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Astrologia B+: A energia do Tarô da semana entre 29 de setembro e 05 de outubro. Calma e paciência.

Sob a regência do Cavaleiro de Ouros, os próximos dias pedem calma, paciência e visão de longo prazo. É tempo de desacelerar, evitar impulsos e agir com responsabilidade antes de tomar decisões.

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Nesta semana, contamos com a presença do Cavaleiro de Ouros como carta regente. No Tarô, cada carta traz à tona um arquétipo que habita em nós e, agora, somos convidados a despertar o nosso Cavaleiro interior. Ele simboliza determinação, dedicação e paciência.

O Cavaleiro de Ouros surge como uma bússola diante da intensidade desta primeira semana de outubro. Enquanto o Sol em oposição a Netuno pode gerar ilusões e expectativas irreais, ele convida a manter os pés no chão, lembrando que conquistas reais exigem constância e prática. Já a quadratura de Mercúrio com Júpiter alerta para exageros e promessas vazias, e o Cavaleiro ensina que o avanço sólido se constrói no detalhe, na palavra medida e no compromisso com a verdade.

A oposição de Vênus e Saturno, trazendo restrições nos afetos e nas finanças, pede maturidade — exatamente a virtude deste cavaleiro que não se apressa, mas sabe estruturar. E, diante da quadratura intensa de Marte com Plutão, que pode despertar disputas e ressentimentos, ele lembra que a verdadeira força está no trabalho paciente e direcionado, capaz de transformar tensões em crescimento.

Assim, sua energia funciona como antídoto para os excessos da semana: um chamado para agir com responsabilidade, método e perseverança, construindo bases seguras em meio às turbulências.

O Cavaleiro de Ouros nos convida a transformar nosso impulso mental em ação concreta. Afinal, a verdadeira mudança acontece quando colocamos em prática aquilo que concebemos no plano das ideias.

Os Cavaleiros do Tarô sempre representam movimento e atitude, mas este cavaleiro tem uma energia diferente: ele não age de forma impetuosa, e sim com foco, disciplina e constância. Sua força está em nos lembrar de que o progresso não nasce apenas do entusiasmo inicial, mas da persistência diária.

Na carta do baralho Rider Waite, Cavaleiro de Ouros está montado em um cavalo imóvel, observando atentamente a moeda de ouro que segura em sua mão. Sem pressa, ele prefere avaliar e planejar cada passo antes de agir. Ao fundo, um amplo campo se estende, arado fileira por fileira, simbolizando que este Cavaleiro está disposto a trabalhar com dedicação para transformar seus sonhos em realidade, mesmo que a tarefa seja repetitiva e o resultado demore a aparecer. Como lembra Confúcio: “Não importa que você vá devagar, contanto que não pare”.

Cavaleiro de Ouros: passos firmes rumo ao sucesso

Assim como os outros Cavaleiros do Tarô, o Cavaleiro de Ouros simboliza o momento em que os ideais do Pajem ganham forma através do esforço, da disciplina e da responsabilidade. Ele é o trabalhador incansável do baralho: metódico, focado nos detalhes e comprometido com o resultado. Pode não ser o mais criativo ou ousado entre os Cavaleiros, mas sua força está na perseverança. Mesmo em tarefas rotineiras, ele segue firme até alcançar seus objetivos.

Essa carta indica que você está avançando de forma estruturada em direção às suas metas. Há um plano, uma estratégia definida, e sua dedicação garante que cada etapa seja cumprida. O progresso pode ser lento, mas é constante — passo a passo, você se aproxima da realização. O conselho do Cavaleiro é claro: mantenha o foco, siga suas rotinas e confie no processo. O tempo e a constância serão seus maiores aliados.

O Cavaleiro de Ouros também revela sua habilidade natural de planejar e executar. Você enxerga o objetivo, define o caminho e segue adiante com disciplina. Nada fica pela metade: cada detalhe é considerado, cada promessa cumprida. Sua postura pode parecer rígida, mas é justamente ela que garante resultados sólidos e duradouros.

Em alguns contextos, esta carta chama atenção para os aspectos mais comuns da vida: as tarefas domésticas, as obrigações diárias ou responsabilidades que exigem paciência. Ela lembra que assumir tais deveres, mesmo sem entusiasmo, faz parte do compromisso necessário para construir algo maior.

