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Capa B+: Entrevista exclusiva com o ator Beto Sargentelli sucesso em "O Rei do Rock - O Musical

"Cresci com uma referência muito forte de Elvis em casa, o meu pai. Falar sobre Elvis Presley, é uma ligação de alma e sangue"

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Beto Sargentelli, é ator, cantor, músico e produtor cultural brasileiro que entrou pra história em 2023 ao ser o 1º ator a concorrer consigo mesmo na categoria de "Melhor Ator" do "Prêmio Bibi Ferreira sendo duplamente indicado por protagonistas distintos em "West Side Story" e "Bonnie & Clyde", além de ser o único vencedor da tétrade dos renomados “Prêmio Bibi Ferreira”, “Prêmio Aplauso Brasil”, "Prêmio Destaque Imprensa Digital" e “Broadway World Brazil Award” na categoria de Melhor Ator. 

Formado em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes e em Interpretação para Cinema e Televisão pela Escola de Atores Wolf Maya, Beto Sargentelli é dono de um currículo marcado por importantes papeis como João em “Into The Woods”, Simba em “O Rei Leão”, Pablo em “Mudança de Hábito”, “Galileo Figaro” em “We Will Rock You”, Simão Zelotes em “Jesus Cristo Superstar”, Burro Falante em “Shrek - O Musical”, Judas em “Godspell - Em Busca do Amor”, Zezé di Camargo em “Dois Filhos de Francisco”, Tony Elliot em “Billy Elliot”, Jamie em “Os Últimos 5 Anos” - que lhe rendeu um Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator -, e, mais recentemente, Tomás no original “Nautopia”, tendo os dois últimos sua assinatura também como produtor, por meio de sua H Produções Culturais.

Reconhecido, pela crítica especializada e público, como o principal nome da nova geração de atores do país por sua versatilidade a cada papel que interpreta, o artista garantiu pelos últimos 8 anos consecutivos a conquista de 18 Prêmios de Melhor Ator entre 22 indicações recebidas aos mais respeitados prêmios do país. 

Atualmente, o artista protagoniza e produz desde março de 2024 o espetáculo biográfico "O Rei do Rock - O Musical" onde vive o maior Astro do século e do Rock’N’Roll: Elvis Presley. O espetáculo marca também sua estreia como dramaturgo em um texto que vem sendo criado pelo mesmo desde 2017 em homenagem ao seu pai e Elvis. 

"A minha história com Elvis é muito embrionária, quase que uma coisa familiar. Então, cresci com uma referência muito forte de Elvis em casa, que era o meu próprio pai. Ele gostava muito, tinha uma semelhança física muito grande, a voz também. Chegou até, durante os shows que ele fez quando jovem, a fazer algumas apresentações como Elvis, cantando suas músicas", explica o ator. 

Beto quando estreou o aclamado musical West Side Story em São Paulo, foi Capa do Correio B+ ao lado de sua parceira de cena Giulia Nardruz, e esta semana, ele nos dá a honra de ser Capa exclusiva novamente do Caderno alguns poucos anos depois para nos contar a sua trajetória com a montagem do sucesso de "O Rei do Rock - O Musical".

O ator Beto Sargentelli é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Fábio Audi - Diagramação: Denis Felipe e Denise Neves

CE - Como e quando começa sua história com Elvis?
BS -
 A minha história com Elvis é muito embrionária, quase que uma coisa familiar. Então, cresci com uma referência muito forte de Elvis em casa, que era o meu próprio pai. Ele gostava muito, tinha uma semelhança física muito grande, a voz também. Chegou até, durante os shows que ele fez quando jovem, a fazer algumas apresentações como Elvis, cantando suas músicas.

No texto do espetáculo, eu cito isso no momento, que a minha referência de Elvis era o meu pai. Quando imitava o Elvis, na verdade, eu imitava o meu pai. Foi muito gostoso ter tido essa grande referência. Nós assistimos todos os filmes do Elvis juntos, e as canções que aprendi a tocar foram ensinadas pelo meu pai. Realmente foi muito especial, e está sendo, principalmente agora, que isso se tornou um espetáculo em homenagem a ele também. Além de falar, obviamente, sobre Elvis Presley, é muito forte para mim, é uma ligação de alma e de sangue.

