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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 08 e 14 de setembro. É tempo de recolhimento.

O Eremita, como carta regente, aponta para um período que pede paciência, perseverança e prudência. É tempo de cultivar o silêncio, valorizar a introspecção e, sempre que possível, permanecer sozinho consigo mesmo.

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O Eremita: o viajante solitário e o guia espiritual na Jornada do Louco

O Eremita é o viajante solitário, aquele que caminha em silêncio, carregando apenas sua lanterna como fonte de luz. Ele não precisa enxergar todo o caminho à frente; para ele, basta iluminar os próximos passos, avançando pouco a pouco com confiança no processo.

O ensinamento central do Eremita é claro: há momentos em que a melhor escolha é seguir sozinho. A sabedoria que nasce do silêncio e que surge quando afastamos os ruídos externos, podem ser infinitamente mais valiosas do que qualquer conselho alheio.

Quando nos permitimos estar em recolhimento, conseguimos ouvir nossas próprias ideias, sonhos e desejos sem que sejam obscurecidos pela opinião dos outros. É verdade que essa solidão pode ser desafiadora: ela também nos obriga a encarar nossas dúvidas e medos de frente. Mas esse encontro com as próprias sombras é tão essencial quanto reconhecer a nossa luz.

Outro ensinamento precioso do Eremita é que não precisamos ver toda a estrada para seguir em frente. Se conseguimos iluminar apenas o próximo passo, isso já é suficiente. Um passo de cada vez, seguimos adiante até que mais do caminho esteja pronto para se revelar.

Isso não significa que o Eremita esteja condenado à solidão. Ele sabe o valor da companhia, mas não escolhe estar com alguém apenas para evitar o vazio. Sua presença junto de outros é sempre intencional, significativa e carregada de propósito.

Na sua face-sombra, porém, o Eremita pode nos alertar para o excesso de isolamento: quando nos escondemos demais, nos desconectamos não só do mundo, mas também de experiências e pessoas que poderiam acrescentar valor à nossa jornada.

O Eremita: a jornada interior iluminada pela própria luz

Na carta do Eremita, vemos uma figura solitária no topo de uma montanha. A neve que cobre o caminho simboliza a conquista espiritual, o amadurecimento e a realização alcançados após uma longa caminhada de autodescoberta. Ele escolheu trilhar esse percurso, e como fruto de sua busca atingiu um estado elevado de consciência.

Na mão direita, o Eremita segura uma lanterna que abriga em seu interior uma estrela de seis pontas — o Selo de Salomão, antigo símbolo de sabedoria e iluminação. Essa lâmpada não revela toda a estrada, mas apenas os próximos passos. É preciso coragem para avançar mesmo sem ver o destino por completo, confiando que o caminho se desvelará pouco a pouco, conforme se caminha.

Na mão esquerda — o lado associado ao subconsciente — sustenta um longo cajado, sinal de poder e autoridade, mas também de apoio e equilíbrio. Ele o guia, lembrando que toda jornada espiritual precisa de um ponto de sustentação interior.

O Eremita surge como um convite a pausar o ritmo da vida cotidiana e buscar o recolhimento necessário para voltar-se para dentro. É nesse mergulho interior que se encontram as respostas que só a alma pode oferecer. Ele nos recorda de que a verdade mais profunda não se revela no ruído do mundo externo, mas floresce no silêncio interior. Nesse momento, afastar-se do trivial torna-se essencial — seja por meio de um retiro, de meditação ou de simples instantes de contemplação. Cada gesto de introversão aproxima você do seu verdadeiro ser.

Essa carta indica um tempo de introspecção, de reclusão criativa e espiritual. O chamado é claro: essa jornada é pessoal e, ainda que possa ser compartilhada com poucos companheiros de alma, precisa ser trilhada de forma consciente e intencional. Ao silenciar o entorno e ouvir a própria luz, encontramos as respostas que buscávamos — e, assim, adquirimos uma sabedoria que transcende a idade ou a experiência.

O Eremita ensina que não é necessário ver quilômetros à frente; basta enxergar o próximo passo. E ao confiar nesse movimento simples e constante, construímos nosso próprio caminho, único e verdadeiro.