Neste sentido, o Cavaleiro de Ouros lembra que cuidar da saúde requer disciplina e paciência. Ele nos convida a estabelecer rotinas sólidas, desde a alimentação equilibrada até a prática regular de exercícios, sem buscar resultados imediatos, mas valorizando o progresso constante. Assim como observa cada detalhe antes de agir, este Cavaleiro nos lembra de ouvir nosso corpo, respeitar seus limites e investir no bem-estar a longo prazo, construindo hábitos que tragam estabilidade e vitalidade duradouras.

Por fim, o Cavaleiro de Ouros sugere uma abordagem prática e conservadora. Pode não ser um período de grandes aventuras, mas sim de consolidação. A rotina, a ordem e a perseverança são as chaves agora. Ainda que surja o cansaço ou a tentação de desistir, esta carta o incentiva a persistir. O caminho pode ser longo, mas a chegada é certa e o sucesso também.

O Cavaleiro de Ouros muitas vezes atua como mensageiro, trazendo sinais de novidades no campo material: um emprego, um negócio ou uma oportunidade financeira. Ele anuncia movimentos seguros e concretos, relacionados a patrimônio, trabalho e dinheiro. Sua presença indica estabilidade e progresso, mostrando que os esforços investidos começam a gerar resultados palpáveis.

Cavaleiro de Ouros - Divulgação

Cavaleiro de Ouros no Amor, Trabalho e Finanças

Nos próximos dias, a energia do Cavaleiro de Ouros convida à paciência e à dedicação. No amor, relacionamentos ganham estabilidade quando há cuidado e atenção aos pequenos detalhes; decisões impulsivas devem ser evitadas. No trabalho, o progresso é fruto de disciplina e esforço constante: cada passo bem planejado traz resultados duradouros. Nas finanças, a prudência é aliada: controlar gastos e priorizar investimentos seguros garante segurança e tranquilidade a longo prazo. É tempo de caminhar com firmeza, valorizando a constância e a responsabilidade em todas as áreas da vida.

Paciência como Virtude

O Cavaleiro de Ouros nos pede para seguir adiante mesmo quando o brilho da inspiração já se dissipou. Ele nos mostra que as maiores recompensas vêm para aqueles que mantêm o compromisso, elaboram um plano e o executam com firmeza. Seu chamado é para o trabalho consistente — aquele que, embora exija esforço e dedicação, prepara o terreno fértil para a colheita futura.

Não se trata de resultados imediatos, mas de construir bases sólidas: arar o campo, plantar as sementes, nutrir o crescimento e, só depois, desfrutar da colheita.

A Energia da Semana

Planejar é uma das melhores formas de alinhar-se com essa energia. Retome as ideias que te inspiram e pense em como trazê-las para a realidade. Pergunte-se: qual é o próximo passo prático que posso dar?

Esta semana é um convite para dar forma ao que já foi sonhado, criando estruturas que sustentem seus objetivos. Com paciência, constância e dedicação, você abre caminho para conquistas duradouras.

Devagar e sempre se vence a corrida! Continue avançando. Essa energia mais lenta está ajudando você a realizar as coisas, só não tão rápido quanto gostaria. Lembre-se, como diz o velho provérbio, “a pressa é inimiga da perfeição”.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Correio B

Rede de restaurantes volta com pratos clássicos após pedidos nas redes

Campanha é estrelada pela atriz e humorista Dani Calabresa

09/03/2026 13h30

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback

Clássicos voltam ao cardápio no Back to Outback Divulgação

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Após pedidos frequentes de consumidores nas redes sociais, a rede de restaurantes Outback Steakhouse anunciou o retorno temporário de cinco pratos que já fizeram parte do cardápio da marca no Brasil. A ação, chamada Back to Outback, traz de volta itens considerados clássicos pelos clientes e ficará disponível nas unidades da rede até o dia 10 de maio.

A campanha de divulgação conta com a participação da humorista e apresentadora Dani Calabresa, que aparece em um vídeo reagindo a comentários publicados por consumidores nas redes sociais pedindo o retorno de pratos antigos. O material está sendo veiculado nos canais digitais da empresa.

Segundo a rede, a escolha dos itens foi feita a partir de pesquisas com clientes e da análise de comentários e mensagens recebidas em plataformas digitais e canais de atendimento. A iniciativa busca responder às demandas do público que manifestou interesse na volta de determinadas opções.

