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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 20 e 26 de outubro. Assuma suas decisões.

Com o Ás de Espadas, você entra em um ciclo de clareza e renovação mental. É o momento de enxergar as situações com lucidez, cortar o que já não serve e assumir o comando das próprias decisões.

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Nesta semana, o Tarô nos presenteia com o Ás de Espadas como carta regente — uma lâmina simbólica que representa o poder do pensamento claro, da palavra justa e da decisão que rompe o caos.

O Ás é sempre o ponto de partida — a semente de um novo ciclo, o instante em que o potencial se condensa em possibilidade pura. No naipe de Espadas, esse nascimento se dá no plano mental e intelectual, trazendo consigo a energia da verdade, da justiça e da clareza.

O Ás de Espadas é uma carta de lucidez e discernimento, mas também de ruptura: ele exige que vejamos o que é, não o que gostaríamos que fosse. Seu corte é preciso — e, por isso mesmo, libertador. Este Arcano Menor não permite autoengano, meias-palavras ou verdades disfarçadas. É a voz da mente superior, que separa o essencial do supérfluo.

O Ás de Espadas representa o momento em que a mente assume o comando e corta o que é supérfluo para abrir espaço ao novo. É uma carta de princípio, de clareza e de conquista intelectual. Como toda espada, ela pode ferir ou proteger — depende de como é empunhada. Aqui, o raciocínio, a estratégia e a verdade são as principais armas. O Ás anuncia um êxito que surge após esforço e enfrentamento: o triunfo da razão sobre a confusão. Pode indicar o sucesso em provas, concursos, projetos ou qualquer empreendimento que dependa da inteligência e da capacidade de análise. Também fala de relações movidas pelo interesse mental ou pela afinidade de ideias, em que a conexão se dá mais pela cabeça do que pelo coração. Trata-se de um Ás frio e racional, que valoriza o saber, o mérito e a lógica — o início de uma nova fase guiada pela lucidez.

Mas como essa energia se manifesta em diálogo com os astros desta semana?

Lua Nova em Libra: o novo começo nas relações

Toda Lua Nova é convite à renovação — e, em Libra, que entra na terça (21), ela fala especialmente de relações, acordos e equilíbrio. A diplomacia libriana busca harmonia, mas muitas vezes tropeça no desejo de agradar.

É aqui que o Ás de Espadas entra como antídoto: ele pede honestidade. O momento é de renovar laços, sim, mas com base na clareza de intenções. Não é mais tempo de evitar conversas difíceis ou fingir que está tudo bem quando não está. O Ás nos convida a nomear o que precisa ser dito, com elegância e firmeza.

Se a Lua Nova em Libra é o palco da conciliação, o Ás de Espadas é o roteiro da verdade. Relações maduras se constroem quando a palavra serve à luz, não ao medo.

Netuno retrógrado em Peixes: entre o sonho e o autoengano

Quando Netuno retorna a Peixes, na quarta (22), as águas do inconsciente voltam a se agitar. Sonhos, intuições e percepções sutis ganham força, mas a linha entre inspiração e ilusão se torna tênue.

O Ás de Espadas surge como bússola: ele corta a névoa netuniana e nos lembra que intuição sem discernimento vira fantasia. Essa semana, é essencial distinguir o que é insight verdadeiro do que é desejo disfarçado de sinal.

Netuno retrógrado pode nos fazer revisitar antigas ilusões — sobre pessoas, projetos ou nós mesmos. Use o Ás como espada de lucidez: pergunte-se o que é real, o que é projeção, o que está pedindo um olhar mais racional. É tempo de alinhar espiritualidade e clareza mental, fé e razão, sonho e responsabilidade.

Sol em Escorpião: a verdade profunda

Com o Sol ingressando em Escorpião, na quinta (23), entramos no território da intensidade, da transformação e da verdade emocional. Nada permanece superficial sob esse signo: Escorpião quer desnudar o que está escondido, iluminar o inconsciente e regenerar a alma.

O Ás de Espadas, aqui, funciona como um instrumento cirúrgico. Ele nos ajuda a ver e dizer o que precisa ser revelado, por mais desconfortável que seja. Essa é uma semana de revelações — e o que vier à tona deve ser acolhido com coragem.

