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Turismo

Conheça ou revisite os encantos da Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro

Mais uma vez em destaque internacional, praia da zona sul carioca fecha o verão como a segunda melhor do mundo e recebe a visita de sua eterna musa; fãs que moram em Campo Grande falam sobre o fascínio do cobiçado balneário

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“Muito mais tranquilo, muito mais limpo e nos atenderam muito melhor aqui”, disse a turista argentina, acomodada em uma cadeira de praia nas areias de Ipanema, em entrevista para uma emissora de TV brasileira em dezembro do ano passado. Dois meses depois, a praia que inspirou e viu nascer a bossa-nova – e que segue como palco de uma permanente revolução cultural e comportamental – emplacou o segundo lugar no ranking que o guia Lonely Planet preparou para um novo livro temático.

Em “Best Beaches: 100 of the World’s Most Incredible Beaches”(“Melhores Praias: 100 das Mais Incríveis Praias do Mundo”, em tradução para o português), somente a The Pass, praia que fica em Byron Bay, na Austrália, está na frente de Ipanema. E olha que, sem querer polemizar, a Austrália é o país-sede do Lonely Planet, que surgiu apenas como publicação impressa, em 1973, e tem atualmente forte presença também na produção audiovisual e nos meios digitais.

No domingo, quase no apagar das luzes do verão, que oficialmente se encerrou ontem, Ipanema recebeu a visita de Helô Pinheiro, a modelo brasileira que inspirou a famosa canção de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, “Garota de Ipanema”. Aos 80 anos, Helô curtiu a brisa com uma de suas netas, Bruna, e fez a praia saborear mais um tempinho de holofote na imprensa e nas redes sociais.

TUDO GOSTOSINHO

Mas, afinal, o que é que Ipanema tem? Quem responde são os fãs ardorosos da charmosa praia que moram em Campo Grande e não perdem uma chance de, sempre que possível, dar as caras na faixa de areia de menos dois quilômetros, que se estende da Pedra do Arpoador ao Jardim de Alah.

“Ipanema, sem dúvida nenhuma, está entre as melhores praias do Brasil. Realmente, é uma das mais incríveis, por mais que tenha as suas contradições nesse lugar da praia urbana, entre poluição e sociedade e injustiças sociais. Há outras praias interessantes, evidentemente, mas dá para entender quando Ipanema é escolhida entre as melhores praias do Brasil”, afirma o ator e diretor de teatro Fernando Lopes, carioca de nascimento e radicado em Campo Grande há quase duas décadas.

“Eu sou frequentador do Posto 9 há muitos anos. Ali, eu tenho amigos, tenho histórias. Quando eu morei no Rio, tinha uma relação muito fina com o Arpoador, com o Leme e com o Posto 9 em Ipanema”, diz o encenador teatral, que não se furta a listar, no ranking pessoal, outras praias do Rio, a exemplo de Grumari e da Prainha.

“Ipanema tem esse lugar do tudo gostosinho. Não é à toa que o maior bloco de carnaval que circula pela cidade do Rio e em Ipanema chama-se Simpatia É Quase Amor. Então, Ipanema tem esse lugar ainda. Se você vem, eu que sou carioca da zona oeste do Rio, nascido em Campo Grande, quando eu vinha de Campo Grande pela orla, vem pelo Recreio, Barra, São Conrado. Quando vira Leblon e Ipanema, tem aquela juventude, surfistas, futevôlei na praia. Quando você vira para Copacabana, já são os idosos jogando peteca”, descreve Lopes.

Nota do repórter: não confundir o bairro carioca ao qual se refere o ator com a capital de MS.
“Então, Ipanema é ‘simpatia é quase amor’ de todos os cariocas e de quase todos os brasileiros que moram ou conhecem Ipanema. E por que simpatia é quase amor? Porque amor é Copacabana ainda, né? E o amor é velho. E ‘simpatia é quase amor’ é mais moderno. Embora Roberto Carlos more na Urca, diria que Copacabana é Roberto Carlos e Ipanema é Tom Jobim e Vinicius”, compara.