Entre os pratos que retornam ao cardápio estão três opções de entrada. Uma delas é a Aussie Beef Quesadillas, preparada com pétalas da tradicional Bloomin’ Onion, tiras de filé-mignon, queijos e tomate. Outra é a Chook’n Dillas, versão da quesadilla recheada com frango temperado, bacon, cogumelos e queijos. Também volta ao menu a Ribs Rocker Crown, uma versão da costela servida em formato de coroa, acompanhada de macarrão com queijo cremoso e coberta com costela desfiada.

Para quem prefere hambúrguer, o cardápio passa a incluir novamente o Catupiry Madness Burger, preparado com hambúrguer de 200 gramas, disco empanado de Catupiry, maionese verde da casa, molho defumado e picles de cebola roxa no pão brioche.

Já entre as sobremesas, retorna o S’mores Outback, composto por base de cookie com gotas de chocolate, brigadeiro, marshmallow gratinado e calda de chocolate, servido quente.

De acordo com a empresa, os itens estão disponíveis em todas as unidades da rede no país por tempo limitado. No entanto, a Ribs Rocker Crown será servida apenas nos restaurantes físicos e não estará disponível para pedidos por delivery.

 

BIOGRAFIA

Livro lançado em Campo Grande fala do legado de Laucídio Coelho

"Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho", escrito por Kenneth Corrêa, reúne memórias familiares, entrevistas inéditas e documentos históricos sobre o empresário que ajudou a moldar Mato Grosso do Sul

09/03/2026 08h30

Montagem / Mariana Piell

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Na sexta-feira, o salão do Hotel Slaviero Prime, em Campo Grande, foi palco de um encontro entre história, memória e identidade sul-mato-grossense.

No local, fundado por um dos mais influentes empresários da região, ocorreu o lançamento do livro “Um Legado Forjado entre Rios: A História de Laucídio Coelho”, escrito pelo bisneto do pecuarista, o autor Kenneth Corrêa.

A escolha do cenário para o lançamento não foi casual. O hotel integra o conjunto de empreendimentos criados por Laucídio Coelho, figura central na formação econômica e social do antigo Mato Grosso e, posteriormente, de Mato Grosso do Sul.

A data também carrega um simbolismo especial: coincidiu com o aniversário de Kenneth e ocorreu justamente no ano em que o patriarca da família completaria 140 anos.

A obra propõe um mergulho na trajetória de um homem que, ao longo do século 20, construiu um império agropecuário, participou da formação de instituições econômicas e deixou marcas profundas no desenvolvimento regional.

Bisneto resgata a história da própria família e de Mato Grosso do Sul em biografia sobre Laucídio Coelho - Foto: Mariana Piell

O livro busca revelar histórias familiares, memórias e testemunhos que ajudam a compreender não apenas a vida de Laucídio, mas também as transformações de uma região que se consolidava como potência agropecuária.

Para Kenneth, o processo de escrita foi também uma jornada pessoal de redescoberta das origens. “O que eu aprendi não foi só sobre a história dele, mas sobre a história da família, que eu considero a minha história, as origens, a ancestralidade, as tradições. Já valeu demais essa jornada”, afirmou.

MEMÓRIAS

Um dos diferenciais da obra é o conjunto de entrevistas realizadas pelo autor com pessoas que conviveram diretamente com Laucídio Coelho. Muitas delas já estão na casa dos 90 anos, e seus relatos ajudam a preservar lembranças que, de outra forma, poderiam se perder com o tempo.

Entre os entrevistados estão antigos funcionários, amigos e familiares do pecuarista. Kenneth citou, por exemplo, depoimentos de pessoas que trabalharam com Laucídio ainda jovens e acompanharam o crescimento de seus negócios.

“Esse livro é inédito em muitas histórias porque eu fiz entrevistas com pessoas incríveis que estão com a gente aqui hoje. O seu Rubem Figueiró, na casa dos 90 anos, a Lacy, que é a caçula do Laucídio, na casa dos 90 anos, e um dos primeiros funcionários dele, Daniel Ávalo, também com cerca de 90 anos”, explicou.

