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Cazuza - cantor e compositor brasileiro

Você está vivo. esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho”.

Felpuda

Causou muita estranheza o fato de uma secretária, hoje demitida, ter sido a versão local da estratégia do tal Careca do INSS, que resultou em desvio de dinheiro da conta de filiados a entidade e que são, veja só, delegados. Atuando com uma cúmplice, a acusada “pintou e bordou” nas contas de alguns associados e só restituía os valores quando havia reclamações de alguns deles. Isso, sem contar que a então secretária usava o serviço odontológico da associação para atendimento a seus familiares. Irônico leitor comentou: “Em casa de ferreiro, espeto é de pau...”

Amém

A escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa de MS, em 2027, entre os eleitos neste ano obrigatoriamente passará pelos crivos de Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja.

Mais

O fato de os Poderes serem harmônicos, porém independentes, nessas horas não funciona bem assim. É claro que a “costura” tem de ser muito bem-feita, para não f icar, digamos, pedras no caminho.

O jornalista ernesto Paglia estreia no programa “Roda Viva”, da TV Cultura, em fevereiro, após o Carnaval. Em sua bem-sucedida carreira, ele atuou por mais de 40 anos como repórter especial e correspondente internacional na rede Globo e teve passagens marcantes como correspondente em Londres. Ernesto Paglia celebra o novo desafio de sua carreira: “Tenho a honra de ser o novo apresentador do programa de entrevistas mais prestigiado e tradicional da TV brasileira, o ‘Roda Viva’. Estou muito feliz, e o meu compromisso com o público será manter o alto nível conquistado pelo programa nos seus 40 anos de história”.

Keila Tulux, que hoje comemora idade nova

 

Astrid Fontenelle

Revoada

Os deputados estaduais voltam às suas atividades, pós-recesso parlamentar, no dia 3 de fevereiro. As bancadas atuais reassumem, mas não durarão com a mesma configuração por muito tempo. Do dia 6 de março até o dia 5 de abril estará aberta a janela partidária, prazo para deputados se desfiliarem de suas siglas e rumarem para novo endereço sem perder o mandato. Na Assembleia Legislativa de MS está prevista uma debandada. A conferir.

Barco

Com relação à Câmara dos Deputados, a mudança deverá ser na bancada do PSDB, hoje com três integrantes. Um deles já estaria de mala pronta para cantar em outra freguesia. Os outros dois não manifestam desejo de pular do barco, mas, pelas articulações que vêm sendo feitas, é possível também que decidam mudar de endereço. Afinal, serão 30 dias para que muita água passe sob a ponte...

Clima

A Câmara Municipal da Capital reinicia as atividades no dia 2 de fevereiro, e em clima não muito amigável com a prefeita Adriane Lopes, em razão do imbróglio do aumento da taxa do lixo e, depois, do veto ao projeto dos vereadores que reduzia a tarifa. Já é voz corrente que a primeira medida por lá será derrubar o tal veto. Durante a solenidade, dois discursos estão sendo esperados, pelo teor: o do presidente do Legislativo, Epaminondas Neto, o Papy, e o da prefeita.