“Quer dizer, Ipanema tem o charme da bossa-nova ainda. É um bairro de cultura leve, de cultura charmosa, com a Casa de Cultura Lauro Alvim, por exemplo, que é na beira da Praia de Ipanema, uma casa de cultura com um cineminha gostosinho, dois teatros gostosinhos. Tudo gostosinho. Ainda tem esse brilho no olho ali. É um bairro supergostoso de caminhar [a] qualquer hora do dia”, desmancha-se Lopes.

ICÔNICA 

“Cresci no Rio de Janeiro e pude curtir algumas praias e verões fantásticos na Cidade Maravilhosa. Ipanema sempre foi uma praia icônica, desde o seu início no Arpoador até o Jardim de Alah. Marcávamos os encontros pelos pontos ‘Country’, ‘Garcia D’Ávila’, ‘Farme’, ‘Castelinho’, entre outros”, conta o escritor Henrique de Medeiros, que fez grande parte de seus estudos no Rio de Janeiro e também é fã declarado da praia estrelada.

“Uma galera de setenta e oitenta, onde tudo aconteceu e gerou o comportamento e as liberdades de hoje. Lembro muito da época do Pier, que foi um tempo muito especial na paisagem de Ipanema e no comportamento daquela geração. Continuo frequentando até hoje, quando vou ao Rio, e Ipanema foi e é esse ícone de referência internacional com a imagem Jobim-Vinicius da garota de Ipanema”, afirma Medeiros.
“É frequentada por gente diversa que discute assuntos diversos: a legalização das drogas, a homossexualidade, o feminismo. Pensar aqui na Leila Diniz de topless. Quando eu penso em Ipanema, só me vem coisa boa. É claro que todos os defeitos de ser uma praia urbana, e em uma cidade como o Rio de Janeiro, cheia de contradições, estão lá. Você tem as injustiças também todas. As babás de branco, negras ainda, a orla escravocrata, aquele lugar que vem ainda dessa relação de trabalho entre a classe média branca e os negros ali”, pondera Fernando Lopes.

“Ipanema ganhou muita notoriedade com as novelas de Manoel Carlos. É um fascínio cosmopolita. Você tem uma praia urbana, ainda sem grandes arranha-céus, embora os prédios sejam altos. Você encontra ainda casas. Uma praia urbana com essa característica ainda de veraneio. Esse é um fascínio que figura na mente das pessoas. Caminhar pela orla de Ipanema até a subida da Niemeyer, o Jardim de Alah, o encontro da Lagoa Rodrigo de Freitas com a praia”, diz o encenador, que dirige a Estação Cultural Teatro do Mundo.

É, SIM, A MELHOR

“O Rio de Janeiro é a minha segunda terra, amo aquele lugar. Ipanema é beleza, água de coco e conversa. É a praia que eu vou de manhãzinha de bicicleta dar um mergulho. Gosto da praia de Ipanema vazia, mas às vezes também vou no agito do fim de semana e fico até o clássico pôr do sol. Dei meu primeiro mergulho do ano lá. Acho que a essência do charme da mulher e do homem carioca está nessa praia. Pelo conjunto da obra, é, sim, a melhor praia do Brasil”, atesta a atriz Beatrice Sayd.

Conhecida por interpretar personagens de impacto no teatro e na tevê, como a empregada doméstica Edilene, da novela “Amor de Mãe”, Beatrice vive na ponte MS-RJ e, enquanto se prepara para dar vida à artista Lídia Baís no cinema, pilota com parceiros dois novos projetos teatrais em território carioca.

“Costumo ir uma vez ao mês para lá. Eu morei no Rio desde os 18 anos e voltei para Campo Grande no fim de 2022, para cuidar da minha mãe. Tenho um apartamento na Lagoa”, conta a atriz campo-grandense de 45 anos.

Nas imagens desta página, Beatrice, Henrique e Fernando estão in loco na Praia de Ipanema.