CE - Qual foi a sua grande motivação para tirar esse sonho antigo do papel?
BS - 
De certa maneira, foi para que eu lidasse melhor com a perda do meu pai. Então, o espetáculo surgiu a partir disso. Com a morte do meu pai, eu ouvi muito os LPs do Elvis durante o luto. Quando um diretor que me dirigia, o Breno Silveira, maravilhoso diretor de cinema e de teatro também, estava me dirigindo no teatro, ele falou que eu estava muito Elvis Presley.

“Nossa, você está muito Elvis Presley”, ele citava isso algumas vezes, e isso ligou uma chavinha de que eu poderia me interpretar como Elvis Presley. Além dessa questão da semelhança, também busquei depositar ali parte do meu luto na hora de escrever esse texto e essa homenagem para esses dois heróis, meu pai e o Elvis. Então, a motivação foi tornar eterna essa relação e esse amor.

CE - Quais os maiores desafios de dar a vida a um personagem biográfico especialmente o Rei do Rock?
BS -
 É realmente um desafio muito grande. São vários desafios. O primeiro é a voz, tão conhecida, ou melhor, as vozes. Então é um trabalho muito delicado. São 24 anos de mudanças vocais, desde o primeiro disco que ele gravou até o último ano, o último show que ele fez com 42 anos, em 77. Então, é muito delicada essa construção vocal timbre muda muito, o drive, a voz vai encorpando, além do corpo, daquela agilidade. Elvis, dançava pra caramba também. Esse corpo também vai mudando conforme ele envelhece. E o psicológico, a interpretação de uma maneira geral.

Estudei muito tempo para que isso não fosse uma caricatura e fosse algo genuíno, não só na minha construção como ator, mas vocalmente, fisicamente e corporalmente. Foi realmente um trabalho com muito esmero, muito suor e com muito amor principalmente.

E na questão do texto, a mesma coisa, desenvolver essa dramaturgia de uma maneira que não fosse óbvia, que não ficasse no lugar do cover ou de uma biografia jogral e vazia. Eu busquei encontrar a essência do ser humano Elvis Presley. Então, fico feliz com a repercussão que está sendo maravilhosa. As críticas e o público estão dizendo que estão vendo a alma do Elvis antes de qualquer coisa.

Como o Rei do Rock - Divulgação

CE - Em 2023 você realizou a Rota do Rei e visitou lugares que fazem parte da vida do ícone. Como foi? Alguma emoção maior?
BS -
 Foi maravilhoso realizar a Rota do Rei, realmente foi para arrematar os seis anos de escrita do espetáculo e agora a gente completou sete anos na execução. Mas foi maravilhoso porque eu conheci Graceland, que é a mansão tão famosa de Elvis, conheci a casa onde ele nasceu, Itúpelo, que é uma cidade próxima ali de Memphis, que é super simples e ao mesmo tempo muito emocionante ter estado lá, visitado esse complexo. Visitei a Beale Street, que é a Rua do Blues, onde ele ia tocar e conheceu os ícones da música americana também.

Fizemos realmente uma trajetória linda, fomos na Sun Records, gravamos na Sun Records, eu gravei as mesmas canções que ele gravou lá na gravadora do Sam Phillips em Memphis. Foi extremamente especial e emocionante, na verdade foi uma coisa de outro mundo. Era uma viagem que eu sonhava em fazer com meu pai e de certa maneira eu fiz, de uma maneira diferente, mas fiz com ele também e principalmente preparando esse grande momento, esse espetáculo então foi realmente fora de série. Comi na lanchonete que o Elvis frequentava e comi o sanduíche preferido dele. São muitas lembranças maravilhosas.

CE - Sendo a produção 100% original e brasileira, de que forma buscou aproximar o público dessa história?
BS -
Isso eu tinha em mente desde o começo, que nós precisávamos aproximar a história de Elvis Presley do brasileiro, porque há uma memória, um inconsciente coletivo, mas ninguém sabe exatamente a história do Elvis, né, quem não é fã. O grande público tem diversas imagens do Elvis, principalmente algumas imagens finais ali do final da carreira.

