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Ex-cabecinha coroada parece não ter aprendido nada com os próprios tropeços...Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (5)

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Franklin Roosevelt - estadista americano

"As pessoas perguntam qual é a diferença
entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto,
o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia”

Felpuda

Ex-cabecinha coroada parece não ter aprendido nadinha com os próprios tropeços de outrora, pois está enrolado novamente em atos que alguns gostam de definir como “pecado de alcova”. Desta vez, porém, o roteiro saiu do controle e o “melhor amigo” virou “desafeto declarado”. Aí, em meio ao caos familiar, o marido traído promete jogar, digamos, “m... no ventilador”. A “romântica história” ainda não ganhou as ruas, porque figurinha vem tentando resolver tudo debaixo do maior quieto. Há quem garanta que o tal Don Juan tupiniquim caiu do cavalo e rolou numa grota cercada de espinhos. Afe!

Nova data

O governador e o vice-governador eleitos neste ano tomarão posse no dia 6 de janeiro de 2027. Até então, isso ocorria no dia 1º de janeiro de cada ano. Em novembro de 2025, a Assembleia Legislativa de MS aprovou proposta de emenda constitucional.

Mais

O autor do projeto, deputado José Teixeira, apresentou justificativa de que o Congresso Nacional também havia aprovado, em 2021, uma emenda constitucional estabelecendo a data para todos os governadores e os vices assumirem os cargos. Assim sendo...

Neiba Ota e Múcio MarinhoNeiba Ota e Múcio Marinho
Roberta MirandaRoberta Miranda

Sem essa

Aquelas figurinhas com currículos mais do que duvidosos e acostumadas a pegar carona nas tragédias ambientais das queimadas no Pantanal, promovendo vaquinha virtual em busca de grana para engrossar as contas pessoais, estão, digamos, “sem chão”. As chuvas chegaram mais cedo e as tais ameaças de grandes incêndios na planície pantaneira – pelo menos por enquanto – estão longe. A natureza agradece. É cada uma...

Mais cedo

O calendário deste ano vai mudar a data de pagamento da segunda parcela do 13º salário de milhões de trabalhadores. Isso porque o prazo tradicional, dia 20 de dezembro, cairá num domingo. Por isso, as empresas terão de antecipar o pagamento para sexta-feira, dia 18 de dezembro, último dia útil antes do vencimento. Dessa forma, o trabalhador deverá receber a segunda parcela do 13º antes da data tradicional.

"Pendurados"

O comprometimento de renda das famílias atingiu 49,9% em fevereiro, o maior nível da série histórica do Banco Central, iniciada em 2005. Segundo a CNC, os gastos das famílias com apostas cresceram 500% em três anos, e a entidade estima que a inadimplência associada às bets retirou R$ 143 bilhões do varejo entre janeiro de 2023 e março deste ano. Estudo do Ibevar, com a FIA, aponta as apostas como principal fator associado ao endividamento familiar, com impacto quase duas vezes maior que o dos juros e do crédito. Pode?

