Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta terça-feira, 10 de outubro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Abilio Diniz - empresário brasileiro

Em vez de olhar pela janela e procurar o culpado, 
olhe para o espelho e procure ver onde errou. O que está de fora 
pode até ser muito importante, mas você não pode controlar”.


FELPUDA

Em cidade do interior de Mato Grosso do Sul, comentários são de que as coisas estariam funcionando assim: chefia abre licitação, marido de figurinha encarregada de estar com os olhos abertos ganha todas e, quando alguém reclama de problemas do descaso justamente da chefia, a visão da “fiscal” fica um tanto quanto embaçada. Um grupo de moradores pensa em denunciar ao setor competente, mas o problema é que o pai de quem deveria ser a guardiã tem influência na área.
Pode?

Internacional

Apenas no último dia 6, a Polícia Federal prendeu três brasileiras no Aeroporto Internacional de Viracopos que tentavam embarcar para Lisboa e Paris com cocaína, somando aproximadamente oito quilos. 

Mais

Duas delas levavam as drogas em fundos falsos das malas e a outra tinha ingerido cápsulas com cocaína, e no hospital expeliu 29 delas. Não há indícios que as traficantes tenham ligações entre si.

Desde o início deste ano até o mês de setembro, o Brasil conquistou um total de 51 novos mercados para os produtos agropecuários, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Entre os principais mercados alcançados destacam-se a comercialização das carnes bovina e suína brasileiras para o México e a República Dominicana. As exportações do agronegócio subiram 6,6% em agosto deste ano, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, atingindo US$ 15,63 bilhões. O Brasil também concluiu procedimentos com o Chile para exportação de mamão fresco (Carica papaya) àquele país. E viva o agro brasileiro!

Dr. Ary Velásquez, comemorando 90 anos nesta terça-feira
Luciana Won

Fichas

O PSDB está jogando todo o seu peso político na pré-candidatura do deputado federal Beto Pereira. O bom desempenho do governo do Estado é considerado importante para alavancar o nome do parlamentar. Porém, somente isso não basta, pois, conforme alguns comentários internos, o tucano também terá de “mexer as asas” e fazer a sua parte.
Senão...

Flagra

Mesmo tendo dois atestados médicos, cada um deles de 15 dias, vereadora de município do interior de Mato Grosso do Sul voltou às atividades antes de terminar a licença. Questionada por um colega sobre o retorno antecipado, ela mostrou-se irritada. Embora a pergunta não tivesse feito menção, o fato é que ela havia sido flagrada em festança, cujo vídeo espalhou-se 
pelas redes sociais.

Justificativa

Para explicar a antecipação do seu retorno, a vereadora disse que recebeu alta e, por isso, participou do encontro social. Depois, afirmou que foi “subjagada” (?) por causa da filmagem e tinha certeza que isso aconteceu “por ser mulher”. Reclamou ainda que, quando esteve trancada em casa por conta da crise de pânico, ninguém foi saber como passava e muito menos quando estava com a “hemorroida inflamada”. Tudo isso se passou durante uma sessão na Câmara Municipal, transmitida ao vivo.