Queria que isso fosse respeitado, que fosse esse início todo mostrado até o fim, essa transição, os motivos, durante a vida dele. Então, antes de qualquer coisa eu aproximei também a imagem completa do Elvis, porque o público brasileiro não tem a mesma visão de outros países, né, naturalmente. Tentei trazer sim para um ambiente familiar e um ambiente brasileiro. A primeira coisa que eu fiz foi pegar os sucessos do Elvis que ele gravou aqui no Brasil. Então, quando fui escrever o espetáculo, escolhi as canções que estavam no top 40 ou top 50 do Brasil para desenvolver a dramaturgia, uma vez que eu queria canções que contribuíssem para a narrativa e não fossem apenas canções inseridas no meio do texto.

Então foi um trabalho muito difícil, muito delicado, e ao mesmo tempo todos que assistem amam o repertório, porque são os maiores sucessos de Elvis no Brasil. Isso foi uma coisa que eu trouxe para aproximar do brasileiro. E também foquei no Elvis como mais um ser humano que veio de uma origem muito simples e muito pobre e atingiu o estrelato, como tantos que a gente vê aí, que sonham em dar uma casa pros pais apenas e conquistam muito mais.

Dei mais ênfase também na família, na relação dele com a mãe, na relação dele com o pai, nas relações dele não só no show numa coisa vazia escondida ali atrás apenas de coisas supérfluas de cenários e figurinos exagerados e tudo, e não contasse o mais importante que é a história desse cara né essa história de um homem comum que tinha um talento fora de série.

CE - Como é precisar separa as emoções, dentro e fora do palco, na hora de produzir e estrelar profissionalmente algo que é tão pessoal?
BS -
 É bem desafiador separar as emoções dentro e fora do palco, uma vez que produzir e protagonizar uma peça com essa dificuldade e complexidade exige muito, fisicamente, vocalmente, espiritualmente, principalmente agora, quando é tão pessoal. Então, realmente é um desafio, uma vez que o espetáculo tem 34 canções e eu canto pelo menos 80% delas, estou em cena em 90% delas. São muitas trocas rápidas, o espetáculo dentro do palco e nas coxias. São 2 horas e 25 minutos que eu não paro um segundo, então é muito cansativo.

Além de toda a questão de me preocupar com questões de produção e tudo mais, e o cunho do coração, do amor pela história, do amor pelo Elvis, do amor pelo meu pai. Então é realmente uma maratona. A gente brincava até que no Bonnie e Clyde era um crossfit, mas no Rei do Rock musical, nessa biografia do Elvis, eu falo que é uma prova de Iron Man todos os dias. A gente está em cartaz de quinta a domingo, e eu fico prostrado na segunda e terça sem conseguir levantar da cama de tão exausto que eu fico porque eu me entrego de corpo e alma para esse papel.

Divulgação

CE - No segundo semestre você estará à frente do musical que celebra os 40 anos do Rock in Rio. Como será e o que espera desse novo desafio?
BS -
 Estou muito, muito feliz. Este é o ano do rock na minha carreira. Já tinha feito vários espetáculos que incluíam rock and roll, como Jesus Cristo Superstar, entre outros, mas este com certeza é o ano do rock para mim. Estou interpretando simplesmente Elvis Presley e ainda vou virar esse espetáculo dentro do Rock in Rio, que celebra os 40 anos do festival.

Trata-se de um espetáculo de teatro musical chamado "Sonhos Lama e Rock in Roll", que aborda exatamente os elementos presentes nos pilares desse evento, desde o início e muito mais, concebido por Roberto Medina. É muito emocionante ter recebido essa oferta, esse presente do Charles Miller, do Cláudio Botelho, claro, do Medina e de todos que fazem parte dessa produção maravilhosa.

Fazer um espetáculo como esse dentro do Rock in Rio, celebrando os 40 anos desse evento que se tornou um ícone mundial, é algo incrível. Estou muito ansioso e feliz por esse momento e aguardando ansiosamente para que a gente inicie os ensaios no segundo semestre. Vai ser demais!

