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EVENTO

Atrações da tradicional Cidade do Natal se encerram neste domingo

Confira a programação do último dia de visitações da festividade natalina

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Passado um mês de programações festivas, na Cidade do Natal, evento tradiconal de Campo Grande encerrará as atividades neste domingo(15).

A cidade localizada nos altos da avenida afonso pena, estará aberta hoje a partir das 15h, crianças e adultos podem aproveitar as atrações do local.

O espaço conta com roda gigante, brinquedos infláveis e visita a Casa do Papai Noel, além do trenzinho, presépio e uma árvore Oliveira de 200 anos. O cortejo musical com a Parada Natalina acontece às 21h.

O local conta ainda com praça de alimentação com 11 tendas gourmet – que fazem referência a prédios históricos de Campo Grande, como por exemplo o Colégio Oswaldo Cruz, Pensão Pimentel, Hospedaria Ramalho, Hotel Americano, Casa do Artesão, entre outros -, com refeições em valores acessíveis a partir de R$ 10.

De acordo com a programação divulgada pela Prefeitura de Campo Grande, as principais atrações que estarão presentes neste dia de encerramento serão o grupo Batucando Histórias e On The Road.

No dia 15 de dezembro de 2022, a tradicional Cidade do Natal de Campo Grande foi inaugurada após reforma que levou pouco mais de um ano. A última abertura tinha ocorrido no fim de 2019, antes do fechamento em razão da pandemia e, posteriormente, pelas obras. 

City Tour

Há também outras opções de diversão, como por exemplo, o City Tour, que conta com quatro saídas: 17h, 18h, 19 e 20h.

A retirada de senhas é na entrada da Cidade do Natal, com a equipe da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur).

O passeio que é gratuito segue do local até a Praça Ary Coelho e tem duração de aproximadamente 50 minutos. As crianças, para que possam participar, deverão estar acompanhadas dos seus responsáveis. Ao todo, são 70 lugares disponíveis, sendo 55 em cima e 15 na parte de baixo.

Diálogo

Parlamentar foi ler requerimentos propondo a recuperação de algumas ruas... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (01)

01/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Mario Quintana - escritor brasileiro

"A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda”.

FELPUDA

Parlamentar foi ler requerimentos propondo a recuperação de algumas ruas de Campo Grande. No meio da leitura das solicitações, olhou para os colegas e percebeu que estava “chovendo no molhado”, e aí entre uma pausa e outra, explicou que, na verdade, a Capital vive o drama de suas vias estarem tomadas pelos buracos e que seu pedido era voltado aos moradores das ruas citadas por ele porque, conforme frisou, eles podem ser “tragados pelas crateras”. “Buracos, buraquinhos, buracões e ruas totalmente tomadas por eles são as opções para o campo-grandense”, foi comentário irônico entreouvido por lá.

Diálogo

Poeirão

Quem anda percorrendo o trecho é o vice-governador José Carlos Barbosa (Republicanos), o Barbosinha, em agenda que integra governo, prefeitura e câmaras municipais. A estratégia é estabelecer sistema de trabalho onde há discussão ampla das ações desenvolvidas pelo governo de MS.

Mais

Tal iniciativa fortalece, tanto nas áreas política como administrativa, o programa de municipalismo do governador Eduardo Riedel e tem dado bons resultados. A proposta é percorrer de carro os 79 municípios, segundo Dorival Betini, chefe de gabinete do vice.

DiálogoDenise Ramos Flores Bisogenin e José Luiz Bisogenin - Foto: Studio Vollkopf 

 

Diálogo Fernanda Coan - Foto: arquivo pessoal

Bonitos na fita

Pesquisas que estariam sendo realizadas para acompanhar a quantas anda o cenário político em Mato Grosso do Sul têm sido dadas ao conhecimento de gabinetes poderosos. Assim, segundo se ouve nos bastidores, alguns pré-candidatos estão sendo chamados para saber de como estão perante o eleitorado e para que continuem intensificando suas atuações para, caso tudo transcorra dentro dos conformes, possam subir no pódio no mês de outubro.

Prova dos nove

Segundo avaliação de políticos mais antenados, os deputados federais Dagoberto Nogueira (PP) e Geraldo Resende (União Brasil) terão que mostrar bom desempenho nas urnas. Isto porque foram responsáveis por ocasionar “debandadas” de alguns nomes que já haviam acertado a filiação nesses dois partidos. A expectativa é grande, tendo em vista que “peitaram” gente que tem forte base eleitoral, principalmente no interior de MS.

Termômetro

Os primeiros indicadores de 2026 confirmam a força da economia de MS. Levantamento do Termômetro do Varejo da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas-MS), com base no IBGE, mostra alta de 6,2% no varejo ampliado entre janeiro e fevereiro, bem acima da média nacional (1,0%). O comércio também avançou (0,5%), enquanto os serviços cresceram 4,3% e a indústria acumula alta de 8,1% em 12 meses. No campo, a projeção é de crescimento de 2,2% em 2026, na contramão da retração prevista para o país (-3,9%).

