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Capa B+: Entrevista exclusiva com a apresentadora Regina Volpato

"O 'Chega Mais' fala de representatividade. É mais do que um programa, é uma marca minha, como profissional".

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O ano de 2024 está só no começo para apresentadora Regina Volpato, mas já é possível dizer que é um dos melhores e mais produtivos anos da carreira dela.

Em janeiro, ela estreou o videocast semanal “O Amor na Influência”, que coloca sempre um tema diferente e influenciadores convidados para debater e contar suas histórias de amor e sobre todos os tipos de relacionamento.

“Tem sido muito prazeroso conversar sobre relacionamentos com esta geração tão mais jovem que eu. É sempre muito divertido constatar os caminhos que trilhamos na busca pelo amor”, diz ela.

Em março, ela entrou no ar com o programa “Chega Mais”, nova aposta das manhãs do SBT. A atração tem 4 horas de duração com um mix de assuntos para fazer companhia a quem está do outro lado da telinha. “Estou muito animada. O novo programa tem, principalmente, prestação de serviços. E a gente colocou a cara do Brasil nesse programa”, explica Regina.

E o sucesso nas redes continua. Em seus perfis, Regina segue compartilhando momentos de bastidores, de sua vida cotidiana, além de produzir o quadro ‘Eu Acho’, em que recebe dúvidas de seus seguidores e dá sua opinião.

"O #euachorv começou para estreitar a relação com os seguidores e ter um canal para que eles mandassem alguns dilemas para eu dizer apenas o que eu acho! As caixinhas foram viralizando e, hoje, recebo muitos dilemas sobre família, traição, trabalho e amizade”, conta.

Todas as novidades e sucessos mostram a força de Regina, que ao longo de sua carreira passou por emissoras como Band, RedeTV e TV Gazeta, e ganhou fama ao comandar o “Casos de Família”, no SBT.  “Estou com vários projetos. Tenho o podcast, as minhas redes sociais, o programa do SBT, então é muito coisa legal pra fazer. E, pra mim, não há nada mais fácil do que fazer o meu trabalho. É prazeroso”, garante.

A apresentadora é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana. Em conversa com o Caderno Regina fala sobre seu momento na carreira atualmente, redes sociais e sua estreia no SBT. 
 

A apresentadora Regina Volpato é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe e Denise Neves

CE - Como foi o processo de entrar para o mundo da televisão? Quais foram os principais aprendizados que você teve nesse meio?
RV -
“Entrar para televisão foi um acaso. Eu fazia comercial de televisão como modelo da agência Ford e aí, um dia, sabendo que eu estudava Comunicação, me chamaram para fazer um teste para reportagem e eu entrei.

O maior aprendizado nesses anos todos foi justamente me colocar mais à vontade, levar a minha personalidade para frente das câmeras. Claro que quando eu apresentava o jornal era uma conduta diferente, agora que eu faço Entretenimento, é outra conduta. Mas o principal aprendizado foi aceitar o meu jeito, aceitar a minha figura como um todo e me divertir enquanto estou trabalhando.”

CE - Considerando sua vasta experiência na televisão, incluindo passagens por emissoras como Band, RedeTV e TV Gazeta, como você percebe sua evolução e crescimento profissional ao longo dos anos?
RV -
 “Depois de muitos anos se dedicando a desempenhar alguma atividade, eu acho que é natural e vai ficando mais fácil você tendo mais traquejo, porque a experiência ajuda e ajuda muito. E eu me dedico a ser uma boa profissional.

Não é assim que eu sou artista, sabe, é do meu jeito e ponto final, não. Eu me dedico quando eu acho que às vezes eu tenho uma conduta inadequada que acontece na fala. Muitas palavras, muitas colocações que antes eram corriqueiras, hoje já não podem mais. Então, eu me preocupo, sabe, de estar atenta a todas essas novas, esse novo jeito de a gente se comunicar. Então, eu tenho experiência, mas o aprendizado é constante. Eu me sinto sempre uma aprendiz e essa não é uma sensação que me incomoda, muito pelo ao contrário.”

