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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 27 de outubro e 02 de novembro. É hora de celebrar!

Com a carta do Quatro de Paus como regente, reúna as pessoas que você ama. Comemore! É hora de relaxar e se recarregar de alegria!

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O Quatro de Paus e o renascimento sob o Sol em Escorpião

Entramos na temporada mais intensa do ano — o Sol em Escorpião pede mergulho, regeneração e coragem para atravessar as próprias sombras. Mas, nesta semana, o Tarô oferece uma carta que traz um alívio no meio desse processo: o Quatro de Paus.

Essa carta simboliza celebração, conquistas e estabilidade após um ciclo de esforço. Ela nos lembra que, mesmo em tempos de transformação, é possível encontrar harmonia e gratidão nas pequenas vitórias. É o momento de reconhecer o quanto já avançamos — e de honrar as alianças que sustentam esse caminho.

Sob o céu da Lua Crescente em Aquário, que entra na quarta (29), essa energia ganha um tom libertador. A Lua e o Sol formam a primeira quadratura, impulsionando movimentos e decisões. O Quatro de Paus, nesse contexto, atua como um convite a construir novas bases de segurança emocional, mas sem se prender a estruturas antigas.

É o equilíbrio entre festejar o que foi conquistado e abrir espaço para o novo que começa a nascer — afinal, “viver e não ter a vergonha de ser feliz”, como canta Gonzaguinha na música "O que é, o que é?".

O Quatro de Paus: a arte de celebrar o caminho

O Quatro de Paus é um lembrete de que a vida também é feita de celebrações. Na carta, vemos figuras dançando, envoltas em alegria, sob um arco de flores. É uma imagem simples, mas profundamente simbólica: ela fala sobre reconhecer o que foi conquistado e honrar o instante presente.

Mais do que um convite à festa, o Quatro de Paus nos ensina sobre os ritos de passagem — esses pequenos marcos que dão sentido à jornada. Celebrar não é um luxo; é um ato de consciência. Quando paramos para reconhecer nossas vitórias — grandes ou pequenas — reafirmamos a alegria de estar vivos e o poder de continuar criando.

Essa carta também nos lembra que se divertir não é um pecado, e sim uma necessidade da alma. Rir, dançar, brindar, compartilhar uma refeição com quem amamos — tudo isso nos mantém inteiros e equilibrados. Sempre haverá tarefas inacabadas e responsabilidades à espera, mas o descanso e o prazer são partes essenciais do ciclo.

Comemore o que você já alcançou: a meta cumprida, o dia difícil vencido, o simples fato de estar aqui agora. Permita-se um pequeno ritual de alegria — um jantar especial, uma música, um pôr do sol assistido sem pressa.

A vida não é uma linha reta de obrigações; é um conjunto de momentos preciosos. E o Quatro de Paus sussurra: pare um instante, respire e celebre.
Porque é nesse gesto — simples e consciente — que a alma encontra luz.

Em essência, o Quatro de Paus anuncia alegria, harmonia e estabilidade emocional. Representa um lar equilibrado, vínculos afetivos fortes e a sensação de segurança que nasce do pertencimento.

Na numerologia, o número quatro está ligado a estruturas firmes e alicerces sólidos — e, neste arcano, essa energia se expressa como um período de celebração e bem-estar.

O simbolismo da carta indica que este é um ótimo momento para reunir-se com pessoas queridas, sejam familiares, amigos ou parceiros. Não é preciso uma ocasião especial — o simples fato de estar junto já é motivo para festejar.
Muitas vezes, o Quatro de Paus também surge associado a férias, encontros festivos, jantares acolhedores ou reencontros marcados por risadas e leveza.

Esta carta nos recorda que a verdadeira prosperidade nasce de celebrar o presente e valorizar os laços que nos sustentam. Afinal, qualquer momento pode se tornar especial — basta desejarmos de coração.

Cautela e confiança no fluxo

O Sol escorpiano pode despertar o desejo de controlar tudo, inclusive o dinheiro. Mas os aspectos da semana pedem moderação: com Júpiter tensionado, evite gastos por impulso ou promessas grandiosas. O Quatro de Paus lembra que a verdadeira segurança nasce da consciência, não da abundância aparente.

