Correio B

MERCADO DE TRABALHO

Confira dicas de especialistas para conquistar e manter o emprego dos sonhos

Apesar de menos desemprego, a competição pelas vagas tem aumentado no País, conforme apontam dados recentes do IBGE; flexibilidade, inteligência emocional, boa comunicação e comprometimento são essenciais para conquistar e manter o emprego dos sonhos

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O mercado de trabalho brasileiro, embora demonstre sinais de recuperação em setores específicos, continua a exigir um alto nível de adaptação e inteligência emocional dos profissionais, forçando uma nova dinâmica de contratação.

Dados recentes do terceiro trimestre deste ano (julho/agosto/setembro) apontam que o desemprego ficou em 5,6%, o menor índice da história da pesquisa, iniciada em 2012, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Mas, apesar de uma leve queda na taxa, a qualidade do emprego e a competição pelas vagas se intensificaram significativamente, transformando o perfil do profissional desejado pelas empresas.

Fran Silva, empresária de Campo Grande, explica que as empresas buscam atualmente uma combinação de habilidades técnicas com profundo comprometimento e paixão pelo trabalho.

Segundo a empresária, “o mercado não está apenas contratando habilidades em determinada área, mas também está contratando adaptação e responsabilidade. Um diploma te coloca na porta, mas é sua inteligência emocional que te mantém na empresa”.

O QUE TE VALORIZA

Para se preparar para uma vaga, a recomendação de Dani Gil, especialista em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano, é desenvolver habilidades como comunicação e feedback, buscar atualização constante, acompanhando as metodologias mais recentes de forma proativa, e demonstrar, desde o processo seletivo, responsabilidade pelo sucesso das próprias entregas. “Essas são atitudes valorizadas”, afirma Dani Gil.

Para sustentar essa performance, é importante que o profissional atue com comprometimento, proponha soluções antes que os desafios se agravem e utilize técnicas de bem-estar para gerenciar o estresse, mantendo sempre uma comunicação clara e transparente. Hoje, o currículo contrata e o comportamento demite. Isso ocorre, em média, com 90% das demissões.

“As empresas também têm um papel fundamental nesse processo: proporcionar um ambiente que apoie o desenvolvimento contínuo, cuide da saúde mental e promova experiências de trabalho que alinhem alta performance com propósito. O equilíbrio entre resultados, aprendizado e bem-estar é um desafio compartilhado, que exige atenção tanto do colaborador quanto da organização”, complementa a especialista.

A perspectiva de quem é funcionário de uma empresa, segundo a consultora comercial Pablini Lopes, não deixa dúvidas.

“A mudança de mentalidade foi fundamental. Entendi que não é só bater o ponto, mas ter a responsabilidade de melhorar todos os dias. Procuro me manter atualizada com os estudos, tendo claro quais são meus objetivos, onde quero chegar e como posso ajudar a empresa a crescer. A empresa crescendo, eu cresço também”, atesta Pablini.

Dani Gil: Dani Gil: “O equilíbrio entre resultados, aprendizado e bem-estar é um desafio compartilhado, que exige atenção tanto do colaborador quanto da organização” - Foto: Divulgação

DICAS

Confira, a seguir, algumas dicas que podem ser fundamentais para a sua performance na etapa de conquistar um novo emprego e também para depois da contratação.

PREPARAÇÃO PARA A VAGA

Veja o que é importante fazer para tentar conquistar o novo emprego.

  1. Desenvolva soft skills (habilidades comportamentais): foco em comunicação objetiva; trabalho em equipe e, principalmente, capacidade de dar e receber feedback construtivo.
  2. Estudo contínuo (upskilling): não espere a empresa pedir. Mantenha-se atualizado nas ferramentas e metodologias mais recentes do seu campo, refletindo seu amor pelo que faz.
  3. Responsabilidade pessoal: demonstre, desde a entrevista, que você assume a responsabilidade pelo sucesso de suas entregas.

APÓS A CONTRATAÇÃO

Para garantir a sua permanência na vaga de trabalho, são recomendáveis algumas atitudes.

  1. Comprometimento e proatividade: não espere ordens. Apresente soluções antes que os problemas sejam identificados, mostrando seu comprometimento com os objetivos da empresa.
  2. Gerenciamento do estresse: use técnicas de neurociência e bem-estar para manter a produtividade alta e evitar o burnout.
  3. Comunicação transparente: mantenha líderes e colegas informados sobre seu progresso, desafios e, especialmente, conquistas.