CE - Como você descreveria a sensação de começar o ano de 2024 com tantos projetos novos e excitantes em andamento, como o videocast "O Amor na Influência" e o programa "Chega Mais" no SBT?
RV -
 “Para mim, 2024 foi um início de ano com muitas expectativas, com muitos projetos em andamento. E isso não acontece sempre na vida, e quando acontece, a gente tem que curtir. A vida é muito generosa comigo, e especialmente esse período, esse começo de ano, assim, foi um momento muito, muito, muito especial.”

CE - Em relação ao videocast "O Amor na Influência", qual é o objetivo principal por trás do programa e como você espera que ele impacte seu público, especialmente a geração mais jovem?
RV -
“Eu fui contratada pela Amazon, é um projeto totalmente 100% da Wondery. O meu objetivo primeiro é fazer jus ao meu salário e a confiança que essa empresa depositou em mim. Segundo, é aprender, sempre. O que me move é a minha curiosidade na vontade de aprender, de entender, de descobrir ou de pelo menos saber que existe.

E já impactou o meu público, porque eu converso com pessoas muito jovens e as pessoas chegam no videocast não é por mim, não. Ou é pelo tema, pelo conteúdo, pelos convidados... Então, já impactou, não diria o meu público, mas as pessoas que sabem que eu existo.”

Regina ao lado de Patricia Abravanel e Claudete Troiano - Divulgação SBT

CE - Com a estreia do programa "Chega Mais" em março, quais são suas expectativas em relação ao formato do programa e como você planeja torná-lo relevante para o público das manhãs?
RV -
“Acabou de estrear, né? Então, assim, para quem já teve filho, sabe que o primeiro mês é... Você fala: ‘Meu Deus do céu... O que que eu faço? Para onde eu vou agora? O que que eu tenho que fazer?’ Então, a gente está nesse processo, acabou de nascer. E como torná-lo relevante?

Fazendo. Fazendo um dia depois do outro, entendendo o que a audiência quer e o que que a gente pode oferecer dentro do nosso perfil no SBT, entendendo o que a audiência quer acompanhar no SBT... O SBT tem mais que telespectadores, tem fãs. Então, o que os fãs da emissora esperam, o que que a gente pode fazer, como fazer diferente, está sendo uma descoberta de todos nós, de uma equipe muito integrada, interessada em fazer um programa gostoso para quem assiste e, também, para quem faz.”

CE - Você mencionou que o programa "Chega Mais" terá uma forte ênfase em prestação de serviços. Poderia compartilhar mais detalhes sobre os tipos de serviços e temas que serão abordados no programa?
RV - 
“São os tipos de prestação de serviço que o programa se propõe a oferecer. Olha, todo tipo de prestação de serviço, quando a gente fala de dengue, quando a gente fala de medo de dirigir, quando a gente fala de misturas de produtos de limpeza, quando a gente fala de educação infantil, aproveitamento dos alimentos na culinária, tudo isso é prestação de serviço.

Claro que a gente também vai ter pautas de puro Entretenimento, porque a gente gosta, faz parte da vida e temos tempo para isso. Então, todas essas editorias vão estar contempladas. Agora, prestação de serviço, eu acho interessante porque um programa que se propõe a ser companhia para quem está em casa, a hora que você também oferece prestação de serviço, você não fica só no Entretenimento, você consegue aprofundar e trazer assuntos que são de interesse da maioria das pessoas.”

CE - Como você vê o papel do novo programa "Chega Mais" em relação à representatividade e diversidade da cultura brasileira na televisão?
RV -
“Eu vejo o ‘Chega Mais’ com relação à representatividade. É um projeto da própria emissora trazer as praças do Brasil todo para o ‘Chega Mais’, então, acontecimentos, não só factuais, mas festas, costumes, culinárias do Brasil todo, de norte a sul do país, eu acho que só aí a gente já atende, sim, a expectativa de representatividade da própria emissora.