Aniversariantes

Dr. Ary Velásquez,
Josiane Arce Vieira Cesco, 
Dr. Vladimir Abreu da Silva, 
Ruy Sérgio Pazin,
Dr. Waldemir Moka Miranda 
de Britto, 
Édio de Souza Viegas,
Dra. Silvia Kamiya Yonamine Reinheimer, 
Fernando Madeira,
Juliana Cristina Ribeiro da Silva,
Dimitrios Kristos Karavaslis,
Moacir da Silva,
Eliezer da Silva Neves,
Jair Kiyoshi Tamashiro,
Tadashi Tada,
João Gabelone,
Jurema Peron Coelho,
Odanir Yule Queiroz,
Vergílio Rodrigues Terra,
Alfredo Fernandes,
Kempes Newton Dias da Silva,
Leo Renato Miranda,
Dra. Elizabeth Jamile Dibo Nacer Hindo,
Angelo Luiz Fabre,
Felipe Ribeiro Casanova,
Joel Gonçalves da Rosa,
Josué Pereira de Souza,
Dário de Oliveira Lima Filho,
Nair Fortes Teixeira,
Zózima Augusta Teixeira Lopes,
Carlos Eduardo Souza Soares,
Willian Ney Portela de Souza Júnior,
Adercio Barbuio,
Luis Evandro Loeff,
Enio Davi Oliveira Silva,
Dalva Ribeiro Rodrigues,
Francisco Irala Guerra,
José Mauricio Andrade Menezes,
Maria Aparecida Lima Barão Sabino,
Sergio Afonso Vendrame,
Antoninho Borges de Lima, 
José Carlos Climato da Silva (Fuminho),
Geanine Veiber Silva, 
Carla de Carvalho Pagnoncelli Bachega,
Patricia Tieppo Rossi,
Salvador Tadeu Rizzo,
Bruna Capelari, 
Marco Antonio Guimaraes Marcondes,
Paulo Cesar Mandu,
Ney Kuasne,
Elaine Margarida Fagundes Prado,
Dr. Rodrigo Silva Lacerda César,
Patricia Costa,
José Auto Junior,
Linei Jacques Teixeira,
Alderi Dias do Carmo,
Waltrudes Pereira Lopes,
Antonio Paulino de Moura Castro,
Rosalina Rodrigues Morilhas, Washington Luiz Valente,
Delair Marques Gamba,
José Luiz dos Reis,
Daniela Leite Langassner,
João Pereira da Silva,
Larissa Diniz Paraguassu, 
Marcos Antonio Tinoco,
Verusca Regina Calegari, 
Naudemir Xavier,
Valdomiro de Oliveira,
Antônio Ramalho Filho,
Croacy Borba de Farias,
Jair de Souza Lima,
Ludmilla Pereira de Almeida,
Francisco Jorge de Souza,
Leni Helena Longo,
Gileno da Cunha Silva,
Marilene de Oliveira,
Alessandra Rosa da Silva,
Maria Helena Mujica,
Candelária Lemos,
Marinete Pereira,
Cinthia de Souza Bonfim,
Dr. Allan Kardec Cordeiro,
Marta Lúcia Miglioli,
Walter Martins do Amaral,
Luciano José Falavigna,
Geraldo de Oliveira,
Carlos Eduardo Tonissi Nasser, 
Éder Adania,
Vivian Taccola Hernandes,
Álvaro Benevuto,
Silvelena Sandim da Silva,
Marcelo Juarez Manfrinato,
Anselmo Darolt Salazar,
Anderson Sertão Holanda,
Aires Fernando Monteiro Milleo,
Rayter Abib Salomão,
Alex Brescovit Maciel,
Cláudio João de Marco,
Dr. Luciano Anechini Lara Leite,
Márcia Maluf Haddad,
Evandro Pagnoncelli Peixoto,
Karolina Furquim de Oliveira Milani,
Dr. Neraldo Marques,
Alessandro Carmona da Silva,
Jefferson Nereu Luppe,
Leysynara Vieira Ibanhes.

Colaborou Tatyane Gameiro

crônica

De mala em mala

18/08/2026 09h15

Arquivo

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Lendo o artigo da colunista Becky Korich, descobri que sofro de PPV – Preguiça Pré-Viagem. Acho até que o meu caso nem é preguiça, é pânico. Não importa o lugar, nem a distância: o simples fato de ter que arrumar as malas — separar roupas (e o medo de faltar?), artigos de skincare, remédios (e são muitos, porque nunca se sabe…), adereços, sapatos… Ai, que preguiça.

Um dos meus filhos, acostumadíssimo a se deslocar de cidade e até de país por conta do trabalho, consegue arrumar uma mala em meia hora. Eu levo dois dias, no mínimo. E se chover? Se fizer frio? Mas e se estiver calor demais? E, nisto, dê-lhe acrescentar mais itens.