O Quatro de Paus: o prazer de simplesmente viver

Quando foi a última vez que você se divertiu sem motivo? Talvez você sinta que precisa “relaxar”, mas o corpo e a mente continuam em alerta, tentando dar conta de uma lista interminável de tarefas. Você cumpre uma meta e já corre para a próxima — sem sequer reconhecer o que acabou de conquistar.

O Quatro de Paus surge como um lembrete gentil: divertir-se não é perda de tempo, nem motivo de culpa. É parte essencial de manter-se humano, inteiro e equilibrado.

Há momentos em que nada substitui o prazer simples de saborear uma taça de vinho ao ar livre numa noite agradável, ou de se enrolar em uma manta com uma xícara de chocolate quente e um bom livro quando o frio chega. A vida nunca deixará de ter demandas — as tarefas vão continuar ali, esperando por você. Então, por que não retornar a elas de bom humor?

Celebre o que já fez. Comemore o esforço, o pequeno avanço, o dia vencido. Mime-se. Brinde a si mesmo por ter ido à academia, por ter respirado fundo diante do caos, por simplesmente estar vivo.

A vida não é uma maratona de obrigações: é uma sucessão de instantes. E alguns desses instantes merecem ser saboreados com calma.

O Quatro de Paus não fala apenas de festas e celebrações. Às vezes, ele nos convida a reconectar com quem importa. Envie uma mensagem leve, um bilhete carinhoso, um agradecimento sincero. Faça alguém sorrir. As pessoas especiais que cruzam o nosso caminho são o verdadeiro presente que torna a jornada mais doce e suportável.

Nesta semana, o Quatro de Paus deixa um recado simples, mas poderoso:
divirta-se — e lembre-se de celebrar a vida enquanto ela acontece.

Síntese da Semana: gratidão e reestruturação

O Quatro de Paus, em meio a um céu de tensões e descobertas, simboliza um porto seguro no meio da transição. É tempo de celebrar o que foi construído, sem perder a coragem de continuar evoluindo.

Escorpião transforma. Aquário liberta. E o Quatro de Paus estabiliza.
Entre esses três movimentos — renascer, libertar e firmar — encontramos o verdadeiro sentido desta semana: a harmonia que nasce do caos, o alívio depois da tormenta e a alegria de estar exatamente onde se está.

O Quatro de Paus nos mostra uma celebração — aquela pausa merecida em que o trabalho dá lugar à alegria. É uma carta do tipo “por que não?”, que nos convida a dar um passo para trás e reconhecer o quanto já avançamos. Ainda há muito caminho pela frente — este não é um arcano de “conclusão” —, mas sim um lembrete de que cada etapa merece ser comemorada.
E nesta época do ano, nada combina mais com o espírito do Quatro de Paus do que uma boa festa de Halloween: reunir amigos, rir, dançar e celebrar o simples prazer de estar vivo.

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão

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Rede de restaurantes volta com pratos clássicos após pedidos nas redes

Campanha é estrelada pela atriz e humorista Dani Calabresa

09/03/2026 13h30

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback Divulgação

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Após pedidos frequentes de consumidores nas redes sociais, a rede de restaurantes Outback Steakhouse anunciou o retorno temporário de cinco pratos que já fizeram parte do cardápio da marca no Brasil. A ação, chamada Back to Outback, traz de volta itens considerados clássicos pelos clientes e ficará disponível nas unidades da rede até o dia 10 de maio.

A campanha de divulgação conta com a participação da humorista e apresentadora Dani Calabresa, que aparece em um vídeo reagindo a comentários publicados por consumidores nas redes sociais pedindo o retorno de pratos antigos. O material está sendo veiculado nos canais digitais da empresa.

Segundo a rede, a escolha dos itens foi feita a partir de pesquisas com clientes e da análise de comentários e mensagens recebidas em plataformas digitais e canais de atendimento. A iniciativa busca responder às demandas do público que manifestou interesse na volta de determinadas opções.