Aniversariantes

  • José Belga Assis Trad,
  • Irenice Costa Corrêa,
  • Leandro de Oliveira Ristow,
  • Claudia Gouveia,
  • Dr. João Jackson Duarte,
  • Nori de Carvalho,
  • Angelo José Bortoluzzi,
  • Jorge Lopes Cáceres,
  • Paulo Francisco Coimbra Pedra,
  • José Rodrigues Dias,
  • Antonio de Figueiredo Brito,
  • Laura Rose Navarro Campos,
  • Clair Regina de Souza,
  • Ronaldo Serrou da Silva,
  • Glaucy Stella Garcia de Andrade,
  • Luciano Hofmann,
  • Ana Cristina Fleitas Pereira,
  • Paulo dos Santos Santiago,
  • Izanélio José Rezende,
  • Antonio Pereira Marques,
  • Manuel Ferreira da Costa Moreira,
  • Arildo Espindola Duarte,
  • Edmilson Luchese,
  • Tânia Lourdes Carneiro Cândido,
  • Dra. Kátia Dutra do Souto de Arruda Alves,
  • Angela Maria Oselane,
  • Dr. Orcidney Aparecido Bissoli,
  • Dra. Judith Amaral Lageano,
  • Dr. Vaneli Fabrício de Jesus Gouliouras,
  • Sônia Aparecida da Costa Moreira,
  • Vanessa Hoffmann Boretti,
  • Belkiss Galando Gonçalves Nantes,
  • Stéfany Mendonza Duarte,
  • Augusto Tinoco Barbosa Filho,
  • Marlene Cândida Maneta de Jesus,
  • Dr. Fernando José Barauna Recalde,
  • Sônia Pereira da Silva Marques,
  • Raquel Arakaki,
  • Advaldo Barbosa Furquim,
  • Cândido Ottoni,
  • Geovani Luchiene Antunes Gadelone,
  • Mario Marcio de Arruda,
  • Neusa Maria Sobral,
  • Rodrigo Barbosa de Oliveira,
  • Elisângela Rossetto,
  • Cleise Wolf Fedrizzi,
  • Valmiro Nunes de Oliveira,
  • Cláudio Henrique Bergamin Fabris,
  • Ramona Gomes Jara,
  • Carlito Araújo Gomes,
  • João Martins Coelho,
  • Silvana Frei Silva,
  • Leila Brandão Monteiro,
  • Osvaldo Jordão Secco Thomé,
  • José Joaquim Sena de Jesus,
  • Oswaldo Maciel Chama,
  • Ludmila Lemes Nogueira,
  • Jorge Tatsuo Miyashiro,
  • Eduardo Henrique França,
  • Almir José Felski,
  • Mário Mitsuo Shiguematsu,
  • Euleotero Corsino,
  • Márcia Afonso Oliveira,
  • Wilma Martins de Souza,
  • Flaviano Ramos da Rosa,
  • Gustavo Ribeiro Albres,
  • Regina Hernandez Dibo Nacer,
  • José Roberto Lima,
  • Fabrina Bigaton,
  • Maha Ali Tarchichi Hamie,
  • Sílvia Pereira da Silva,
  • Carla Rafaela Devechi,
  • Lenira de Almeida,
  • Vivianne Ramos,
  • Palmira Tomikawa Tokeshi,
  • Jeanne Saldanha dos Santos,
  • Eliane Alves dos Santos,
  • Oscar Ferreira Campos,
  • Jorge Luiz Rolim,
  • Jacob Nogueira Benevides Pinto,
  • Maria Oly Paula de Freitas,
  • Ana Karla Oliveira Souza,
  • Fabricio Stivanelli Matheussi,
  • Claudia Elisa Melo Hodgson,
  • Cintia Couto,
  • Paulo Tibana,
  • Emilia Maria Cândido da Silva,
  • Maria Bugosi,
  • Clementino Ferreira Brites Filho,
  • Elio Robalinho Pereira Junior,
  • Nelson Paschoalotto,
  • Rodrigo Vieira,
  • Maria Herminia Rodrigues Kasecker,
  • Ricardo de Melo Alves,
  • Leila de Arruda Coelho,
  • Danilo Vargas Junior,
  • Márcio Alexandre da Guila Back,
  • Chaiane Pereira da Silva,
  • João dos Santos Pinheiro Filho,
  • Melissa Azussa Kudo,
  • Ricardo Mendes Miranda,
  • Aracy Scaffa Chelotti,
  • Juliana da Cruz Terra,
  • Sirlene Acosta da Conceição Dezorzi,
  • Elaine Brescianini Arantes da Silva,
  • Paulo Cezar Santos do Valle.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com o ator Caio Mutai

Ele vai do vampiro em fábula gótica à circulação internacional de "AYÔ"

03/10/2026 16h30

Caio Mutai vai do vampiro em fábula gótica à circulação internacional de

Caio Mutai vai do vampiro em fábula gótica à circulação internacional de "AYÔ" Foto: Fabio Audi

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Raspar as laterais do cabelo para acrescentar uma camada punkrock a um vampiro foi uma das últimas descobertas de Caio Mutai na construção de Yukun, personagem de “Furnas Fundas: Uma Fábula Gótica Brasileira”. Em cartaz nos cinemas desde 17 de setembro, o longa mostra uma das faces mais transformadas do ator, que, quase simultaneamente, viu outro trabalho atravessar fronteiras: “AYÔ” passou por festivais em Berlim e Nova York, ampliando a circulação internacional da produção.

Os dois projetos colocam Caio diante de registros e experiências bastante diferentes. Se em “Furnas Fundas” a construção de Yukun passou pela busca de um comportamento que transitasse do mais animalesco ao mais humano, além de uma transformação física descoberta também no próprio set, “AYÔ” apresenta outro momento de uma carreira que vem alternando cinema, séries e teatro.

Realizados anteriormente, os trabalhos ainda colocaram o ator diante de uma característica inevitável do audiovisual: o intervalo entre fazer e finalmente ver uma produção chegar ao público.

“Para uma pessoa ansiosa como eu (risos), é bom ocupar a cabeça com novos trabalhos. Acho que o melhor caminho que eu tenho pra poder lidar com essa espera é simplesmente não esperar. Entregar o meu trabalho e esquecer. O restante já não é trabalho meu: como vai lançar, quando, se alguém vai gostar ou não.”