CE - O musical “West Side Story” também retorna no Rio de Janeiro no segundo semestre. Como acha que será o seu reencontro com o personagem Tony?
BS -
Existe essa alegria maravilhosa também no segundo semestre, que é o West Side Story, uma das minhas peças preferidas da vida e da minha carreira, que me trouxe alegrias sem fim, prêmios e reconhecimento. Foi uma temporada maravilhosa em São Paulo, no Teatro São Pedro.

Protagonizar o musical dos musicais é realmente uma alegria. Ter a chance de dar vida ao Tony mais uma vez vai ser extremamente especial, principalmente no Rio de Janeiro sob a direção de Charles e Cláudio.  É realmente um sonho realizado.

Fazer um espetáculo no Rio de Janeiro, uma vez que aqui em São Paulo foi um sucesso estrondoso e absoluto, é algo incrível. Esse reencontro com o Tony vai ser ainda mais especial, uma vez que vivi outros personagens tão diferentes nesse meio tempo. Voltar depois de interpretar Elvis Presley para fazer o Tony também será muito especial. Quem sabe ainda interpretar o Rei do Rock no segundo semestre? Vai ser um segundo semestre muito especial.

Com Giulia Nadruz em West Side Story - Divulgação

CE - Como avalia seus quase 15 anos de carreira, com tantos personagens emblemáticos e prêmios ganhos? Falta algo?
BS -
 Na verdade, são quase 20 anos de carreira já. Passou rápido, mas é porque comecei muito jovem, aos 11, 12 anos. Então, já são quase 20 anos de carreira. Precisamente no final do ano, farei 20 anos de carreira. Recentemente fiz as contas, então é uma alegria imensa. Comecei muito cedo, como criança, então ter construído essa carreira, apesar de ainda tão jovem, ter construído uma carreira tão bacana, cheia de desafios cumpridos e tudo mais, é uma alegria imensa. Já fiz parte de todas as possibilidades dentro do mercado. Então é muito bacana ter tido a chance de protagonizar os maiores espetáculos já feitos no Brasil nos últimos dez anos também, em específico.

Ter feito Elvis Presley agora é incrível. Ter feito Tony em West Side Story é incrível, feito Clyde em Bonnie e Clyde é muito especial, Jamie em Os Últimos Cinco Anos é muito especial, Tony no Billy Elliot também, outro Tony, o próprio Zezé no Dois Filhos de Francisco também foi muito especial, Judas no Góspel. Enfim, são muitos papéis protagonistas e também coadjuvantes que me trouxeram prêmios muito especiais.

Realmente me sinto honrado por ter sido reconhecido pelos maiores prêmios aqui do nosso país e por ter construído essa trajetória com muito suor e degrau a degrau caminhando, lutando e estudando muito para conquistar meu espaço e esse reconhecimento, nada cai do céu, a gente trabalha muito. Trabalho muito de terça a domingo. Quando não estou no palco, estou trabalhando, dando aula, estudando ou produzindo. Já há alguns anos é uma dedicação realmente muito trabalho, então é muito gratificante.

CE - Atualmente você tem estrelado muitas produções próprias. Quais são os desafios?
BS -
Tenho tido a bênção de atuar como produtor e de estar envolvido em espetáculos muito especiais, verdadeiros sucessos. Temos a felicidade de garantir que cada espetáculo produzido pela nossa produtora alcance um sucesso estrondoso, o que é sinal do carinho e empenho que dedicamos a cada projeto. Além disso, é um prazer fazer parte de papéis emblemáticos nas produções que realizei.

É uma alegria e, claro, também desafiador, pois além de assumir um papel protagonista, há também a responsabilidade como produtor, exigindo dedicação e responsabilidade. Cuidamos de todos os detalhes do espetáculo e estamos atentos a todos os aspectos, inclusive durante os ensaios. Muitas vezes, quando começamos a ensaiar um espetáculo, ele já tem pelo menos três ou quatro anos de pré-produção e produção. Para nós, é algo já conhecido, apesar da emoção da execução; já estamos maduros em relação ao espetáculo, o que traz um olhar diferente e desafiador, mas igualmente gratificante.