Muitas vezes, ele aparece em momentos de encruzilhada, quando sentimos que é preciso reavaliar objetivos, reformular prioridades e buscar uma nova direção de vida. Através da meditação, do autoexame e da contemplação, torna-se possível olhar para a própria história com mais profundidade e iniciar transformações significativas.

Essa energia também pode se manifestar como o desejo de afastar-se da sociedade consumista e materialista, a fim de cultivar um mundo interior mais rico e pleno de sentido. Um exemplo é a trajetória de Christopher McCandless, narrada em Na Natureza Selvagem: após se formar, abandonou seus pertences, doou suas economias e partiu rumo ao Alasca em busca de um contato puro consigo mesmo e com a natureza. Sua experiência, ainda que trágica, traduz o espírito do Eremita — alguém que busca respostas na solidão e no silêncio, longe das distrações do mundo.

Por fim, o Eremita pode também se manifestar como um mentor espiritual, alguém que surge em sua vida para elevar sua vibração e expandir sua consciência. E o mais belo dessa figura é que, mesmo sendo sábio, ele não entrega respostas prontas. Em vez disso, ensina a reconhecê-las dentro de você, devolvendo-lhe o poder de ser o próprio guia em sua jornada.

Portal 9/9/9 e o Eremita: um chamado para a sabedoria interior

Nesta terça, o Portal 9/9/9 se abre, trazendo uma energia rara e profundamente transformadora. Isso acontece porque não apenas o dia e o mês carregam a vibração do número 9, mas o próprio ano (2+0+2+5 = 9) potencializa esse arquétipo.

O resultado é uma confluência energética única, marcada por finalizações, desapego e expansão espiritual.

Este ano, além da força tripla do número 9, o céu também se movimenta de forma especial: dois dias antes do portal, em 7 de setembro, ocorreu um Eclipse Lunar Total em Peixes — último signo do zodíaco. Assim como o 9 é o último número da sequência numerológica, Peixes simboliza encerramento de ciclos, integração e transcendência. Ou seja, estamos diante de um momento em que tanto a numerologia quanto a astrologia apontam para fechamentos e renascimentos.

E é nesse contexto que o Tarô nos oferece um guia precioso: o Eremita (Arcano IX).

O Eremita - Divulgação

O Eremita como regente do Portal 9/9/9

O Arcano IX nos convida a olhar para dentro. Ele representa a maturidade que nasce da experiência, a sabedoria conquistada no silêncio e a luz que só se acende quando temos coragem de percorrer o caminho da introspecção.

Assim como o 9 numerológico, o Eremita não está mais no início de uma jornada. Ele chega ao topo da montanha, mas sabe que ali não está o fim — e sim um ponto de integração, onde pode observar tudo o que foi vivido e escolher o que deve ser deixado para trás.

Os paralelos são claros:

Finalizar ciclos- o Eremita simboliza a pausa necessária para concluir etapas e compreender o sentido do que foi vivido.

Desapegar e limpar- com sua lanterna e cajado, carrega apenas o essencial, nos lembrando da importância de soltar os excessos, sejam eles emocionais, materiais ou energéticos.

Compaixão e serviço- ao iluminar o próprio caminho, o Eremita também se torna luz para os outros. O triplo 9 amplia esse chamado ao altruísmo e ao cuidado coletivo.

Expansão espiritual- o Eremita é a figura arquetípica do buscador, do mestre interior, do ser que encontra respostas no silêncio.

Eclipse Lunar em Peixes: a lanterna do inconsciente

O Eclipse Lunar em Peixes que antecedeu o portal reforça ainda mais o simbolismo do Eremita. Se o número 9 fala de desapego e conclusão, Peixes nos lembra que tudo é fluxo, dissolução e transcendência.

Esse eclipse trouxe à tona emoções adormecidas, padrões que pedem liberação e intuições de grande força. É como se a lanterna do Eremita iluminasse as cavernas mais profundas do inconsciente, revelando o que precisa ser integrado ou deixado para trás. Seus efeitos se estendem por cerca de seis meses, com maior intensidade no período que vai de um mês antes até um mês depois do evento.