Entre os pratos que retornam ao cardápio estão três opções de entrada. Uma delas é a Aussie Beef Quesadillas, preparada com pétalas da tradicional Bloomin’ Onion, tiras de filé-mignon, queijos e tomate. Outra é a Chook’n Dillas, versão da quesadilla recheada com frango temperado, bacon, cogumelos e queijos. Também volta ao menu a Ribs Rocker Crown, uma versão da costela servida em formato de coroa, acompanhada de macarrão com queijo cremoso e coberta com costela desfiada.

Para quem prefere hambúrguer, o cardápio passa a incluir novamente o Catupiry Madness Burger, preparado com hambúrguer de 200 gramas, disco empanado de Catupiry, maionese verde da casa, molho defumado e picles de cebola roxa no pão brioche.

Já entre as sobremesas, retorna o S’mores Outback, composto por base de cookie com gotas de chocolate, brigadeiro, marshmallow gratinado e calda de chocolate, servido quente.

De acordo com a empresa, os itens estão disponíveis em todas as unidades da rede no país por tempo limitado. No entanto, a Ribs Rocker Crown será servida apenas nos restaurantes físicos e não estará disponível para pedidos por delivery.

 

BIOGRAFIA

Livro lançado em Campo Grande fala do legado de Laucídio Coelho

"Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho", escrito por Kenneth Corrêa, reúne memórias familiares, entrevistas inéditas e documentos históricos sobre o empresário que ajudou a moldar Mato Grosso do Sul

09/03/2026 08h30

Montagem / Mariana Piell

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Na sexta-feira, o salão do Hotel Slaviero Prime, em Campo Grande, foi palco de um encontro entre história, memória e identidade sul-mato-grossense.

No local, fundado por um dos mais influentes empresários da região, ocorreu o lançamento do livro “Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho”, escrito pelo bisneto do pecuarista, o autor Kenneth Corrêa.

A escolha do cenário para o lançamento não foi casual. O hotel integra o conjunto de empreendimentos criados por Laucídio Coelho, figura central na formação econômica e social do antigo Mato Grosso e, posteriormente, de Mato Grosso do Sul.

A data também carrega um simbolismo especial: coincidiu com o aniversário de Kenneth e ocorreu justamente no ano em que o patriarca da família completaria 140 anos.

A obra propõe um mergulho na trajetória de um homem que, ao longo do século 20, construiu um império agropecuário, participou da formação de instituições econômicas e deixou marcas profundas no desenvolvimento regional.

Bisneto resgata a história da própria família e de Mato Grosso do Sul em biografia sobre Laucídio Coelho - Foto: Mariana Piell

O livro busca revelar histórias familiares, memórias e testemunhos que ajudam a compreender não apenas a vida de Laucídio, mas também as transformações de uma região que se consolidava como potência agropecuária.

Para Kenneth, o processo de escrita foi também uma jornada pessoal de redescoberta das origens. “O que eu aprendi não foi só sobre a história dele, mas sobre a história da família, que eu considero a minha história, as origens, a ancestralidade, as tradições. Já valeu demais essa jornada”, afirmou.

MEMÓRIAS

Um dos diferenciais da obra é o conjunto de entrevistas realizadas pelo autor com pessoas que conviveram diretamente com Laucídio Coelho. Muitas delas já estão na casa dos 90 anos, e seus relatos ajudam a preservar lembranças que, de outra forma, poderiam se perder com o tempo.

Entre os entrevistados estão antigos funcionários, amigos e familiares do pecuarista. Kenneth citou, por exemplo, depoimentos de pessoas que trabalharam com Laucídio ainda jovens e acompanharam o crescimento de seus negócios.

“Esse livro é inédito em muitas histórias porque eu fiz entrevistas com pessoas incríveis que estão com a gente aqui hoje. O seu Rubem Figueiró, na casa dos 90 anos, a Lacy, que é a caçula do Laucídio, na casa dos 90 anos, e um dos primeiros funcionários dele, Daniel Ávalo, também com cerca de 90 anos”, explicou.

Segundo o autor, essas vozes trazem um retrato mais humano do empresário, revelando aspectos do cotidiano, da liderança e da personalidade do homem que se tornaria conhecido como um dos maiores pecuaristas do País.