Palavras podem curar ou ferir, e o Ás nos lembra que o poder está no modo como usamos nossa voz. Que o corte seja limpo, mas guiado pelo coração. Escorpião transforma através da verdade, e a verdade, mesmo dura, é sempre um ato de libertação.

Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 20 e 26 de outubro. Assuma suas decisões. - Divulgação

Clareza Mental, Novos Projetos, Foco.

O Ás de Espadas simboliza sucesso e vitória nos campos mental e intelectual. Uma nova maneira de pensar, mais clara e segura está surgindo, quebrando seus velhos padrões. Como resultado, você pode ver o mundo com novos olhos e confrontar seus dilemas e incertezas com firmeza e sabedoria.

A carta aparece geralmente como um incentivo e busca por uma nova perspectiva em áreas mentais, para ser mais racional e otimista. Dessa forma, você se sentirá mais aberto a novas ideias e deixará que a inspiração se satisfaça. Portanto, este é o momento perfeito para iniciar um novo projeto e mostrar suas habilidades intelectuais.

Entre o ar de Libra, a água de Peixes e a profundidade de Escorpião, o Ás de Espadas atravessa todos os elementos como símbolo de clareza e foco mental.

Esta é uma semana para falar, decidir e agir com consciência, confiando na mente como aliada do coração. Cortar o que confunde, duvida ou atrasa — não por frieza, mas por amor à verdade.

O Ás de Espadas não destrói: ele liberta. É o primeiro passo de uma jornada mental mais lúcida. Ele simboliza o resgate do seu poder pessoal por meio da tomada de controle da própria vida.

Como todo Ás, ele anuncia um novo começo. Seu poder interior é como uma espada guardada na bainha, à espera do momento certo para ser empunhada. Quando você reconhece o que o torna forte, é capaz de transformar sua energia — de vítima a vencedor. O Ás de Espadas rompe estados de confusão mental e traz um clarão de lucidez, despertando a autoconfiança. É hora de assumir as rédeas da sua vida e tomar decisões com clareza e propósito.

Esta carta também representa a força das palavras e da comunicação, incentivando você a expressar sua verdade e defender aquilo em que acredita. Acolha os novos começos trazidos pelo Ás e permita que ele o inspire a seguir em frente com coragem e determinação. Confie no seu poder pessoal e use-o com sabedoria para alcançar seus objetivos. Com o Ás de Espadas, a vitória está ao seu alcance.

Hoje, um novo começo está ao seu alcance. Não se prenda ao ontem, ao ano passado, nem ao que ainda pode vir. Seu poder pessoal vibra no agora — neste exato instante. Para onde você vai direcionar essa energia? Concentre-a no centro da sua mente, onde reside sua força. Aja sobre aquilo que vem adiando. Esse movimento vai restaurar sua confiança e reafirmar sua capacidade de tomar as melhores decisões para si.
“Vitória sem luta é triunfo sem glória.” — Provérbio Chinês

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

 

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Rede de restaurantes volta com pratos clássicos após pedidos nas redes

Campanha é estrelada pela atriz e humorista Dani Calabresa

09/03/2026 13h30

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback Divulgação

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Após pedidos frequentes de consumidores nas redes sociais, a rede de restaurantes Outback Steakhouse anunciou o retorno temporário de cinco pratos que já fizeram parte do cardápio da marca no Brasil. A ação, chamada Back to Outback, traz de volta itens considerados clássicos pelos clientes e ficará disponível nas unidades da rede até o dia 10 de maio.

A campanha de divulgação conta com a participação da humorista e apresentadora Dani Calabresa, que aparece em um vídeo reagindo a comentários publicados por consumidores nas redes sociais pedindo o retorno de pratos antigos. O material está sendo veiculado nos canais digitais da empresa.

Segundo a rede, a escolha dos itens foi feita a partir de pesquisas com clientes e da análise de comentários e mensagens recebidas em plataformas digitais e canais de atendimento. A iniciativa busca responder às demandas do público que manifestou interesse na volta de determinadas opções.