Diálogo

A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece... Leia na coluna de hoje

Leia na coluna desta quarta-feira (12)

12/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cora Coralina - Escritora brasileira

"Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo. Aprendi a viver”.

FELPUDA 

A política de Mato Grosso do Sul anda tão movimentada, que até já merece uma mostra de cinema. Há quem interprete “Missão Impossível” na tentativa de tornar sonho em realidade. Outros vivem em “Curtindo a Vida Adoidado”, como se mandato fosse lazer. Também há personagens de “O Poderoso Chefão”, especialistas em articulações de bastidores, enquanto alguns insistem em protagonizarem “Debi & Lóide” nas decisões mais simples. Sem falar nos que parecem presos em “Feitiço do Tempo”, repetindo os mesmos discursos a cada eleição. Afe!

Diálogo

Próximo

O Ministério Público do Trabalho em MS criou ofício especializado para atender povos indígenas e comunidades tradicionais. A iniciativa busca aproximar a instituição dos territórios, oferecendo atendimento específico, além do acompanhamento das demandas. 

Mais

O foco é ampliar o diálogo e garantir maior acesso aos direitos trabalhistas. A atuação também prevê tradução intercultural para facilitar a comunicação. A expectativa é tornar a presença do MPT-MS mais efetiva junto às comunidades.

Diálogo Carmen Cestari e Martina Cestari Arriagada - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Giulia Calbucci - Foto: Divulgação

Prova

Durante décadas, a máxima de que adversários de ontem viram aliados de hoje foi tratada como lei da política sul-mato-grossense. O problema é que surgiu uma testemunha pouco complacente: a internet. Vídeos antigos e críticas ferozes reaparecem na velocidade de um clique, desmontando romances políticos de ocasião. Tem candidato evitando até ser fotografado ao lado de antigos desafetos. Afinal, o eleitor pode até esquecer algumas promessas. As redes sociais, definitivamente, não.

Pendência

Quem está às voltas com o TRE-MS é o ex-senador Delcídio do Amaral, candidato ao Governo pelo PRD. A Justiça Eleitoral determinou inclusão do nome dele no Serasa e no Cadin pelo não pagamento integral de multa eleitoral aplicada por problemas na prestação de contas de 2022. Agora, a pendência financeira volta ao cenário eleitoral. A política ensina: antes de cuidar da campanha, é preciso acertar as contas.

Deu ruim

A senadora Soraya Thronicke e o deputado federal Lindbergh Farias entraram em terreno delicado ao acusarem o também parlamentar Alfredo Gaspar de estupro de vulnerável. O caso foi parar no STF e os dois parlamentares foram intimados à prestar esclarecimentos. A questão envolve uma acusação de extrema gravidade. Em política, denúncia sem provas pode virar problema muito maior do que o imaginado. E em ano eleitoral, então, o estrago pode alcançar muito além dos envolvidos diretamente.

