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FELPUDA

Com as definições do cenário eleitoral, a exemplo do que ocorre... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (13)

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Davi Roballo - escritor brasileiro

"Se fôssemos educados a valorizar os detalhes
e a simplicidade, não seríamos engolidos
pela ambição do mundo”.

Felpuda

Com as definições do cenário eleitoral, a exemplo do que ocorre em todos pleitos, surge a figura do “pagador de promessas”, aquele que reúne um aparato de “assessores informais” prometendo cargos e outras mordomias. Todo o staff anda de “salto alto” e nariz empinado e reage prontamente a qualquer tipo de insinuação sobre a possibilidade do “homem dos votos” não ser eleito. Após a eleição, começa o drama. Em caso de derrota do candidato, a galera vai viver “um dia de fúria”, enquanto o “senhor das promessas” estará vivendo seu momento de “E o Vento Levou”.

Em alta

O endividamento chegou a 70,1% no mês de março em Campo Grande, com leve alta mensal e avanço de 6,7% em um ano. Entram na conta dívidas como cartão, carnês, empréstimos e financiamentos. A pesquisa é da Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Mais

Também cresceu o atraso, atingindo 28% dos consumidores, com maior peso entre famílias até 10 salários mínimos (31,4%). O cartão de crédito lidera como principal fonte de dívida (67,6%), segundo a pesquisa da CNC, que foi divulgada pela Fecomércio-MS.

Jornalistas Maria Carolina Rossi e Beatriz DestefaniJornalistas Maria Carolina Rossi e Beatriz Destefani
Leide Laura Meneses, que está trocando de idade hojeLeide Laura Meneses, que está trocando de idade hoje

Sonho meu...

Nos projetos da senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (PP) não está ser vice do colega Flávio Bolsonaro (PL). Quando questionada sobre o assunto, ela se diz honrada em ser lembrada, porém, não cogita essa possibilidade. Como ministra, a parlamentar teve grande destaque por sua atuação e afirma que quer continuar um bom trabalho para o agronegócio. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro tem dito por aí que ter Tereza Cristina como vice é seu “sonho de consumo”

Nova cadeira

Dos 29 vereadores, 18 são pré-candidatíssimos a outras Casas, seja a Assembleia Legislativa de MS, seja a Câmara dos Deputados. Pelo número de pretendentes, dá para se ter uma ideia de que essa galera está movida pela vontade de sentar em nova cadeira, pulando fora daquelas em que estão atualmente. Para “especialista” em políticos que pensam mais em si do que no povo, essa é a maior prova de que os votos que essa turma recebeu em 2024 não estão sendo levados em conta. E põe máscaras caindo nisso...

Campanha

Coordenada pelo juiz Alysson Kneip Duque, da 1ª Vara da Comarca de Miranda, acontecerá a 4ª Semana Nacional de Registro Civil – Registre-se! 2026. A ação será realizada entre hoje e sexta-feira naquela cidade, com foco na população indígena, distribuída em diversas aldeias. Entre os serviços prioritários definidos estão o registro de nascimento tardio, a inclusão da etnia terena nas certidões de nascimento e a emissão de certidões para pessoas transgênero.