Dicas para se dar bem no trabalho

> Estabeleça metas: defina objetivos específicos e mensuráveis para orientar suas atividades diárias;

> Crie um ambiente propício: organize seu espaço de trabalho de forma a minimizar distrações visuais e auditivas;

> Pratique mindfulness: a meditação e a atenção plena são poderosas ferramentas para fortalecer a capacidade de concentração;

trabalho

> Adote a técnica “pomodoro”: divida o trabalho em intervalos de foco intenso intercalados com pausas curtas;

> Priorize as tarefas: identifique as atividades mais importantes e direcione sua energia para concluí-las;

> Limite o acesso às redes sociais: estabeleça horários específicos para checar mídias sociais e e-mails;

> Fuja da multitarefa: concentre-se em uma tarefa por vez para evitar dispersão e melhorar a qualidade do trabalho;

> Pratique exercícios físicos: a atividade física regular melhora o funcionamento do cérebro e potencializa a capacidade cognitiva;

> Alimente-se de forma saudável: nutrientes adequados são essenciais para o funcionamento ideal do cérebro;

> Durma bem: o sono de qualidade é vital para a restauração das funções cognitivas, da atenção e, principalmente, da motivação;

> Defina horários de trabalho: estabeleça uma rotina consistente para treinar seu cérebro a se concentrar nos momentos certos;

> Elimine tarefas pendentes: evite que preocupações não resolvidas desviem sua atenção do presente;

> Celebre as conquistas: reconheça e celebre seus avanços, criando um ciclo positivo de motivação.

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CINE CAMPO GRANDE

Venda expõe impasse entre planejamento e preservação do patrimônio histórico

Venda do Cine Campo Grande expõe impasse entre planejamento institucional, entraves urbanos e mobilização pela preservação do patrimônio histórico

26/03/2026 09h00

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da Capital Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O leilão do Cine Campo Grande, último cinema de rua da capital sul-mato-grossense, foi finalizado na tarde de ontem e se transformou em um dos temas mais sensíveis do cenário cultural local.

O caso evidencia uma disputa que envolve memória coletiva, políticas públicas, planejamento institucional e o futuro do audiovisual em Mato Grosso do Sul. O espaço foi arrematado com um único lance de R$ 4.944.755,22, valor mínimo estipulado para o imóvel.

A decisão de levar o prédio a leilão ocorreu após a Prefeitura Municipal de Campo Grande não aprovar o projeto de reestruturação do espaço, apontando como um dos principais entraves a ausência de estacionamento subterrâneo.

O argumento, no entanto, tem sido questionado por artistas, cineastas e especialistas, que destacam que cinemas de rua, por sua própria natureza, historicamente funcionam em áreas centrais e não dependem desse tipo de estrutura.

Um exemplo disso é o Cinema São Luiz, que, com 74 anos de história, tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas de Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil mesmo sem estacionamento próprio.

Em 2008, o prédio foi revitalizado e tombado como monumento histórico pelo governo do estado de Pernambuco. Mais recentemente, foi cenário das gravações de “O Agente Secreto”, filme que concorreu ao Oscar em quatro categorias.

DE POINT A NADA

Inaugurado na década de 1980 e administrado pela Cinematográfica Araújo, o Cine Campo Grande foi, durante décadas, um dos principais pontos de encontro da cidade.

Localizado em uma área estratégica, na Rua 15 de Novembro, entre as Ruas Rui Barbosa e Pedro Celestino, o cinema oferecia fácil acesso à população e atraía públicos diversos, desde estudantes até trabalhadores do comércio.

Com ingressos acessíveis e programação popular, o espaço se consolidou como uma alternativa democrática de lazer. Para muitos campo-grandenses, foi ali o primeiro contato com o cinema.

O fechamento, em 2012, marcou o fim de uma era. Naquele momento, o filme que liderava as bilheterias nacionais era “Os Vingadores”, símbolo de uma indústria que migrava cada vez mais para os cinemas multiplex em shoppings.

Enquanto a franquia ganhava sequências, o Cine Campo Grande permanecia fechado, tornando-se um retrato do esvaziamento dos centros urbanos e da mudança nos hábitos de consumo cultural.