E eu, como parte da minha, mais do que da minha carreira, da minha vida, eu converso com todos os tipos de público, todos mesmo, em todos os sentidos, então, isso é mais do que um programa, é uma marca minha, como profissional, e o profissional leva um pouco dos seus interesses, da sua personalidade, para o trabalho dele, um apresentador de televisão ainda mais.

Às vezes nem é tema da pauta, mas quando o assunto sai, eu acabo manifestando a minha opinião, e aí eu acho que eu acabo trazendo um pouco dessa representatividade. Eu acho isso fundamental, porque não tem mais como você ter qualquer situação que não esteja contemplada representatividade.”

Regina Volpato - Divulgação

CE - Em relação ao sucesso contínuo de suas redes sociais, incluindo o quadro "Eu Acho", como você mantém a autenticidade e a conexão com seu público em meio a um cenário digital tão saturado?
RV -
“Tem espaço para todo mundo. Como eu mantenho a autenticidade num firme propósito de ser eu mesma, em todos os sentidos. O fato de ter 56 anos, faz com que isso seja mais do que um propósito. É a única alternativa, entendeu?

Ou eu consigo me expressar e falar do meu jeito e tal, ou eu não consigo fazer de outro jeito. Eu acho que já não é mais nenhuma preocupação, é parte de mim. E aí eu questiono, né? Está saturado? Eu não sei. Eu acho que quando você faz um conteúdo relevante, seja para um nicho ou não, o espaço se faz. Porque se tem muito conteúdo, também tem muita demanda.”

CE - Poderia compartilhar algumas das histórias mais marcantes ou impactantes que surgiram durante o quadro "Eu Acho"? Como você lida com dilemas delicados e sensíveis apresentados pelos seus seguidores?
RV -
“As engraçadas muitas vezes são as mais difíceis, assim como as histórias do ‘Caso de Família’. Porque às vezes uma história que pode soar muito engraçada, na verdade, está trazendo uma situação de sofrimento. Já aconteceu de eu entrar em contato com a pessoa e para não ser leviana nem expor a pessoa, nem gerar alguns gatilhos eu só mandei uma mensagem do tipo: ‘Fiquei preocupada com você, eu acho que a sua situação realmente é séria e que precisa de uma ajuda profissional’.

Eu sinto que as pessoas me tratam como amiga e amiga não deixa outra na mão. Quando a amiga acha que a outra está precisando de um toque ou de um direcionamento, a gente dá e eu tento me comportar como amiga quando eu dou risada, quando eu falo às vezes o que eu acho que é para falar mesmo as pessoas não concordando, e, também, quando eu acho que não tem graça e é preciso falar sério.”

CE - Em meio a tantos projetos, como você equilibra sua vida pessoal com as demandas profissionais? Você tem alguma estratégia específica para manter essa harmonia?
RV -
“Alimentação, eu procuro nunca deixar de lado, mas atividade física foi comprometida. Eu tento sempre manter o foco em mim e priorizar o que realmente é importante, cuidar das minhas horas de sono, da minha alimentação, das minhas relações e dos meus pensamentos. Eu não gosto de fazer mal feito e pela metade, o meu nível de exigência comigo mesma é muito alto.

Eu tenho acordado muito cedo, deito, durmo, e às 20h30 eu já estou tomando banho para deitar e dormir. Eu procuro ter uma rotina muito regrada para ter saúde e tranquilidade. Quando a gente começa a fazer muita coisa, vem uma certa irritação, uma falta de paciência, de senso de urgência que não ajuda. Além disso, são mais de 20 anos de terapia, com muito tempo dedicado ao autoconhecimento e autoaceitação, eu já entendi até onde eu posso ir e até onde eu não posso ir de maneira alguma.

E perdi o medo de fazer algo e o que as pessoas vão pensar. É uma eterna conversa minha comigo mesma, muitas vezes sem certeza alguma, mas tendo o propósito da regra básica de não fazer para os outros o que eu não gostaria que fizessem para mim e de amar o outro como a si mesmo. Eu procuro sempre me amar e não agredir o outro.”
 