Como aproveitar o Portal 9/9/9 com o Eremita

Este portal não pede pressa, mas consciência. É um momento propício para revisar a própria jornada, reconhecendo o que já foi cumprido e o que deixou de fazer sentido. Também convida à prática do desapego, liberando relacionamentos, padrões e hábitos que já cumpriram seu papel. O silêncio e a meditação tornam-se aliados importantes, permitindo ouvir a sabedoria interior. E, por fim, este é também um período de servir ao coletivo, transformando aprendizados pessoais em inspiração e contribuição para os outros.

Uma oportunidade rara

O Portal 9/9/9 é mais do que uma data especial: é uma chave de transição.

Ele nos convida a fechar portas antigas para abrir espaço ao novo — mas não de forma impulsiva. Com o Eremita como regente, aprendemos que as mudanças mais profundas acontecem quando olhamos para dentro, iluminamos nossas próprias sombras e caminhamos com leveza, levando apenas o essencial.

Que cada um de nós atravesse este portal com coragem, sabedoria e compaixão, guiados pela luz serena da lanterna do Eremita. Este arcano me faz recordar a música “Tocando em Frente”, de Almir Sater, que, na minha opinião, traduz bem a essência desse caminho: “Ando devagar porque já tive pressa, e levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe… eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei.”

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

CINE CAMPO GRANDE

Venda expõe impasse entre planejamento e preservação do patrimônio histórico

Venda do Cine Campo Grande expõe impasse entre planejamento institucional, entraves urbanos e mobilização pela preservação do patrimônio histórico

26/03/2026 09h00

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O leilão do Cine Campo Grande, último cinema de rua da capital sul-mato-grossense, foi finalizado na tarde de ontem e se transformou em um dos temas mais sensíveis do cenário cultural local.

O caso evidencia uma disputa que envolve memória coletiva, políticas públicas, planejamento institucional e o futuro do audiovisual em Mato Grosso do Sul. O espaço foi arrematado com um único lance de R$ 4.944.755,22, valor mínimo estipulado para o imóvel.

A decisão de levar o prédio a leilão ocorreu após a Prefeitura Municipal de Campo Grande não aprovar o projeto de reestruturação do espaço, apontando como um dos principais entraves a ausência de estacionamento subterrâneo.

O argumento, no entanto, tem sido questionado por artistas, cineastas e especialistas, que destacam que cinemas de rua, por sua própria natureza, historicamente funcionam em áreas centrais e não dependem desse tipo de estrutura.

Um exemplo disso é o Cinema São Luiz, que, com 74 anos de história, tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas de Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil mesmo sem estacionamento próprio.

Em 2008, o prédio foi revitalizado e tombado como monumento histórico pelo governo do estado de Pernambuco. Mais recentemente, foi cenário das gravações de “O Agente Secreto”, filme que concorreu ao Oscar em quatro categorias.

DE POINT A NADA

Inaugurado na década de 1980 e administrado pela Cinematográfica Araújo, o Cine Campo Grande foi, durante décadas, um dos principais pontos de encontro da cidade.

Localizado em uma área estratégica, na Rua 15 de Novembro, entre as Ruas Rui Barbosa e Pedro Celestino, o cinema oferecia fácil acesso à população e atraía públicos diversos, desde estudantes até trabalhadores do comércio.

Com ingressos acessíveis e programação popular, o espaço se consolidou como uma alternativa democrática de lazer. Para muitos campo-grandenses, foi ali o primeiro contato com o cinema.

O fechamento, em 2012, marcou o fim de uma era. Naquele momento, o filme que liderava as bilheterias nacionais era “Os Vingadores”, símbolo de uma indústria que migrava cada vez mais para os cinemas multiplex em shoppings.

Enquanto a franquia ganhava sequências, o Cine Campo Grande permanecia fechado, tornando-se um retrato do esvaziamento dos centros urbanos e da mudança nos hábitos de consumo cultural.

PROMESSA

Em 2013, o prédio foi adquirido pelo Sesc-MS, com a proposta de revitalizá-lo e transformá-lo em um centro cultural. O projeto previa um espaço multifuncional, com teatro, cinema, biblioteca, salas de música, oficinas e áreas de convivência.

A iniciativa gerou expectativa na comunidade, que via na proposta a possibilidade de reativar o centro da cidade e criar um polo de produção e difusão artística.