PROMESSA

Em 2013, o prédio foi adquirido pelo Sesc-MS, com a proposta de revitalizá-lo e transformá-lo em um centro cultural. O projeto previa um espaço multifuncional, com teatro, cinema, biblioteca, salas de música, oficinas e áreas de convivência.

A iniciativa gerou expectativa na comunidade, que via na proposta a possibilidade de reativar o centro da cidade e criar um polo de produção e difusão artística.

No entanto, o projeto nunca saiu do papel. Em 2015, o Sesc apontou a falta de área para estacionamento como um dos principais entraves para a aprovação da obra.

Ao longo dos anos seguintes, novos anúncios foram feitos, incluindo a afirmação, em 2022, de que o projeto estava pronto e seria executado, com prazo de conclusão até 2024.

Mesmo assim, as obras não começaram.

Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) chegou a classificar o imóvel como ocioso, recomendando medidas para dar uma destinação ao espaço. Paralelamente, o prédio sofreu com abandono, invasões e incêndios, incluindo um caso em 2023 que atingiu a sala de projeção.

O LEILÃO

Diante desse cenário, o Sesc-MS decidiu levar o imóvel a leilão. Em posicionamento oficial, a instituição afirma que a decisão foi motivada pelas condições estruturais do prédio, que inviabilizaram a continuidade do projeto.

A entidade reforça ainda que continuará investindo em cultura por meio de outras iniciativas, como o Cine Sesc, a Mostra Sesc de Cinema e o Sesc Lab Mais, além de estudar novos projetos para criação de um espaço mais amplo e moderno que possa integrar diferentes linguagens artísticas.

No entanto, ao vender o imóvel, o destino do prédio deixa de estar sob controle da instituição, podendo resultar em usos completamente distintos de sua vocação cultural.

MUITAS PERDAS

O caso do Cine Campo Grande ganha ainda mais peso quando se observa o histórico da cidade. Campo Grande já chegou a ter mais de 20 cinemas de rua ao longo de sua trajetória. Espaços como Alhambra, Santa Helena, Acapulco, Center e Plaza desapareceram gradualmente, acompanhando transformações urbanas e econômicas.

Hoje, restaram apenas a memória desses locais e o prédio do Cine Campo Grande, o último vestígio físico dessa história.

Para a cineasta Marinete Pinheiro, essa perda é também simbólica. “Antes da popularidade da televisão, os cinemas eram os principais espaços de convivência social. E todos os anteriores já foram apagados da cidade”, afirma.

Ela ressalta que o valor do espaço vai além da arquitetura ou da função comercial. “Existe uma dimensão afetiva, de relações humanas, que foi construída ali ao longo de décadas”, completa.

MOBILIZAÇÃO

A decisão de leiloar o Cine Campo Grande provocou uma mobilização no meio audiovisual do Estado. No domingo, artistas, estudantes e profissionais do audiovisual realizaram uma manifestação em frente ao prédio.

O ato teve forte carga simbólica: um documentário sobre a história dos cinemas da cidade foi exibido nos tapumes do local, transformando o espaço abandonado em uma tela de resistência.

A mobilização levou à formação de uma comissão representativa, que se reuniu com o Sesc-MS nesta segunda-feira, com apoio da vereadora Luiza Ribeiro (PT), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal.

Para a parlamentar, a venda representa um prejuízo irreparável. “O valor financeiro não compensa o dano permanente que a cidade terá ao perder o último cinema de rua”, afirmou.

Cine Campo Grande se consagrou por décadas como um dos principais polos culturais da CapitalMobilização resultou na reunião entre o Sesc-MS, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) e facilitadores do audiovisual em MS, mas já não havia como voltar atrás na venda do imóvel - Foto: Divulgação

DEMANDA CRESCENTE

O debate ocorre em um momento de expansão do audiovisual no Estado. Mato Grosso do Sul recebeu cerca de R$ 9 milhões apenas neste ano por meio de programas como os Arranjos Regionais.

Somados aos recursos da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc, os investimentos chegam a quase R$ 20 milhões.

A produtora cultural e coordenadora do Ministério da Cultura no Estado, Caroline Garcia, destacou que o governo federal tem ampliado significativamente o apoio ao setor. “Temos recursos, políticas públicas e produção crescente. O desafio agora é garantir espaços de difusão”, afirma.

Ela também ressaltou que o Ministério não foi previamente informado sobre a decisão de leiloar o imóvel, apesar de manter diálogo com o Sesc-MS.