Graças a Deus, trabalho no mercado há muitos anos e é uma alegria protagonizar não apenas minhas produções, mas também outras grandes produções maravilhosas, como Wesley Sor e Billy Elliot, entre outros que se intercalam com nossas próprias produções. É muito desafiador, mas ao mesmo tempo gratificante em todos os níveis.

CE - Projetos futuros?
BS -
 Há muitos projetos futuros na produtora, já temos coisas previstas até 2026. Obviamente, intercalando com espetáculos que não são de minha produção, como o próprio West Side Story e outros projetos em minha agenda como produtor e ator. Muitas coisas bacanas estão por vir, algumas novidades já contei aqui e com certeza muitas outras além dos espetáculos. Também há algumas coisas previstas no audiovisual e no mercado fonográfico. Muitos trabalhos pela frente, muitas alegrias e novidades que em breve vou contar para vocês.

AGENDA CULTURAL

Fim de semana TEM programação especial de páscoa e muito mais

Celebrações religiosas, atividades gratuitas e eventos culturais movimentam Campo Grande durante a Semana Santa, com opções entre fé e lazer para viver a Páscoa

03/04/2026 07h54

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h

Páscoa Via-sacra / Tradicional encenação da penitência de Cristo acontece hoje, às 19h Divulgação

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Para quem busca vivenciar o verdadeiro significado da Páscoa, a programação religiosa é um dos pontos altos do fim de semana. A agenda cristã começa ainda na madrugada desta Sexta-Feira Santa, com laudes às 5h30min, seguida de adoração ao Santíssimo Sacramento ao longo do dia.

Às 15h, acontece a tradicional celebração da Paixão do Senhor, um dos momentos mais simbólicos do calendário cristão, relembrando o sacrifício de Cristo. A programação segue com a veneração da imagem do Cristo morto, às 17h, e a Via-Sacra, às 19h, reunindo fiéis em um momento de profunda reflexão.

No Sábado Santo, a Vigília Pascal, celebrada às 19h, marca a passagem da morte para a vida, considerada uma das celebrações mais importantes do cristianismo. Já no Domingo de Páscoa, a ressurreição do Senhor é celebrada com missas ao longo de todo o dia, além de uma cantata de Páscoa, às 19h, encerrando a programação com música e espiritualidade.

SHOPPINGS

Enquanto a fé mobiliza os templos, os espaços comerciais investem em experiências lúdicas para o público infantil. O Shopping Campo Grande aposta em uma programação gratuita e diversificada.

O destaque é a Vila da Páscoa, instalada em frente à Sephora, que promete transformar o ambiente em um cenário de fantasia. A programação inclui oficinas criativas e pintura facial.

Entre as atividades mais esperadas está a tradicional caça aos chocolates, que convida as crianças a explorarem o espaço em busca de surpresas doces. As ações começam sempre a partir das 15h, com inscrições realizadas pelo aplicativo do shopping.

A agenda inclui ainda oficinas temáticas, como confecção de orelhinhas de coelho, pintura em ovos e criação de máscaras, além de apresentações teatrais e momentos de interação com personagens.

Durante o feriado de Sexta-feira Santa, o shopping funcionará das 10h às 22h, com lazer e alimentação operando normalmente.

Outra opção para as famílias é o Shopping Bosque dos Ipês, que também preparou uma programação especial de Páscoa.

Desde o fim de março, o público pode visitar um cenário temático instagramável montado no Acesso C, ideal para fotos e para entrar no clima da data.

O ponto alto acontece amanhã, com a caça aos ovos guiada. A atividade começa com uma oficina de máscaras e gesso, às 14h, e segue com o circuito interativo, das 16h às 17h, conduzido pelo Coelho da Páscoa.

A proposta é incentivar a interação entre pais e filhos, criando uma experiência dinâmica que mistura brincadeira, exploração e convivência. Todas as atividades são gratuitas, com participação mediante inscrição e acompanhamento dos responsáveis.

O shopping também terá funcionamento diferenciado durante o feriado, com horários especiais na Sexta-feira Santa e no Domingo de Páscoa.