A estratégia, admite, funciona melhor na teoria. “Embora eu acredite em tudo isso aí que falei, funciona mesmo? Mais ou menos (risos). Eu ainda fico extremamente na expectativa e sofro horrores, mas eu juro que tento.”

Em “Furnas Fundas”, Yukun representa uma das imagens mais diferentes que Caio já apresentou ao público. Segundo vilão de sua carreira, o vampiro nasceu de um processo que combinou referências que o ator já carregava, preparação corporal, improvisações e descobertas feitas durante as próprias filmagens.

“O que sempre esteve muito claro no roteiro era a relação dos três vampiros entre si. Como cada um era individualmente, fomos construindo ao longo da preparação. Eu sempre consumi filmes, livros e histórias sobre essa temática. Quando peguei o papel, também reli e revisitei muito material sobre.”

A preparação levou os atores a experimentar extremos antes de encontrar as particularidades de cada personagem.

“Na preparação, fomos de A a Z, do mais animalesco ao mais humano, experimentando no corpo todas as sensações que teríamos no filme, experimentando as cenas em improvisos e descobrindo as particularidades dessas relações e dessas personalidades.”

O ator Caio Mutai é a Capa do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno, ele fala sobre estreias, carreia e planos.

Caio Mutai vai do vampiro em fábula gótica à circulação internacional de "AYÔ"O ator Caio Mutai é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Fabio Audi - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

As descobertas continuaram no set, quando figurino, maquiagem, dentes e locação deram outra dimensão aos personagens. Foi também nesse momento que Caio sugeriu uma mudança no visual de Yukun.

“Inclusive visualmente, no primeiro dia de set, onde pude sugerir raspar as laterais do meu cabelo e me deixar com aquele visual punkrock. Yukun ganhou uma outra camada de estranheza.”

A possibilidade de experimentar universos e comportamentos diferentes é um dos aspectos que mais atraem Caio na profissão. Para ele, porém, o desafio não depende necessariamente de o personagem estar muito distante de quem ele é.

“Muitas coisas me divertem nesse ofício, mas acho que depende. Gosto dos desafios. Não posso negar que é realmente divertido poder explorar o que seriam sensações e sentimentos de um vampiro sedento por sangue ou um robô que começa a questionar as próprias diretrizes de sua criação, mas poder explorar os limites de uma psique mais próxima à minha também pode ser extremamente desafiador.”

Enquanto “Furnas Fundas” evidencia essa busca pela transformação, “AYÔ” vive outro tipo de expansão. A passagem por festivais em Berlim e Nova York colocou o projeto diante de novos públicos e profissionais, mas Caio evita transformar essa circulação em previsão sobre os próximos passos da carreira.

“Eu acredito, pautado em experiências próprias, que qualquer trabalho lançado, é trabalho visto. Sempre alguém importante pode te assistir, que vai lembrar de você, que vai te procurar mais pra frente e quem sabe te agraciar com um convite, um teste ou pelo menos uma indicação. Mas não acho que seja mensurável, não.”

A trajetória de Caio também inclui uma atuação pública em torno da representatividade amarela. Ele reconhece que assumir essa discussão pode fazer com que um artista passe a ser procurado repetidamente para falar sobre raça, mesmo quando deseja ser reconhecido por outras dimensões de seu trabalho.

“Com certeza, mas no final das contas penso que vale mais a pena levantar a bandeira do que a inércia. Se eu precisar ser a pessoa que vai ser procurada apenas por isso, sei que a próxima geração talvez não precise. De toda forma, adoraria me aproveitar das batalhas ganhas também.”

O ator afirma já ter enfrentado limitações profissionais relacionadas à sua origem e recorda um episódio ocorrido em 2015, quando havia sido escolhido para seu primeiro papel no audiovisual. O personagem seria um jovem que descobria a paixão pelo balé clássico, mas mudanças posteriores na trama fizeram com que a dança deixasse de fazer parte de sua história. Segundo Caio, ele acabou substituído porque não se encaixaria com os atores escolhidos para viver os pais do personagem.

“Sim, eu perdi meu primeiro papel numa novela exatamente por ser amarelo. E sabe o que é mais interessante? Sei que pelo menos dois personagens foram escolhidos a partir de ‘match’ comigo, mas ninguém foi trocado. Só eu.”

Para 2027, Caio já prepara novos lançamentos no audiovisual e também o retorno aos palcos em uma superprodução de teatro musical, a ser revelada em breve. E, quando pensa nos personagens que ainda gostaria de viver diante das cortinas, e não das câmeras, aparecem nomes como Jean Valjean, de “Les Misérables”, Phantom, de “O Fantasma da Ópera”, e Jesus e Judas, de “Jesus Christ Superstar”.

