro,
  • Maria Beatriz Molinari,
  • Oraldo Soares Fernandes,
  • Luiz Carlos da Silva,
  • Adilson Ismael do Amaral,
  • Carlos Sugui,
  • Gerson Queiroz da Silva,
  • Isao Hirokawa,
  • Olmar Moura,
  • Adriana de Oliveira,
  • José Antonio Vilanova Filho,
  • Antonio Ronqui Mendes,
  • Renan Salvador Rynaldi,
  • Waldemir Singami,
  • Rosangela de Souza Carretoni,
  • Reinaldo Melanio Peralta,
  • Jarbas Baltazar Schmaedecke,
  • Walmir Martins da Silva,
  • Dr. José Eduardo Prata Cançado,
  • Dr. Reinaldo Atienza Rodrigues,
  • Lourival Carrilho de Oliveira,
  • Jan Adriaan Van Dijke,
  • Marcos de Melo Barbosa,
  • José Reinaldo Juliano,
  • Luiz Marcelo Hipólito,
  • Cláudia Regina Vobeto Pinto,
  • Sandro Alecio Tamiozzo,
  • Andrea Kushiyama,
  • Luiz Guilherme Noronha,
  • Bruno Bocchese Faccio,
  • Reynaldo Luiz Rocha Horn,
  • Gisele Freitas de Oliveira Veiber,
  • Maria Sueni de Oliveira,
  • José Nunes Filho,
  • Nelson Azambuja Almirão,
  • Altamiro Carneiro de Oliveira,
  • Helena Utino,
  • Fábio Martins Cantero,
  • Janaina Frediana de Souza,
  • Paulo César Souza Panissa,
  • Alexandre Fialho de Souza Filho,
  • Lucyanna Pettengill,
  • Frederico Nantes D’Ávila,
  • Edson Manoel Pereira,
  • Sérgio Ricardo Arantes Cavalcante,
  • Rosimari Lamontano,
  • Iraci de Ávila Gordin,
  • Ana Maria Pires Rodrigues,
  • Haroldo de Souza Veras,
  • João Carlos Maldonado,
  • Alair de Oliveira Flores,
  • Odair da Silva Araújo,
  • Fernando Jorge Pereira Nantes,
  • Raymundo Martins de Matos,
  • Liliane de Queiroz Molina,
  • Roberto Costa,
  • José Di Grassi Rulli,
  • Iolanda Tormena Fabris,
  • Reinaldo Alves Romano,
  • Maria Mercedes Filártiga Cunha,
  • Renato Tonelli,
  • Abigail Rosa da Fonseca,
  • Dolores Hisako Sano Iwata,
  • Matilde Lima de Paiva Arantes,
  • Dr. Sérgio Ricardo Ocampos,
  • Rodrigo Azambuja Gabino,
  • Olindina Maciel Lacerda,
  • Dilmar Barros,
  • Telson Silva Macedo,
  • João Cavalcante Costa,
  • Thiago Amorim Cabral,
  • Raul Enrique Cuore Cuore,
  • Osmar Baptista de Oliveira,
  • Jonas Simeoni,
  • Walter José Ribeiro,
  • Marlene Ferreira de Souza,
  • Santino Ruchinski,
  • Carlos Gonçalves de Oliveira,
  • Marcelo Henrique de Mello,
  • Reinaldo Leão Magalhães,
  • Edevaldo Ribeiro Oliveira,
  • Dayane Vanessa Oliveira Garcia,
  • Júlia Silva Ganzelevitch,
  • Adair Albuquerque de Oliveira Siqueira,
  • Solange Cavalheiro Araújo,
  • Reinaldo Pires Pilatti,
  • Fuyo Yamazaki,
  • Anna Aparecida Zeferino,
  • Reinaldo Agueiro,
  • Gracy Kelly Andrade,
  • Adilson Cezar Biselli,
  • Dalva Paiva Queiroz,
  • Lúcia Bittencourt de Moraes,
  • Reinaldo Borges de Souza,
  • Fauze Mohamed Alli,
  • José Luiz Richetti,
  • Mário Reis de Almeida,
  • Reinaldo Celso Guimarães Moreira,
  • Vanda Lúcia da Silva Freitas,
  • André Luiz Ortiz Arinos,
  • Geovani Luiz de Pinho,
  • Jorge Mitsuru Jodai,
  • Samaria Franca Maciel,
  • Elda Aparecida dos Santos Mendez,
  • Suzana Bulgareli Dódero Silva,
  • Taís Ribeiro Zamarrenho.

*Colaborou Tatyane Gameiro

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