Regina Volpato - Divulgação

CE - Qual é a importância do prazer e da satisfação pessoal em seu trabalho, especialmente diante de uma agenda tão ocupada?
RV -
“Aí está a minha vaidade. Quando eu vejo que fiz um bom trabalho, quando eu olho e reconheço que fiz um bom trabalho. E não estou dizendo só no sentido de prazer, de tudo gostoso, de tudo legal. Não, às vezes não é prazeroso, mas justifica a dificuldade e as horas trabalhadas, por exemplo.

Se justificam porque o objetivo vai ser um bom trabalho que pode ser relevante em algum contexto e em algum momento, nesse todo que é o meu trabalho, que é um pedacinho, porque é sempre um trabalho em equipe, então, é um pedacinho no meio de um todo. É fundamental eu gostar do que eu estou fazendo, mesmo que naquele momento seja chato, mas eu sei que isso faz parte, que depois vai ser legal e que o prazer virá. É muito importante eu estar feliz, eu estar inteira, eu estar sendo fiel à minha ética, aos meus princípios. Isso é, sim, fundamental.”

CE - Como você percebe o impacto de seu trabalho na vida das pessoas e na sociedade em geral? Existe alguma história ou feedback que você recebeu que o destacou para você?
RV -
“Eu não sei se eu percebo... Falando sério, mesmo quando alguém fala palavras que talvez pudessem me fazer imaginar isso, eu acho que a pessoa estava no caminho dela, e aí, por coincidência, eu estava ali. Eu não me vejo com essa grandeza toda.

Eu procuro fazer bem feito, acho que algumas pessoas gostam mais, outras menos, em alguns momentos elas me escutam mais do que outros e tal, mas eu não acho que eu tenho essa importância toda. A minha maior preocupação é não fazer errado. Fazer certo para não fazer errado.”

Divulgação - SBT

CE - Em sua opinião, qual é o segredo para manter-se relevante e inspirador em uma indústria tão dinâmica e competitiva como a televisão?
RV -
“Por algumas vezes, eu tive a certeza de que tinha saído da televisão para nunca mais voltar. Então, não sei se é na profissão, eu acho que é na vida. Eu acho que como a gente pode ter uma conduta, pelo menos tentar ter uma conduta ilibada, o que não significa não errar nunca, mas ter uma conduta ali.

A gente sabe o que é certo e o que é errado, então, é se manter dentro dessa conduta, independentemente da profissão. É que eu sou jornalista, mas se eu fosse manicure, engenheira, advogada, faxineira, eu acho que esse é o norte, independentemente da profissão. Aí a gente acaba sendo relevante na nossa vida, mais do que na vida dos outros. Relevante tendo orgulho do que eu faço, sabendo que dou o meu melhor, sabendo que se hoje eu não fui o que poderia ser, eu tenho amanhã. Essa é a minha conduta em tudo o que eu faço.”

CE - Quais são seus objetivos e ambições para o futuro de sua carreira? Existe algum projeto dos sonhos que você ainda deseja realizar?
RV -
“Eu estou muito alegre e envolvida com tudo que a vida me agraciou, especialmente nesse período entre o final de 2023 e começo de 2024. Eu nunca trabalho com projeto a longo prazo. Se você me perguntar como eu me vejo daqui a cinco anos, eu não sei. Eu sei que para esse ano, o desafio é dar conta de todos esses projetos que eu comecei, continuar me reinventando nas minhas redes, porque isso me alimenta, me desperta mais ainda para a minha criatividade, a minha curiosidade, e eu acho que isso me oxigena.

Tentar conseguir manter uma vida saudável, apesar de tudo isso, não deixar de ser engolida e pular almoço ou dormir mal, isso daí não é uma atitude amorosa comigo mesma e eu gosto de me tratar bem. Eu me amo de verdade, então, o que eu te diria para esse ano, é que eu quero dar conta disso tudo e no fim do ano olhar para trás e poder fazer um balanço positivo.”