Mas pânico mesmo é o de sair do lugar. Deixar minha casa gostosa, com tudo de que preciso no lugar certo, a cama que me acolhe, minhas comidas preferidas na geladeira. Eu sei, é apego. E isto, vindo de alguém que adora viajar, é totalmente contraditório.

E, depois de quase tudo pronto, ainda vem mais dúvida: devo mesmo viajar? Não será melhor cancelar tudo (e arcar com o prejuízo) e ficar quietinha no meu sofá assistindo a séries? Aí vem outra voz, lá do fundo, que me diz: “Mas são as suas férias, você merece!”.

Mas férias também cansam, eu retruco. São muitas variáveis no trajeto, na estadia. Da última vez, passei cinco dias na cama de um hotel — gripada.

Quer saber? Nas três últimas também. Já fiquei de cama em um lindo Airbnb em Paris, com a tal da gripe. Na praia foi igual. Me divirto dois dias e o resto fico na horizontal, me perguntando o porquê de ter inventado mais uma viagem.

Talvez eu queira testar meus limites, desafiar meu conforto ou meu medo. Antes, quando as companhias aéreas não cobravam remarcações (bons tempos!), eu tinha o hábito de voltar antes, às vezes no meio da temporada.

Sou teimosa, só pode. Insisto em fazer tudo de novo, mesmo antevendo as situações. Mas a viagem agora é diferente, digo, tentando me convencer. Estarei com amigos, verei muitos filmes e vou comer muito chocolate. Tudo bem. Até eu saber que o tempo será frio de doer. A previsão é de zero grau.


Coloco mais um casaco na mala. Respiro fundo. Desta vez, tudo vai dar certo. Eu mereço.
 

Música

Oswaldo Montenegro está de volta a Mato Grosso do Sul em sua nova turnê

Menestrel da MPB retorna aos palcos com nova montagem do espetáculo que marcou sua trajetória; apresentação em Campo Grande será em setembro, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo

18/08/2026 08h15

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas Foto: Divulgação

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Aos 70 anos de vida e de trajetória artística, Oswaldo Montenegro revisita um dos espetáculos mais emblemáticos de sua carreira. O cantor, compositor, músico e diretor retorna aos palcos com uma nova versão de “A Dança dos Signos”, fenômeno que atravessou gerações e que agora ganha uma turnê comemorativa com elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanas.

Em Campo Grande, a apresentação está marcada para o dia 26 de setembro, sábado, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. A montagem promete unir canções conhecidas do público a uma experiência visual renovada, mantendo como eixo central a proposta de utilizar os signos do zodíaco como ponto de partida para falar sobre diferenças, encontros e convivência.

“A Dança dos Signos” transforma os 12 signos em personagens de uma narrativa que busca refletir sobre a diversidade das personalidades e a maneira como as pessoas se relacionam. Ao longo do espetáculo, Oswaldo Montenegro estabelece uma conversa direta com a plateia e alterna músicas, histórias, brincadeiras e homenagens a nomes importantes da música brasileira e internacional.

UM ESPETÁCULO

A apresentação começa com uma das músicas mais conhecidas do repertório do artista: “A Lista”. Antes de seguir para a proposta central do espetáculo, ele compartilha com o público uma história pessoal relacionada à escolha da canção para abrir a apresentação.

A partir daí, começa a travessia por “A Dança dos Signos”. Entre um signo e outro, Montenegro conduz a narrativa de maneira intimista, conversando com a plateia e introduzindo situações bem-humoradas. O roteiro também abre espaço para referências a grandes compositores e intérpretes da música mundial.

Cada signo recebe uma identidade musical própria. Para escorpião, por exemplo, aparece “A Palo Seco”, de Belchior, enquanto aquário é associado à obra de Tom Jobim, com “Eu Não Existo sem Você”. Áries recebe citações instrumentais de “Your Song”, de Elton John.

Já libra e gêmeos são atravessados por referências a nomes como John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque. As homenagens se juntam a músicas da própria trajetória de Oswaldo Montenegro, entre elas, “Incompatibilidade”, um dos clássicos associados à carreira do artista.