PATRIMÔNIO SIMBÓLICO

Para o cineasta Joel Pizzini, o Cine Campo Grande representa um capital simbólico da cidade. “O movimento é espontâneo e reflete uma tomada de consciência da classe audiovisual, que quer devolver seus filmes ao público”, declara.

Ele destaca que o momento atual é diferente de décadas anteriores, com maior produção regional e políticas de incentivo mais robustas. “O cinema de rua tem função formativa e reflexiva. É um espaço de construção de pensamento”, defende.

Pizzini também aponta que a ausência de estacionamento pode ser reinterpretada à luz das novas políticas de mobilidade urbana, que incentivam deslocamentos a pé e o uso de transporte coletivo.

O caso do Cine Campo Grande sintetiza um dilema recorrente nas cidades brasileiras: como conciliar preservação da memória com demandas contemporâneas de planejamento urbano e viabilidade econômica.
Para muitos, a perda do cinema representaria mais um capítulo de apagamento cultural.

“Será um novo trauma para a cidade”, afirma Pizzini, ao lembrar o desaparecimento de outros espaços históricos.

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Felpuda

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (26)

26/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Bertolt Brecht - escritor alemão

"Perante um obstáculo, a linha mais curta entre dois pontos pode ser a curva”.

 

FELPUDA

Eis que neste ano eleitoral, para não fugir da tradição, os paladinos da moral e dos bons costumes, já começam a se apresentar, denunciado isso e aquilo, como se tivessem, tal qual mágico de circo mambembe, tirado um coelho da cartola para causar “surpresa”. O denuncismo, que é usado como peça de campanha eleitoral, tem prazo de validade, esvaindo-se tal qual fumaça no final das eleições. Nesses tempos de redes sociais, resta saber onde estava esse pessoal nos últimos três anos e que somente aparece nos “45 minutos do segundo tempo” de um ano eleitoral?

Malfeitos

Mesmo contando com orientações constantes do Tribunal de Contas de MS, ainda há gestores públicos que se acham mais espertos do que Assim, gastam indevidamente os recursos públicos. Por conta disso, muitas das “excelências” de várias cidades estão sendo investigadas por malfeitos nessa área. “Quem nunca comeu mel, quando come se lambuza”, né?

DiálogoA quadrinista Júlia Bruno Mello acaba de conquistar um marco super especial: o lançamento do seu primeiro livro de quadrinhos, “PomPomtiras”, em um evento oficial em São Paulo. Nascida na capital paulista, mas criada em solo sul-mato-grossense, a artista – conhecida no meio como Sailorjubs – já mostrava talento desde cedo. Aos 10 anos, começou a dar seus primeiros passos na profissão, ao publicar o quadrinho “melan Cólica” no Correio infantil, suplemento do Correio do Estado. Hoje, Júlia expandiu sua arte para cidades como São Paulo e Curitiba, atuando como ilustradora, quadrinista e diretora de arte. E ela não para. Vem com novas aventuras dos PomPons, que estão sendo preparadas. Para quem quiser conhecer mais do trabalho da artista é só acessar o site paperjubs.lojavirtualnuvem.com.br.

 

DiálogoRenato Hotta Perez, que a partir de hoje estará na presidência do Sindicato da Habitação – MS (Secovi), onde permanecerá até 2030

 

DiálogoDra. Laura Vilela Pazzini

Agitando

A dupla Eduardo Riedel (PP) e Reinaldo Azambuja (PL) está a todo vapor, nessa reta final de arranjos partidários para a disputa eleitoral, a fim de não encontrar grandes embaraços à frente. Daí suas articulações para fortalecer siglas, não deixar companheiros mais chegados de fora das chapas e, ainda, caminhar com o arco de aliança forte. É claro que essas “mexidas no tabuleiro político” têm também como finalidade tentar obter sucesso no embate. O governador Riedel busca a reeleição e Azambuja está de olho em uma das cadeiras ao Senado.

Com pressa

Em regime de urgência, e ainda podendo ser votado hoje, tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul o projeto do Executivo que reajusta em 3,81% os salários dos servidores estaduais. De acordo com a proposta, o índice corresponde à variação do IPCA nos últimos 12 meses, calculado pelo IBGE, estabelecendo o mês de maio como data-base e determinando que o aumento também seja aplicado a aposentados e pensionistas.