No entanto, o projeto nunca saiu do papel. Em 2015, o Sesc apontou a falta de área para estacionamento como um dos principais entraves para a aprovação da obra.

Ao longo dos anos seguintes, novos anúncios foram feitos, incluindo a afirmação, em 2022, de que o projeto estava pronto e seria executado, com prazo de conclusão até 2024.

Mesmo assim, as obras não começaram.

Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) chegou a classificar o imóvel como ocioso, recomendando medidas para dar uma destinação ao espaço. Paralelamente, o prédio sofreu com abandono, invasões e incêndios, incluindo um caso em 2023 que atingiu a sala de projeção.

O LEILÃO

Diante desse cenário, o Sesc-MS decidiu levar o imóvel a leilão. Em posicionamento oficial, a instituição afirma que a decisão foi motivada pelas condições estruturais do prédio, que inviabilizaram a continuidade do projeto.

A entidade reforça ainda que continuará investindo em cultura por meio de outras iniciativas, como o Cine Sesc, a Mostra Sesc de Cinema e o Sesc Lab Mais, além de estudar novos projetos para criação de um espaço mais amplo e moderno que possa integrar diferentes linguagens artísticas.

No entanto, ao vender o imóvel, o destino do prédio deixa de estar sob controle da instituição, podendo resultar em usos completamente distintos de sua vocação cultural.

MUITAS PERDAS

O caso do Cine Campo Grande ganha ainda mais peso quando se observa o histórico da cidade. Campo Grande já chegou a ter mais de 20 cinemas de rua ao longo de sua trajetória. Espaços como Alhambra, Santa Helena, Acapulco, Center e Plaza desapareceram gradualmente, acompanhando transformações urbanas e econômicas.

Hoje, restaram apenas a memória desses locais e o prédio do Cine Campo Grande, o último vestígio físico dessa história.

Para a cineasta Marinete Pinheiro, essa perda é também simbólica. “Antes da popularidade da televisão, os cinemas eram os principais espaços de convivência social. E todos os anteriores já foram apagados da cidade”, afirma.

Ela ressalta que o valor do espaço vai além da arquitetura ou da função comercial. “Existe uma dimensão afetiva, de relações humanas, que foi construída ali ao longo de décadas”, completa.

MOBILIZAÇÃO

A decisão de leiloar o Cine Campo Grande provocou uma mobilização no meio audiovisual do Estado. No domingo, artistas, estudantes e profissionais do audiovisual realizaram uma manifestação em frente ao prédio.

O ato teve forte carga simbólica: um documentário sobre a história dos cinemas da cidade foi exibido nos tapumes do local, transformando o espaço abandonado em uma tela de resistência.

A mobilização levou à formação de uma comissão representativa, que se reuniu com o Sesc-MS nesta segunda-feira, com apoio da vereadora Luiza Ribeiro (PT), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal.

Para a parlamentar, a venda representa um prejuízo irreparável. “O valor financeiro não compensa o dano permanente que a cidade terá ao perder o último cinema de rua”, afirmou.

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da CapitalMobilização resultou na reunião entre o Sesc-MS, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) e facilitadores do audiovisual em MS, mas já não havia como voltar atrás na venda do imóvel - Foto: Divulgação

DEMANDA CRESCENTE

O debate ocorre em um momento de expansão do audiovisual no Estado. Mato Grosso do Sul recebeu cerca de R$ 9 milhões apenas neste ano por meio de programas como os Arranjos Regionais.

Somados aos recursos da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc, os investimentos chegam a quase R$ 20 milhões.

A produtora cultural e coordenadora do Ministério da Cultura no Estado, Caroline Garcia, destacou que o governo federal tem ampliado significativamente o apoio ao setor. “Temos recursos, políticas públicas e produção crescente. O desafio agora é garantir espaços de difusão”, afirma.

Ela também ressaltou que o Ministério não foi previamente informado sobre a decisão de leiloar o imóvel, apesar de manter diálogo com o Sesc-MS.

PATRIMÔNIO SIMBÓLICO

Para o cineasta Joel Pizzini, o Cine Campo Grande representa um capital simbólico da cidade. “O movimento é espontâneo e reflete uma tomada de consciência da classe audiovisual, que quer devolver seus filmes ao público”, declara.