Segundo o autor, essas vozes trazem um retrato mais humano do empresário, revelando aspectos do cotidiano, da liderança e da personalidade do homem que se tornaria conhecido como um dos maiores pecuaristas do País.

“REI DO GADO”

Kenneth Corrêa - Foto: Mariana Piell

Nascido em 1886, Laucídio Coelho cresceu em meio à vida rural e desde cedo se envolveu com a criação de gado. Ao se casar, em 1911, com Lúcia Martins, já tinha um rebanho significativo e iniciou um processo de expansão de suas propriedades.

Com o passar das décadas, consolidou-se como um dos maiores proprietários de terras da região. Suas fazendas chegaram a somar cerca de 1 milhão de hectares no Centro-Oeste brasileiro, dimensão que o colocaria entre os maiores latifundiários do mundo em seu tempo.

Esse crescimento não se deveu apenas à expansão territorial. Laucídio era reconhecido por sua visão empresarial e pela adoção de técnicas consideradas modernas para a época, como o uso de equipamentos agrícolas, formação de pastagens e estratégias logísticas para a condução de boiadas entre diferentes propriedades.

Uma das práticas que se tornaram célebres foi o sistema de fazendas distribuídas ao longo das rotas da boiada. Ao longo do percurso, animais cansados eram substituídos por outros mais fortes, garantindo que o rebanho chegasse ao destino em boas condições.

A estratégia, considerada sofisticada para o período, é frequentemente citada como exemplo de organização logística no campo.

Graças ao tamanho de seu rebanho e à influência econômica que exercia, Laucídio ganhou o apelido que atravessou gerações: “Rei do Gado”.

Uma história curiosa relatada por Kenneth ilustra bem como a fama do pecuarista ultrapassava fronteiras regionais.

Segundo o autor, após a morte de Laucídio, o então presidente da República Emílio Garrastazu Médici teria comentado com um de seus filhos, o político Lúdio Coelho, sobre as lendas que cercavam o tamanho do rebanho da família.

“Dizem que o Médici perguntou para ele: ‘Mas é verdade essa história do seu pai ser o rei do gado? Quantas cabeças de gado ele tinha?’”, contou Kenneth.

Segundo o relato, Lúdio teria respondido que o número girava em torno de 700 mil cabeças de gado, ao que o presidente teria reagido com surpresa: “Isso só de machos, né?”

LEGADO

Além da pecuária, Laucídio Coelho também atuou na criação de instituições e empresas fundamentais para o desenvolvimento regional.

Ele foi um dos responsáveis pela criação do primeiro frigorífico do Estado, o Frima, iniciativa que permitiu que a região deixasse de exportar apenas gado vivo e passasse a comercializar carne processada para grandes centros consumidores.

O empresário também participou da fundação do Banco Financial de Mato Grosso e esteve envolvido na criação de cooperativas e outras iniciativas econômicas. Ao longo das décadas, suas atividades ajudaram a impulsionar setores como a agropecuária, o comércio e os serviços.

Dentro da própria família, seu legado também se estendeu à política. Dois de seus filhos tiveram destaque na vida pública: Italívio Coelho, que atuou como deputado estadual e empresário, e Lúdio Coelho, que foi prefeito de Campo Grande e senador da República.

Segundo Kenneth Corrêa, essa combinação de empreendedorismo, influência política e participação em projetos estruturantes teve papel importante na construção do Estado.

“Se existe hoje um estado chamado Mato Grosso do Sul, é porque ele foi construído em cima de várias fundações. E eu fui descobrindo na pesquisa, nas entrevistas e nos documentos que o Laucídio teve um papel crucial”, afirmou.

IDENTIDADE REGIONAL

Para Kenneth Corrêa, a biografia não conta apenas a história de um empresário bem-sucedido. O objetivo principal é ajudar novas gerações a compreender o processo de formação da região. “Para saber para onde a gente está indo, precisamos saber de onde viemos”, resumiu o autor.

A obra reúne documentos históricos, fotografias de arquivo e relatos inéditos, compondo um mosaico que conecta a trajetória da família Coelho à história econômica e social de Mato Grosso do Sul.

Ao lançar o livro no hotel construído pelo bisavô, Kenneth buscou criar um elo simbólico entre passado e presente. O edifício, que continua em funcionamento no centro de Campo Grande, tornou-se uma espécie de cenário vivo da narrativa apresentada na obra.

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