Aniversariantes

  • Leide Laura Meneses,
  • Dra. Jaceguara Dantas da Silva,
  • Miguel Palacios Rodrigues,
  • Rita de Cascia Locci Ferreira Queiroz,
  • Carlos Scardini Neto,
  • Ana Maria Colombo Peralta,
  • Sônia Regina Avedikian,
  • Rudenio Gonçalves Ferreira,
  • Mirtes Pinto Centurião,
  • Enio Taira,
  • João Flávio Ribeiro Prado,
  • Dr. Salomão Francisco Amaral,
  • Luiz Fernando Weber,
  • Mário Boiarenco,
  • Solene Tomikawa,
  • Renilson Cleber Caldeira,
  • Vangivaldo Oliveira Miranda,
  • Priscilla de Souza Oshiro,
  • Maria Celina Fiori Grance,
  • Lairtes Chaves Rodrigues Filho,
  • Waldete Franco Bogamil Quirino,
  • Dra. Selma Guimarães Ferreira,
  • Dr. Bruno Higa Nakao,
  • Dr. Antônio Graciliano Arguello Filho,
  • Dr. Heraldo Marques Figueiredo,
  • Dr. Francisco Aurélio Cevallos Rebelo,
  • Edimilson Volpe,
  • Rita Abussafi Figueiró,
  • Agamenon Rodrigues do Prado,
  • Louise Isabelita Lima de Brites,
  • Leidyuise Anniela Lima de Brites,
  • Sabrina Bertholi de Santana,
  • Elísio Curvo,
  • Zilda Ribeiro Batistoti,
  • Marcos Barbosa Ojeda,
  • Gilberto Alves Neto,
  • Antônio Carlos Braz,
  • Dilson Casarotto,
  • José Ailton de Souza Nunes,
  • José Carlos Alves da Rosa,
  • Arlete Soares,
  • Ana Lúcia Mendes Brito,
  • Joel Cavalcante,
  • Dr. José Eduardo Neder Meneghelli,
  • Dra. Roseny Maria Russi da Silva,
  • Anne Francis Malulei,
  • Sodek Afif Hanna,
  • Aredes Severino de Mendonça,
  • lsmael Almeida Júnior,
  • Arlete Freitas de Oliveira,
  • Ligia Mejia,
  • Caetano Pereira Quirino,
  • Sônia Barbosa,
  • Denise Ramos,
  • Zulma Siman Carvalho,
  • José Domingues Ramos,
  • Reginaldo Vilanova,
  • Carlos Roberto Santana,
  • Silvani Mohr,
  • Evaristo Camargo Filho,
  • Fernando Carlos Sigarini da Silva,
  • Gerfison Luis Silveira dos Santos,
  • Mabel Rezende Guerra Aguiar,
  • Iane Geny da Silva Simões,
  • Suzete Simioli Guerreiro,
  • Robson Motizuki,
  • Dra. Eusa Maria Figueiredo de Oliveira,
  • Patrícia Michelle Teijó Zigart,
  • Karla Coquemala Guerreiro,
  • Francisca Soares da Conceição,
  • Valdeci Batista Barbosa Mendes,
  • Anelise Brasil Prado Martins,
  • Adeir Massena da Silva,
  • Sandra Regina Vidal Bravalhieri,
  • Odete Soares de Oliveira,
  • Maria José Schwarz,
  • Helen de Souza Amorim,
  • Waldir Siqueira Pinto,
  • Gilberto Felipe,
  • Sueli Luzia Nogueira,
  • Leonardo Paim de Moraes,
  • Geraldo Gonçalves de Lima,
  • Eliney Miranda Magalhães,
  • Sônia Cardoso Martins,
  • Dr. Júlio Massanori Hiane,
  • Ana Claudia Mello Vasconcelos,
  • Plinio de Sampaio Leite Santos,
  • Maristela Correa Lopes,
  • Tatiana Pimentel Kivel,
  • Patricia Bueno Silveira,
  • Dr. Ailton Diogo Morilhas Rodrigues,
  • Cilmara Miranda Camargo,
  • Moacir Francisco Rodrigues,
  • Renan Cesco de Campos,
  • Gustavo Correa Bezerra de Araújo,
  • Rovanes Vilela,
  • Grhegory Paiva Pires Moreira Maia,
  • Marcondes Flores Bello,
  • Mariza Rivarola Rocha,
  • Nilda Maria Mendes Coutinho Avila,
  • Matheus Malvino Rossi,
  • Doralice Camparim Facundo,
  • Zélia Barbosa Braga,
  • Fernando Bonfim Duque Estrada,
  • Katiuscia Gomes Mendonça Ishikawa,
  • Jaime Correa de Oliveira.

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga

João compartilha não apenas conhecimento, mas também inquietações, percepções e histórias que atravessam décadas de pesquisa como historiador de moda.

11/04/2026 19h00

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João Braga Foto: Divulgação

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Há nomes que, mais do que estudar a moda, ajudam a traduzir o seu significado no tempo. João Braga é um desses raros intérpretes. Historiador, professor e uma das vozes mais respeitadas quando o assunto é a leitura cultural do vestir, ele construiu uma trajetória que ultrapassa tendências e temporadas para alcançar algo mais profundo: a compreensão da moda como linguagem, memória e identidade.

Em um mundo marcado pela velocidade das imagens e pelo consumo imediato, olhar para a moda através da história é, também, um exercício de pausa. É nesse espaço de reflexão que João Braga se destaca. Com uma narrativa envolvente e didática, ele revela como roupas, tecidos e silhuetas são, na verdade, registros vivos de transformações sociais, políticas e comportamentais. Cada detalhe — do corte ao ornamento — carrega códigos de uma época, valores de uma sociedade e até mesmo desejos silenciosos de mudança.

Ao longo de sua carreira, Braga tem se dedicado a aproximar o público desse olhar mais sensível e crítico, desmistificando a ideia de que moda se resume ao efêmero. Para ele, vestir-se é um ato cultural, um gesto que comunica pertencimento, ruptura e expressão individual.