O Norte Sul Plaza entra no clima da Páscoa com horário especial na Sexta-feira Santa. A praça de alimentação e as opções de lazer funcionam das 11h às 21h, enquanto algumas lojas abrem de forma facultativa.

Entre os destaques estão operações como Americanas, Cacau Show e Kopenhagen, além do cinema, que funciona das 13h às 22h, garantindo opções de entretenimento para quem deseja aproveitar o feriado no shopping.

TEATRO

A programação cultural tem atrações para quem busca arte e entretenimento. Amanhã, às 16h, o Sesc Teatro Prosa recebe o espetáculo circense “Rodantes”, do Circo Le Chapeau.

Com classificação livre, a apresentação conta a história de um encontro mágico entre uma forasteira e um ermitão, prometendo encantar públicos de todas as idades. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pelo Sympla.

FEIRA

No Domingo de Páscoa, a Feira Borogodó – Edição Especial de Páscoa surge como uma alternativa ao ar livre para celebrar a data.

Realizada na Praça Coophafé, das 9h às 15h, a feira reúne música ao vivo, gastronomia, artesanato autoral e economia criativa. O evento também promove uma feira de adoção responsável de pets, incentivando o cuidado e o compromisso com os animais.

Com apresentações musicais que transitam entre rock, blues, rockabilly e outros estilos, a feira aposta em uma atmosfera descontraída e familiar, ideal para quem deseja aproveitar o domingo de forma leve.

CINEMA

Confira os filmes que estão em cartaz neste fim de semana nos cinemas dos shoppings da Capital.

“Super Mario Galaxy: O Filme”

Direção: Aaron Horvath, Michael Jelenic. Elenco: Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day. Não recomendado para menores de 6 anos.

O bigodudo encanador italiano e seus aliados embarcam numa aventura galáctica repleta de ação e momentos emocionantes depois de salvar o Reino dos Cogumelos.

“A Última Ceia”

Direção: Mauro Borrelli. Elenco: Robert Knepper, James Ward, James Oliver Wheatley. Não recomendado para menores de 14 anos.
Fiel ao livro bíblico, o longa narra a relação entre os discípulos que participaram desse momento, mostrando os seus conflitos internos e suas dúvidas perante a Palavra.

“Eles Vão Te Matar”

Direção: Kirill Sokolov. Elenco: Zazie Beetz, Myha’la Herrold, Tom Felton. Não recomendado para menores de 18 anos.

“Eles Vão Te Matar” acompanha uma mulher que trabalha como empregada doméstica em Nova York, mas que terá que correr contra o tempo para sobreviver a um culto demoníaco.

“Velhos Bandidos”

Direção: Cláudio Torres. Elenco: Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine. Não recomendado para menores de 14 anos.

O casal de aposentados Marta e Rodolfo planeja um ousado assalto a banco, mas não contava com a insistência do investigador Oswaldo.

“Cara de Um, Focinho de Outro”

Direção: Daniel Chong. Elenco: Piper Curda, Bobby Moynihan, Melissa Villaseñor. Não recomendado para menores de 6 anos.

Nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Daniel Chong, vai abordar a trama de uma amante dos animais que usa uma tecnologia própria. Essa nova invenção consiste em colocar a sua consciência em um castor robótico, com a intenção de descobrir os mistérios do mundo animal, além de sua imaginação e seus sentimentos. Jon Hamm é o responsável por dar a voz ao papel de um perfeito antianimal.

“Devoradores  de Estrelas”

Direção: Phil Lord, Christopher Miller. Elenco: Ryan Gosling, Sandra Hüller, Milana Vayntrub. Não recomendado para menores de 14 anos.

Um professor de ciências transformado em astronauta tenta salvar a Terra a bordo de uma espaçonave a 12 anos-luz da Terra. A jornada solitária para impedir a extinção da humanidade, porém, transforma-se numa viagem na companhia de uma amizade inesperada.

“Nuremberg”

Direção: James Vanderbilt. Elenco: Russell Crowe, Rami Malek, Richard E. Grant. Não recomendado para menores de 16 anos.

No pós-Segunda Guerra, as Forças Aliadas dão início a um tribunal em Nuremberg com o objetivo de punir o regime nazista por seus crimes de guerra. Um psiquiatra americano e o promotor chefe dos julgamentos enfrentam uma batalha difícil para obter respostas aos horrores do conflito.