Entre os pratos que retornam ao cardápio estão três opções de entrada. Uma delas é a Aussie Beef Quesadillas, preparada com pétalas da tradicional Bloomin’ Onion, tiras de filé-mignon, queijos e tomate. Outra é a Chook’n Dillas, versão da quesadilla recheada com frango temperado, bacon, cogumelos e queijos. Também volta ao menu a Ribs Rocker Crown, uma versão da costela servida em formato de coroa, acompanhada de macarrão com queijo cremoso e coberta com costela desfiada.

Para quem prefere hambúrguer, o cardápio passa a incluir novamente o Catupiry Madness Burger, preparado com hambúrguer de 200 gramas, disco empanado de Catupiry, maionese verde da casa, molho defumado e picles de cebola roxa no pão brioche.

Já entre as sobremesas, retorna o S’mores Outback, composto por base de cookie com gotas de chocolate, brigadeiro, marshmallow gratinado e calda de chocolate, servido quente.

De acordo com a empresa, os itens estão disponíveis em todas as unidades da rede no país por tempo limitado. No entanto, a Ribs Rocker Crown será servida apenas nos restaurantes físicos e não estará disponível para pedidos por delivery.

 

BIOGRAFIA

Livro lançado em Campo Grande fala do legado de Laucídio Coelho

"Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho", escrito por Kenneth Corrêa, reúne memórias familiares, entrevistas inéditas e documentos históricos sobre o empresário que ajudou a moldar Mato Grosso do Sul

09/03/2026 08h30

Montagem / Mariana Piell

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Na sexta-feira, o salão do Hotel Slaviero Prime, em Campo Grande, foi palco de um encontro entre história, memória e identidade sul-mato-grossense.

No local, fundado por um dos mais influentes empresários da região, ocorreu o lançamento do livro “Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho”, escrito pelo bisneto do pecuarista, o autor Kenneth Corrêa.

A escolha do cenário para o lançamento não foi casual. O hotel integra o conjunto de empreendimentos criados por Laucídio Coelho, figura central na formação econômica e social do antigo Mato Grosso e, posteriormente, de Mato Grosso do Sul.

A data também carrega um simbolismo especial: coincidiu com o aniversário de Kenneth e ocorreu justamente no ano em que o patriarca da família completaria 140 anos.

A obra propõe um mergulho na trajetória de um homem que, ao longo do século 20, construiu um império agropecuário, participou da formação de instituições econômicas e deixou marcas profundas no desenvolvimento regional.

Bisneto resgata a história da própria família e de Mato Grosso do Sul em biografia sobre Laucídio Coelho - Foto: Mariana Piell

O livro busca revelar histórias familiares, memórias e testemunhos que ajudam a compreender não apenas a vida de Laucídio, mas também as transformações de uma região que se consolidava como potência agropecuária.

Para Kenneth, o processo de escrita foi também uma jornada pessoal de redescoberta das origens. “O que eu aprendi não foi só sobre a história dele, mas sobre a história da família, que eu considero a minha história, as origens, a ancestralidade, as tradições. Já valeu demais essa jornada”, afirmou.

MEMÓRIAS

Um dos diferenciais da obra é o conjunto de entrevistas realizadas pelo autor com pessoas que conviveram diretamente com Laucídio Coelho. Muitas delas já estão na casa dos 90 anos, e seus relatos ajudam a preservar lembranças que, de outra forma, poderiam se perder com o tempo.

Entre os entrevistados estão antigos funcionários, amigos e familiares do pecuarista. Kenneth citou, por exemplo, depoimentos de pessoas que trabalharam com Laucídio ainda jovens e acompanharam o crescimento de seus negócios.

“Esse livro é inédito em muitas histórias porque eu fiz entrevistas com pessoas incríveis que estão com a gente aqui hoje. O seu Rubem Figueiró, na casa dos 90 anos, a Lacy, que é a caçula do Laucídio, na casa dos 90 anos, e um dos primeiros funcionários dele, Daniel Ávalo, também com cerca de 90 anos”, explicou.

Segundo o autor, essas vozes trazem um retrato mais humano do empresário, revelando aspectos do cotidiano, da liderança e da personalidade do homem que se tornaria conhecido como um dos maiores pecuaristas do País.