Sua fala, sempre generosa em referências e exemplos, convida o interlocutor a enxergar além da superfície, ampliando o entendimento sobre aquilo que usamos — e, sobretudo, sobre quem somos.

Nesta entrevista exclusiva consuzida pela nossa colunista e consultora de moda Gabriela Rosa, com o cuidado de quem reconhece a importância de escutar, João Braga compartilha não apenas conhecimento, mas também inquietações, percepções e histórias que atravessam décadas de pesquisa.

Entre memórias, análises e provocações, ele nos leva a refletir sobre o presente sem perder de vista o passado — e, quem sabe, a imaginar novos caminhos para o futuro da moda.

Abrir espaço para essa conversa é, portanto, mais do que apresentar um especialista: é oferecer ao leitor a oportunidade de revisitar o próprio olhar. Porque, como nos lembra João Braga, a moda nunca é apenas sobre roupas — é, antes de tudo, sobre pessoas, contextos e narrativas que se entrelaçam no tecido do tempo.

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaA consultora Gabriela Rosa ao lado do professor João Braga em evento na capital paulista - Foto: Arquivo pessoal

CE - Ao longo da sua carreira como professor e pesquisador, qual descoberta histórica mais lhe surpreendeu?
JB -
História significa “investigação”. Ter o conhecimento do passado para entender o presente e planejar um futuro melhor sem incorrer em erros pretéritos é fundamental para qualquer tipo de conhecimento. De um modo geral, as investigações históricas e as novas descobertas sempre me surpreenderam e ainda me surpreendem. Muitas delas são fascinantes.

CE - Na sua visão, o Brasil já construiu uma identidade na moda ou ainda busca referências externas.
JB -
 Somos um país colonizado e, portanto, é comum que busquemos referências extra muros e dialoguemos universalmente nesta “aldeia global”. No tange à moda, eu vejo que já construímos identidades próprias como o intenso uso de fibras naturais (especialmente o algodão); a prática artesanal; uma forte identificação com cores intensas; o uso de roupas mais justas entre outras referências, mas com a globalização ainda conversamos com as tendências da moda internacional, porém sempre adaptadas às nossas realidades.

CE - Como a moda moldou a percepção do corpo ideal em diferentes épocas?
JB - 
O padrão de beleza associado à moda em geral muda de época para época e, consequentemente, muda também o padrão corpóreo de beleza associando-se às novas descobertas científicas e tecnológicas; aos aspectos do gosto vigente de cada período e também às questões do padrão estético das artes visuais. Como disse o grande poeta português Luís Vaz de Camões: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

CE - O que a história do espartilho nos ensina sobre o controle do corpo?
JB - 
O espartilho muito estrangulou a cintura feminina entre o final do século XIX e o princípio do século XX. Com as vaidades  associadas à moda, o corpo da mulher sempre esteve mais vulnerável às mudanças e acaba sendo moldado de acordo com o gosto de cada época. O corpo, modificado por instrumentos, cirurgias ou exercícios, sendo moldado à cada gosto específico, torna-se um retrato de cada período; mas acho que ele mesmo nos ensina que cada padrão corpóreo também é passageiro. Fica o ensinamento que nem sempre será o mesmo gosto para outros tempos. A moda é impermanente.

CE - O que a história da moda nos ensina sobre o consumo excessivo hoje?
JB - 
O consumo conspícuo e o acúmulo de bens materiais não é novidade alguma; são respostas cada vez mais rápidas a um sistema capitalista que favorece o lucro. A História Geral, independentemente da História da Moda, nos ensina que nada no mundo material é para sempre. Dever-se-ia ter uma maior preocupação maior com a absorção de conhecimentos e, quem sabe, especialmente da sabedoria. A vida passa e os bens materiais ficam… para os outros; ao passo que o saber e as práticas virtuosas te ajudam a evoluir espiritualmente.

CE - O formato atual das semanas de moda ainda faz sentido dentro do contexto histórico que as originou?
JB 
- Creio que sim. Não são exatamente como as foram ao tempo de suas respectivas fundamentações, mas acredito que ainda seja uma maneira sensata de reunir imprensa, compradores e consumidores num mesmo lugar durante um determinado intervalo de tempo. Por mais que haja outras variações de lançamentos de coleções de moda tais como performances, fashion filmes e outras possibilidades, as semanas de moda com seus desfiles presenciais continuam atraindo muitas pessoas e mídias, despertando curiosidades, visibilidades e interesses gerais na área de moda.