CE - Qual é a mensagem que você gostaria de deixar para as futuras gerações de apresentadores e profissionais da televisão?
RV -
“Eu acho que uma característica muito importante é a gente entender que a vida tem um propósito, a vida tem um porquê. A vida não é o que a gente vê, porém, a gente tem que tomar decisões com o que a gente vê, com o que temos no momento. Eu acho que tem que ter coragem para dizer sim, para dizer não e ser resiliente. Saber se refazer, deitar triste hoje, mas amanhã abrir os olhos e fazer diferente, dar a volta por cima.

Nem sempre no dia seguinte você vai ter essa força, às vezes você precisa de alguns dias, mas enfim, isso faz parte da vida e faz parte dessa nossa profissão, que é muito exposta. E se a gente começa a acreditar em tudo que falam pra gente, sejam elogios ou críticas, não é legal. Eu acho que a nossa avaliação tem que ser um pouco distante e severa e amorosa ao mesmo tempo, e balanceando para gente não perder o prumo, deixar de ser quem a gente é e esquecer de quem a gente é.”

AGENDA CULTURAL

Fim de semana TEM programação especial de páscoa e muito mais

Celebrações religiosas, atividades gratuitas e eventos culturais movimentam Campo Grande durante a Semana Santa, com opções entre fé e lazer para viver a Páscoa

03/04/2026 07h54

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h Divulgação

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Para quem busca vivenciar o verdadeiro significado da Páscoa, a programação religiosa é um dos pontos altos do fim de semana. A agenda cristã começa ainda na madrugada desta Sexta-Feira Santa, com laudes às 5h30min, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento ao longo do dia.

Às 15h, acontece a tradicional celebração da Paixão do Senhor, um dos momentos mais simbólicos do calendário cristão, relembrando o sacrifício de Cristo. A programação segue com a veneração da imagem do Cristo morto, às 17h, e a Via-Sacra, às 19h, reunindo fiéis em um momento de profunda reflexão.

No Sábado Santo, a Vigília Pascal, celebrada às 19h, marca a passagem da morte para a vida, considerada uma das celebrações mais importantes do cristianismo. Já no Domingo de Páscoa, a ressurreição do Senhor é celebrada com missas ao longo de todo o dia, além de uma cantata de Páscoa, às 19h, encerrando a programação com música e espiritualidade.

SHOPPINGS

Enquanto a fé mobiliza os templos, os espaços comerciais investem em experiências lúdicas para o público infantil. O Shopping Campo Grande aposta em uma programação gratuita e diversificada.

O destaque é a Vila da Páscoa, instalada em frente à Sephora, que promete transformar o ambiente em um cenário de fantasia. A programação inclui oficinas criativas e pintura facial.

Entre as atividades mais esperadas está a tradicional caça aos chocolates, que convida as crianças a explorarem o espaço em busca de surpresas doces. As ações começam sempre a partir das 15h, com inscrições realizadas pelo aplicativo do shopping.

A agenda inclui ainda oficinas temáticas, como confecção de orelhinhas de coelho, pintura em ovos e criação de máscaras, além de apresentações teatrais e momentos de interação com personagens.

Durante o feriado de Sexta-feira Santa, o shopping funcionará das 10h às 22h, com lazer e alimentação operando normalmente.

Outra opção para as famílias é o Shopping Bosque dos Ipês, que também preparou uma programação especial de Páscoa.

Desde o fim de março, o público pode visitar um cenário temático instagramável montado no Acesso C, ideal para fotos e para entrar no clima da data.

O ponto alto acontece amanhã, com a caça aos ovos guiada. A atividade começa com uma oficina de máscaras e gesso, às 14h, e segue com o circuito interativo, das 16h às 17h, conduzido pelo Coelho da Páscoa.

A proposta é incentivar a interação entre pais e filhos, criando uma experiência dinâmica que mistura brincadeira, exploração e convivência. Todas as atividades são gratuitas, com participação mediante inscrição e acompanhamento dos responsáveis.

O shopping também terá funcionamento diferenciado durante o feriado, com horários especiais na Sexta-feira Santa e no Domingo de Páscoa.

O Norte Sul Plaza entra no clima da Páscoa com horário especial na Sexta-feira Santa. A praça de alimentação e as opções de lazer funcionam das 11h às 21h, enquanto algumas lojas abrem de forma facultativa.