“Uma Segunda Chance”

Direção: Vanessa Caswill.Elenco: Maika Monroe, Tyriq Withers, Rudy Pankow. Não recomendado para menores de 16 anos.

Após passar anos na cadeia, Kenna Rowan luta para enfrentar a difícil realidade da ressocialização. Do mesmo modo, conhece um novo lado da vida, ao tentar se reconectar com sua filha pequena e com o único homem que não a excluiu.

“Vingadora”

Direção: Adrian Grunberg. Elenco: Milla Jovovich, Matthew Modine, Isabel Myers. Não recomendado para menores de 16 anos.

Uma veterana e heroína de guerra deixa a carreira militar para trás para poder se dedicar à criação de sua filha Chloe.

 

“Barba Ensopada de Sangue”

Direção: Aly Muritiba. Elenco: Gabriel Leone, Thainá Duarte, Ivo Müller. Não recomendado para menores de 14 anos

Um homem decide acabar com a própria vida e pede para seu filho (Gabriel Leone) cuidar de sua cadela após sua morte. Nessa conversa dramática, o pai revela ao filho o misterioso desaparecimento de seu avô (Ricardo Blat) em uma pequena cidade de pescadores.

 

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Felpuda

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (3)

03/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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ALLAN KARDEC - ESCRITOR FRANCÊS

"Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os espíritos antes, durante e depois de suas encarnações".

 

FELPUDA

Apenas alguns pequenos "bagres" acabaram caindo na rede da CPMI que apura a roubalheira dos recursos dos aposentados. A maioria e os mais "ensaboados" conseguiram encontrar brechas para nem sequer ser ouvidos. A cada reunião da comissão, apareciam os navios de guerra para proteger os "tubarões e os polvos", que com seus longos tentáculos furtaram que só. E as vítimas da "pescaria dos impunes" serviram de isca, duas vezes: quando foram roubados e no ressarcimento, que foi feito com recursos deles no bolo dos impostos. E salve-se quem puder! ...

Diálogo

De olho

Até domingo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizará a Operação Semana Santa nas cinco regiões do País, intensificando a fiscalização e as ações de prevenção dos sinistros de trânsito, para que as pessoas possam se deslocar com segurança na ida e na volta do feriado.

Mais

Neste ano, o foco da operação é evitar ultrapassagens proibidas. Em 2025, a PRF registrou 1.770 ocorrências por conta deste tipo de conduta. O número é 9% maior que em 2023, quando ocorreram 1.620 casos. Houve aumento de 15% no número de mortes em comparação ao mesmo período.

DiálogoDra. Bruna Gameiro

 

Diálogo

Tabuleiro

A "encorpada" que o PSDB deu no apagar das luzes da janela partidária estaria sendo atribuída à mexida no tabuleiro pelo ex-governador Azambuja e o governador Riedel. O partido, que estava enfraquecido, acabou ficando com três dos seis deputados estaduais, um deles Pedro Caravina, que recebeu a filiação do colega Paulo Duarte. Com a entrada de Eduardo Rocha e da ex-secretária Viviane Luz, passa a ter chapas competitivas.

No ninho

O ex-secretário-chefe da Casa Civil Eduardo Rocha não é mais filiado ao MDB, partido em que estava há mais de 30 anos. Ele passou a integrar o ninho tucano para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de MS. A troca não muda seus planos de apoiar a reeleição do governador Riedel, que tem o PSDB em seu arco de aliança. Conversa é que Rocha teria ficado "incomodado" com a resistência do partido ao nome de Simone Tebet, sua esposa, para que tentasse, em MS, viabilizar candidatura ao Senado.

Goela abaixo

O deputado federal Geraldo Resende pulou miúdo para não f icar sem escada e pendurado no pincel. Na mexida das peças no tabuleiro das eleições, decidiu sair do PSDB para ter respaldo ao tentar a reeleição. Só que "faltou combinar" com os outros partidos, que teriam lhe fechado as portas. Correndo mais do que lobinho em incêndio de floresta, conseguiu, via decisão nacional, ser empurrado goela abaixo no União Progressistas. Teve gente que não gostou nadica de nada.