“REI DO GADO”

Kenneth Corrêa - Foto: Mariana Piell

Nascido em 1886, Laucídio Coelho cresceu em meio à vida rural e desde cedo se envolveu com a criação de gado. Ao se casar, em 1911, com Lúcia Martins, já tinha um rebanho significativo e iniciou um processo de expansão de suas propriedades.

Com o passar das décadas, consolidou-se como um dos maiores proprietários de terras da região. Suas fazendas chegaram a somar cerca de 1 milhão de hectares no Centro-Oeste brasileiro, dimensão que o colocaria entre os maiores latifundiários do mundo em seu tempo.

Esse crescimento não se deveu apenas à expansão territorial. Laucídio era reconhecido por sua visão empresarial e pela adoção de técnicas consideradas modernas para a época, como o uso de equipamentos agrícolas, formação de pastagens e estratégias logísticas para a condução de boiadas entre diferentes propriedades.

Uma das práticas que se tornaram célebres foi o sistema de fazendas distribuídas ao longo das rotas da boiada. Ao longo do percurso, animais cansados eram substituídos por outros mais fortes, garantindo que o rebanho chegasse ao destino em boas condições.

A estratégia, considerada sofisticada para o período, é frequentemente citada como exemplo de organização logística no campo.

Graças ao tamanho de seu rebanho e à influência econômica que exercia, Laucídio ganhou o apelido que atravessou gerações: “Rei do Gado”.

Uma história curiosa relatada por Kenneth ilustra bem como a fama do pecuarista ultrapassava fronteiras regionais.

Segundo o autor, após a morte de Laucídio, o então presidente da República Emílio Garrastazu Médici teria comentado com um de seus filhos, o político Lúdio Coelho, sobre as lendas que cercavam o tamanho do rebanho da família.

“Dizem que o Médici perguntou para ele: ‘Mas é verdade essa história do seu pai ser o rei do gado? Quantas cabeças de gado ele tinha?’”, contou Kenneth.

Segundo o relato, Lúdio teria respondido que o número girava em torno de 700 mil cabeças de gado, ao que o presidente teria reagido com surpresa: “Isso só de machos, né?”

LEGADO

Além da pecuária, Laucídio Coelho também atuou na criação de instituições e empresas fundamentais para o desenvolvimento regional.

Ele foi um dos responsáveis pela criação do primeiro frigorífico do Estado, o Frima, iniciativa que permitiu que a região deixasse de exportar apenas gado vivo e passasse a comercializar carne processada para grandes centros consumidores.

O empresário também participou da fundação do Banco Financial de Mato Grosso e esteve envolvido na criação de cooperativas e outras iniciativas econômicas. Ao longo das décadas, suas atividades ajudaram a impulsionar setores como a agropecuária, o comércio e os serviços.

Dentro da própria família, seu legado também se estendeu à política. Dois de seus filhos tiveram destaque na vida pública: Italívio Coelho, que atuou como deputado estadual e empresário, e Lúdio Coelho, que foi prefeito de Campo Grande e senador da República.

Segundo Kenneth Corrêa, essa combinação de empreendedorismo, influência política e participação em projetos estruturantes teve papel importante na construção do Estado.

“Se existe hoje um estado chamado Mato Grosso do Sul, é porque ele foi construído em cima de várias fundações. E eu fui descobrindo na pesquisa, nas entrevistas e nos documentos que o Laucídio teve um papel crucial”, afirmou.

IDENTIDADE REGIONAL

Para Kenneth Corrêa, a biografia não conta apenas a história de um empresário bem-sucedido. O objetivo principal é ajudar novas gerações a compreender o processo de formação da região. “Para saber para onde a gente está indo, precisamos saber de onde viemos”, resumiu o autor.

A obra reúne documentos históricos, fotografias de arquivo e relatos inéditos, compondo um mosaico que conecta a trajetória da família Coelho à história econômica e social de Mato Grosso do Sul.

Ao lançar o livro no hotel construído pelo bisavô, Kenneth buscou criar um elo simbólico entre passado e presente. O edifício, que continua em funcionamento no centro de Campo Grande, tornou-se uma espécie de cenário vivo da narrativa apresentada na obra.

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