Entre os destaques estão operações como Americanas, Cacau Show e Kopenhagen, além do cinema, que funciona das 13h às 22h, garantindo opções de entretenimento para quem deseja aproveitar o feriado no shopping.

TEATRO

A programação cultural tem atrações para quem busca arte e entretenimento. Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe o espetáculo circense “Rodantes”, do Circo Le Chapeau.

Com classificação livre, a apresentação conta a história de um encontro mágico entre uma forasteira e um ermitão, prometendo encantar públicos de todas as idades. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pelo Sympla.

FEIRA

No Domingo de Páscoa, a Feira Borogodó – Edição Especial de Páscoa surge como uma alternativa ao ar livre para celebrar a data.

Realizada na Praça Coophafé, das 9h às 15h, a feira reúne música ao vivo, gastronomia, artesanato autoral e economia criativa. O evento também promove uma feira de adoção responsável de pets, incentivando o cuidado e o compromisso com os animais.

Com apresentações musicais que transitam entre rock, blues, rockabilly e outros estilos, a feira aposta em uma atmosfera descontraída e familiar, ideal para quem deseja aproveitar o domingo de forma leve.

CINEMA

Confira os filmes que estão em cartaz neste fim de semana nos cinemas dos shoppings da Capital.

“Super Mario Galaxy: O Filme”

Direção: Aaron Horvath, Michael Jelenic. Elenco: Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day. Não recomendado para menores de 6 anos.

O bigodudo encanador italiano e seus aliados embarcam numa aventura galáctica repleta de ação e momentos emocionantes depois de salvar o Reino dos Cogumelos.

“A Última Ceia”

Direção: Mauro Borrelli. Elenco: Robert Knepper, James Ward, James Oliver Wheatley. Não recomendado para menores de 14 anos.
Fiel ao livro bíblico, o longa narra a relação entre os discípulos que participaram desse momento, mostrando os seus conflitos internos e suas dúvidas perante a Palavra.

“Eles Vão Te Matar”

Direção: Kirill Sokolov. Elenco: Zazie Beetz, Myha’la Herrold, Tom Felton. Não recomendado para menores de 18 anos.

“Eles Vão Te Matar” acompanha uma mulher que trabalha como empregada doméstica em Nova York, mas que terá que correr contra o tempo para sobreviver a um culto demoníaco.

“Velhos Bandidos”

Direção: Cláudio Torres. Elenco: Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine. Não recomendado para menores de 14 anos.

O casal de aposentados Marta e Rodolfo planeja um ousado assalto a banco, mas não contava com a insistência do investigador Oswaldo.

“Cara de Um, Focinho de Outro”

Direção: Daniel Chong. Elenco: Piper Curda, Bobby Moynihan, Melissa Villaseñor. Não recomendado para menores de 6 anos.

Nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Daniel Chong, vai abordar a trama de uma amante dos animais que usa uma tecnologia própria. Essa nova invenção consiste em colocar a sua consciência em um castor robótico, com a intenção de descobrir os mistérios do mundo animal, além de sua imaginação e seus sentimentos. Jon Hamm é o responsável por dar a voz ao papel de um perfeito antianimal.

“Devoradores  de Estrelas”

Direção: Phil Lord, Christopher Miller. Elenco: Ryan Gosling, Sandra Hüller, Milana Vayntrub. Não recomendado para menores de 14 anos.

Um professor de ciências transformado em astronauta tenta salvar a Terra a bordo de uma espaçonave a 12 anos-luz da Terra. A jornada solitária para impedir a extinção da humanidade, porém, transforma-se numa viagem na companhia de uma amizade inesperada.

“Nuremberg”

Direção: James Vanderbilt. Elenco: Russell Crowe, Rami Malek, Richard E. Grant. Não recomendado para menores de 16 anos.

No pós-Segunda Guerra, as Forças Aliadas dão início a um tribunal em Nuremberg com o objetivo de punir o regime nazista por seus crimes de guerra. Um psiquiatra americano e o promotor chefe dos julgamentos enfrentam uma batalha difícil para obter respostas aos horrores do conflito.