Mais

O reajuste terá impacto financeiro para o Executivo de R$ 353,5 milhões neste ano, R$ 473,5 milhões em 2027 e R$ 490,1 milhões em 2028. Atualmente,MS conta com cerca de 86 mil servidores, incluindo ativos e inativos. O índice também será aplicado a servidores do Legislativo, do MPMS e da Defensoria Pública. Já o Poder Judiciário ajustou neste ano sua data-base para acompanhar os demais poderes.

Aniversariantes

Santina Cavaglieri Faccin,
Miriam Miranda,
Dr. Antonio Farias de Souza,
Caroline Zaionc Almeida,
Francieli Calgaro de Oliveira Quintanilha Nogueira,
Dirceu Domingues Vieira,
Mauro Renosto,
Antonio José Grande,
Oscar Arakaki,
Washington José Kleves Oliveira,
Fábio Itsuo Hashimoto,
Aparecida Rosângela Gimenez Sona Fernandes,
Maria Odete de Sousa,
Silvino Cesaretto,
Ramão Job Cabral,
Onildes Aquino Saldanha,
Dr. Donevir José Cividini,
Evaldir Marino Ferreira,
Lara Freitas Assumpção Oliveira,
Maria José da Silva,
Eduardo André Miranda,
Bernadete Gomes Lewandowski,
Vera Lúcia Duailibi Amizo,
Dra. Ana Maria Junqueira de Barros Piedade,
Jeanette Elias Zahran,
João Donizete Cassuci,
Teresa Noda Aoki,
Ricardo Hissamitsu Arakaki,
Maria Valéria da Costa,
Zilda Maria Martins,
Valdeci Batista dos Santos,
Odilson Alves Nogueira,
Marcos Antonio Paco,
Elizeth de Araújo,
Máximo Carlos Guimarães Jeleznhak,
Dora Teixeira,
Francisco Severino da Silva Júnior,
Carlos Adão Nogueira Lopes,
Wilson Cavalcanti de Moraes,
Reinaldo Gomes Yamaciro,
Jussara Mendes da Silva,
Pedro Carretoni Sobrinho,
Martha Martins Albuquerque,
Braulia Montania,
Sandra Aparecida Montania,
Braulino Lima,
Alda Bruno de Almeida,
Evandro Nogueira Barbosa,
Plinio Lima de Almeida,
Bianca Bertoni,
Jussara Ferzeli Neta,
Dr. Eduardo de Lacerda Ferreira,
Everaldo Alves da Rocha,
Maria de Lourdes Ávila Braga,
Fernando Peralta Filho,
Djalma Bittencurt Gautério,
Braulio Ramon Alvarenga,
Maria Odete Soares,
João Antônio Alvim,
Meire Vilma da Silva,
João Aparecido Spontoni,
Deise Maia da Silva,
Benigna da Silva,
Carlos Henrique Fontes,
Adelina Chaves,
Dr. José Roberto Spengler,
Berenice Santos,
Irany Franco de Almeida,
Maria Célia Oliveira,
Humberto Moreira,
Cândida Vieira,
Iber da Silva Xavier,
Laerson Pereira de Oliveira,
Aurodir Machado Vidal,
Halley Chrystian Salgado,
Domingos Rodrigues Veiga,
Joelma Thomaz,
Wilmar Lambert,
Raquel Aparecida Rezende Machado,
Helaine Dias Esbizaro Basen,
Vera Maria de Oliveira Silva,
Maria Franca Paiva,
Letícia Vilhalba Pedraza,
Natália Vilhalba Pedraza,
Ivanete Rodrigues Mota,
Maria Matheus de Andrade,
Vanderlei Ramos Duarte,
Dr. Carlos Nakao,
Sandra Maria Palhano Costa,
Eliege Fatima de Barros Peixoto,
Maria Dolores Franco,
Carla Londero Rupp Rodrigues de Almeida,
Claudineia Narvaiz Tuneca,
Dulcimar Marinho de Azevedo Ramires,
Jaqueline Santos Almeida Hlawensky,
Jeana Maria de Araújo Silva,
Leonardo Correa Ribeiro,
Maria Angélica Pereira Carreira,
Cristiane de Souza Ribeiro,
Daniella Leal Borges Teixeira,
Dorila Espindola de Santa Cruz,
Paulo Roberto Jabrayan,
Tatiana dos Reis Balaniuc Moreira,
Thiane Tonon

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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