ANIVERSARIANTES

Keila tulux,
Ronie Zanela,
Dra. Vanessa Medeiros Loureiro,
Dione Costa Anache,
Luciana Cassia de Azambuja Roca, 
Fanny Assad Coelho de Melo, 
Alfredo Abdalla,
Ilda Tavares Barbosa,
Wanderlei Ribeiro,
Antônio Nabia,
Jania Eliane de Melo Pelzl Ferreira,
Lúcia Wakugawa Oyadomari,
Neuza Maria Picolim,
Paulo Nina Ferreira,
Sylvio Darilson Cesco,
Juliana Carvalho Corrêa,
Wilson Rosa e Silva,
Ismaildo Arlindo,
Luis Tomaz de Paula Ribeiro, 
Paulo Sérgio Chawind, 
Vanessa Pereira Pinto,
Sérgio Wilde Azevedo Rodrigues,
Maria Solange Gonçalves de Vilhena Moraes,  
Maria Lisdalia Gomes Lopes do Seixo Kadri,  
Áurea Célia Pereira Mendonça, 
Cleusa fátima Lohmann,
Aisar Jaber,
Evelyn Lopes Kuntzel,
Dirce Maria Gonçalves do Nascimento, 
Nely Takayassu, 
Sérgio Assumpção Barros,
Francisco Casal Caminha,
Ana Amélia Fialho de Oliveira,
Francisco Laranjeira Silva,
Ubirajara Borges Martins,
Rosângela Leopoldo de Paula,
Ana Cecília Vilanova Maia, 
Judite da Silva Conceição, 
Luiz Antônio Ferreira de Carvalho, 
Sandra Mara Peixoto da Silva, 
Alberto Guimarães,
Francisco Mário Nascimento, 
Dr. Carlos Eduardo Arantes da Silva, 
Sales de Arruda Braga,
Raimundo Nonato Coutinho,
Darcira Rodrigues de Arruda,
Fernando de Souza Amorim,
Dr. Arlindo Pereira da Silva,
Leandro Araújo da Silva,
Maria Auxiliadora Barbosa,
Luiza Carlota da Silva,
Maria Eduarda Rocha Maravieski Gentil,
Jair Rocha,
Janete Amizo, 
Cordon Luiz Capaverde Junior,
Agnaldo Henrique Valdonado dos Santos,
Wellington Batista,
Paulo Henrique Menezes Medeiros,
Álvaro Vital de Oliveira Filho,
Maria de Fátima Louveira Marra Silva,
Claudio Siqueira Bais,
Alfredo Marcondes Gimenez,
Janaína Bonomini Pickler, 
Renata Barbosa Lacerda,
André Luiz Gomes Martins, 
Haroldo Waltencyr Ribeiro Cavassa, 
Alindor Pereira da Silva, 
Crispim Rodrigues dos Santos, 
Marcos Roberto de Oliveira,
Darlei Faustino da Fonseca, 
Janaína Mara Pacco Mendes, 
Stela Pereira Lopes,
José Elnicio Moreira de Souza,
Luís Pedro Guimarães,
Maria José do Nascimento, 
Flávio Almeida da Silva,
David Francisco de Anicésio,
Adriana Barbosa Lacerda,
Daniel Marques,
Fábio da Silva Nakaya,
Gilberto Lamartine Pimpinatti,
Jaime Antonio Miotto,
Luis Antonio Venâncio,
Alfredo Agnaldo Riffel,
Ricardo Martins,  
Paulo César Lani,  
Diogo Miranda Guimarães,
Rodrigo Martins de Quevedo,
Valdisnei Landro Delgado,
Makys Gledson,
Luiz Henrique Menezes,
Eduardo Campos de Almeida,
Marcos Fernando Soares,
Cristina Lopes Rodrigues,
César Santos Ferreira,
Francisco Monteiro,
Eliane Pereira de Oliveira,
Nádia Lima Moraes,
Sandra Almeida Marques,
Ana Cristina de Souza Mendes,
Mário Lacerda Guimarães,
José Márcio Barbosa,
Maria Lúcia Castro Mendes,
Lucila dos Santos Silva,
Erlita Maria Ribeiro.

*Colaborou Tatyane Gameiro

Moda Correio B+

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda Priestly e aquilo que o tempo nos ensinou

Quase vinte anos depois, O Diabo Veste Prada volta aos cinemas com seu segundo filme, com estreia marcada para 1º de maio, e eu não consigo enxergar essa continuação apenas como entretenimento.

15/03/2026 15h30

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinou

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinou Foto: Divulgação

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Eu lembro exatamente onde eu estava quando assisti O Diabo Veste Prada pela primeira vez. Estava na Asia iniciando a minha carreira internacional como modelo, descobrindo o mundo e principalmente a mim mesma, quando comecei a ouvir falar de um filme sobre moda que só pelo nome já causava curiosidade em assistir.

Depois que assisti, descobri que na verdade não era apenas um filme sobre moda, mas sim, um espelho ambicioso para quem queria ocupar espaços que pareciam inalcançáveis.

Quase vinte anos depois, ele volta aos cinemas com estreia marcada para 1º de maio. E eu não consigo enxergar essa continuação apenas como entretenimento, para mim, é quase um reencontro com a mulher que eu era e com tudo o que eu acreditava sobre sucesso.

Em 2006, a indústria da moda ainda tinha aura de império intocável. As redações eram templos, as editoras divindades. Miranda Priestly não era só uma personagem, ela era a representação máxima de poder feminino dentro de um sistema que exigia dureza para sobreviver, e nós admirávamos aquilo.

Hoje, revisitando essa história, percebo como romantizamos certas violências sutis: o excesso de cobrança, o orgulho pelo cansaçoe e a ideia de que suportar tudo fazia parte do crescimento, talvez por isso o retorno de Miranda seja tão simbólico. A moda mudou, e nós mudamos também.

O mundo editorial já não é o mesmo, a autoridade descentralizou, a influência mora nos algoritmos, a estética virou linguagem política. Falamos de diversidade, sustentabilidade, inclusão, ainda que nem sempre com a profundidade necessária.

E eu me pergunto: quem é Miranda nesse novo cenário? E, principalmente, quem somos nós?

Porque se antes Andy representava a jovem que precisava se adaptar para pertencer, hoje muitas de nós questionamos se vale a pena pertencer a qualquer custo.

Essa continuação, inspirada na sequência literária de Lauren Weisberger, traz de volta Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, mas, para mim, o que mais retorna não são os personagens, mas a conversa sobre ambição.