“Uma Segunda Chance”

Direção: Vanessa Caswill.Elenco: Maika Monroe, Tyriq Withers, Rudy Pankow. Não recomendado para menores de 16 anos.

Após passar anos na cadeia, Kenna Rowan luta para enfrentar a difícil realidade da ressocialização. Do mesmo modo, conhece um novo lado da vida, ao tentar se reconectar com sua filha pequena e com o único homem que não a excluiu.

“Vingadora”

Direção: Adrian Grunberg. Elenco: Milla Jovovich, Matthew Modine, Isabel Myers. Não recomendado para menores de 16 anos.

Uma veterana e heroína de guerra deixa a carreira militar para trás para poder se dedicar à criação de sua filha Chloe.

 

“Barba Ensopada de Sangue”

Direção: Aly Muritiba. Elenco: Gabriel Leone, Thainá Duarte, Ivo Müller. Não recomendado para menores de 14 anos

Um homem decide acabar com a própria vida e pede para seu filho (Gabriel Leone) cuidar de sua cadela após sua morte. Nessa conversa dramática, o pai revela ao filho o misterioso desaparecimento de seu avô (Ricardo Blat) em uma pequena cidade de pescadores.

 

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Felpuda

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (3)

03/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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ALLAN KARDEC - ESCRITOR FRANCÊS

"Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os espíritos antes, durante e depois de suas encarnações".

 

FELPUDA

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura a roubalheira dos recursos dos aposentados. A maioria e os mais "ensaboados" conseguiram encontrar brechas para nem sequer ser ouvidos. A cada reunião da comissão, apareciam os navios de guerra para proteger os "tubarões e os polvos", que com seus longos tentáculos furtaram que só. E as vítimas da "pescaria dos impunes" serviram de isca, duas vezes: quando foram roubados e no ressarcimento, que foi feito com recursos deles no bolo dos impostos. E salve-se quem puder! ...

Diálogo

De olho

Até domingo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizará a Operação Semana Santa nas cinco regiões do País, intensificando a fiscalização e as ações de prevenção dos sinistros de trânsito, para que as pessoas possam se deslocar com segurança na ida e na volta do feriado.

Mais

Neste ano, o foco da operação é evitar ultrapassagens proibidas. Em 2025, a PRF registrou 1.770 ocorrências por conta deste tipo de conduta. O número é 9% maior que em 2023, quando ocorreram 1.620 casos. Houve aumento de 15% no número de mortes em comparação ao mesmo período.

DiálogoDra. Bruna Gameiro

 

Diálogo

Tabuleiro

A "encorpada" que o PSDB deu no apagar das luzes da janela partidária estaria sendo atribuída à mexida no tabuleiro pelo ex-governador Azambuja e o governador Riedel. O partido, que estava enfraquecido, acabou ficando com três dos seis deputados estaduais, um deles Pedro Caravina, que recebeu a filiação do colega Paulo Duarte. Com a entrada de Eduardo Rocha e da ex-secretária Viviane Luz, passa a ter chapas competitivas.

No ninho

O ex-secretário-chefe da Casa Civil Eduardo Rocha não é mais filiado ao MDB, partido em que estava há mais de 30 anos. Ele passou a integrar o ninho tucano para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de MS. A troca não muda seus planos de apoiar a reeleição do governador Riedel, que tem o PSDB em seu arco de aliança. Conversa é que Rocha teria ficado "incomodado" com a resistência do partido ao nome de Simone Tebet, sua esposa, para que tentasse, em MS, viabilizar candidatura ao Senado.

Goela abaixo

O deputado federal Geraldo Resende pulou miúdo para não f icar sem escada e pendurado no pincel. Na mexida das peças no tabuleiro das eleições, decidiu sair do PSDB para ter respaldo ao tentar a reeleição. Só que "faltou combinar" com os outros partidos, que teriam lhe fechado as portas. Correndo mais do que lobinho em incêndio de floresta, conseguiu, via decisão nacional, ser empurrado goela abaixo no União Progressistas. Teve gente que não gostou nadica de nada.