ANIVERSARIANTES 

  • Henrique Alberto de Medeiros Filho,
  • Adriana Aparecida Burato Marques Buytendorp,
  • Dr. Marcos Paulo Tiguman,
  • Marlady Silva Perez, 
  • Dr. Marco Aurélio Ratier Jajah Nogueira,
  • Waldir Ramos de Mendonça,
  • Clarindo Gonçalves da Silva,
  • Jorge Luis Passuelo,
  • Márcio Sebastião de Paula Corrêa,
  • Virgilio Otavio Marson,
  • José João Pires de Oliveira,
  • Sebastião Rodrigues Teixeira,
  • Rosa Alves Bonifácio,
  • Taine Alves Nascimento,
  • Waldir Alves Moreira,
  • Djanira Ferreira Barbosa,
  • Norman Percival Davy Neto,
  • Leny Campos,
  • Maria de Lourdes Lorusso Issa, 
  • Luciana Almeida Corrêa,
  • Elisa Helena Leite Galvão de Melo,
  • Maitê Arévalo Nunes da Cunha Peron,
  • Mara Rúbia Gonino Barbosa,
  • José Segundo Rocha,
  • Valdelino de Oliveira Coelho,
  • Gisele Gonçalves Braba Meneguzzo,
  • Estela Esteves Barbosa,
  • Edvaldo Finotto,
  • Francisco de Assis Silva Fonseca,
  • Valmir Claro Sampatti,
  • Ana Clara de Oliveira Lino,
  • Marisa Andrade Rocha,    
  • Rosamaria de Moraes,
  • José Monteiro Salgado Filho,
  • Maria Cristina Calixto Mendes,
  • Gilda Maria Gomes dos Santos,
  • Carlos Malafaia Justino,    
  • Nildo José de Barros,
  • Maria Clara Lopes De Souza,
  • Ambrósio de Souza Barbosa,
  • José Claudionor Medeiros Rocha,
  • Irandy Godoi Valadares,
  • Marcus Vinicius Ramos Ollé,
  • Silvia Helena Cândia Solari, 
  • Rosana Fátima de Jesus,
  • Ricardo Alberto de Rezende,
  • Jeferson Adão de Almeida Matos,
  • Albino Tomasi Filho,
  • Manoel Baptista Ferreira,
  • Júlio Cienkonog Martins,
  • Estela Bruno de Almeida,
  • Mário Ruben Meneses Moncada,
  • Maria Thereza Neves Assis,
  • Nádia Ribeiro da Silva,
  • Meire Alves de Souza,
  • Adelurde Nogueira Pereira,
  • Juliane Penteado Santana,
  • Ambrozina Oliveira Dutra,
  • Maria Raquel Corrêa,
  • José Tosta Marques,
  • Lúcia Helena Katayama Tsuge,
  • Maria Jussara Mendonça Barbosa,
  • Manoeli Barbeta da Rosa,
  • Clarita de Souza,
  • Antonio de Souza, 
  • Manoel Teixeira,
  • Igor Navarro Rodrigues Claure,
  • Gerson Jorge Wassouf,
  • Flávio Alves Ferreira,
  • Hélio Massaru Jyoboji, 
  • Ninio Angelo Ayala,
  • Irace Basílio de Lima,
  • Antônio Augusto Alves da Silva,
  • Fábio Ximenes Lopes,
  • José Olinto Machado Silveira,
  • Paulo Serrou do Amaral,
  • Paula Santos Belchior dos Reis,
  • Paulo Fernando Goes de Freitas,
  • Alexander Runnacles,
  • Orlando Guassu,
  • Antônio José Correia,
  • Augusto da Silva,
  • Carlos Alberto Brenner Galvão Filho,
  • Barcelos Silveira Filho,
  • Domingos Célio Alves Cardoso,
  • Rubens Gonçalves Pereira,         
  • Hermes Jairo Garces da Silva,
  • João Batista Ottoni,   
  • Anelise Pereira Zanella, 
  • Ivair Ximenes Lopes,
  • Sebastião Clóvis Teixeira Neto,   
  • Izabelly Staut,
  • Patrícia de Carvalho Ribeiro,
  • Irene Alves da Costa,
  • Jairo José de Lima,
  • Daniela Aparecida Demetrio,
  • Joelma Rodrigues Alvares,
  • Sueli Aparecida dos Santos Moreira,
  • José Antônio Jorge Patrão Júnior,
  • Irenilde Barbosa de Souza,
  • Doracy Ferreira de Souza,
  • Katiucia Cristiane Eidt,
  • Luciani Coimbra de Carvalho,
  • Guilherme Baldochi,
  • Clélia Conrado Ormay, 
  • Nelson Ubyrajara Truzzi Tupy,
  • Priscila Sandri Trentin,
  • Mineia Raquel Zambon.        