CE - Por que certas capitais de moda permanecem centrais mesmo com a globalização?
JB -
 Acredito que seja pelas boas estratégias de marketing de divulgação que geram visibilidades e divisas ao despertarem desejo de consumo e outras especulações; obviamente associadas à tradição dos respectivos pioneirismos destas mesmas semanas das grandes capitais da moda.

CE - Quando outras semanas de moda começaram a desafiar o eixo Europa-EUA? E sua opinião sobre isso.
JB - 
Não sei se seria “desafiar”, mas sim acrescentar, complementar, trazer novas visões, responsabilidades sociais e possibilidades, como é o caso da atual Semana de Moda de Copenhagen que  privilegia as referências de moda ecológica e sustentável; como é o caso, já há décadas, da SPFW que traz a importância de vislumbrar conceitos, criações e moda advindas do Hemisfério Sul entre outras leituras e atividades.

CE - Qual o período da História da Moda que o senhor considera mais revolucionário e por qual motivo?
JB -
Considero dois significativos períodos do século XX: os anos 1920 que foram muito revolucionários para a moda feminina ao legitimar a emancipação e participação da mulher no mercado de trabalho e, portanto, tendo a necessidade de novos padrões estéticos a serem adaptados às roupas e os anos 1960 com e revolução da postura jovem que trouxe novas prerrogativas comportamentais e, por extensão, na própria moda e que, de certa forma, estão entre nós ainda hoje.

CE - Que conselho o senhor daria a estudantes e profissionais de moda que desejam ir além das tendências e compreender o significado do vestir?
JB - 
O conselho aos estudantes é estudar mais, acreditar em si e aproveitar melhor o tempo para uma formação sólida e duradoura. Aos profissionais já atuantes é que estejam atentos ao ar dos tempos e às mudanças comportamentais que vão influenciar a moda. Termino como comecei: valorizar a tríade passado-presente-futuro que é o sentido investigativo da própria História.
 

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaProfessor João Braga - Divulgação

Referência nos estudos de história da moda no Brasil, João Braga é autor de obras que ajudam a compreender o vestir para além da estética, revelando suas conexões com a história, a cultura e o comportamento.
Entre seus principais títulos, destacam-se:

  1. História da Moda
  2. História da Moda – Uma Narrativa
  3. Um Século de Moda
  4. A Moda no Brasil
  5. A História da Moda no Brasil

Com linguagem acessível e olhar apurado, suas publicações se tornaram leitura essencial para quem deseja entender a moda como expressão do tempo e da sociedade.

Entre Costuras e CuLtura: Entrevista exclusiva com o maior historiador de moda do país João BragaGabriela Rosa - João Braga em evento na capital paulista - Divulgação

 

Correio B+

Coluna Desatando Nós: Paternidade não é ajuda

Quando um homem se coloca como alguém que ajuda, ele se posiciona como coadjuvante de algo que também é sua responsabilidade.

11/04/2026 16h30

Coluna Desatando Nós: Paternidade não é ajuda

Coluna Desatando Nós: Paternidade não é ajuda Foto: Divulgação

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É comum ouvirmos que um pai “ajuda” em casa ou com os filhos. A frase, aparentemente inofensiva, revela muito sobre como ainda entendemos os papéis dentro da família. Ajudar pressupõe que a responsabilidade principal é de outra pessoa. No caso, quase sempre, da mulher.

Quando um homem se coloca como alguém que ajuda, ele se posiciona como coadjuvante de algo que também é sua responsabilidade. Cuidar dos filhos, organizar a rotina, participar das decisões e sustentar emocionalmente a família não são tarefas de apoio. São funções compartilhadas. São parte do papel de ser pai e de estar em uma relação adulta.

Essa forma de pensar não impacta apenas o casal. Ela também atravessa a forma como as crianças aprendem sobre relações. Filhos observam quem se responsabiliza, quem organiza, quem cuida e quem apenas executa quando solicitado. É assim que, muitas vezes, padrões se repetem entre gerações, mantendo desequilíbrios que parecem naturais, mas não são.

Quando a paternidade é vivida de forma ativa, algo muda na dinâmica familiar. A sobrecarga feminina diminui, o vínculo com os filhos se fortalece e o casal deixa de operar em uma lógica de cobrança e ressentimento. Em vez de ajuda, passa a existir parceria real.

Assumir esse lugar não é sobre perfeição, mas sobre presença e responsabilidade. É compreender que dividir a vida não significa apenas estar junto, mas sustentar, pensar e cuidar de forma compartilhada.

Revisar essa ideia é um passo importante para relações mais equilibradas e para a construção de novos modelos familiares. Não se trata de apontar erros, mas de abrir espaço para mudanças possíveis e necessárias.

Vamos desatar esses nós?
@vanessaabdo7

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