Aniversariantes

Sônia Chinzarian Miguel,
Paulo Domingos Chaves dos Santos,
Maria Elena Selli Rizkallah,
Flávio Luiz de Andrade,
Janaína Loureiro,
Martina Santos Gomes da Silva,
Olívio Zago,
Antonio Teles de Alencar,
Benedito Reinaldo da Silva Correa,
Luiz Mario Pereira Leite,
Maria Tavares,
Paulo Henrique Antello e Silva,
Giancarlo Luiz Vicente Guidoni,
Eduardo Zinezi Duque,
Elizete Aparecida Cáceres Barbosa,
Inara Rodrigues Gomes,
Paulo Miranda de Barros,
Vagner Weber Colman,
Joanna D´Arc de Paula,
Fernanda Franco Pedrossian,
Perla Lilian Delgado,
Reinaldo Rios Ossuna,
Laura Elena de Almeida Stephanini,
Flávio Arakaki,
Willian Fernandes Cardoso,
Zilmara Bandeira Vasques,
Shirley Cheres da Silva,
Alexandre Marques,
Sergia Cristiane Tokunaga de Figueiredo Zandomine,
Rosildo Barcellos Júnior,
Nelson Otávio Lopes dos Santos,
Barbara Martins Cardoso,
Aparecido de Souza Caminha,
Manoel Félix Câmara,
Elizabeth Muniz de Oliveira,
Marcos Fernandes Martins,
Rosane Alves de Oliveira,
Valdir Andreatta,
Nívia Nunes,
Rosana Aparecida Espíndola Jordão,
Américo Paula Nantes,
Dr. Luiz Carlos Santini,
Ricardo Mansour,
Maria Antonieta Tomazelli,
Elenice Murad Alvarenga,
Paulo Ataul Bopp,
Elizabeth Ferreira da Silva,
Lilian Jacques,
Reinalda Dias,
Edson Espíndola Cardoso,
Iracema Marques Martins de Arruda,
Péricles Corrêa Fagundes,
Marise Aparecida Anderson Borba Leite,
Maria Lopes Rodrigues,
Laís Aparecida Machado,
Rita Franco Santos,
Dr. Luiz Roberto Rodrigues,
Mariza Elizabeth Almeida Sales Abrão,
Karolina Leite dos Santos,
Ana Claudia Vieira,
Sandra Ferreira,
Luiz Cláudio Vieira,
Moacir de Oliveira Flôres,
Luis Toshiaki Shimizu,
Julieta Anache,
Alba Lúcia Freitas,
José Antônio Corrêa de Lima,
João Mário de Souza,
Clenir Carvalho Silva,
Lidiane de Jesus Chaves,
Adriana Pereira,
Margaret Rocha Campos,
Ilidia Gonçales Velasquez,
Diana Carolina Martins Rosa,
Júlio César Rios Midon,
Geny de Pedro,
Mariana Rocha Nimer Teixeira,
Daniel Pinheiro da Fonseca,
Fábio de Oliveira de Souza,
Lincoln Carvalho de Oliveira,
Alipio Ferreira da Silva,
Elizabeth Belloc,
Orivaldo Martins,
Mauricio Luis Tiguman,
Ana Paula Jorge Lima,
João Ney dos Santos Ricco,
Tiago da Cruz Croda,
Magda Lima Mendes,
Pedro Henrique Vilela da Silveira,
Claíza Lima do Amaral,
Luiza Paula Ortiz Gomes Cardoso,
Moira Lopes Rodrigues,
José Luis Faco Junior,
Heyllen Araujo dos Santos Mundim,
Lucy Mara Escobar,
Giuliana Lima Lopes de Medeiros,
Mituru Kaminagakura,
Janieire Carrelo de Carvalho,
Maria Elza e Silva Martins,
Gilberto Luiz Martinovski,
Jari Alves Correa,
Verônica Rodrigues Martins,
Márcia Scarabel de Paiva,
Denise Aparecida Tosta,
Jainor Ribeiro da Cunha,
Guiherme Affonso Escobar Vieira. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRA

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