EXPERIÊNCIA VISUAL

A montagem deste ano também incorpora recursos tecnológicos que ampliam a dimensão teatral da apresentação. Um grande painel de LED integrado ao palco passa a fazer parte da narrativa, exibindo participações virtuais, jogos de sombras e coreografias que dialogam com os músicos durante o espetáculo.

A tecnologia, nesse caso, aparece como complemento à linguagem construída por Montenegro ao longo de sua trajetória. A intenção é de aproximar o teatro poético, característica presente em diversos trabalhos do artista, de uma experiência audiovisual contemporânea.

O resultado é uma montagem que procura preservar a essência de “A Dança dos Signos”, mas atualiza sua forma de apresentação para a turnê que marca os 70 anos de Oswaldo Montenegro.

PARCERIA MUSICAL

No palco, o artista estará acompanhado por músicos que fazem parte da construção da atmosfera do espetáculo. Um dos principais destaques é a presença de Madalena Salles, parceira do cantor na música e na vida, que participa da apresentação tocando flauta.

A relação dos dois é também incorporada à dinâmica cênica. A dupla protagoniza esquetes e diálogos bem-humorados, criando momentos de interação que ajudam a quebrar a distância tradicional entre artista e público.

A formação conta ainda com o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e com a violoncelista Janaína Salles. O conjunto de instrumentos contribui para uma sonoridade que combina as canções de Oswaldo com diferentes referências musicais apresentadas ao longo da narrativa.

A viola de 12 cordas de Montenegro ocupa lugar de destaque na apresentação. O instrumento, associado à identidade musical do artista, acompanha sua voz e se soma à flauta, ao violoncelo e aos demais elementos musicais da montagem.

SETE DÉCADAS

A nova turnê de “A Dança dos Signos” chega aos palcos em um momento simbólico da carreira de Oswaldo Montenegro. Aos 70 anos, o artista aproveita a ocasião para revisitar uma obra que se tornou uma das marcas de sua trajetória.

A escolha do espetáculo para a comemoração também estabelece uma espécie de encontro entre passado e presente. De um lado, estão as músicas e histórias que ajudaram a consolidar a carreira do compositor, de outro, uma montagem renovada, com recursos tecnológicos e uma estrutura pensada para levar o espetáculo a uma nova geração de espectadores.

O retorno de “A Dança dos Signos” também recupera uma característica recorrente no trabalho de Montenegro: a mistura de música e dramaturgia. O artista construiu parte importante de sua trajetória transitando por diferentes linguagens, aproximando canções, poesia, teatro e narrativa.

Essa combinação está presente na nova montagem, que não se limita à apresentação musical. A conversa com a plateia, os diálogos entre os integrantes do elenco, as referências a outros artistas e as projeções no palco fazem parte da experiência.

METÁFORA

Embora o título remeta diretamente à astrologia, a proposta do espetáculo vai além das características atribuídas tradicionalmente aos signos.

O zodíaco é utilizado como uma espécie de painel para discutir a convivência entre pessoas diferentes. A partir dos signos, o espetáculo propõe uma reflexão sobre personalidades, afinidades, conflitos e encontros.

A ideia é justamente tratar as diferenças não como obstáculos, mas como parte da riqueza das relações humanas. Cada signo funciona como uma porta de entrada para uma história, uma música ou uma situação, formando um mosaico que procura representar a diversidade das experiências humanas.

Por isso, a apresentação também pode ser compreendida como uma celebração da convivência. A astrologia é o ponto de partida, mas o destino da narrativa está nas relações entre as pessoas.

Turnê comemorativa incorpora elementos multimídia, música, teatro, humor e histórias sobre as relações humanasFoto: Divulgação

Serviço

  • Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos”
  • Data: dia 26 de setembro (sábado).
  • Horário: às 20h.
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Os ingressos podem ser adquiridos no estande do Comper Jardim dos Estados, ao lado de O Boticário, de segunda-feira a sábado, das 13h às 18h30min. Informações e atendimento pelo WhatsApp (67) 99296-6565.
Também é possível comprar pela internet pelo site www.pedrosilvapromocoes.com.br.

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