Já no audiovisual, o ator ainda quer avançar por territórios que experimentou pouco. “Tem muitos gêneros que eu gosto e pude experimentar pouco. Acho que para o cinema/séries eu ainda quero muito poder fazer algum vilão/serial killer/psicótico, como um Hannibal Lecter, Coringa e coisas nesse espectro. Também adoraria explorar mais o território do SCI-FI, Cyberpunk, robôs, IAs, como Blade Runner, THX, Matrix.”

Entre os trabalhos que agora encontram o público e os novos projetos que começam a se desenhar para 2027, Caio prefere não transformar cada lançamento em uma projeção sobre o próximo passo da carreira. “Prefiro celebrar o trabalho já realizado e continuar buscando os próximos. Um bom agente, boas relações e trabalhar bem. Não tem segredo.”

Caio Mutai vai do vampiro em fábula gótica à circulação internacional de "AYÔ"O ator Caio Mutai é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Fabio Audi - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

 

Pet Correio B+

Conheça os sinais da fase sênior dos cães

O envelhecimento transforma a relação entre cães e suas famílias

03/10/2026 15h30

Conheça os sinais da fase sênior dos cães

Conheça os sinais da fase sênior dos cães Foto: Divulgação

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O focinho ficou grisalho, as horas de sono são mais longas, a dificuldade para subir no sofá ou a ausência na porta quando alguém chega são indícios que o pet já não é o mesmo de alguns anos atrás.

Para a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, a chegada do envehecimento também provoca mudanças na relação entre o cão e sua família. “Esse reconhecimento raramente é gradual. Ele costuma vir de repente, a partir de um detalhe. Nesse instante, a família entende que o tempo passou, e isso mexe com ela”, explica.

Observe mudanças de comportamento antes de atribuir tudo à idade

Na fase sênior, alguns cães ficam mais quietos e seletivos no contato, enquanto outros passam a procurar mais os tutores. Irritabilidade, ansiedade, isolamento e maior dependência também podem aparecer. Antes de interpretar essas mudanças como características da idade ou da personalidade, porém, é importante investigar suas causas.

“Chamamos de teimoso o cão que talvez não esteja ouvindo, de manhoso o que pode estar sentindo dor e de birrento o que está desorientado. Toda mudança nova de comportamento deve ser levada ao veterinário antes de virar traço de personalidade”, aponta Juliana.

Entenda que o vínculo muda, mas não precisa enfraquecer

Para a especialista, a chegada da velhice não significa necessariamente um enfraquecimento do vínculo. A relação apenas muda. O cão que durante anos acompanhou a família em passeios, brincadeiras e outras atividades pode passar a ter limitações, e os tutores precisam rever as expectativas.

“A família precisa deixar de esperar que o cão se adapte a ela e passar a se adaptar a ele. O cão não está ficando difícil, ele está vivendo com um corpo e uma percepção diferentes”, afirma.

Adapte a rotina sem deixar de lado os momentos de convivência

Horários mais previsíveis, móveis mantidos no mesmo lugar e um espaço tranquilo para descanso ajudam a dar segurança ao animal. Passeios e brincadeiras também podem continuar, respeitando seus limites e as orientações do veterinário.

“O passeio deixa de ser exercício e passa a ser presença, exploração, tempo de farejar sem pressa”, diz Juliana.

Conheça os sinais da fase sênior dos cãesConheça os sinais da fase sênior dos cães - Divulgação

Observe e registre alterações para levar ao veterinário

O acompanhamento veterinário é fundamental nessa etapa, mas a família também tem um papel importante na prevenção. Observar mudanças no sono, no apetite, no humor e nos hábitos e levar essas informações para as consultas ajuda a identificar alterações que nem sempre são percebidas de imediato.

Olhe também para quem cuida

Outro ponto pouco discutido é a preparação emocional dos tutores. O envelhecimento pode trazer um chamado luto antecipatório, quando a família começa a sentir a perda do cão que ele era, mesmo com o animal ainda presente. O cansaço de quem cuida, as preocupações e até a culpa por sentir irritação também podem fazer parte desse processo.

“Quem cuida também precisa de espaço para falar do que sente, inclusive do cansaço e da tristeza”, afirma Juliana.

Preserve a autonomia e os rituais do cão

Para preservar a qualidade de vida e o vínculo, a orientação é respeitar a autonomia do animal sempre que possível, permitindo que ele faça escolhas, mantenha seus rituais e continue participando da rotina da família, ainda que de outra maneira.

Quando o assunto é fim de vida, conversar com o veterinário antes de uma situação de crise também pode ajudar a família a tomar decisões com mais tranquilidade.

“Essa conversa não antecipa a morte. Ela protege o tempo que ainda resta”, conclui Juliana.

 

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