Colaborou com Tatyane Gameiro

Gastronomia

Mesa Ao Vivo MS reúne chefs de diferentes regiões do Brasil com debates, aulas, receitas e mais

Evento promove encontros entre gastronomia, cultura e hospitalidade, com aulas-show, degustações, debates e receitas que valorizam ingredientes e tradições de Mato Grosso do Sul

11/08/2026 08h10

Programação reúne chefs de todo o País no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo

Programação reúne chefs de todo o País no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo Divulgação

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A programação do Mesa Ao Vivo MS propõe discutir, entre sexta-feira e sábado, a relação entre comida, território e memória.

Ingredientes como guariroba, cumbaru, baru, erva-mate, guavira, peixes do Pantanal, carne oreada, mel do Pantanal, queijo Nicola e linguiça de Maracaju aparecem em diferentes atividades, revelando a diversidade de produtos e preparos que ajudam a construir uma identidade gastronômica para Mato Grosso do Sul.

A agenda também abre espaço para temas contemporâneos, como presença digital de restaurantes, comunicação gastronômica, hospitalidade, sustentabilidade, cadeia produtiva e o papel das mulheres na preservação das tradições culinárias.

SEXTA-FEIRA

A programação começa às 10h, no Auditório Manoel de Barros, com a abertura oficial do evento. A solenidade contará com a participação da diretoria da revista, autoridades e apoiadores.

A partir das 11h, o público poderá acompanhar simultaneamente diferentes atividades.

Na Sala 1, das 11h às 11h45min, o chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, de São Paulo, apresenta o tema “O sertão e o milho”, acompanhado da receita Dadinho de São João. O chef é conhecido por trabalhar a cozinha brasileira a partir de ingredientes e referências populares.

No mesmo horário, das 11h15min às 12h, a Sala 2 recebe Ricardo Cher, chef do Restaurante Armazém Arte e Bistrô, de Mato Grosso do Sul, com o tema “Cupim de leite com farofa de cumbaru”. 

Já no Auditório Germano Barros de Souza, das 11h15min às 12h, Mohamad Hindi, da Caiena Filmes e Mohindi Produções, de São Paulo, fala sobre “Do prato à tela: presença digital para bares e restaurantes”, abordando a relação cada vez mais próxima entre gastronomia, comunicação e plataformas digitais.

Às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Achcar, da HBA Hospitalidade Brasileira, para falar sobre “A casa cheia: a hospitalidade muito além do serviço”. A proposta é discutir como a experiência oferecida por um estabelecimento vai além do atendimento.

Enquanto isso, na Sala 1, das 12h15min às 13h, Cadu Evangelisti, do Broca, de São Paulo, apresenta “Cozinha sem fronteiras”, com as receitas de ceviche de jacaré e jacaré frito coreano.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Juanita Battiani, do Restaurante Chef Juanitta, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Da língua ao rabo – sinfonia do Pantanal”, explorando diferentes possibilidades da cozinha regional.

A programação segue às 13h30min, quando Marcos Livi, do Grupo Bah, de São Paulo e São Francisco de Paula, do Rio Grande do Sul, ocupa a Sala 1 para apresentar “Entrevero de pinhão – a conexão do tropeiro, do gaúcho que chegou a Mato Grosso do Sul”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Indiara Múcio, chef executiva do Origens 67, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Territórios de Mato Grosso do Sul”, com um prato que reúne carne oreada de Aquidauana, risoto de erva-mate, creme de queijo Nicola, crocante de baru e glace de tamarindo.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Mara Salles, do Tordesilhas, de São Paulo, para falar sobre “O ingrediente e o sabor – simples assim”.

A chef, reconhecida pelo trabalho de valorização da cozinha brasileira, aborda a importância de compreender os produtos e permitir que seus sabores tenham protagonismo.

Para quem quiser combinar conhecimento e experiência sensorial, a Sala de Degustação terá, das 14h30min às 15h30min, uma aula de vinhos com Jonas Eduardo Nascimento, do Senac Campo Grande.

Com o tema “O mosaico gaúcho”, a atividade apresenta terroirs, castas e estilos que revelam a diversidade do principal polo vitivinícola brasileiro.