Ele destaca que o momento atual é diferente de décadas anteriores, com maior produção regional e políticas de incentivo mais robustas. “O cinema de rua tem função formativa e reflexiva. É um espaço de construção de pensamento”, defende.

Pizzini também aponta que a ausência de estacionamento pode ser reinterpretada à luz das novas políticas de mobilidade urbana, que incentivam deslocamentos a pé e o uso de transporte coletivo.

O caso do Cine Campo Grande sintetiza um dilema recorrente nas cidades brasileiras: como conciliar preservação da memória com demandas contemporâneas de planejamento urbano e viabilidade econômica.
Para muitos, a perda do cinema representaria mais um capítulo de apagamento cultural.

“Será um novo trauma para a cidade”, afirma Pizzini, ao lembrar o desaparecimento de outros espaços históricos.

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Felpuda

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (26)

26/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Bertolt Brecht - escritor alemão

"Perante um obstáculo, a linha mais curta entre dois pontos pode ser a curva”.

 

FELPUDA

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da moral e dos bons costumes, já começam a se apresentar, denunciado isso e aquilo, como se tivessem, tal qual mágico de circo mambembe, tirado um coelho da cartola para causar “surpresa”. O denuncismo, que é usado como peça de campanha eleitoral, tem prazo de validade, esvaindo-se tal qual fumaça no final das eleições. Nesses tempos de redes sociais, resta saber onde estava esse pessoal nos últimos três anos e que somente aparece nos “45 minutos do segundo tempo” de um ano eleitoral?

Malfeitos

Mesmo contando com orientações constantes do Tribunal de Contas de MS, ainda há gestores públicos que se acham mais espertos do que Assim, gastam indevidamente os recursos públicos. Por conta disso, muitas das “excelências” de várias cidades estão sendo investigadas por malfeitos nessa área. “Quem nunca comeu mel, quando come se lambuza”, né?

DiálogoA quadrinista Júlia Bruno Mello acaba de conquistar um marco super especial: o lançamento do seu primeiro livro de quadrinhos, “PomPomtiras”, em um evento oficial em São Paulo. Nascida na capital paulista, mas criada em solo sul-mato-grossense, a artista – conhecida no meio como Sailorjubs – já mostrava talento desde cedo. Aos 10 anos, começou a dar seus primeiros passos na profissão, ao publicar o quadrinho “melan Cólica” no Correio infantil, suplemento do Correio do Estado. Hoje, Júlia expandiu sua arte para cidades como São Paulo e Curitiba, atuando como ilustradora, quadrinista e diretora de arte. E ela não para. Vem com novas aventuras dos PomPons, que estão sendo preparadas. Para quem quiser conhecer mais do trabalho da artista é só acessar o site paperjubs.lojavirtualnuvem.com.br.

 

DiálogoRenato Hotta Perez, que a partir de hoje estará na presidência do Sindicato da Habitação – MS (Secovi), onde permanecerá até 2030

 

DiálogoDra. Laura Vilela Pazzini

Agitando

A dupla Eduardo Riedel (PP) e Reinaldo Azambuja (PL) está a todo vapor, nessa reta final de arranjos partidários para a disputa eleitoral, a fim de não encontrar grandes embaraços à frente. Daí suas articulações para fortalecer siglas, não deixar companheiros mais chegados de fora das chapas e, ainda, caminhar com o arco de aliança forte. É claro que essas “mexidas no tabuleiro político” têm também como finalidade tentar obter sucesso no embate. O governador Riedel busca a reeleição e Azambuja está de olho em uma das cadeiras ao Senado.

Com pressa

Em regime de urgência, e ainda podendo ser votado hoje, tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul o projeto do Executivo que reajusta em 3,81% os salários dos servidores estaduais. De acordo com a proposta, o índice corresponde à variação do IPCA nos últimos 12 meses, calculado pelo IBGE, estabelecendo o mês de maio como data-base e determinando que o aumento também seja aplicado a aposentados e pensionistas.