“REI DO GADO”

Kenneth Corrêa - Foto: Mariana Piell

Nascido em 1886, Laucídio Coelho cresceu em meio à vida rural e desde cedo se envolveu com a criação de gado. Ao se casar, em 1911, com Lúcia Martins, já tinha um rebanho significativo e iniciou um processo de expansão de suas propriedades.

Com o passar das décadas, consolidou-se como um dos maiores proprietários de terras da região. Suas fazendas chegaram a somar cerca de 1 milhão de hectares no Centro-Oeste brasileiro, dimensão que o colocaria entre os maiores latifundiários do mundo em seu tempo.

Esse crescimento não se deveu apenas à expansão territorial. Laucídio era reconhecido por sua visão empresarial e pela adoção de técnicas consideradas modernas para a época, como o uso de equipamentos agrícolas, formação de pastagens e estratégias logísticas para a condução de boiadas entre diferentes propriedades.

Uma das práticas que se tornaram célebres foi o sistema de fazendas distribuídas ao longo das rotas da boiada. Ao longo do percurso, animais cansados eram substituídos por outros mais fortes, garantindo que o rebanho chegasse ao destino em boas condições.

A estratégia, considerada sofisticada para o período, é frequentemente citada como exemplo de organização logística no campo.

Graças ao tamanho de seu rebanho e à influência econômica que exercia, Laucídio ganhou o apelido que atravessou gerações: “Rei do Gado”.

Uma história curiosa relatada por Kenneth ilustra bem como a fama do pecuarista ultrapassava fronteiras regionais.

Segundo o autor, após a morte de Laucídio, o então presidente da República Emílio Garrastazu Médici teria comentado com um de seus filhos, o político Lúdio Coelho, sobre as lendas que cercavam o tamanho do rebanho da família.

“Dizem que o Médici perguntou para ele: ‘Mas é verdade essa história do seu pai ser o rei do gado? Quantas cabeças de gado ele tinha?’”, contou Kenneth.

Segundo o relato, Lúdio teria respondido que o número girava em torno de 700 mil cabeças de gado, ao que o presidente teria reagido com surpresa: “Isso só de machos, né?”

LEGADO

Além da pecuária, Laucídio Coelho também atuou na criação de instituições e empresas fundamentais para o desenvolvimento regional.

Ele foi um dos responsáveis pela criação do primeiro frigorífico do Estado, o Frima, iniciativa que permitiu que a região deixasse de exportar apenas gado vivo e passasse a comercializar carne processada para grandes centros consumidores.

O empresário também participou da fundação do Banco Financial de Mato Grosso e esteve envolvido na criação de cooperativas e outras iniciativas econômicas. Ao longo das décadas, suas atividades ajudaram a impulsionar setores como a agropecuária, o comércio e os serviços.

Dentro da própria família, seu legado também se estendeu à política. Dois de seus filhos tiveram destaque na vida pública: Italívio Coelho, que atuou como deputado estadual e empresário, e Lúdio Coelho, que foi prefeito de Campo Grande e senador da República.

Segundo Kenneth Corrêa, essa combinação de empreendedorismo, influência política e participação em projetos estruturantes teve papel importante na construção do Estado.

“Se existe hoje um estado chamado Mato Grosso do Sul, é porque ele foi construído em cima de várias fundações. E eu fui descobrindo na pesquisa, nas entrevistas e nos documentos que o Laucídio teve um papel crucial”, afirmou.

IDENTIDADE REGIONAL

Para Kenneth Corrêa, a biografia não conta apenas a história de um empresário bem-sucedido. O objetivo principal é ajudar novas gerações a compreender o processo de formação da região. “Para saber para onde a gente está indo, precisamos saber de onde viemos”, resumiu o autor.

A obra reúne documentos históricos, fotografias de arquivo e relatos inéditos, compondo um mosaico que conecta a trajetória da família Coelho à história econômica e social de Mato Grosso do Sul.

Ao lançar o livro no hotel construído pelo bisavô, Kenneth buscou criar um elo simbólico entre passado e presente. O edifício, que continua em funcionamento no centro de Campo Grande, tornou-se uma espécie de cenário vivo da narrativa apresentada na obra.

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