Na Sala 1, das 14h45min às 15h30min, Igor Yukio Suzukawa, do Aizomê, de São Paulo, apresenta “Pantanal e Japão: técnicas japonesas valorizando os sabores do Mato Grosso do Sul”, com a receita Pintado Yukke.

A atividade coloca em diálogo duas culturas gastronômicas distintas, mostrando como técnicas japonesas podem ser utilizadas para destacar ingredientes regionais.

Já na Sala 2, das 15h às 15h45min, Magda Moraes e Lídia Aguilar Leite, do Chef Pantanal Spices, apresentam “Carreteiro emperequitado, do quebra-torto pantaneiro à gastronomia de identidade”, com a receita Paçoca Pantaneira no Pilão.

A programação da tarde segue às 16h, na Sala 1, com Lucas Corazza, da Lucas Corazza Doçaria Autoral, de São Paulo. O confeiteiro apresenta “Memórias afetivas e novos produtos: como a nostalgia se renova”, acompanhado da receita Chocolate & Café.

Na Sala 2, às 16h15min, Paco Kawijian, chef do Restaurante Árabe Yallah, de Mato Grosso do Sul, apresenta “Oriente Médio encontrando a África”, criando uma ponte entre diferentes tradições culinárias.

Às 17h15min, a Sala 1 recebe Jessica Trindade, do Chez Claude e Madame Olympe, do Rio de Janeiro, com o tema “A técnica a serviço do ingrediente”, dentro do projeto Encontro de Biomas. A receita apresentada será pintado do Pantanal, beurre blanc de cumbaru, texturas de palmito e tucupi.

No mesmo período, das 17h30min às 18h15min, a Sala 2 recebe Sandro Zini, do Restaurante Sabor, e Arildo Flores, churrasqueiro de tradição e açougueiro, para apresentar duas versões do surtum soleado/selado com guariroba, com creme ou vinagrete do ingrediente.

Na Sala de Degustação, das 17h30min às 18h30min, Jonas Eduardo Nascimento retorna para uma aula com degustação de cachaça. O tema será “Rota Bioceânica dos sabores: cachaça brasileira em diálogo com a América do Sul”.

Fechando o primeiro dia, das 17h30min às 18h30min, o Auditório Germano Barros de Souza promove um debate com Dany Thomaz, Rodrigo Oliveira, Rosa Moraes e Georges Schynder, sobre “Quem tem lugar à mesa? Do campo ao prato, a realidade crua da gastronomia brasileira”. 

SÁBADO

O segundo dia do Mesa Ao Vivo MS começa às 11h, na Sala 1, com Paulo Machado e Albertina Terena, que apresentam “Lambreado pantaneiro e hi-hi”.

Às 11h15min, a Sala 2 recebe Lucas Caslu e Nilton Shimada, da Perlage Buffet, para falar sobre “Sobá de Campo Grande”, prato que se tornou um dos símbolos da identidade gastronômica da Capital.

No Auditório Germano Barros de Souza, às 11h30min, Jefferson Rueda, da Casa do Porco, de São Paulo, apresenta “Cadeia alimentar, projetos, produção de porcos, prosa pinga e frita”. A atividade aborda a relação entre produção, consumo e gastronomia.

Ao meio-dia, a Sala 1 recebe Ian Baiocchi, do Grupo Iz, de Goiânia, para a apresentação “Galhos tortos. Águas pantaneiras”, com a receita de peixe na brasa, cajuzinho do cerrado, mole branco e óleo de pimenta.

Também às 12h15min, o Auditório Germano Barros de Souza recebe o encontro “Do conteúdo à mesa”, com as Mulheres da Fronteira.

Participam Anne Bartira, Bruna Gasparini e Nadia Ayumi Arakaki, do Comer em CG; Daniele Flores, do Menu CG; e Andrea Schwarz, do Gastroidéias. A mediação será de Mariella Lazaretti, do Mundo Mesa.