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinouCena de O Diabo Veste Prada 2 - Divulgação

Ambição feminina sempre foi um tema delicado. Ou éramos “boazinhas demais” ou “duras demais”. O filme original expôs essa tensão com elegância e ironia. Agora, quase duas décadas depois, temos maturidade para discutir o que antes apenas aceitávamos.

Não é só nostalgia.

Existe uma camada de nostalgia, claro, mas existe algo mais profundo: a oportunidade de revisitar nossos próprios parâmetros de sucesso.

Eu já não enxergo poder da mesma forma, já não confundo exaustão com excelência, já não romantizo ambientes que exigem que você diminua sua humanidade para caber neles. Talvez essa seja a grande beleza desse retorno. Miranda volta, mas o mundo não é mais o mesmo, e nós também não!

Se antes aprendemos que “não é apenas um suéter azul”, talvez agora estejamos prontas para entender que também não é apenas uma carreira, é sobre escolhas, limites e propósito.

Entre Costuras e CuLtura, sigo acreditando que moda nunca foi só sobre roupa, mas sempre foi sobre o que vestimos para enfrentar o mundo.

E talvez este novo capítulo nos convide justamente a despir aquilo que já não faz sentido carregar.

Coluna: Entre Costuras e CuLtura: O retorno de Miranda e aquilo que o tempo nos ensinouGabriela Rosa - Divulgação

 

Correio B+

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos

Falta de preparação em sistemas corporativos e instabilidades nos programas públicos responsáveis pela emissão das notas fiscais são principais desafios.

15/03/2026 15h00

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos

Reforma tributária: empresas enfrentam dificuldades em sua transição; especialista detalha gargalos Foto: Divulgação

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O primeiro mês de transição da reforma tributária foi marcado por desafios técnicos e operacionais. Desde 1º de janeiro, as empresas precisam informar dados referentes aos novos tributos em documentos fiscais. Entretanto, ainda enfrentam o desafio de atualização de ERPs (softwares de gestão empresarial), além de instabilidades nos programas de emissão de notas.

“As dificuldades são, em grande parte, de ordem sistêmica. A nova regra exige que as empresas informem os novos impostos nos documentos fiscais eletrônicos, o que requer uma parametrização dos ERPs. A estimativa é que mais da metade das companhias de médio e grande porte não tenham conseguido concluir esse trabalho a tempo”, explica Thiago Leda, diretor tributário do Grupo IRKO.

Outra dificuldade, segundo o especialista, é a instabilidade dos sistemas emissores de documentos fiscais, principalmente nos sistemas de algumas prefeituras que não aderiram ao Sistema Nacional da NFS-e. Os programas apresentam problemas que vão da alteração ou desativação de códigos de serviços à lentidão e à falta de padronização das informações.

Diante desse cenário, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) suspenderam as penalidades por notas emitidas sem IBS e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) até 1º de abril – as multas previstas são de 1% do valor da transação. De acordo com o ato conjunto das entidades, o objetivo é garantir uma transição gradual e segura. A presença desses impostos nos documentos fiscais tem caráter informativo ao longo de 2026, sem exigência de recolhimento.

“A suspensão das multas é um alívio momentâneo, mas se não houver prorrogação, a partir de abril as empresas estarão sujeitas a penalidades se não estiverem em conformidade. É fundamental usar esse período para regularizar as parametrizações e evitar contingências fiscais”, orienta Leda.

De acordo com ele, as organizações lidam ainda com dificuldades adicionais em razão da falta de regulamentação de determinados pontos da reforma. Algumas atividades, por exemplo, passarão a exigir a emissão de nota fiscal com a nova legislação. No entanto, ainda faltam diretrizes sobre o momento exato em que isso será obrigatório para atividades como locação de imóveis, máquinas e equipamentos.

Adequação imediata

Os negócios que ainda não prepararam suas operações fiscais e tributárias para a nova legislação deverão fazê-lo o quanto antes para evitar sanções a partir de abril. O diretor do Grupo IRKO lembra que, a partir de 2027, a CBS, que substituirá PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), já começará a valer.

“Se a empresa não se adequar agora, além dos riscos de multas a partir de abril, ela poderá enfrentar problemas mais graves no ano que vem. Aquelas que não estiverem em dia com as novas diretrizes, com ERPs parametrizados e equipes preparadas, não conseguirão apurar e recolher o novo tributo corretamente”, destaca.

Já as micro, pequenas e médias empresas optantes pelo Simples Nacional têm até setembro para definir como recolherão os novos tributos a partir de 2027, podendo escolher continuar no regime unificado ou aderir ao modelo regular – com apuração separada de IBS e CBS.

“Essa deve ser uma decisão pensada estrategicamente, já que, a depender da cadeia logística em que a empresa está inserida, pode ser mais vantajoso fazer o recolhimento fora do Simples Nacional para gerar créditos para o cliente, o que pode aumentar a competitividade em alguns casos. Vale lembrar que não haverá nenhuma alteração da carga tributária”, detalha Leda.

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