Aniversariantes

Sônia Chinzarian Miguel,
Paulo Domingos Chaves dos Santos,
Maria Elena Selli Rizkallah,
Flávio Luiz de Andrade,
Janaína Loureiro,
Martina Santos Gomes da Silva,
Olívio Zago,
Antonio Teles de Alencar,
Benedito Reinaldo da Silva Correa,
Luiz Mario Pereira Leite,
Maria Tavares,
Paulo Henrique Antello e Silva,
Giancarlo Luiz Vicente Guidoni,
Eduardo Zinezi Duque,
Elizete Aparecida Cáceres Barbosa,
Inara Rodrigues Gomes,
Paulo Miranda de Barros,
Vagner Weber Colman,
Joanna D´Arc de Paula,
Fernanda Franco Pedrossian,
Perla Lilian Delgado,
Reinaldo Rios Ossuna,
Laura Elena de Almeida Stephanini,
Flávio Arakaki,
Willian Fernandes Cardoso,
Zilmara Bandeira Vasques,
Shirley Cheres da Silva,
Alexandre Marques,
Sergia Cristiane Tokunaga de Figueiredo Zandomine,
Rosildo Barcellos Júnior,
Nelson Otávio Lopes dos Santos,
Barbara Martins Cardoso,
Aparecido de Souza Caminha,
Manoel Félix Câmara,
Elizabeth Muniz de Oliveira,
Marcos Fernandes Martins,
Rosane Alves de Oliveira,
Valdir Andreatta,
Nívia Nunes,
Rosana Aparecida Espíndola Jordão,
Américo Paula Nantes,
Dr. Luiz Carlos Santini,
Ricardo Mansour,
Maria Antonieta Tomazelli,
Elenice Murad Alvarenga,
Paulo Ataul Bopp,
Elizabeth Ferreira da Silva,
Lilian Jacques,
Reinalda Dias,
Edson Espíndola Cardoso,
Iracema Marques Martins de Arruda,
Péricles Corrêa Fagundes,
Marise Aparecida Anderson Borba Leite,
Maria Lopes Rodrigues,
Laís Aparecida Machado,
Rita Franco Santos,
Dr. Luiz Roberto Rodrigues,
Mariza Elizabeth Almeida Sales Abrão,
Karolina Leite dos Santos,
Ana Claudia Vieira,
Sandra Ferreira,
Luiz Cláudio Vieira,
Moacir de Oliveira Flôres,
Luis Toshiaki Shimizu,
Julieta Anache,
Alba Lúcia Freitas,
José Antônio Corrêa de Lima,
João Mário de Souza,
Clenir Carvalho Silva,
Lidiane de Jesus Chaves,
Adriana Pereira,
Margaret Rocha Campos,
Ilidia Gonçales Velasquez,
Diana Carolina Martins Rosa,
Júlio César Rios Midon,
Geny de Pedro,
Mariana Rocha Nimer Teixeira,
Daniel Pinheiro da Fonseca,
Fábio de Oliveira de Souza,
Lincoln Carvalho de Oliveira,
Alipio Ferreira da Silva,
Elizabeth Belloc,
Orivaldo Martins,
Mauricio Luis Tiguman,
Ana Paula Jorge Lima,
João Ney dos Santos Ricco,
Tiago da Cruz Croda,
Magda Lima Mendes,
Pedro Henrique Vilela da Silveira,
Claíza Lima do Amaral,
Luiza Paula Ortiz Gomes Cardoso,
Moira Lopes Rodrigues,
José Luis Faco Junior,
Heyllen Araujo dos Santos Mundim,
Lucy Mara Escobar,
Giuliana Lima Lopes de Medeiros,
Mituru Kaminagakura,
Janieire Carrelo de Carvalho,
Maria Elza e Silva Martins,
Gilberto Luiz Martinovski,
Jari Alves Correa,
Verônica Rodrigues Martins,
Márcia Scarabel de Paiva,
Denise Aparecida Tosta,
Jainor Ribeiro da Cunha,
Guiherme Affonso Escobar Vieira. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRA

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