Aniversariantes

Christiana (Kity) Puga de Barcelos;
Dr. Roberto Teixeira dos Santos;
Alessandra Assis Daros;
João Bosco Silvino de Medeiros;
Maria Augusta Pereira de Souza;
Alceu Guerra;
Carlos Ney Garcia Olegario;
Maria Beatriz Barbieri de Alencar;
Elisangela Cristina Passianoto;
Marcio Cosme Matos Alves;
Enzo Lemos Junior;
Circe de Souza Martins;
José Garcia Rosa Pires;
Cyro Jesus do Nascimento;
Matheus Rossanelli da Silva;
Wander Ricardo Gomes de Almeida;
Nelson da Silva Feitosa;
Dr. Antonio Carlos Barcellos Abrate;
Mario Ilto Rodrigues Moreira;
Edmur Augusto da Costa;
Juleica Lima Ribeiro;
Jones Mario de Avila Minervini Junior;
Fátima Barbosa Cavalcante Rangel Vinholi;
Tatiana Avelar;
Luiz Renato Affonseca Jardim;
Felipa Ramos Vasques;
Mauricio Shiroma;
Maria Aparecida de Almeida;
Valdir Custódio da Silva;
Luís de Morais;
Léo Mendonça do Amaral;
Lourdes Junqueira de Paula;
Arizoly Serrou Camy;
Felipe Cunha;
João Luiz de Aquino Santos;
Adriana Gonçalves Guerreiro Dure;
Alessandro Dantas dos Santos;
Hercules Hillesheim;
Antonio Lorenzi Sobrinho;
Jovaldino Walta;
Dr.Jorge Gonda;
Felipe Medina;
Ricardo Cruvinel Cardoso;
Sebastião Batista Souza;
Dr. Alexandre Geanini Péres;
Anny Carolini Malagolini Ribeiro;
Lucy de Souza Jesus;
Nylbert Arruda Gonçalves Cantero;
Mário Antonio de Almeida;
Ita Escobar Ajala;
Durval Coelho Barbosa;
Afonso Ribeiro de Sena;
Maria da Silva Albuquerque;
Ítalo Lopes Fontoura;
Elenir de Souza Braz;
Zita Maluf;
Dirce de Souza Martins;
Claudete Pereira dos Reis;
Antônio Gomes;
Lourdes Fontoura;
Afonso Nunes Leite;
José Alberto Vasconcellos;
Dávio Mello;
Jociane Dutra Nogueira Farias;
Otoni Cesar Coelho de Sousa;
José da Costa Vieira;
Delci Teixeira;
Dr. Marco Antonio Leite;
Juvenal Farias;
Francisco Pires de Oliveira;
Patrícia Teixeira Pellini;
Ivete Moreira Paes;
Tatiana Padilha Barreto;
Edinete de Fátima de Oliveira;
Alexandre Mario dos Anjos;
Alcebíades Santiago Franco;
Elis Antonia Santos Neres;
Monica Aratani;
Roberto Lopes da Silva;
Carolina Miranda Barbosa;
Olívia Nunes Campos;
Flávia Alessandra Carvalho;
Osmar Feliciano Dias;
Adriana Nunes Lopes;
Simone dos Santos Godinho;
Maria Fatima de Moraes;
Naiara Pael Lopes Aquino;
Rosimeire Zandona de Souza;
Maria Ivonete de Almeida Santos;
Rozilene de Oliveira Jara;
Dra. Maria Claudia Mourão Santos Rossetti;
Carlos Roberto dos Santos Okamoto;
Rosimary Emiko Iamamoto;
Solange Dantas;
Murillo Nicacio de Maraes;
Carlos Roberto Gonçalves;
Manoel Batista Dias;
Rosane Susery Nishimura Yoshimoto;
João Antonio Martello;
Luciana Bisco Ferreira;
Angela Irene Felipe da Costa Damico;
Renato Brandolim;
Mario Ronaldo Camargo;
Marilu Menezes Pereira Dias Rezende;
Dr. Ronaldo Chadid;

Colaborou Tatyane Gameiro

EDUCAÇÃO MUSICAL

Oficina de técnica vocal apresenta canto coral a jovens da Fundação Barbosa Rodrigues

Encontro promoveu vivência prática e destacou impactos do desenvolvimento cognitivo, social e emocional de crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos

30/04/2026 10h00

Divulgação

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A Fundação Barbosa Rodrigues realizou, no sábado, uma oficina de técnica vocal voltada para o público infantojuvenil. A atividade reuniu crianças e adolescentes entre 7 e 17 anos em uma imersão prática no universo do canto coral, com foco não apenas na voz, mas também no desenvolvimento global dos participantes.