Na Sala 2, das 12h30min às 13h15min, Sylvio Trujillo, chef do Bacuri Cozinha Regional, apresenta “Da fronteira onde o Brasil foi Paraguai”, com o Sashimi do Piloteiro, prato cultural dos barcos de pesca dos rios Miranda e Paraguai.

Às 13h30min, a Sala 1 recebe Camila Willig, docente e chef do Senac, com a apresentação “Travessia Bioceânica – sabores que conectam povos”.

Na Sala 2, das 13h45min às 14h30min, Marlon Libório e Maria das Graças de Oliveira apresentam “Cozinha de Dourados: das raízes quilombolas às fronteiras culturais”. Entre as receitas estão a empanada douradense com carne seca, batata-doce e erva-mate, em uma versão elevada com molho yuzu-ponzu, além do Caldo Pantaneiro.

Às 14h, o Auditório Germano Barros de Souza promove o debate “Existe hospitalidade à brasileira? Como é receber, acolher, servir num país de dimensões continentais”, com Rosa Moraes, Diogo Wendling e Ivan Achcar, sob mediação de Georges Schnyder.

No espaço de degustação, das 14h30min às 15h30min, Ana Cláudia Perroni Lima, da MS 3Corações, apresenta “Café com identidade – valorizando os sabores de Mato Grosso do Sul através da harmonização”.

A Sala 1 recebe, às 14h45min, Flávia Quaresma, chef consultora do Rio de Janeiro, com “Do tacho às fronteiras, dos produtores à mesa: um caminho feito de doces, encontros e memórias”.

A apresentação inclui duas receitas: doce de mamão tradicional com mel do Pantanal e sabayon de mate cocido e quenelle de queijo com doce de leite e renda de baru.

Na Sala 2, às 15h, Andressa Sandri e Reni Garcia apresentam “Toast do Cerrado: Memória, Hospitalidade e Panificação Artesanal do MS”.

Também às 15h, o Auditório Germano Barros de Souza recebe Ivan Ralston, do Tuju, de São Paulo, com o tema “Um território chamado Tuju”.

Às 16h, a Sala 1 atravessa a fronteira para apresentar a Cocina Paraguaya Tradicional, com Teresita O’Hara e Arami O’Hara, da O’Hara Gastronomia/Escola/Cocina, do Paraguai. A atividade terá Cocido Quemado con Chipa Mestizo mais Vori Vori.

No mesmo horário, a Sala de Degustação recebe Hipólito Lima e Regina Nuruk, da Cervejaria Prosa, para a atividade “Chope de guavira com gelato – uma experiência pantaneira”.

Às 16h15min, o Auditório Germano Barros de Souza volta a destacar o protagonismo feminino com “Mulheres da Fronteira: Vozes que Alimentam o Pantanal”.

Participam Dona Domingas Torales, Maria Adelaide de Paula Noronha, Cristina da Rocha, Lídia Aguilar Leite, Tainá Elias Lopes, Kalymaracaya e Jadi Tamasiro, com mediação de Elis Regina Nogueira.

No mesmo horário, a Sala 2 recebe Bruna Lopes e Fábio Hasegawa, chefs do Território Ristorante, para apresentar “Duo de risotos Sul-Matogrossense”.

Um dos momentos de maior destaque do encerramento acontece das 17h às 18h30min, no Auditório Germano Barros de Souza, com a exibição do documentário “Mulheres da fronteira – Uma comitiva de sabores pelo Pantanal”, dirigido pelo chef Paulo Machado.

Enquanto o documentário é exibido, a programação segue em outros espaços. Às 17h15min, na Sala 1, Gabriel Pimentel, chef e consultor de gastronomia do Sebrae, apresenta o Folhado Sul-Mato-Grossense, preparado com massa folhada, linguiça de Maracaju, banana-da-terra, queijo Nicola e mel do Pantanal.

Na Sala 2, às 17h30min, Dedê Cesco, chef do Buffet Dedê Cesco, apresenta “Mato Grosso do Céu”, encerrando a sequência de aulas práticas do evento.

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