Mais

O reajuste terá impacto financeiro para o Executivo de R$ 353,5 milhões neste ano, R$ 473,5 milhões em 2027 e R$ 490,1 milhões em 2028. Atualmente,MS conta com cerca de 86 mil servidores, incluindo ativos e inativos. O índice também será aplicado a servidores do Legislativo, do MPMS e da Defensoria Pública. Já o Poder Judiciário ajustou neste ano sua data-base para acompanhar os demais poderes.

Aniversariantes

Santina Cavaglieri Faccin,
Miriam Miranda,
Dr. Antonio Farias de Souza,
Caroline Zaionc Almeida,
Francieli Calgaro de Oliveira Quintanilha Nogueira,
Dirceu Domingues Vieira,
Mauro Renosto,
Antonio José Grande,
Oscar Arakaki,
Washington José Kleves Oliveira,
Fábio Itsuo Hashimoto,
Aparecida Rosângela Gimenez Sona Fernandes,
Maria Odete de Sousa,
Silvino Cesaretto,
Ramão Job Cabral,
Onildes Aquino Saldanha,
Dr. Donevir José Cividini,
Evaldir Marino Ferreira,
Lara Freitas Assumpção Oliveira,
Maria José da Silva,
Eduardo André Miranda,
Bernadete Gomes Lewandowski,
Vera Lúcia Duailibi Amizo,
Dra. Ana Maria Junqueira de Barros Piedade,
Jeanette Elias Zahran,
João Donizete Cassuci,
Teresa Noda Aoki,
Ricardo Hissamitsu Arakaki,
Maria Valéria da Costa,
Zilda Maria Martins,
Valdeci Batista dos Santos,
Odilson Alves Nogueira,
Marcos Antonio Paco,
Elizeth de Araújo,
Máximo Carlos Guimarães Jeleznhak,
Dora Teixeira,
Francisco Severino da Silva Júnior,
Carlos Adão Nogueira Lopes,
Wilson Cavalcanti de Moraes,
Reinaldo Gomes Yamaciro,
Jussara Mendes da Silva,
Pedro Carretoni Sobrinho,
Martha Martins Albuquerque,
Braulia Montania,
Sandra Aparecida Montania,
Braulino Lima,
Alda Bruno de Almeida,
Evandro Nogueira Barbosa,
Plinio Lima de Almeida,
Bianca Bertoni,
Jussara Ferzeli Neta,
Dr. Eduardo de Lacerda Ferreira,
Everaldo Alves da Rocha,
Maria de Lourdes Ávila Braga,
Fernando Peralta Filho,
Djalma Bittencurt Gautério,
Braulio Ramon Alvarenga,
Maria Odete Soares,
João Antônio Alvim,
Meire Vilma da Silva,
João Aparecido Spontoni,
Deise Maia da Silva,
Benigna da Silva,
Carlos Henrique Fontes,
Adelina Chaves,
Dr. José Roberto Spengler,
Berenice Santos,
Irany Franco de Almeida,
Maria Célia Oliveira,
Humberto Moreira,
Cândida Vieira,
Iber da Silva Xavier,
Laerson Pereira de Oliveira,
Aurodir Machado Vidal,
Halley Chrystian Salgado,
Domingos Rodrigues Veiga,
Joelma Thomaz,
Wilmar Lambert,
Raquel Aparecida Rezende Machado,
Helaine Dias Esbizaro Basen,
Vera Maria de Oliveira Silva,
Maria Franca Paiva,
Letícia Vilhalba Pedraza,
Natália Vilhalba Pedraza,
Ivanete Rodrigues Mota,
Maria Matheus de Andrade,
Vanderlei Ramos Duarte,
Dr. Carlos Nakao,
Sandra Maria Palhano Costa,
Eliege Fatima de Barros Peixoto,
Maria Dolores Franco,
Carla Londero Rupp Rodrigues de Almeida,
Claudineia Narvaiz Tuneca,
Dulcimar Marinho de Azevedo Ramires,
Jaqueline Santos Almeida Hlawensky,
Jeana Maria de Araújo Silva,
Leonardo Correa Ribeiro,
Maria Angélica Pereira Carreira,
Cristiane de Souza Ribeiro,
Daniella Leal Borges Teixeira,
Dorila Espindola de Santa Cruz,
Paulo Roberto Jabrayan,
Tatiana dos Reis Balaniuc Moreira,
Thiane Tonon

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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