Ministrada pela professora Ana Lúcia Gaborim, docente de Regência, Canto Coral, Fisiologia e Técnica Vocal da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a oficina teve como principal objetivo apresentar, de forma acessível e dinâmica, como funciona um ensaio de coro.

A proposta surgiu como uma forma de aproximação com o público jovem, permitindo que crianças e adolescentes experimentem a atividade antes de assumir um compromisso contínuo.

“Hoje em dia, muitas pessoas têm receio de iniciar uma atividade sem saber exatamente como ela funciona. A oficina permite essa experimentação, especialmente importante para crianças e adolescentes, que precisam se sentir motivados e seguros antes de se comprometer”, explica a professora.

A ideia da oficina ganhou força após a visita da professora húngara Lilla Gabor à Fundação, no dia 2, o que impulsionou a realização da atividade como um evento pontual capaz de mobilizar novos participantes.

Com duração de aproximadamente uma hora e meia, a oficina reuniu tanto alunos da própria Fundação quanto participantes da comunidade, alguns já com experiência musical e outros iniciantes. Segundo Ana Lúcia, a diversidade do grupo contribuiu para uma troca enriquecedora e para a construção de um ambiente acolhedor e inclusivo.

ENSINO LÚDICO

A metodologia aplicada durante o encontro priorizou o aspecto lúdico e interativo. A oficina começou com exercícios rítmicos que envolviam o corpo, como palmas, gestos e percussão corporal. Além de estimular a coordenação motora, essas atividades também funcionaram como uma forma de integração entre os participantes.

“Para a criança, o jogo é um elemento fundamental. Quando ela aprende brincando, o processo se torna mais prazeroso e eficaz”, destaca Gaborim.

Ana Lúcia Gaborim ministrou a oficina - Foto: Divulgação

Na sequência, foram realizados exercícios de postura e respiração, considerados essenciais para o canto. A professora enfatiza que a respiração é a base da técnica vocal e que o alinhamento corporal influencia diretamente na qualidade do som produzido.

Outro momento importante da oficina foi a prática de vocalizes, exercícios que vão além do aquecimento vocal.

Segundo a docente, essas atividades contribuem para o desenvolvimento da afinação, da expressividade e da consciência vocal, preparando os participantes para um canto mais organizado e esteticamente apurado.

A parte prática foi concluída com o ensino de uma canção em formato de cânone, composição do músico carioca Maurício Durão.

Nesse tipo de estrutura, todos cantam a mesma melodia, mas em entradas diferentes, criando uma sobreposição de vozes que resulta em harmonia. A atividade permitiu aos participantes compreender, na prática, a dinâmica do canto coral.

“A beleza do coro está justamente na combinação de diferentes vozes que, mesmo executando partes distintas, se harmonizam. Isso amplia a percepção musical e o senso de coletividade”, explica.

DESENVOLVIMENTO

A oficina evidenciou o papel do canto coral como ferramenta de desenvolvimento integral. De acordo com a professora, a prática envolve aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores, contribuindo para a formação de indivíduos mais confiantes e comunicativos.

Durante a atividade, foi possível observar mudanças significativas no comportamento dos participantes.

Crianças, que inicialmente demonstravam timidez, passaram a se expressar com mais segurança ao longo do encontro.

“Percebi que muitos chegaram retraídos, com o corpo tenso e a voz contida. Aos poucos, foram se soltando, ganhando confiança e se envolvendo com as atividades. Isso se reflete diretamente na qualidade vocal e na postura”, relata.

Além dos benefícios técnicos e musicais, a oficina também reforçou o potencial do canto coral como instrumento de transformação social. A prática contribui para o fortalecimento da autoestima, da comunicação e das relações interpessoais, além de ampliar o repertório cultural dos participantes.

“Quando a criança participa de um coral, ela não está apenas aprendendo música. Ela está desenvolvendo habilidades sociais, aprendendo a trabalhar em grupo, perdendo a timidez e se expressando melhor”, ressalta Ana Lúcia.

Para a professora, iniciativas como essa são fundamentais para democratizar o ensino da música e proporcionar oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens.

“Eu acredito que toda criança deveria ter a oportunidade de cantar. O impacto na formação pessoal é enorme. A música transforma, integra e desenvolve em múltiplos aspectos”, conclui.

CUIDADOS

A docente também chama atenção para equívocos comuns entre iniciantes, como a crença de que é possível aprender a cantar rapidamente ou sem orientação adequada.

“Existe uma ideia equivocada de que o desenvolvimento vocal ocorre de forma imediata. O processo exige prática, orientação e cuidado, especialmente com o aquecimento vocal e o uso correto do corpo”, afirma.

Outro ponto destacado pela professora é o risco de imitar vozes de cantores profissionais, prática que pode levar a esforço vocal inadequado e até a problemas nas pregas vocais. Para Gaborim, o ideal é desenvolver uma identidade vocal própria, respeitando os limites individuais.

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